' *Boletim do Departamento do Arquivo do Estado de SP. Secretaria da Educação. Vol. 9. Apontamentos para história da Fábrica de Ferro do Ipanema (1959) Prof. João Lourenço Rodrigues - 01/01/1959 de ( registros) Wildcard SSL Certificates
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Boletim do Departamento do Arquivo do Estado de SP. Secretaria da Educação. Vol. 9. Apontamentos para história da Fábrica de Ferro do Ipanema (1959) Prof. João Lourenço Rodrigues
1959
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Cumpre, todavia, advertir que existe controvérsia a peito da identificação daquele “Paraupava” (Boletim do Departamento do Arquivo do Estado de SP. Secretaria da Educação. Vol. 9. Apontamentos para história da Fábrica de Ferro do Ipanema (1959) Prof. João Lourenço Rodrigues. Parte IV - Capítulo II. Página 179)

Século XIX – Avizinham -se enfim melhores tempos para a indústria da fabricação do ferro. Antes de entrarmos na exposição dos fatos do século XIX, façamos uma breve recapitulação e tentemos uma crítica de resultados. Nos três séculos até aquí considerados assinalam- se três ensaios: o de Afonso Sardinha em 1589, o de Martim Lumbria, quase um século mais tarde ( 1682 ) e o de Domingos Ferreira em 1768: todos os três fracassaram. Qual o motivo do mau êxito? Há mais de um motivo a assinalar.O primeiro é, sem a menor dúvida,a falta de capitais. Já admitimos isto no comentário doautor do Quadro Histórico a propósito do ofício de agradecimentos dirigido pelo governo a Martim Lumbria. Aironia que Machado de Oliveira vislumbrou nas entrelinhas dêsse ofício pode ser explicada, como vimos, comoresultante desta convicção dos homens da governança :uma empresa de tal envergadura não cabia na esfera dosrecursos forçosamente exiguos de simples particulares.Mas havia, ao lado dessa, outra causa de insucesso : osencabeçadores não dispunham de pessoal tecnicamentepreparados para conduzir proficientemente a fabricaçãodo ferro . [Boletim do Departamento do Arquivo do Estado de SP. Secretaria da Educação. Vol. 9. Apontamentos para história da Fábrica de Ferro do Ipanema (1959) Prof. João Lourenço Rodrigues. Página 29]

No precedente capítulo deixamos bem assinalado o rumo que ia tomando à exploração do ferro na região do Ipanema. Êsse rumo novo indicava o advento de um estadista de larga visão nos Conselhos do Rei de Portugal : tratava -se de D. Rodrigo de Souza Coutinho, ulterior mente Conde de Linhares.

Em 1797 entrava ele êle para o Ministério Português, na qualidade de Ministro da Guerra. No trono sentava- se então D. Maria I, mas, dada a demência da Soberana, era seu filho, o Príncipe D. João, herdeiro presuntivo da corôa, quem governava de fato, embora com o título de regente.

D. Rodrigo foi encontrar na sua pasta, à espera de solução, a proposta dos Capitães-mores de Sorocaba e Itú para a restauração da fábrica de ferro do morro Araçoiaba, e não repugna admitir que tal proposta fosse o ponto de partida das suas cogitações sôbre aquele negócio.

A proposta continuou sem solução, pois o Ministro, enfronhando - se cuidadosamente do assunto, chegou à convicção de que aos proponentes faltariam recursos para uma tentativa mais viável do que as anteriores; e no seu espírito se esboçou desde logo um plano de exploração encabeçado pelo governo da Metrópole.

O influxo benéfico do novo ministro não tardou a se fazer sentir; temos uma prova disso nas providências que assinalaram o governo do Capitão General Antonio Manoel de Melo Castro e Mendonça, providências já sumariadas no precedente capítulo. D. Rodrigo procurou a colaboração de alguns brasileiros de mérito, ouvindo- os de bom grado e facilitando- lhes a imprensa.

A história do Brasil, diz o Visconde de Porto Seguro, não pode evocar o nome de Linhares sem reconhecimento sem ver nele um grande patriota, pois do próprio Brasil descendia ele pelo lado materno. Um dos brasileiros por ele distinguido foi José Bonifácio de Andrada e Silva , o futuro Patriarca da Independência. D. Rodrigo fez dele o Intendente Geral das minas de Portugal, onde José Bonifácio então residia.

Em 1803 o Coronel Martim Francisco Ribeiro de Andrada, irmão de José Bonifácio, era inspetor das minas e matas da província de São Paulo e, nas viagens ao Morro do Ferro (10), examinou cuidadosamente as suas jazida.

Tomando conhecimento dos trabalhos do Coronel Cândido Xavier e João Manso, concordou com eles relativamente à nova localização do açude e da usina; foram, pois abandonados de todo os locais antigos e tudo estava encaminhado para o surto d Fábrica de Ferro de Ipanema. Releva notar que a nova escolha era criticável num ponto importante: o local ficava quase a uma légua de distância das jazidas.

Estudando a história da mineração do ferro no morro da Fábrica reconhece-se que tal história se desenvolveu através de uma pugna pacífica entre agricultores e mineiros. Quando os trabalhos da mineração decaíam, os agricultores tomavam conta das matas; a selva virgem era atacada e devastada; as plantações prosperavam por algum tempo.

Anos depois levavam a melhor os mineiros; os terrenos abandonados cobriam-se de capoeiras, as quais por sua vez iam abaixo, em novas investidas dos agricultores. Felizmente, ao que parece, a competência não ficou assinalada por nenhuma tragédia sangrente. Se as houve não deixaram vestígios na história.

A localização da nova fábrica de ferro foi um dos pontos alvejados pela crítica do Dr. Pandiá Calógeras, em seu relatório confidencial para o Conselheiro Rodrigues Alves. No seu entender, o estabelecimento ficou mal situado, não só em relação às jazidas do minério, mas especialmente em relação aos centros consumidores do produto. Não há de negar: - O Ipanema dista 3 léguas de Sorocaba, mais de 20 da Capital e perto de 30 de Santos, seu principal porto de exportação. Tal crítica, porém, não parece-nos descabida. A má situação da Fábrica não é senão consequência da má situação da mina, e por esta não podem ser evidentemente responsabilizados os autores do estabelecimento, uma vez que não se conheciam na época outras jazidas mais bem localizadas.

Em sua monografia sobre Rafael Tobias (pág . 120), diz o Cônego Luís Castanho de Almeida (1904-1981) que Martim Francisco, em sua viagem de 1803, ficou conhecendo o reizinho (apelido familiar de Tobias). Ao mesmo deu aulas de francês, latim e filosofia , quando fundou um curso gratuito em 1805. O primeiro encontro é plausível, porque Tobias, tendo nascido em 1794, não estava longe dos 10 anos quando o Andrada passou por Sorocaba. Pode- se mesmo conjeturar que ele fosse hóspede de seus progenitores. [Boletim do Departamento do Arquivo do Estado de SP. Secretaria da Educação. Vol. 9. Apontamentos para história da Fábrica de Ferro do Ipanema (1959) Prof. João Lourenço Rodrigues. Páginas 32, 33 e 34]

Artigo de primeira necessidade no país, o ferro vinha de fora. Ao governo cabia, pois, o dever de fomentar a exploração da primeira encontrada, onde quer que se achasse. E disto exsurge o desarrazoado desse primeiro item da crítica de Calógeras.

Mas já é tempo de voltarmos aos atos da gestão do Conde de Linhares, atinentes ao Ipanema. Homem de larga visão, ele não podia abandonar, na execução dos seus planos siderúrgicos, o lado técnico. Ora, é fácil de optar por um deste três povos - os suecos, os alemães ou os biscainhos. Estes últimos, através dos ensaios historiados, já tinham feito as suas provas, com resultados negativos: estavam atrasados na sua evolução. Linhares propendeu a princípio para os alemães, e essa preferência ressalta nitidamente destas providências por ele tomadas: ordenou que se contratassem na Prússia três engenheiros especializados em metalurgia e, logo que eles chegaram a Portugal, mandou-os trabalhar nos estabelecimentos do reino, para fazerem o necessário tirocínio. Um desses engenheiros chamava-se Frederico Luiz Guilherme Varnhagen; foi ele designado para trabalhar na Fábrica de Figueiró dos Vinhos, sob a fiscalização de José Bonifácio.

Em 1803 iniciou Varnhagen o seu estágio e, três anos mais tarde, constituía família, casando-se com D. Maria Flávia de Sá Magalhães, dama portuguesa pertencente a uma família de destaque.

Sobrevem infelizmente a invasão das forças napoleônicas em Portugal, sob o comando de Junot. Varnhagen alista-se como voluntário e no fim da campanha tinha conquistado galões de capitão.

Em 1808, como é sabido, a família real já havia transmigrado para o Brasil, e esse fato ensanchou o Conde de Linhares feliz oportunidade para levar avante os seus planos relativos à siderugia em nosso país.

Terminada que foi a faina da instalação da real comitiva, o Ministro Linhares chamou ao Brasil o Capitão Varnhagen, o qual chegou ao Rio de Janeiro em meados de setembro de 1809, trazendo as melhores recomendações.[Página 35]

Enquanto na Europa se recrutavam os artífices suecos, para a futura Fábrica de Ferro do Ipanema, o Conde de Linhares dava providências para que eles viessem encontrar desbravado o terreno. E assim , logo no começo do ano seguinte ( 1810) por ordem do ministro, o Capitão Varnhagen seguia para Sorocaba, em companhia de Martim Francisco, Inspetor das Minas de São Paulo. Fizeram a viagem por mar até Santos, e dali subiram a São Paulo , onde se apresentaram ao Governador Horta . Este os recebeu com tanto ugrado que os acompanhou ao Ipanema, disposto a fazer tudo para o bom êxito, da expedição.

Passemos por alto os incidentes da viagem ; notemos apenas que Varnhagen e Martim Francisco ficaram nomorro do Ferro nada menos de 3 semanas em estudos. Varnhagen levava instruções para examinar cuidadosamente as jazidas do metal e apresentar minucioso relatório do que alí encontrasse. Deveria, outrossim [Página 36]

Em aviso de 17 de julho do mesmo ano, dirigido ao Governador Horta, informa o Conde de Linhares que prevalecera a ideia de uma Companhia em que entrasse S.M., como parte; o número das ações seria de 128, e estas poderiam ser tomadas no Rio de Janeiro. Entendia, porém, o Ministro que deveriam ter preferência os paulistas (...) [Página 37]

forno antigo do refino. Daí duas vantagens:: economiade combustivel e aumento de produção, que seria duplioficina ficou em condições de ser inaugurada. A cerimônia efetuou -se a 7 de agosto de 1886, aproveitando -separa isso a feliz circunstância da quarta e última visitade D. Pedro II .A construção da nova oficina reresenta , no ativo doDiretor Mursa, uma parcela de vulto . Mas há outro fatodigno de registro, e que não pode ser expresso em algarismos. É a preparação técnica ministrada a certosmoços que, com o nome de aprendizes, fizeram o seu tirocínio profissional no Ipanema, ao tempo da gestão do Dr.Mursa. Um dêses aprendizes metalúrgicos, de origemalemã é João Conrado Engeberg. Trabalhou no Ipanemano tempo da industrialização da Fábrica e dali veio paraCampinas. Aquí requereu privilégio para uma máquina de beneficiar café de sua invenção, máquina que tevemuita saída e deu ao inventor lucros muito reais. Segundome informa o Dr. Celso Rezende, a quem devo a gentilezadesta comunicação, o invento do ex-aprendiz do Ipanemafoi mais tarde adquirido pela casa Mac-Hardi & Cia. ( 42 )Ainda um indice expressivo do progresso da Fábricana época que estamos apreciando: graças ao aumento da produção nos anos anteriores, a renda do estabelecimentoem 1888 atingiu a cifra de 211 contos, sendo a despesade 210 contos. Foi a primeira vez que, na história doIpanema, se conseguiu equilíbrio orçamentário. E destecapítulo se colhe que o Dr. Mursa foi, entre os diretoresdo Ipanema , não só o de mais tempo de serviços, mas omais competente de todos. Recebeu o estabelecimento num estado de ruína quase completa e o deixou emsituação de prosperidade jamais atingida e muito menossuperada.( 42) Ao Sr. João Conrado Engeberg, podemos acrescentar o Sr. José Sommerhauzer, que foi mestre da oficina me cânica da Fábrica Santa Cruz, em Tatuí, durante mais de 30 anos, e os Srs . Nieble e Benedito Grazzia, que se estabeleceram na mesma cidade como ferreiros . ( A. F. Azevedo – Art . cit . - C. P. de 24-10-1950) . (página 88)

do Ipanema, ao tempo em que seu pai dirigia a respectivaFábrica de Ferro, sucedendo, na administração, a Carlos Augusto Hedberg. Quiz Porto Seguro fazer a apologia de seu genitor, resguardando - lhe a memória contra ainjustiça de certas acusações. Eu não nasci no Ipanema,como o segundo Varnhagen, mas no município de Tatuí.Releva, porém , notar que Tatuí é um rebento do Ipanema,tanto como Sorocaba e Campo Largo. O Ipanema nasceu para a História no tempo do domínio espanhol e foi acélula mater donde surgiram sucessivamente os três municípios em aprêço Sorocaba, Campo Largo e Tatuí. (página 16)

Obcecado pela ambição, Afonso Sardinha parece não ter feito o menor cabedal da sua incipiente fábrica de ferro . Retirando-se do Morro do Ferro para prossegir nas suas explorações sertanejas, diz Cassiano Ricardo em seu livro “Marcha para Oeste" , deixou o embrionário estabelecimento entregue a um pessoal reduzido, formado em boa parte de escravos. (página 24)

No tempo em que a estrada de ferro só chegava até Sorocaba, esta cidade era o empório comercial de tôda a zona sul paulista (...) Meu saudoso avô tinha por costume, ao escurecer, ir sentar - se à porta da sua vivenda de Campo Largo. O céu ali era de uma limpidez maravilhosa e José dos Santos dava -me noções encantadoras sôbre astros e constelações; e daí sem dúvida o meu pendor para os estudos uranográficos.

Ora, uma dessas noites sucedeu que o nosso colóquio viesse a ser interrompido pela passagem de um esplêndido bólide, cujo clarão alumiou tôda a paisagem. O brilhante meteoro tinha uma côr esverdeada e, no seu trajeto de sul para o norte, ia lançando fagulhas e deixando ouvir um fragor longinquo, como aquele que anuncia a aproximação de uma das chamadas chuvas de pedras ou granizos. A tal fragor, seguiu - se um estampido surdo, de curta duração.

- Foi cair no morro da Fábrica, exclamou meu avô.O que é aquilo, padrinho ? perguntei cheio de curiosidade.É uma Mãe de Ouro . No tempo de dantes ela já morou alí no morro : havia lá então uma lagôa dourada e, à roda dela, ouro em tal abundância que era só ajuntar no chão. Mas eram muito raros os homens que a isso se animavam , porque essas riquezas da Mãe de Ouro eram defendidas por uns fantasmas que infundiam pavor. Outras pessoas sedentas de novidade, entre as quais alguns tropeiros, foram - se aproximando de nós, e meu avô, animando - se mais e mais, fez -nos uma preleção em regra.Houve contudo, continuou ele, um canhembora mais animoso do que os caipiras da vizinhança. Era um negro da Costa já bastante idoso, um escravo fugido de qualquer fazenda distante. Quando fazia bom tempo, o tal canhembora saía lá do seu esconderijo , e andava à cata das pedrinhas que lhe parecia conterem ouro. Punha - as num canudo feito de um gômo de taquarussú ; mas à proporção que o canudo se ia enchendo, minguava sua provisão de mantimentos. Que fazia então o negro canhembora?Tratava de vender sua colheita a um ourives de Sorocaba, seu freguês e protetor, o qual fazia com isso magnífico negócio. O negro chegava à cidade alta noite e se dirigia à casa do ourives onde ficava escondido enquanto o seu hospedeiro se encarregava de fazer-lhe, durante o dia, a compra de comestíveis. Chegada a noite, o pobre preto, tendo as malas cheias de mantimentos, regressava para a sua paragem da Lagoa Dourada, onde recomeçava a sua faina, escapando à vigilância solerte dos capitães de mato.Parece, porém, que o tal ourives de Sorocaba deu com a língua nos dentes, a propósito da mina de ouro do morro Araçoiaba.A notícia correu célere e sucedeu o que era de esperar : os bravos aventureiros surgiram um dia lá no morro , à procura da mina da Lagôa Dourada. O canhembora abandonou aquelas bibocas, procurando novo refúgio, e os aventureiros levaram um lôgro. Por que, padrinho ? perguntei. Porque a Mãe de Ouro também se mudou para outro ponto, onde ocultou de novo os seus tesouros. Agora ei-la de volta , e hão de vêr que a Lagôa Dourada, sêca por longos anos, vai encher - se de novo. E quem nos dizque ouro não vai abundar de novo no serro azul do Araçoiaba ? !— Então vovô, quando os buavas vieram ao morro não encontraram mais ouro ? perguntei.Nem sinal! Puzeram -se então a procurar prata, efoi novo trabalho perdido. Só encontraram pedras deferro, fáceis de reconhecer porque atraem agulhas.Pedras de ferro, sim, havia - as em abundância, e por issoos intrusos mudaram o nome do morro, o qual ficou sendoconhecido por Morro do Ferro .E que fizeram eles depois ?- Levantaram nas fraldas do morro um pequeno forno para derreter as pedras. Foi assim que surgiu nomorro Araçoiaba a primeira fábrica de ferro. Eis porque êle se chama tambem Morro da Fábrica.Nesse relato , algumas inexatidões existem a pedir correção. Há, em primeiro lugar, um anacronismo. Éfato histórico bem averiguado que a povoação de Sorocaba foi fundada no correr dos trabalhos de mineraçãono Morro do Ferro. Ora se o canhembora citado por meu avô alí estacionou antes da irrupção dos portuguesesno local, é obvio que nesse tempo Sorocaba ainda não existia; e assim sendo a história do ourives fica reduzida a uma lenda. Mas não só nesse ponto se achava equi vocado o narrador : vê- lo- emos através da resenha que vamos fazer, dos ensaios siderúrgicos do morro Araçoiaba. Seguiremos nela a ordem cronológica. (Páginas 19, 20, 21 e 22)


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