ADMUUU 1 - fonte 01/01/1350 - 20359“Cultura e opulência do Brasil por suas drogas e minas”: confiscada e destruída a edição 08/11/171120359 update fontes set data = '01/01/1350', atualizacao = '08/11/1711' where id = 23444 and report = 20359testeEXLUIR 2 - fonte 01/01/1350 - 27556*“Santuário Mariano, e história das imagens milagrosas de Nossa Senhora”, Agostinho de Santa Maria 01/01/172327556 update fontes set data = '01/01/1350', atualizacao = '01/01/1723' where id = 23444 and report = 27556testeEXLUIR 58A vila de Sorocaba dista da de Itú alguns dias de jornada. OBS :3 - fonte 01/01/1350 - 22696*São Tomé, Nobrega 01/01/172522696 update fontes set data = '01/01/1350', atualizacao = '01/01/1725' where id = 23444 and report = 22696testeEXLUIR 0OBS :.t2687.p705.t2698.p2739.t2951.t2664.p842.t4534.t3256.t5449. 4 - fonte 01/01/1350 - 27832*Carta Cartográfica da Capitania de São Paulo e seu “certão” 01/01/176427832 update fontes set data = '01/01/1350', atualizacao = '01/01/1764' where id = 23444 and report = 27832testeEXLUIR 0OBS :.t3198.t3182.t3227.t3187.t3311.t2698.t2142.t3183.t3346.t3096.t2203.c105.c1030.c13.c122.c1.c4.c15.c2.i13431. 5 - fonte 01/01/1350 - 24848“Sorocaba e os castelhanos”, Aluísio de Almeida, codinome de Luís Castanho de Almeida (1904-1981). Jornal Diário de Notícias, página 13 01/09/194024848 update fontes set data = '01/01/1350', atualizacao = '01/09/1940' where id = 23444 and report = 24848testeEXLUIR 0OBS :.i13841.i11630.i13054.p340.p3036.t3170.c105.t2204.p1127.t2333.t4519.p2601.t2698.t2664.p1878.p158.t2142.t2565.c3.c1.p3289.t3797.p1170.t449.p4743.t2685.t3175.t2515.t2203.p3560.c23.t2815.c4.p3352.c2.t3831. 6 - fonte 01/01/1350 - 9049“Memória Histórica de Sorocaba: Parte I”. Luís Castanho de Almeida (1904-1981) 21/12/19649049 update fontes set data = '01/01/1350', atualizacao = '21/12/1964' where id = 23444 and report = 9049testeEXLUIR 986Da passagem de nativos dos grupos tupi por Sorocaba, em seu nomadismo, a certeza é completa. Deles restaram os topônimos: Sorocaba, terra de vossorocas; (...) Itapeva, pedra chata, primeiro nome da serra de São Francisco; Itavuvú, de Itapevuçú, pedra chata grande. (...) (Página 336) Na página 336 da obra “Memória Histórica de Sorocaba: Parte I”, publicada em 21 de dezembro de 1964 por Aluísio de Almeida encontramos: De passagem de índios dos grupos tupi por Sorocaba, em seu nomadismo, a certeza é completa. Dêles restaram os topônimos como “Nhonhom” e “Nhu-nhu”, campo ou campina. Ipanema, "água ruim ou tal", em comparação com o rio Grande. O morro do Araçoiaba com minérios de ferro em formação granítica, compreendendo talvez cinco léguas em sua extensão, a julgar pelo significado, foi denominado do litoral para o sertão ou, o que é provável, pelos que tiveram a sua maloca na margem do Ipanema, na aba oriental. Esconderijo do dia, lugar onde se esconde o sol. OBS :.i12694.i12135.i12389.i12388.i12387.i12385.i12384.i6133.i11110.i5975.i11112.i11109.i6158.i5976.i11196.i11671.i5923.t3132.t2782.p2786.p340.t2531.p3031.t3170.c27.c105.t2666.t2242.t3217.t2204.p1127.c169.t3250.t2788.t2951.t3476.t3227.t2966.t3429.t3082.t3080.t3113.t2808.t895.p2296.t2196.c13.c281.c25.p2712.p2279.p2310.t220.t363.p3705.p1732.p1878.p2495.p2318.t2142.t2565.t3183.c44.t2614.c7.c144.c1.p3156.p2929.t3797.p1170.p2019.p3454.p2430.t569.c1084.p1019.t2219.t3051.t4150.t2962.t2634.t3414.t3078.t449.p3631.p3169.t519.t2685.t2990.t2716.c1081.t3069.t3159.t2516.c9.t3096.t2203.t3095.t2227.t2427.p47.c28.c64.t2815.c4.c15.c11.t3174.c2.p2286.c140.c6.t3173.p3626. 7 - fonte 01/01/1350 - 16048Previsão da obra de acesso a rodovia Castelo Branco era de 18 meses 10/11/196816048 update fontes set data = '01/01/1350', atualizacao = '10/11/1968' where id = 23444 and report = 16048testeEXLUIR 0OBS :.t2698.c2.c1.t3372. 8 - fonte 01/01/1350 - 8992Inauguração da rodovia José Ermírio de Moraes, foi entregue ao tráfego, juntamente com a marginal, batizada como avenida Dom Aguirre 07/12/19748992 update fontes set data = '01/01/1350', atualizacao = '07/12/1974' where id = 23444 and report = 8992testeEXLUIR 0OBS :9 - fonte 01/01/1350 - 25788*Araçoiaba e Ipanema. José Monteiro Salazar 01/01/199725788 update fontes set data = '01/01/1350', atualizacao = '01/01/1997' where id = 23444 and report = 25788testeEXLUIR 1749Diz Couto de Magalhães que havia dois troncos entre os nativos brasileiros: o vermelho e o branco. Os brancos, certamente, tiveram duas origens: a primeira, proveniente de cruzamentos com alguma raça do oeste sul-americano ou, mesmo, se aceitarmos hipóteses ousadas, descendentes de europeus (via Atlântida), da própria Atlântida ou de Vikings. Acreditamos que a história da humanidade ainda não é bem contada e, talvez, não se conheça nem metade dela. O fato, tenha vindo o nativo brasileiro de onde possa ter vindo, é que há, nitidamente, estas duas divisões. Uns, do tipo vermelho, parecem remontar a ascendentes orientais, japoneses, mongólicos, raças vermelhas. O outro é branco. No livro supracitado, aparece a fotografia de uma moça nativa, de certa tribo do Amazonas, fotografada pelo autor, que embora em estado rudimentar de civilização, tem fisionomia típica de uma branca de origem européia, a delicadeza de traços e o olhar meigo e compreensivo. Dá muito o que se conjeturar acerca de sua origem. [Página 8] Em um ponto de seu livro, Washington Luiz explica: "Nos campos de Piratininga, no vale do Tietê, entravam os Tupiniquins. Os tupinambás, a leste, sempre inimigos dos portugueses. Ao sul e sudoeste de São Paulo os Carijós - quase sempre também inimigos". E continua: "Depois das grandes lutas entre Tupiniquins e Carijós, os Tupiniquins povoaram a região de Sorocaba e seus sertões". (Página 14) Os nativos Tupiniquins tomaram posse da região de Sorocaba partindo do litoral para onde haviam vindo, desde a Bahia (...) Azevedo Marques é um dos que, também, denomina os selvagens Tupiniquins, do grupo dos Carijós, colocando os verdadeiros Carijós nas proximidades do Rio Tietê (o antigo Anhembi). (Página 15) OBS :.p340.t3656.p2829.c105.t2204.p2454.p1127.t893.p3811.t3519.t2951.t2333.t2330.p3320.p2969.p2844.t2989.t2852.t363.p1878.t3736.t3575.t3253.p2354.p3425.p4367.t2779.t3142.t3797.p3456.p2361.t4477.t2219.p3169.t2990.t3096.c64.c4.c12.c11.c2.p3036.t3782.t2334.t2819.p696. 10 - fonte 01/01/1350 - 27711*Jornal Cruzeiro do Sul 01/01/200427711 update fontes set data = '01/01/1350', atualizacao = '01/01/2004' where id = 23444 and report = 27711testeEXLUIR 1078A trilha principal passava pela Aparecidinha, em direção a Sorocaba, seguindo a margem do rio Sorocaba até a rua Padre Madureira; desembocava na Avenida São Paulo e, depois de cruzá-lo, seguia pelas atuais ruas 15 de Novembro e de São Bento, praça Carlos de Campos, ruas 13 de Maio, da Penha e Moreira César, praça 9 de Julho, avenidas General Carneiro e Dr. Luiz Mendes de Almeida e daí em diante pela Estrada do Ipatinga. Ainda no traçado urbano atual, ocorriam trilhas secundárias em direção a diferentes pontos de Sorocaba e região: a estrada da Caputera (rua Pedro José Senger), Salto do Votorantim (início da rua Coronel Nogueira Padilha, ruas Newton Prado e Campos Sales) e Vossoroca (rua Artur Gomes, avenidas barão de Tatuí e Antonio Carlos Comitre) Havia dois caminhos, quase paralelos, em direção ao morro do Araçoiaba: um pelas ruas Souza Pereira, Hermelino Matarazzo e avenida Ipanema, bifurcando-se em direção ao morro e ao Itavuvu; outro pela praça Coronel Fernando Prestes, ruas Cel. Benedito Pires e Francisco Scarpa, praça da Bandeira e avenida General Osório. OBS :.t3170.t2240.t2204.t2333.p4411.t2698.t2189.c2.t3192.t3069.t2203.t3308.c140.t3378. 11 - fonte 01/01/1350 - 24385*Caminhos e descaminhos: a ferrovia e a rodovia no bairro Barcelona em Sorocaba/SP, 2006. Emerson Ribeiro, Orientadora Drª. Glória da Anunciação Alves 01/01/200624385 update fontes set data = '01/01/1350', atualizacao = '01/01/2006' where id = 23444 and report = 24385testeEXLUIR 0OBS :.p2786.p3036.t3170.t2266.t2204.t2333.t3344.t2330.t3178.p868.t2698.p2618.t3183.t3754.p1170.t3296.p2595.t618.t2334.c27.c105.c749.c373.c34.c69.c13.c90.c122.c24.c3.c7.c1.c23.c4.c15.c12.c2.i5430.p3264.t4150. 12 - fonte 01/01/1350 - 27894*“Boa Ventura! A Corrida Do Ouro No Brasil” (1697-1810). Lucas Figueiredo 01/01/201127894 update fontes set data = '01/01/1350', atualizacao = '01/01/2011' where id = 23444 and report = 27894testeEXLUIR 0OBS :.p2896.p2604.p2893.c105.t3322.t2333.t2698.p3563.p3108.p867.p896.p1878.p2318.t3142.c1066.c1084.t449.c9.t2427.c18.c4.c2.p2669. 13 - fonte 01/01/1350 - 24377“Os Cavaleiros Templários e o caminho de Peabiru” (14.09.2018) Professor Jorge Ubirajara Proença 14/09/201824377 update fontes set data = '01/01/1350', atualizacao = '14/09/2018' where id = 23444 and report = 24377testeEXLUIR 0OBS :.p3036.p2300.t2951.t2333.c69.t3201.p2785.c24.p6029.t1174.t4522.p705.t2447.t4489.t519.p3603.t2990.c64.c4.c12.c2.t3831. 14 - fonte 01/01/1350 - 27883*“Razias”, Celso E Junko Sato Prado 01/01/202027883 update fontes set data = '01/01/1350', atualizacao = '01/01/2020' where id = 23444 and report = 27883testeEXLUIR 5096Não se sabe, com certeza, quem foram os realizadores daquelas estradas. Os difusionistas apontam os Incas, ignorados os motivos para uma estrada transoceânica. [Páginas 36 e 37] Pelas exposições de Valla tais feitos cumprem aos Atumurama, em meado do século XIV, quando refugiado em territórios do Brasil e Paraguai. A nação Atumuruna, que estudos apontam descender de escandinavos (vikings) na América do Sul, teria sido a fundadora do grande império Tiahuanaco, instalado no século XI/XII, com diversas tribos nativas tributárias ou agregadas, a exemplo dos revoltosos Araucano (Chile) que, por volta de 1350, à frente de outros confederados insurretos derrotam o Império, colocando em fuga seus sobreviventes que chegaram ao Paraguai, por via terrestre, e ao Brasil pela transposição do Rio Paraná ou por este descer ao Atlântico, para depois abeirar-se em determinados pontos do litoral brasileiro, Santa Catarina e São Vicente, princípios das futuras veredas Atlântico-Paraguai-Andes e Pacífico. Lembranças históricas apontam presenças de Atumuruna no Paraguai, até bem pouco tempo ainda encontradas nos Guayaki, os nativos louros do Paraguai (Valla, 1978: 75-76); também nos nativos brasileiros de pele clara, os chamados Auati - gente de cabelos claros, vinculados aos guaranis e citados em crônicas dos primeiros tempos do Brasil português, excluídos aqueles originados ou com eles confundidos, nascidos das relações nativos com espanhóis e holandeses. Caminhos, portanto, não faltaram aos Atumuruna para suas escapadas, segundo especialistas citados por Valla (1978: 91-102), inclusive por via oceânica, a exemplos dos "Kaole" no Taiti e dos "Ehu" no Havaí, mais misteriosos "homens louros" de algumas das ilhas polinésias (Valla, 1978: 71-73). Não se trata de concepção isolada. Relatos de expedições a serviço de Espanha mostram o uso fluvial dos rios Prata, Paraná e Paraguai, como conhecidos caminhos da Rota Cone Sul, para se chegar à estrada Peabiru, do lado paraguaio (Carvalho, 2012) e adiante, por terra, até os Andes e Pacífico. Por conseguinte, admite-se a rota terrestre Paraguai-Andes-Pacífico desde a fundação do Império Tiahuanaco - século XII, enquanto os trajetos do lado brasileiro são construções mais recentes, ou seja, depois da entrada Atumuruna em terras do Brasil, por volta do ano de 1350, então eles os construtores das duas principais rotas (Peabiru), São Vicente e Santa Catarina, em busca do retorno aos Andes. Alguma similaridade existente entre as estradas Peabiru, baseada em antigos relatos, com certas construções observáveis em sítios arqueológicos do Império Tiahuanaco, como aterros, calçamentos, ruas e estradas, apontam pelo menos para uma origem comum daquelas construções. Recentes estudos arqueológicos sobre aquele império, comparados àquilo que resta da Peabiru, assinalam semelhanças entre elas que, em absoluto, podem ser vistas como meras coincidências. Desta estrada o estudioso Wilson Partecka Olipa, na sua História de Mamborê - PR, destaca as "ramificações que passavam pelos atuais municípios (paranaenses) de Campo Mourão, Engenheiro Beltrão, Luziânia, Nova Cantú, Campina da Lagoa, Ubiratã, Mamborê e Peabiru" (Olipa, 1998), sendo fácil seguir seu itinerário até o despejo do Iguaçú no Rio Paraná. Outro caminho Peabiru originava-se em São Vicente, litoral de paulista, para perfazer trecho aproximado de 200 léguas apenas em território brasileiro, ou seja, mil trezentos e vinte quilômetros, largueza de oito palmos (1,76 metros), coberto de gramíneas especiais que impediam crescimento de árvores, arbustos e ervas daninhas. O curso, a partir de São Vicente, subia a serra para chegar no Planalto Piratininga e seguir aditante, passando pelos atuais municípios de São Paulo e Sorocaba, até o pé da serra em Botucatu, de onde: - "(...) se dirigia ao vilarejo que tem ainda o malsoante nome de Avaré - (Abaré, o desagradável sobrenome do padre Zumé), a duzentos e setenta quilômetros, aproximadamente, ao nordeste. De lá ele obliquava em direção ao oeste, depois ao sudoeste, passava pelas atuais cidades de Ourinhos, onde transpunha o Paranapané (hoje Paranapanema), de Cambaré (Cambará) e (Cornélio) Procópio, atravessava o rio Tibagi, atingia Londrina, depois, por Apucarana, após ter transposto o Huybay (mais corretamente Ivaí), burgo que se chama ainda hoje Peabiru. Descia em seguida em direção sul-sudoeste até a embocadura do Iguaçú. Ou seja, por alto, um percurso de mil quilômetros (...)" (Valla, O Segredo dos Incas), 1978: 90). As fortes quedas d´água e correntezas não favoreciam as navegações pelo rio Paraná, e então, por terra, se fazia o melhor e mais confiável caminho até as proximidades do Iguaçú, onde o encontro com a "estrada catarinense". Ambas se uniam em Iguaçu - PR para a transposição do rio Paraná, passando pelas terras de Paraguai e chegar aos Andes - localidade de Cuzco (Bolívia), o coração do Império Inca na época da conquista Ibérica, com ramais para as costas do Pacífico em Peru e Equador. OBS :.t2991.p2686.c749.p2300.p1127.c34.t2951.t2333.t4521.t4519.t4573.t4534.c69.t2330.t2698.p2342.t3253.t923.t3797.c965.p1170.t2579.t4150.c116.t3234.c1047.p3603.t2990.c1055.t3069.t2516.t4400.t4355.t4258.t2514.t2515.t2326.p1465.c23.t2815.c4.p2706.t3357.c2.p1662.p1006. 15 - fonte 01/01/1350 - 25744*Forjando "Máquina Grande" nos sertões do Atlântico: Dimensões centro-africanas na história da exploração das minas de Ipanema e na instalação de uma Real Fábrica de Ferro no Morro do Araçoiaba - 1597-1810. Franciely das Luz Oliveira 01/01/202025744 update fontes set data = '01/01/1350', atualizacao = '01/01/2020' where id = 23444 and report = 25744testeEXLUIR 0OBS :.t1737.p2448.p340.t2952.t2409.t2337.t3275.t2333.t2330.p2371.p1878.t2142.t2923.p1730.t2831.p1735.t2634.t3283.t3161.t2427.t2537.t2334.t2819.t3194.t2391.c105.c373.c69.c149.c24.c64.c4.c12.c2.c79.i12421.i12422.i12423.i12424.i12425.i12426.i12427.i12428.i12429.i12430.i12431.i12433.i12432.i12434.i12435.i12436.i12437.t4150.t2142.t3224.p5264. update curiosidades set f = 15 where id = 23444