1 de março de 1968, sexta-feira Os jornais noticiariam que um golpe havia sido abortado e apontavam o principal responsável pelo desmonte dessa rebelião: Aladino Félix. Era aplaudido pela direita e, em entrevistas, chegou a afirmar que enviou, sim, um bilhete que chegara às mãos de Costa e Silva*
25 de janeiro de 1968, quinta-feira Segundo Aladino, um levante ocorreria no dia 25 de janeiro, com o assassinato do presidente e do ex-governador Abreu Sodré
14 de janeiro de 1973, domingo Jornal do Brasil noticiava-se que o advogado de defesa Juarez Oncillon Aires de Andrade interpusera recurso contra decisão do Superior Tribunal Militar, que reduzira a pena de Aladino a 8 meses de prisão
18 de dezembro de 1968, quarta-feira No primeiro relatório sobre o caso, o delegado Sidney Benedito de Alcântara afirmava que Aladino Félix “realmente” tinha contatos com autoridades do governo federal até ser preso
9 de outubro de 1973, terça-feira Ministro Rodrigo Alckmin encerrou o caso no dia 9 de outubro de 1973, com um despacho de cinco linhas, em que negava provimento à apelação
11 de novembro de 1985, segunda-feira Aladino Félix morreu aos 68 anos, em circunstância prosaica (complicações geradas por medicamentos que havia ingerido para uma simples cirurgia de hérnia), no dia 11 de novembro de 1985, ano em que o país, já livre da ditadura, ingressava na redemocratização e ele mergulhava no ostracismo
27 de setembro de 1968, sexta-feira “Brasília queria que nossas ações continuassem até dezembro de 1968 ou janeiro de 1969”, escreve no manuscrito, entregue à polícia
20 de setembro de 1968, sexta-feira No Jornal do Brasil, a 20 de setembro de 1968, 1º Caderno, página 13, uma nota informava que um laudo a cargo do Instituto Médico Legal confirmava a denúncia de que houve torturas contra 3 dos 9 suspeitos de atos terroristas do grupo de Sábado Dinotos
12 de outubro de 1968, sábado “Com um pouco mais de chance, teria o cap. Cid desbaratado ainda no início todo o grupo terrorista e, o que é melhor, teria evitado uma série de atentados terroristas”, escreve, em 12 de outubro de 1968, o tenente-coronel Raul Humaitá Villa Nova, no relatório que encerraria o IPM da Força Pública
21 de agosto de 1968, quarta-feira Contaram que o mentor do roubo havia sido o soldado da Força Pública Jessé Cândido de Moraes, o segundo homem na hierarquia do grupo
2 de setembro de 1968, segunda-feira Apontado por Aladino Félix como o homem que deu a ordem para o furto das armas no QG da Força Pública e do atentado a bomba no antigo QG do II Exército, Trajano expressa espontaneamente no depoimento que prestou no dia 2 de setembro de 1968
8 de março de 1968, sexta-feira A carta, datilografada numa folha com o brasão da República e timbres do Ministério da Justiça e Polícia Federal, é assinada pelo inspetor Firmiano Pacheco, não deixa dúvidas da relação de Aladino com a PF
7 de outubro de 1971, quinta-feira “Não se trata de doente mental. Trata-se de portador de perturbação da saúde mental cuja capacidade de entendimento ao tempo dos fatos era apenas parcial”