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VALIANT THOR, O HOMEM QUE TERIA VINDO DE VÊNUS E COLABORADO COM O PENTÁGONO. MARIA LUCIANA RINCÓN, megacurioso.com.br

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ME|NCIONADOS

    10 de janeiro de 2017, terça-feira
    Atualizado em 13/02/2025 06:42:31
  
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Nós aqui do Mega Curioso já falamos a respeito de algumas pessoas que dizem ter visitado outros planetas e até vivido em outros mundos, como é o caso de Al Bielek, que garante ter viajado pelo Sistema Solar, além de ter passado uma temporada no futuro — e no passado! —, e de Boriska Kipriyanovich, um garoto russo que alega ter morado em Marte em uma de suas vidas passadas.O que esses dois exemplos que mencionamos acima têm em comum é o fato de, embora ambos tenham fascinado milhares de pessoas pelo mundo, eles nunca contaram com o envolvimento das autoridades de seus países. E é isso o que difere o caso sobre o qual vamos falar dos anteriores. Ele se refere a um cara chamado Valiant Thor, um alienígena que supostamente veio de Vênus e teria colaborado com o Governo dos EUA.

Chegada à Terra

De acordo com o livro “Stranger at the Pentagon” (“Estranho no Pentágono” em tradução livre), de autoria do Dr. Frank E. Stranges, que trata do curioso caso do alien, Valiant Thor teria aterrissado no nosso planeta no dia 16 de março de 1957, pontualmente às 8h, em um campo de cultivo de Alexandria, na Virginia.

Segundo o livro, não demorou até a polícia aparecer no local do pouso e encontrar o extraterrestre — um indivíduo de aparência humana, com cerca de 1,85 metro de altura, perto de 85 quilos, olhos castanhos e cabelos ondulados — aguardando tranquilamente a chegada dos oficiais. No entanto, os policiais se depararam com um pedido peculiar: o sujeito exigia se encontrar com Dwight Eisenhower, o então Presidente dos EUA.Valiant Thor foi levado até o Pentágono, onde teria passado por toda a segurança e conseguido acesso ao interior do complexo usando apenas a força do pensamento. Em um primeiro momento, ele teria sido escoltado somente por um comandante da Força Aérea — com quem se comunicou telepaticamente — e foi recebido pelo Secretário de Defesa norte-americano, Charles Erwin Wilson.Mais tarde, Valiant Thor teria sido recebido pelo vice-presidente, Richard Nixon, assim como pelos demais homens no comando dos EUA e, finalmente, levado à Casa Branca para se encontrar com Eisenhower em pessoa. Aliás, de acordo com os relatos, o alien não teria vindo até a Terra para fazer turismo interplanetário.Missão intergalácticaO suposto venusiano seria um dos mais altos comandantes de seu planeta e teria sido enviado à Terra por membros do Alto Conselho — responsável por manter a ordem na galáxia — para levar a cabo uma importante missão. A comunidade galáctica estaria muito preocupada com o crescente arsenal nuclear desenvolvido pelos terráqueos e com a possibilidade de que uma guerra nuclear acabasse acontecendo e resultasse na aniquilação da humanidade.Com esse probleminha para resolver, Valiant Thor teria passado três anos aqui no nosso planeta, em plena Guerra Fria, tentando convencer uma porção de gente graúda a não se meter em confusão e colaborando em diversos projetos secretos. Além disso, ele não estaria sozinho entre nós, e essa não seria a primeira vez que um ser extraterrestre vinha à Terra.Será?E como é que essa história toda foi ficar tão famosa? Afinal, como é que alguém pode acreditar nessa coisa de alien enviado por conselho intergaláctico ao nosso planeta e ficar de papo com o líder da nação mais poderosa do mundo? Acontece que existem fotos desse tal Valiant Thor. Várias delas. Algumas inclusive mostrariam o extraterrestre durante encontros com altos oficiais do governo norte-americano. E ninguém jamais veio a público para negar sua autenticidade.Frank E. Stranges, o cara que escreveu o livro sobre as aventuras de Valiant Thor na Terra, era um agente federal com acesso ao Pentágono e teria conhecido o venusiano pessoalmente. Além disso, os relatos de Stranges foram confirmados por inúmeros oficiais ligados ao governo, entre eles um homem chamado Harley Bird, sobrinho do almirante Richard E. Byrd, que trabalhou para o Departamento de Defesa na época em que o alien esteve no nosso planeta.Outra pessoa que confirmou o relato foi um geólogo e engenheiro chamado Phil Schenider, que teria participado de vários projetos secretos do Governo dos EUA, como a construção de diversas bases militares subterrâneas, e trabalhado na famosa Área 51. Ademais, membros da família de Eisenhower, incluindo a neta do antigo presidente, Laura Eisenhower, também garantem que Valiant Thor era mesmo um extraterrestre e que sua história é verdadeira.Por outro lado, enquanto muita gente crê que Valiant Thor realmente foi um venusiano enviado à Terra em uma missão intergaláctica de paz e defende a veracidade da história, há quem acredite que esse papo todo não passa de um rumor espalhado pelos homens de Eisenhower para frear a escalada da Guerra Fria. E você, caro leitor, o que acha?



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EMERSON


10/01/2017
ANO:185
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]