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    19 de junho de 2025, quinta-feira
    Atualizado em 06/11/2025 00:07:05
  


Maria Castanho de Medeiros IPersoonlijke gegevens Maria Castanho de Medeiros I Bron 1Zij is geboren in São Paulo, São Paulo, Brasil.Een kind van André de Medeiros da Costa en Francisca de Siqueira e MoraesDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 1 februari 2022.Gezin van Maria Castanho de Medeiros IZij is getrouwd met Joaquim Luiz de Almeida e Abreu.Zij zijn getrouwd in het jaar 1808 te Sorocaba, São Paulo, Brasil.Kind(eren):Francisca de Medeiros Maria Ursula de Medeiros Francisco Luiz de Abreu Medeiros 1820-????Ana Medeiros 1821-????Notities over Maria Castanho de Medeiros Ialias Maria de Medeiros Castanho4-5 Maria Castanho de Medeiros, casada em 1808 em Sorocaba com Joaquim Luís de Almeida, filho de Luís Castanho de Almeida e Abreu Título CubasMaria de Medeiros Castanho1780– Falecida •Luiz Castanho de Almeida (1710-1780)Persoonlijke gegevens Luiz Castanho de Almeida Bron 1Alternatieve naam: Luiz Castanho de Moraes LeiteHij is geboren op 23 mei 1710 in Santana de Parnaíba, São Paulo, Brasil.Hij is overleden in het jaar 1780 in Sorocaba, São Paulo, Brasil, hij was toen 69 jaar oud.Een kind van José de Almeida Lara en Mariana de Siqueira Moraes K822-9NG

Luiz Castanho de Almeida (1710-1780)Persoonlijke gegevens Luiz Castanho de Almeida Bron 1Alternatieve naam: Luiz Castanho de Moraes LeiteHij is geboren op 23 mei 1710 in Santana de Parnaíba, São Paulo, Brasil.Hij is overleden in het jaar 1780 in Sorocaba, São Paulo, Brasil, hij was toen 69 jaar oud.Een kind van José de Almeida Lara en Mariana de Siqueira MoraesDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 27 juni 2023.Gezin van Luiz Castanho de AlmeidaHij is getrouwd met Francisca Soares Paes de Araujo.

Zij zijn getrouwd op 19 februari 1730 te Sorocaba, São Paulo, Brasil, hij was toen 19 jaar oud.

Kind(eren):

Salvador de Almeida Lara ????-1781 Maria Leite da Anunciação Mariana de Siqueira e Moraes Manoel de Almeida e Moraes ± 1742-> 1780Luiz Castanho de Moraes Leite ????-1824 Alexandre Pedroso de Moraes Isabel de Lara e Moraes ????-1792 Francisca de Siqueira e Moraes Francisco de Almeida Moraes 1767-????Gertrudes Almeida ± 1750-????José Maria Leite Moraes 1753-????Joaquim Maria Leite Moraes Notities over Luiz Castanho de Almeida2-5 Luís Castanho de Almeida (ou de Moraes Leite), faleceu em 1680 em Sorocaba, e ali casou em 1730 com Francisca Soares de Araujo, filha do Capitão Domingos Soares Paes e de Maria Leite da Silva do no 3-3 retro Estabeleceu-se na vila de Sorocaba onde ocupou honrosos cargos Teve (C O de Sorocaba) 12 filhos:3-1 Salvador de Almeida Lara3-2 Maria Leite da Anunciação3-3 Mariana de Siqueira Moraes3-4 Manoel de Almeida Moraes3-5 Alexandre Pedroso de Moraes3-6 Sargento-mor Luís Castanho3-7 Isabel de Lara e Moraes3-8 Francisca de Siqueira e Moraes3-9 Francisco de Almeida3-10 Gertrudes3-11 José Maria Leite Moraes3-12 Joaquim Maria Leite MoraesLuiz Castanho Almeida de Moraes1703-1780 • 9NGR-WZG ??Casamento: 19 de fevereiro de 1730 Sorocaba, São Paulo, BrasilFrancisca Soares Paes de Araujo1710-Falecido(a) • L1ZW-Z5BFrancisca de Siqueira e MoraesPersoonlijke gegevens Francisca de Siqueira e Moraes Bron 1Zij is geboren in São Paulo, São Paulo, Brasil.Een kind van Luiz Castanho de Almeida en Francisca Soares Paes de AraujoDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 11 oktober 2020.Gezin van Francisca de Siqueira e MoraesZij is getrouwd met André de Medeiros da Costa.Zij zijn getrouwd in het jaar 1774 te Sorocaba, São Paulo, Brasil.Kind(eren):

Luiz Castanho de Medeiros
Ana Francisca de Medeiros
Antonio Castanho de Medeiros ????-1815
André Castanho de Medeiros
Maria Castanho de Medeiros
Notities over Francisca de Siqueira e Moraes3-8 Francisca de Siqueira e Moraes, casou em 1774 em Sorocaba com o Alferes André de Medeiros da Costa, de Santana de Parnaíba, viúvo de Escolástica Maria Soares, filho de Pedro de Medeiros e de Isabel dos Reis Título Freitas Faleceu Francisca de Siqueira em 1796 em SorocabaAna Francisca de MedeirosPersoonlijke gegevens Ana Francisca de Medeiros Bron 1Zij is geboren in São Paulo, São Paulo, Brasil.Een kind van André de Medeiros da Costa en Francisca de Siqueira e MoraesDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 11 oktober 2020.Gezin van Ana Francisca de MedeirosWaarschuwing Let op: Echtgenoot (Luiz José de Camargo) is ook haar neef.Zij is getrouwd met Luiz José de Camargo.Zij zijn getrouwd op 25 november 1798 te Sorocaba, São Paulo, Brasil.Kind(eren):José de Camargo Pontes Notities over Ana Francisca de Medeiros4-2 Ana Francisca de Medeiros, casou em 1798 em Sorocaba com Luís José de Camargo, seu primo, filho do Alferes Francisco de Camargo Pontes e de Mariana de Siqueira e Moraes V 1o pág 201Mariana de Siqueira e MoraesPersoonlijke gegevens Mariana de Siqueira e Moraes Bron 1Zij is geboren in São Paulo, São Paulo, Brasil.Een kind van Luiz Castanho de Almeida en Francisca Soares Paes de AraujoDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 11 oktober 2020.Gezin van Mariana de Siqueira e MoraesZij is getrouwd met Francisco de Camargo Pontes.Zij zijn getrouwd op 1 januari 1761 te Sorocaba, São Paulo, Brasil.Kind(eren):Custódia Maria de Camargo Salvador de Camargo ± 1763-????Francisco de Paula Camargo 1771-????Manoel de Camargo Moraes Joaquim de Camargo Pontes 1777-???? Luiz José de Camargo Maria Gertrudes de Camargo 1779-1859 Gertrudes Maria de Almeida Francisca Maria de Camargo Antonio Joaquim de Camargo ± 1790-???? Notities over Mariana de Siqueira e Moraes3-3 Mariana de Siqueira e Moraes, casou em 1761 em Sorocaba com o Alferes Francisco de Camargo Pontes, falecido em 1801 nessa vila, filho do Alferes José Munhoz de Camargo e de Catarina Domingues de Siqueira Com geração no V 1o pág 200Francisca Romeiro Velho Cabral I (1641-1674)Persoonlijke gegevens Francisca Romeiro Velho Cabral I Zij is geboren op 4 oktober 1641 in Brasil.Zij is overleden op 27 augustus 1674 in Guaratinguetá, São Paulo, Brasil, zij was toen 32 jaar oud.Een kind van Manoel da Costa Cabral en Francisca CardosoDeze gegevens zijn voor het laatst bijgewerkt op 20 mei 2020.Gezin van Francisca Romeiro Velho Cabral IZij is getrouwd met Antonio Bicudo Leme.Zij zijn getrouwdKind(eren):Maria Bicudo Cabral ????-1743 Francisca Romeiro Velho Cabral Helena do Prado Cabral Isabel Bicudo Serafino de Santa Rosa Manoel da Costa Leme ????-1734 Antonio Bicudo Brito ????-1717 Margarida Bicudo Romeiro ????-1721



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EMERSON


19/06/2025
ANO:853
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]