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Cidade fica marcada com intrigantes histórias de discos voadores
Fonte: Acervo Cruzeiro do Sul
Segunda-feira, 1 de Janeiro de 1979
Última atualização: 14/11/2020 23:54:20

"Era um objeto redondo em cima e com a base achatada, emitia luzes vermelhas na parte de cima e uma luz que não era nem verde e nem azul na parte de baixo. Era alguma coisa muito bonita de se ver, mas que deu um medo muito grande na gente, isso deu.

Nós estamos acostumados a enfrentar gente como nós, mas coisas estranhas não, por isso ficamos com medo", comenta o soldado José Pandulfo e seu colega Sérgio Costa, que na madrugada de ontem atenderam um chamado feito por Sérgio Pregnoletto. Todos eles e mais os componentes de oito viaturas presenciaram a aparição de um objeto estranho e com uma forte tonalidade, que surgiu nas imediações da avenida Coronel Nogueira Padilha.



5 mil pessoas esperando “Disco Voador” - 1979 -
Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

Sérgio Pregnoletto foi o primeiro a presenciar a aparição do objeto. "Eu estava subindo a avenida Coronel Nogueira Padilha, ia entrar na garagem da minha casa, no número 90 da rua João Valentino Joel, quando apareceu uma luz estranha, quase como a luz do dia, passando por cima de mim. Me assustei e corri atrás da polícia", relata Sérgio.



Pedreira de São Domingos - 1979 -
500 carros viram esfera luminosa no céu. Fonte: Manchete/RJ
Inacreditáveis e curiosas

Perseguindo um OVNI

A primeira viatura policial a ser notificada foi a de número 13, dentro dela estavam os soldados Pandulfo e Sérgio Costa. Ao sair para notificar os policiais, Sérgio Pregnoletto afirma ter sido seguido pelo que ele chamou de objeto estranho e luminoso. "Meu filho ficou muito assustado pelo que viu. Achou melhor chamar a polícia pois temia que o objeto pudesse prejudicar quem estava dentro de nossa casa. Ele estava tão assustado que mal podia falar", comenta Orlando Pregnoletto, pai de Sérgio.

A princípio, os policiais da viatura nº 13 não acreditaram muito na historia contada por Sérgio, mas como viram que ele se encontrava muito amedrontado resolveram verificar a situação. "Foi por volta das 03h15 da manhã, quando Sérgio nos procurou dizendo ter avistado um disco, um objeto estranho. Ele chegou apavorado e dizia não estar louco. Nós pegamos a viatura e subimos a Nogueira Padilha em direção ao campo do São Bento, quando chegamos lá perto vimos um objeto luminoso parado lá no alto. Perto do supermercado Ven-Ká, deu a impressão que o objeto luminoso estava seguindo a gente, depois disso ele saiu em frente e parou em cima da Momesso, e ficou parado por pouco tempo neste local", comenta o soldado Pandulfo.

Falando por sinais

Talvez influenciados por filmes ou seriados de TV, os policiais tentaram manter um tipo de comunicação com o "objeto estranho" e, segundo eles, houve resposta por parte do objeto. "Com o holofote de nossa viatura, nós mandamos sinais de luz, e parece que o objeto respondeu. Suas luzes não se apagaram totalmente, mais dava para perceber que elas diminuíam a intensidade. Quando a gente acendia e apagava o holofote, as luzes do objeto se tornavam foscas e depois aumentavam de intensidade. Quando nós acendemos a luz vermelha da sirene parece que eles responderam claramente", explica o soldado Sérgio Costa.

O sargento Mauricio Caruso, que também participou da aparição do objeto conta que "todas as viaturas do horário, cerca de oito, inclusive uma de Votorantim, estiveram na avenida Nogueira Padilha, presenciando o fato. Não posso chamar o que vimos de disco voador, por que depois podem dizer que fiquei louco. Mas quase 20 policias viram tudo. O que vimos não era uma estrela, pois tinha uma luminosidade diferente das outras e pelo tamanho dela, não podia ser uma estrela. Os componentes da viatura nº 13, pediram permissão a mim para que pudesse participar da busca ao objeto estranho, eu permiti, mas recomendei a eles muito cuidado. Como eles tinham avistado um objeto esquisito eu também compareci ao local. E todas as viaturas do horário também foram para lá".

Neste meio tempo, segundo informações seguidas pelos que testemunharam o fato, o objeto estranho e luminoso havia se deslocado para as proximidades da pedreira da Julio&Julio. E lá o objeto permaneceu parado. Carlos Doles, que acompanhava a viatura vinda de Votorantim, conta o que viu: "Estávamos nas proximidades da pedreira Julio&Julio. Não era apenas uma, mas cinco luzes. A primeira mais forte, ficava no centro. As outras quatro eram menores e rodeavam a maior. Com binóculos viamos apenas uma decomposição de cores". Esta decomposição de cores também foi avistada pelos policias, que disseram serem cores bem diferentes "das que estamos habituados a ver". Segundo Pandulfo, o objeto voador oscilava e pela descrição feita, tinha a forma de uma meia Lua, e dele saiam raios luminosos, verdes, vermelhos e azuis da parte superior e inferior do objeto.

Carlos continua o seu relato: "Quando a viatura estava me levando para o local, um dos policiais, pelo rádio nos comunicou que havia dado um sinal com o holofote ao objeto. E recebeu resposta. Depois procurou dar mais sinais, não obtendo resposta".

Outros objetos

Os policiais permaneceram até depois das quatro horas da manhã na pedreira da Julio&Julio, examinando o local. Durante este tempo o objeto permaneceu imóvel, em uma altura considerável. Os policiais tentaram acompanhar o objeto, que para eles, parecia estar próximo. "Nós resolvemos seguir o objeto, pois ele parecia que estava perto, mas na verdade estava bem alto. Eu tive a impressão de que ele baixou um pouco, todo mundo estava comentando sobre o assunto, não posso dizer precisamente se ele baixou ou subiu. Se realmente o objeto chegasse a descer, não sei dizer o que faria, mas eu acho que todo mundo sairia correndo, porque a gente não está acostumado a enfrentar coisas estranhas", completa o sargento Caruso.

Segundo os policiais, eles não foram os únicos a avistar o objeto. Outras pessoas viram um estranho objeto voador e luminoso, nas proximidades do bairro Trujillo. Alguns investigadores da delegacia de polícia também chegaram a ver por volta das seis horas da manhã uma estranha luminosidade no céu. Os policiais Pandulfo e Sérgio Costa acompanhados de Carlos Doles, depois das quatro horas da manhã de ontem, seguiram até a avenida Gabriel Pizza, onde ficaram observando o objeto até as seis horas da manhã. De acordo com informações cedidas por eles, as estrelas já haviam desaparecido, mas os objetos continuam com a luminosidade ainda intensa, depois com a claridade do dia deixou de ter tanta luminosidade.

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Compilado por Adriano Cesar Koboyama
Colaboradores:
Luiz Augusto Scarpa, Amora G. Mendes e Matheus Carmine