'Balião de Ibelin - Consulta em Wikipedia - 06/10/2025 Wildcard SSL Certificates
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Balião de Ibelin - Consulta em Wikipedia
    6 de outubro de 2025, segunda-feira
    Atualizado em 14/11/2025 21:45:20





Balião de Ibelin (em francês: Balian d´Ibelin) (m. 1193) foi um nobre do Reino de Jerusalém no século XII, filho mais novo de Barisano de Ibelin, irmão de Hugo de Ibelin e Balduíno de Ibelin.[1][2] Seu pai, que era provavelmente italiano, tinha sido cavaleiro no condado de Jafa, e foi recompensado como Senhor de Ibelin após a revolta de Hugh II de Le Puiset. Seu pai era casado com Helvis, herdeira do rico Senhor de Ramla.

Balião também é conhecido como Balião, o Jovem, Balião II, Balião de Ramla ou Balião de Nablus, de Balian ibn Barzan (em árabe) ou pelas variações Barisan, Barisanus, Balianus, Balisan e Balisanus.

Seu ano de nascimento preciso é desconhecido, mas, já possuía maioridade (o que ocorria geralmente aos 15 anos) por volta de 1158, quando seu nome aparece nas cartas patentes, sendo descrito como menor ("infra annos") em 1155, portanto terá nascido em 1141 ou 1142.

Após a morte de seu irmão mais velho, Hugo, em 1169, o castelo de Ibelin passou ao irmão seguinte, Balduíno. Este preferiu ficar como Senhor de Ramla e o deu a Balião. Balião manteve Ibelin como vassalo de seu irmão e indiretamente como vassalo do rei, uma vez que Ramla era vassalo direto.

Sucessão e disputas

Balião e Balduíno apoiaram Raimundo III de Tripoli sobre Milo de Plancy regente do Rei Balduíno IV - o Leproso em 1174, e, em 1177 os irmãos estavam presentes na Batalha de Monte Gisardo, liderando a vanguarda de forma vitoriosa contra o ponto mais forte da linha muçulmana.

Neste ano Balião se casou com Maria Comnena, Rainha consorte de Jerusalem, viúva do Rei Amarico I de Jerusalém, se tornando padrasto de sua filha a Princesa Isabela. Recebeu o título de Senhor de Nablus como dote e presente de Maria. Em 1179, Balduíno foi capturado por Saladino depois da Batalha de Marj Uyun e Balião ajudou a organizar o resgate para poder libertá-lo no ano seguinte; o resgate foi eventualmente liquidado pelo imperador bizantino Manuel I Comneno, o tio-avô de Maria.

Em 1183 Balião e Balduíno apoiaram o Raimundo III contra Guido de Lusignan, marido de Sibila de Jerusalém,o qual era regente de Balduíno IV que estava morrendo com lepra. O rei teve um sobrinho de 5 anos de idade Balduíno de Montferrat ou Balduíno V coroado como co-rei ainda enquanto estava vivo, em uma tentativa para impedir Guido de sucedê-lo como rei. Em 1184 Balduíno IV ordenou a coroação de seu sobrinho na Igreja do Santo Sepulcro e, de uma forma simbólica, Balião que era um homem alto, carregou o menino Rei Balduíno V nos ombros, mostrando assim a apoio da família de Isabela em relação ao sobrinho. No entanto, após o menino completar 15 anos e obter a maioridade, ele morreu inesperadamente.

Balião e Maria com o apoio de Raimundo, apresentaram o nome de Isabela para sucessão ao trono, na época com 14 anos, mas, seu marido Humphrey IV of Toron, recusou a coroa e jurou lealdade a Guido. Balião relutantemente jurou respeito a Guildo, enquanto seu irmão se recusa e se auto exila em Antioquia. Balduíno coloca Balião para preparar seu filho Tomás que não foi com seu pai para a Antioquia, para ser o futuro Senhor de Ramla.

Disputa ente Raimundo e Guido - a Batalha de Hatim

Balião permaneceu no reino como conselheiro de Guido. No final de 1186, Saladino, sultão do Egito e Damasco, ameaça as fronteiras do reino após o aliado de Guido, Reinaldo de Chatillon, senhor de Transjordânia ter atacado caravanas muçulmanas. Saladino obteve como aliados a guarnição de Tiberias no norte do reino e pertencente a Raimundo III, Guido reuniu seu exército em Nazaré com planos de sitiar Tiberias, mas Balião discordou e, em vez disso, sugeriu enviar embaixadores até Raimundo em Tripoli, visando a reconciliação dos dois, antes que Guido atacasse de forma tola o grande exército de Saladino. O primeiro embaixador falhou e tudo continuou na mesma até os meses adiantados de 1187. Apesar dos esforços feito por Balião, não houve acordo para a reconciliação.

Após a derrota dos Cavaleiros Templários e Cavaleiros Hospitalários na Batalha de Cresson, Guido marchou para o norte e acampou em Seforia, mas, insistido em marchar com exército através de uma planície seca e estéril para aliviar Tiberíades, sem nenhuma água nas proximidades e molestado constantemente por tropas de Saladino, foi cercado finalmente nos chifres de Hatim próximo a Tiberíades no início de julho.

A derrota na Batalha de Hatim foi um desastre para o Reino de Jerusalém, o Rei, Guido de Lusignan foi preso e quase todo o exército destruído, sendo poucos os cavaleiros que conseguiram escapar, entre eles estava Balião de Ibelin. Mesmo os que conseguiram, tentaram desesperadamente defender suas terras que foram sendo conquistadas uma-a-uma por Saladino. Bailan pediu a Saladino para poder passar por entre suas linhas e retirar de Jerusalém para Tripoli, sua esposa e filhos, ao qual, Saladino exigiu um juramento de que não permaneceria na cidade para lutar contra ele.

A defesa de Jerusalém

Quando Balião chegou na cidade, os habitantes o imploraram para permanecer, e, absolvido de seu juramento a Saladino pelo Patriarca Heráclio, que argumentou que a necessidade maior da Cristandade era mais forte do que seu juramento a um não-cristão. Balião foi recrutado para conduzir à defesa da cidade, mas encontrou somente dois outros cavaleiros. Assim, ele criou sessenta novos cavaleiros entre os burgueses. A Rainha Sibila parece ter feito pouca parte na defesa, e os juramentos foram feitos tendo Balião como o Senhor.

Ele, juntamente com Heráclio preparou a cidade para o sitio inevitável armazenando alimentos e dinheiro.

Saladino chegou em setembro para sitiar a cidade, depois de ter conquistado quase todo o reino. O Sultão não percebeu nenhuma má vontade de Balião em quebrar seu juramento e providenciou uma escolta para acompanhar Maria e seus filhos a Trípoli. Como cavaleiro de mais elevado posto na cidade, Balião foi considerado pelos muçulmanos equivalente ao Rei.

Saladino foi capaz de destruir porções dos muros da cidade, mas não conseguiu invadi-la. Balião reuniu-se com o Sultão e informou que os defensores prefeririam matar uns ao outros e destruir inteiramente a cidade e seus lugares sagrados. Depois de negociações, foi decidido que a cidade seria dada pacificamente, e Saladino livraria sete mil homens por 30.000 besantes. Seria permitido duas mulheres ou dez crianças ocupar o lugar de um homem pelo mesmo preço.

Balião entregou as chaves da cidade na Torre de Davi (a cidadela) no dia 2 de outubro. Foi definido um período de 50 dias para o pagamento do resgate.

Aqueles que não poderiam pagar por sua liberdade, eram forçados a escravidão. Saladino livrou vários deles, permitindo que marchassem para longe de Jerusalém, impedindo assim que tivessem a mesma a sorte do massacre que tinha ocorrido quando os cruzados capturaram a cidade em 1099.

Balião e o Patriarca Heráclio se ofereceram como reféns para o resgate dos cidadãos Francos restantes, mas Saladino recusou. Os habitantes libertados marcharam em três colunas afastadas. Balião e o Patriarca conduziram a terceira, que era a última a sair da cidade, provavelmente em torno de 20 de novembro. Balião juntou-se a sua esposa e filhos em Trípoli.

Legado

Balião morreu em 1193 próximo aos cinquenta anos. Com Maria ele teve quatro filhos:

Helvis que casou com Reginaldo de Sidon; Guido de Montfort.João de Ibelin, Senhor de Beirute e defensor de Jerusalém, e regente de sua sobrinha Maria de Montferrat, Rainha de Jerusalém. Ele casou com Helvis de Nephin e Melisende de Arsur.Margarete, que casou com Hugo de Saint-Omer (filho adotivo de Raimundo III de Tripoli) e Walter de Cesarea.Filipe de Ibelin, Regente do Chipre, que casou com Alice de Montbéliard.

Balião de Ibelin no CinemaFoi Interpretado pelo Ator Britânico Orlando Bloom em Kingdom of Heaven, filme de 2005.

Balduíno IV

Balduíno IV (1161 – 1185), conhecido como o Rei Leproso, foi o rei de Jerusalém de 1174 até sua morte em 1185. Ele foi admirado por seus contemporâneos e por historiadores posteriores por sua força de vontade e dedicação ao Reino Latino, mesmo enfrentando a debilitante lepra. Escolhendo conselheiros competentes, Balduíno governou um próspero Estado cruzado e conseguiu protegê-lo do governante muçulmano Saladino.[1]Balduíno apresentou os primeiros sintomas de lepra ainda criança, mas foi diagnosticado apenas após suceder seu pai, o rei Amalrico (r. 1163–1174). Depois disso, suas mãos e rosto tornaram-se progressivamente desfigurados. O conde Raimundo III de Trípoli governou o reino em nome de Balduíno até que ele atingisse a maioridade em 1176. Assim que assumiu o governo, Balduíno planejou uma invasão ao Egito, que não se concretizou devido à falta de cooperação de seus vassalos. Saladino, por sua vez, atacou o reino de Balduíno em 1177, mas o rei e o nobre Reinaldo de Châtillon o repeliram em Montgisard, garantindo fama a Balduíno. Apesar de perder gradualmente a sensibilidade nas extremidades, o jovem rei dominou a equitação e conseguiu lutar em batalhas até seus últimos anos.[2][3]A lepra impediu Balduíno de se casar. Ele esperava abdicar quando sua irmã, Sibila, casou-se com Guilherme de Monferrato em 1176, mas Guilherme morreu no ano seguinte. Em 1180, para evitar um golpe liderado pelo conde Raimundo III de Trípoli e pelo príncipe Boemundo III de Antioquia, o rei Balduíno fez Sibila se casar com Guido de Lusignan. Guido foi rejeitado por uma grande parte da nobreza e logo prejudicou permanentemente sua relação com Balduíno. A discórdia interna que se seguiu forçou Balduíno a permanecer como rei, pois apenas ele era capaz de unir a nobreza em conflito. Balduíno repeliu Saladino novamente em 1182, mas a lepra o deixou cego e incapaz de andar ou usar as mãos em 1183. Ele deserdou Guido e coroou o filho de Sibila, Balduíno V, como co-rei antes de ser levado em uma liteira para encerrar o cerco de Saladino a Kerak. Balduíno não conseguiu anular o casamento de Sibila com Guido nem confiscar o feudo de Ascalão de Guido. No início de 1185, ele organizou para que Raimundo governasse como regente do filho de Sibila e morreu antes de 16 de maio.[4]Infância



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ME|NCIONADOS Registros mencionados (2):
01/11/1174 - *Balião e Balduíno apoiaram Raimundo III de Tripoli sobre Milo de Plancy regente do Rei Balduíno IV - o Leproso
06/05/2005 - Kingdom of Heaven (bra: Cruzada;[3] prt: Reino dos Céus
EMERSON

  


Sobre o Brasilbook.com.br

Freqüentemente acreditamos piamente que pensamos com nossa própria cabeça, quando isso é praticamente impossível. As corrêntes culturais são tantas e o poder delas tão imenso, que você geralmente está repetindo alguma coisa que você ouviu, só que você não lembra onde ouviu, então você pensa que essa ideia é sua.

A famosa frase sobre Titanic, “Nem Deus pode afundar esse navio”, atribuída ao capitão do transatlântico, é amplamente conhecida e frequentemente associada ao tripulante e a história de criação, no entanto, muitos podem se surpreender ao saber que essa citação nunca existiu. Diversos historiadores e especialistas afirmam que essa declaração é apenas uma lenda que surgiu ao longo do tempo, carecendo de evidências concretas para comprová-la. [29787]

Existem inúmeras correntes de poder atuando sobre nós. O exercício de inteligência exige perfurar essa camada do poder para você entender quais os poderes que se exercem sobre você, e como você "deslizar" no meio deles.

Isso se torna difícil porque, apesar de disponível, as pessoas, em geral, não meditam sobre a origem das suas ideias, elas absorvem do meio cultural, e conforme tem um sentimento de concordância e discordância, absorvem ou jogam fora.

meditam sobre a origem das suas ideias, elas absorvem do meio cultural, e conforme tem um sentimento de concordância e discordância, absorvem ou jogam fora.Mas quando você pergunta "qual é a origem dessa ideia? De onde você tirou essa sua ideia?" Em 99% dos casos pessoas respondem justificando a ideia, argumentando em favor da ideia.Aí eu digo assim "mas eu não procurei, não perguntei o fundamento, não perguntei a razão, eu perguntei a origem." E a origem já as pessoas não sabem. E se você não sabe a origem das suas ideias, você não sabe qual o poder que se exerceu sobre você e colocou essas idéias dentro de você.

Então esse rastreamento, quase que biográfico dos seus pensamentos, se tornaum elemento fundamental da formação da consciência.


Desde 17 de agosto de 2017 o site BrasilBook se dedicado em registrar e organizar eventos históricos e informações relevantes referentes ao Brasil, apresentando-as de forma robusta, num formato leve, dinâmico, ampliando o panorama do Brasil ao longo do tempo.

Até o momento a base de dados possui 30.439 registros atualizados frequentemente, sendo um repositório confiável de fatos, datas, nomes, cidades e temas culturais e sociais, funcionando como um calendário histórico escolar ou de pesquisa.

Fernando Henrique Cardoso recupera a memória das mais influentes personalidades da história do país.

Uma das principais obras do barão chama-se "Efemérides Brasileiras". Foi publicada parcialmente em 1891 e mostra o serviço de um artesão. Ele colecionou os acontecimentos de cada dia da nossa história e enquanto viveu atualizou o manuscrito. Vejamos o que aconteceu no dia 8 de julho. Diz ele:
1. Em 1691 o padre Samuel Fritz, missionário da província castelhana dos Omáguas, regressa a sua missão, depois de uma detenção de 22 meses na cidade de Belém do Pará (ver 11 de setembro de 1689).
2. Em 1706 o rei de Portugal mandou fechar uma tipografia que funcionava no Recife.
3. Em 1785 nasceu o pai do Duque de Caxias.
4. Em 1827 um tenente repeliu um ataque argentino na Ilha de São Sebastião.
5. Em 1869 o general Portinho obriga os paraguaios a abandonar o Piraporaru e atravessa esse rio.
6. Em 1875 falece no Rio Grande do Sul o doutor Manuel Pereira da Silva Ubatuba, a quem se deve a preparação do extractum carnis, que se tornou um dos primeiros artigos de exportação daquela parte do Brasil.

Ainda bem que o barão estava morto em 2014 julho que a Alemanha fez seus 7 a 1 contra o Brasil.

Ou seja, “história” serve tanto para fatos reais quanto para narrativas inventadas, dependendo do contexto.

A famosa frase sobre Titanic, “Nem Deus pode afundar esse navio”, atribuída ao capitão do transatlântico, é amplamente conhecida e frequentemente associada ao tripulante e a história de criação.No entanto, muitos podem se surpreender ao saber que essa citação nunca existiu. Diversos historiadores e especialistas afirmam que essa declaração é apenas uma lenda que surgiu ao longo do tempo, carecendo de evidências concretas para comprová-la.Apesar de ser um elemento icônico da história do Titanic, não existem registros oficiais ou documentados de que alguém tenha proferido essa frase durante a viagem fatídica do navio.Essa afirmação não aparece nos relatos dos passageiros, nas transcrições das comunicações oficiais ou nos depoimentos dos sobreviventes.

Para entender a História é necessário entender a origem das idéias a impactaram. A influência, ou impacto, de uma ideia está mais relacionada a estrutura profunda em que a foi gerada, do que com seu sentido explícito. A estrutura geralmente está além das intenções do autor (...) As vezes tomando um caminho totalmente imprevisto pelo autor.O efeito das idéias, que geralmente é incontestável, não e a História. Basta uma pequena imprecisão na estrutura ou erro na ideia para alterar o resultado esperado. O impacto das idéias na História não acompanha a História registrada, aquela que é passada de um para outro”.Salomão Jovino da Silva O que nós entendemos por História não é o que aconteceu, mas é o que os historiadores selecionaram e deram a conhecer na forma de livros.

Aluf Alba, arquivista:...Porque o documento, ele começa a ser memória já no seu nascimento, e os documentos que chegam no Arquivo Nacional fazem parte de um processo, político e técnico de escolhas. O que vai virar arquivo histórico, na verdade é um processo político de escolhas, daquilo que vai constituir um acervo que vai ser perene e que vai representar, de alguma forma a História daquela empresa, daquele grupo social e também do Brasil, como é o caso do Arquivo Nacional.

A história do Brasil dá a idéia de uma casa edificada na areia. É só uma pessoa encostar-se na parede, por mais reforçada que pareça, e lá vem abaixo toda a grampiola."

titanic A história do Brasil dá a idéia de uma casa edificada na areia. É só uma pessoa encostar-se na parede, por mais reforçada que pareça, e lá vem abaixo toda a grampiola."

(...) Quem já foi ministro das relações exteriores como eu trabalha numa mesa sobre a qual a um pequeno busto do barão. É como se ele continuasse lá vigiando seus sucessores.Ele enfrentou as questões de fronteiras com habilidade de um advogado e a erudição de um historiador. Ele ganhava nas arbitragens porque de longe o Brasil levava a melhor documentação. Durante o litígio com a Argentina fez com que se localiza-se o mapa de 1749, que mostrava que a documentação adversária estava simplesmente errada.Esse caso foi arbitrado pelo presidente Cleveland dos Estados Unidos e Rio Branco preparou a defesa do Brasil morando em uma pensão em Nova York. Conforme registrou passou quatro anos sem qualquer ida ao teatro ou a divertimento.Vitorioso nas questões de fronteiras tornou-se um herói nacional. Poderia desembarcar entre um Rio, coisa que Nabuco provavelmente faria. O barão ouviu a sentença da arbitragem em Washington e quieto tomou o navio de volta para Liverpool. Preferia viver com seus livros e achava-se um desajeitado para a função de ministro.



"Minha decisão foi baseada nas melhores informações disponíveis. Se existe alguma culpa ou falha ligada a esta tentativa, ela é apenas minha."Confie em mim, que nunca enganei a ninguém e nunca soube desamar a quem uma vez amei.“O homem é o que conhece. E ninguém pode amar aquilo que não conhece. Uma cidade é tanto melhor quanto mais amada e conhecida por seus governantes e pelo povo.” Rafael Greca de Macedo, ex-prefeito de Curitiba


Edmund Way Tealeeditar Moralmente, é tão condenável não querer saber se uma coisa é verdade ou não, desde que ela nos dê prazer, quanto não querer saber como conseguimos o dinheiro, desde que ele esteja na nossa mão.