Baltazar Gonçalves, o moço, ou Malhador, ou ainda Mallo e Malho, conforme se lê no inventário de seu genro Rafael Dias, SAESP vol 6º, neste site. Nasceu por 1573 e viveu por quase 90 anos. Foi morador de Santo Amaro onde tinha sítio vizinho de Cornélio de Arzão e próximo à fabrica de ferro de Santo Amaro. (Teria seu apelido derivado da profissão de forjador, malhador de ferro?) Foi irmão de Braz Gonçalves o moço, este filho de Braz Gonçalves, tronco do apelido na Genealogia Paulistana de Silva Leme Em 1603 estava no sertão com seu irmão Braz e um tio também chamado Baltazar Gonçalves. (inventário de Braz SAESP 26º, neste site). Em 5 de janeiro de 1630 (testamento de sua mulher) estava no sertão em companhia de Manoel Preto. Aos 29-8-1633 assinou em “cruz” no inventário de Jerônima – Baltazar + Gonçalves Malio.
[27480] Revista da Asbrap - Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia, n° 6. Povoadores de São Paulo: André Fernandes (Primeiras gerações). H. V. Castro Coelho, consultado em 16.10.2022 16/10/2022
Duas vezes a morte hei sofrido. Pois morre o pai com o filho morto. Para tamanha dor, não há conforto. Diliu-se em prantos o coração partido. Para que ninguém ouça o meu gemido, encerro-me na sombra do meu horto. Entregue ao pranto ao sofrer absurdo. Querendo ver se vejo o bem perdido! Brota a saudade onde a esperança finda. Sinto na alma ecoar dores de sinos! Só a resignação me resta ainda.
Morte segundo filho Data: Fonte: “Adeus meu menino”, a "Tears In Heaven" imperial