'Preso revela detalhes do Caso Celso Daniel - 01/09/2005 Wildcard SSL Certificates
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Preso revela detalhes do Caso Celso Daniel
    1 de setembro de 2005, quinta-feira
    Atualizado em 13/02/2025 06:42:31

  
  


Título: Preso diz que Sombra prometeu R$ 1 milhão por morte de DanielAutor: O Estado de São Paulo, 02/09/2005, Nacional, p. A15Custou R$ 1 milhão a cabeça de Celso Daniel, o prefeito de Santo André que o PT havia escalado para coordenar a campanha de Lula à Presidência. Por esse dinheiro, Celso Daniel foi capturado na noite de 18 de janeiro de 2002, na periferia de São Paulo, levado para um cativeiro nas cercanias da Rodovia Régis Bittencourt e, dois dias depois, crivado de balas 9 milímetros.

A revelação foi feita ontem à tarde por um dos acusados pela morte do prefeito, que está preso em uma penitenciária de segurança máxima. Seu nome é mantido em sigilo pelo Ministério Público, que teme pela vida do denunciante.

Ele apontou o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sérgio Chefe ou Sérgio Sombra, como mandante e mentor da trama. Amigo e segurança do prefeito, Gomes teria preparado a armadilha porque Celso Daniel havia decidido dar um fim em suposto esquema de corrupção e desvio de verbas públicas para financiamento de campanhas eleitorais do PT.

O prefeito teria sob sua guarda minucioso dossiê apontando a participação de empresários, entre eles Sérgio Gomes, e políticos. O relato do prisioneiro tem peso extraordinário para os promotores que há 3 anos e meio investigam o caso que incomoda o Palácio do Planalto e o PT.

"A proposta era seqüestrar, pegar os documentos que a vítima guardava e depois era para matar", confessou o preso.

Mas o dinheiro prometido não teria sido pago, pelo menos para alguns dos executores, que foram sete, todos já identificados e detidos enquanto aguardam julgamento. Um que não recebeu pelo serviço é o preso que ontem foi interrogado.

"O dinheiro ia ser dividido em partes iguais", afirmou.O promotor Roberto Wider e a delegada Elizabeth Sato tomaram o depoimento. "O prisioneiro estabeleceu uma ordem para os fatos", contou o promotor.

"Sérgio contratou Dionísio, que contratou José Edson, que fez parceria com a quadrilha do Ivã Monstro."Dionísio de Aquino Severo, assaltante-seqüestrador que teria comandado a operação de resgate do prefeito, está morto.

Ele foi golpeado cem vezes por um estilete na prisão do Belém, zona leste de São Paulo. Severo morreu a 10 de abril de 2002 - dois dias antes avisara que contaria tudo sobre a execução de Daniel.

A polícia nunca identificou o matador de Severo.José Edson e Ivã Rodrigues, o Ivã Monstro, estão presos. À polícia confessaram a morte de Celso Daniel, mas afirmaram que não sabiam que a vítima era um prefeito do PT.

Também não acusaram Sérgio Gomes. O prisioneiro ouvido ontem declarou: "O Monstro veio de Campinas no sábado (19 de janeiro de 2002) com a ordem de matar, ele veio com proposta de R$ 1 milhão.

A gente concordou. O serviço não era só matar, era também para pegar documentos." Ele disse que não sabe que documentos eram aqueles. Afirmou que o autor dos disparos contra Celso Daniel, oito ao todo, foi José Edson.

"Ele (o preso) está inventando tudo isso para tentar obter algum benefício", reagiu o criminalista Adriano Sales Vanni, que defende Sérgio Gomes. "O Sérgio é completamente inocente, não mandou matar Celso Daniel."

Vanni alertou que o benefício da delação premiada só é concedido quando a denúncia é comprovada. "Esse rapaz (o denunciante) está com a vida perdida, acusado de seqüestro e morte vai passar o resto dos seus dias na prisão", anotou.

"Qualquer coisa que vier é lucro, no desespero atira para todo lado. É muito estranho que tenha resolvido falar isso mais de 3 anos depois de ser preso."



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ME|NCIONADOS
ATUALIZAR!!!
EMERSON

  


Sobre o Brasilbook.com.br

Freqüentemente acreditamos piamente que pensamos com nossa própria cabeça, quando isso é praticamente impossível. As corrêntes culturais são tantas e o poder delas tão imenso, que você geralmente está repetindo alguma coisa que você ouviu, só que você não lembra onde ouviu, então você pensa que essa ideia é sua.

A famosa frase sobre Titanic, “Nem Deus pode afundar esse navio”, atribuída ao capitão do transatlântico, é amplamente conhecida e frequentemente associada ao tripulante e a história de criação, no entanto, muitos podem se surpreender ao saber que essa citação nunca existiu. Diversos historiadores e especialistas afirmam que essa declaração é apenas uma lenda que surgiu ao longo do tempo, carecendo de evidências concretas para comprová-la. [29787]

Existem inúmeras correntes de poder atuando sobre nós. O exercício de inteligência exige perfurar essa camada do poder para você entender quais os poderes que se exercem sobre você, e como você "deslizar" no meio deles.

Isso se torna difícil porque, apesar de disponível, as pessoas, em geral, não meditam sobre a origem das suas ideias, elas absorvem do meio cultural, e conforme tem um sentimento de concordância e discordância, absorvem ou jogam fora.

meditam sobre a origem das suas ideias, elas absorvem do meio cultural, e conforme tem um sentimento de concordância e discordância, absorvem ou jogam fora.Mas quando você pergunta "qual é a origem dessa ideia? De onde você tirou essa sua ideia?" Em 99% dos casos pessoas respondem justificando a ideia, argumentando em favor da ideia.Aí eu digo assim "mas eu não procurei, não perguntei o fundamento, não perguntei a razão, eu perguntei a origem." E a origem já as pessoas não sabem. E se você não sabe a origem das suas ideias, você não sabe qual o poder que se exerceu sobre você e colocou essas idéias dentro de você.

Então esse rastreamento, quase que biográfico dos seus pensamentos, se tornaum elemento fundamental da formação da consciência.


Desde 17 de agosto de 2017 o site BrasilBook se dedicado em registrar e organizar eventos históricos e informações relevantes referentes ao Brasil, apresentando-as de forma robusta, num formato leve, dinâmico, ampliando o panorama do Brasil ao longo do tempo.

Até o momento a base de dados possui 30.439 registros atualizados frequentemente, sendo um repositório confiável de fatos, datas, nomes, cidades e temas culturais e sociais, funcionando como um calendário histórico escolar ou de pesquisa.

Fernando Henrique Cardoso recupera a memória das mais influentes personalidades da história do país.

Uma das principais obras do barão chama-se "Efemérides Brasileiras". Foi publicada parcialmente em 1891 e mostra o serviço de um artesão. Ele colecionou os acontecimentos de cada dia da nossa história e enquanto viveu atualizou o manuscrito. Vejamos o que aconteceu no dia 8 de julho. Diz ele:
1. Em 1691 o padre Samuel Fritz, missionário da província castelhana dos Omáguas, regressa a sua missão, depois de uma detenção de 22 meses na cidade de Belém do Pará (ver 11 de setembro de 1689).
2. Em 1706 o rei de Portugal mandou fechar uma tipografia que funcionava no Recife.
3. Em 1785 nasceu o pai do Duque de Caxias.
4. Em 1827 um tenente repeliu um ataque argentino na Ilha de São Sebastião.
5. Em 1869 o general Portinho obriga os paraguaios a abandonar o Piraporaru e atravessa esse rio.
6. Em 1875 falece no Rio Grande do Sul o doutor Manuel Pereira da Silva Ubatuba, a quem se deve a preparação do extractum carnis, que se tornou um dos primeiros artigos de exportação daquela parte do Brasil.

Ainda bem que o barão estava morto em 2014 julho que a Alemanha fez seus 7 a 1 contra o Brasil.

Ou seja, “história” serve tanto para fatos reais quanto para narrativas inventadas, dependendo do contexto.

A famosa frase sobre Titanic, “Nem Deus pode afundar esse navio”, atribuída ao capitão do transatlântico, é amplamente conhecida e frequentemente associada ao tripulante e a história de criação.No entanto, muitos podem se surpreender ao saber que essa citação nunca existiu. Diversos historiadores e especialistas afirmam que essa declaração é apenas uma lenda que surgiu ao longo do tempo, carecendo de evidências concretas para comprová-la.Apesar de ser um elemento icônico da história do Titanic, não existem registros oficiais ou documentados de que alguém tenha proferido essa frase durante a viagem fatídica do navio.Essa afirmação não aparece nos relatos dos passageiros, nas transcrições das comunicações oficiais ou nos depoimentos dos sobreviventes.

Para entender a História é necessário entender a origem das idéias a impactaram. A influência, ou impacto, de uma ideia está mais relacionada a estrutura profunda em que a foi gerada, do que com seu sentido explícito. A estrutura geralmente está além das intenções do autor (...) As vezes tomando um caminho totalmente imprevisto pelo autor.O efeito das idéias, que geralmente é incontestável, não e a História. Basta uma pequena imprecisão na estrutura ou erro na ideia para alterar o resultado esperado. O impacto das idéias na História não acompanha a História registrada, aquela que é passada de um para outro”.Salomão Jovino da Silva O que nós entendemos por História não é o que aconteceu, mas é o que os historiadores selecionaram e deram a conhecer na forma de livros.

Aluf Alba, arquivista:...Porque o documento, ele começa a ser memória já no seu nascimento, e os documentos que chegam no Arquivo Nacional fazem parte de um processo, político e técnico de escolhas. O que vai virar arquivo histórico, na verdade é um processo político de escolhas, daquilo que vai constituir um acervo que vai ser perene e que vai representar, de alguma forma a História daquela empresa, daquele grupo social e também do Brasil, como é o caso do Arquivo Nacional.

A história do Brasil dá a idéia de uma casa edificada na areia. É só uma pessoa encostar-se na parede, por mais reforçada que pareça, e lá vem abaixo toda a grampiola."

titanic A história do Brasil dá a idéia de uma casa edificada na areia. É só uma pessoa encostar-se na parede, por mais reforçada que pareça, e lá vem abaixo toda a grampiola."

(...) Quem já foi ministro das relações exteriores como eu trabalha numa mesa sobre a qual a um pequeno busto do barão. É como se ele continuasse lá vigiando seus sucessores.Ele enfrentou as questões de fronteiras com habilidade de um advogado e a erudição de um historiador. Ele ganhava nas arbitragens porque de longe o Brasil levava a melhor documentação. Durante o litígio com a Argentina fez com que se localiza-se o mapa de 1749, que mostrava que a documentação adversária estava simplesmente errada.Esse caso foi arbitrado pelo presidente Cleveland dos Estados Unidos e Rio Branco preparou a defesa do Brasil morando em uma pensão em Nova York. Conforme registrou passou quatro anos sem qualquer ida ao teatro ou a divertimento.Vitorioso nas questões de fronteiras tornou-se um herói nacional. Poderia desembarcar entre um Rio, coisa que Nabuco provavelmente faria. O barão ouviu a sentença da arbitragem em Washington e quieto tomou o navio de volta para Liverpool. Preferia viver com seus livros e achava-se um desajeitado para a função de ministro.



"Minha decisão foi baseada nas melhores informações disponíveis. Se existe alguma culpa ou falha ligada a esta tentativa, ela é apenas minha."Confie em mim, que nunca enganei a ninguém e nunca soube desamar a quem uma vez amei.“O homem é o que conhece. E ninguém pode amar aquilo que não conhece. Uma cidade é tanto melhor quanto mais amada e conhecida por seus governantes e pelo povo.” Rafael Greca de Macedo, ex-prefeito de Curitiba


Edmund Way Tealeeditar Moralmente, é tão condenável não querer saber se uma coisa é verdade ou não, desde que ela nos dê prazer, quanto não querer saber como conseguimos o dinheiro, desde que ele esteja na nossa mão.