1470 Nascimento de Piqueroby, em Piratininga, São Paulo/SP. Filho do Cacique Ambaig-paguana Guaianá, O Amyipaguama
Cacique Amyipaguana tataravô(ó)
Referências relacionadas: (1)
1º fonte
Family Search
Consulta em ancestors.familysearch.org 27/11/2025
Quando Cacique Piqueroby nasceu em 1470, em Piratininga, Piratininga, São Paulo, Brasil, seu pai, Cacique Ambaig-paguana Guaianá, O Amyipaguama, tinha 30 anos e sua mãe, Povos Originários Indígena Sem Nome Registrado, tinha 30 anos. Ele casou-se com Esposa de Piquerobi - Povos Originários Indígena Sem Nome Registrado antes 1500, em Brasil. Eles tiveram pelo menos 1 filho e 2 filhas. Ele faleceu em 9 de julho de 1562, em São Paulo, São Paulo, Brasil, com 92 anos, e foi sepultado em Brasil.
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Balthazar Fernandes
eysyte
1470 Nascimento de Tibiriçá, filho do Cacique Amyipaguana
• Fontes (3)
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Cacique Amyipaguana tataravô(ó)
Martim Afonso de Melo Tibiriçá bizavô(ó)
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1º fonte
Teodoro Fernandes Sampaio
*“O Tupi na Geographia Nacional”. Teodoro Fernandes Sampaio (1855-1937) 01/01/1901
Tibireçá (T-yby-re-chá), o chefe da terra, o principal ou maioral. Os nomes de mulher que chegaram até nós trazem um sinete de lenda ou de poesia que talvez não existisse no ânimo do gentio: TIBEREÇÁ corr. T-yby-reçá, contração de tyby-reçaba, a vigilância da terra; o vigia da terra; o maioral ou principal. Não se deve escrever Tebireçá, que tem mau sentido. Nome do maioral do gentio catequizado em São Paulo de Piratininga pelos jesuítas, no século XVI.
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2º fonte
Universo Online
Cripta da Catedral da Sé faz 100 anos com concertos gratuitos. Por Felipe Resk, em noticias.uol.com.br 06/07/2019
Também está sepultado lá o Cacique Tibiriçá (1470-1562), primeira pessoa a ser registrada como paulistana.
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3º fonte
*Anno Biographico Brazileiro por Joaquim Manoel de Macedo, volume III
*Anno Biographico Brazileiro por Joaquim Manoel de Macedo, volume III 01/01/1876
Ainda assim João Ramalho Tebyreçá poderia pouco, se o não fizesse poder muito o morubixaba, pai de sua consorte. Por João Ramalho, Tebyreçá recebeu, auxiliou os portuguezes, e foi bom amigo de Martim Affonso de Souza; cujos dous primeiros nomes tomou, quando annos mais tarde os jezuitas o baptizarão. O mais valente e respeitado chefe dos guayanazes, ramo da tribo dos tamoyos, Tebyreçá foi em São Paulo o mais forte elemento auxiliar da conquista dos portuguezes.
Em 1553 os jezuitas passarão de S. Vicente para além da Serra do Mar e forão fundar o Collegio de S. Paulo, berço da villa e depois cidade do mesmo nome. Tebyreçá, que então provavelmente tomou com o baptismo o nome de Martim Affonso de Mello ligou se á elles e logo ainda mais amigo daquelles padres, do que do proprio João Ramalho, em 1554 foi principalmente o seu braço de bravo e forte guerreiro, e o seu poder sobre os indios de sua cabilda, que salvarão os jezuitas e o seu collegio de ataque tremendo que contra elles dirigirão muitos colonos portuguezes e mamelucos.
Ultimo e supremo serviço, que veio á custar-lhe a vida, prestou o já velho, mas herculeo indio Martin Affonso de Mello , o Tebyreçá em 1562.
Os tamoyos que erão senhores de todo o paiz desde um pouco além de Cabo- Frio até S. Vicente, formarão poderosa conjuração de muitos chefes e cabildas contra os portuguezes cujo poder no sul do Brazil achou-se consequentemente no maior perigo . Levando a destruição á muitos estabelecimentos ruraes , vencedores em mais de um ponto, animados pelas victorias e pelo numero avultado dos combatentes, avançarão ameaçadoramente sobre S. Paulo. Tebyreçá, velho ; mais ainda herculeo, adevinhára, e pronnunciára o projecto dos tamoyos confederados. O ataque de S. Paulo effectuou-se : foi horrivel e sanguinolenta a peleja, os tamoyos foram rechaçados, um dos seus chefes principaes morreu em combate ás mãos do bravo chefe guayanaz, á quem de accordo todos conferirão as honras da vitória. [p. 589 e 590]
Do heróe portuguez Martin Affonso de Souza dous indios do Brazil tomarão no baptismo os nomes. Um foi Martin Affonso de Mello, o Tabyreçá. Outro foi Martin Affonso de Souza, o Ararigboya, E ambos esses indios forão tambem heroes. [p. 591]