Santo André da Borda do Campo foi aclamada em vila em nome do donatário Martim Afonso de Sousa, e provisão do seu capitão-mor governador e ouvidor Antônio de Oliveira
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1 de junho de 1553, segunda-feira
Ulrich*
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1 de junho de 1553, segunda-feira
Carta de Tomé de Sousa
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1 de junho de 1553, segunda-feira
Tomé de Souza escreve ao Rei D. João III: “nomeei João Ramalho para vigiar e impedir o trânsito de espanhóis e portugueses entre Santos e Assunção e vice-versa; e assegurar a soberania portuguesa no campo de Piratininga e sobre os caminhos de penetração que dali partiam”
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15 de junho de 1553, segunda-feira
“O principal motivo de todos os impedimentos foi o fechamento da estrada por causa dos castelhanos, que estão a pouco mais de cem léguas desta capitania. E eles têm terras, e tanto que dizem que há montanhas deles, e muitas notícias de ouro pelo qual fecharam e bloquearam a estrada
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30 de junho de 1553, terça-feira
Tomé de Souza proibiu o tráfego nas rotas que ligavam Cananéia e São Vicente ao interior paraguaio, tentando transformar a vila de Santo André da Borda do Campo em posto avançado e fronteiriço do avanço português
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31 de ago. de 1553, segunda-feira
Carta de Manoel da Nóbrega á Luís Gonçalves da Câmara: “Vou em frente procurar alguns escolhidos que Nosso Senhor terá entre esses gentios”
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8 de setembro de 1553, terça-feira
João Ramalho fundou uma povoação / vila de Santo André
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1 de dezembro de 1553, terça-feira
Manoel Nóbrega enviou amigos para erigir um Colégio em “São Paulo”*
90 Registros Dados atualizados em 11/10/2026 08:07:02