Os irmãos Diogo Jácome e Vicente (primeiro bispo) Rodrigues partiram de Portugal rumo ao Brasil
(manoel da nobrega) Surpreendido com o convite do rei dom João III, embarcou na armada de Tomé de Sousa (1549). [0]
Sabe-se que o primeiro da Companlúa, que no Brasil se ordenou padre, foi Vicente Rodrigues, em 1553. O Bispo tinha chegado à Ba...
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29 de março de 1549, terça-feira
Tome de Sousa, jesuítas e cerca de 400 degredados chegam ao Brasil
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• 1º fonte - 01/01/2005 - João Batista de Castro Junior*“A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos”. João Batista de Castro Junior, Universidade Federal da Bahia - Instituto de Letras - Programas de Pós-graduação em Letras e Lingüística
• 2º fonte - 01/01/1931 - Academia Brasileira de Letras*Cartas Avulsas: 1550-1568
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abril de 1549
“Foram também os ditos Padres aprendendo a língua do gentio para que sua conversão tivesse melhor efeito, porque até ali se ajudavam de alguns homens seus devotos e moços da terra, filhos de Portugueses, que já cá havia, e assim procederam no tempo do dito governador Tomé de Sousa e de Dom Duarte da Costa”*
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• 2º fonte - 01/01/2005 - João Batista de Castro Junior*“A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos”. João Batista de Castro Junior, Universidade Federal da Bahia - Instituto de Letras - Programas de Pós-graduação em Letras e Lingüística
Antes deles, os jesuítas se valiam dos línguas sem vínculo com a obra missionária,a exemplo de Caramuru, referido por Nóbrega em carta escrita de Salvador ao provincial Simão Rodrigues, em abril de 1549: “Espero de as tirar [‘orações e algumas prá...
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10 de abr. de 1549, domingo
Carta de Manoel da Nóbrega
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• 3º fonte - 07/07/2022 - Tô no CosmosConsulta em tonocosmos.com.br
Poucos dias após sua chegada aqui, em março de 1549, escrevia:
“Também me contou pessoa fidedigna que as raízes de que cá se faz pão, que São Tomé as deu, porque cá não tinham pão”.
E, em data posterior, acrescenta:
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• 4º fonte - 01/01/2021 - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira*São Tomé Apóstolo, Mártir Por Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
Teria esse apóstolo estado no Brasil, como consta de antiga tradição entre nossos índios, e que é citada em carta de 1549 pelo Pe. Manoel da Nóbrega? Com efeito, diz esse piedoso jesuíta:
“Dizem eles [os índios] que São Tomé, a quem ch...
• 5º fonte - 16/11/2020 - Agostinho Toffoli TavolaroVikings no Brasil: MITO OU REALIDADE? ihggcampinas.org
Relatos de pegadas de um santo homem impressas na rocha existem em várias partes do nosso território, sendo do padre Manoel da Nóbrega a afirmativa na sua Carta das Terras do Brasil relativa a 1549, que os índios diziam que São Tomé, a quem eles c...
Comentário do Pe. Gabriel Vila Verde
Muito estimado pela sua atuação evangelizadora nas redes sociais, o padre brasileiro Gabriel Vila Verde postou a respeito em seu Facebook:
Os nativos acolheram bem os europeus, Nóbrega fica surpreso. Mais ainda quando percebe que esses mesmos nativos procuravam a casa de culto e de catequese como se aquilo fosse um hábito antigo. Os nativos levam Nóbrega até um local sagrado. Alí haviam...
• 8º fonte - 02/02/2016 - Universidade de São PauloHdhd
O primeiro relato que dá conta dele em terras brasileiras é o do jesuíta português Manuel da Nóbrega, que, em meados do século XVI, falou da sua presença aqui em recuadas eras:
“Dizem eles que S. Tomé, a quem eles chamam Zomé, p...
• 9º fonte - 01/01/2010 - Eliane Cristina Deckmann Fleck*Em memória de São Tomé: pegadas e promessas a serviço da conversão do gentio (séculos XVI e XVII). Em Eliane Cristina Deckmann Fleck
• 10º fonte - 01/01/2001 - Sandro da Silveira Costa*Àmérica portuguesa: paraíso terreal. Sandro da Silveira Costa, Mestre em História - UFSC
A uma das pegadas mostradas na Bahia, de que dá conta Vasconcellos, referiu-se provavelmente o Padre Manoel da Nóbrega, onde escreveu, em carta de 1549, que "[...] sus pisadas están sendadas cabo a un rio, los quales yo fuy a ver por más certeza d...
• 11º fonte - 01/02/1993 - catolicismo.com.brA Legenda de São Tomé no Brasil e nas Américas. Carlos Sodré Lanna, catolicismo.com.br*
Poucos dias após sua chegada aqui, em março de 1549, escrevia: “Também me contou pessoa fidedigna que as raízes de que cá se faz pão, que São Tomé as deu, porque cá não tinham pão”.
• 12º fonte - 01/01/1977 - Eduardo Hoornaert*História da Igreja no Brasil, 1977. Eduardo Hoornaert
Persuadir de que? Sem duvida da necessidade de salvação pela audição do evangelho: a soteriologia da salvação universal ligada a audição física e auricular de vocábulos evangélicos parece estar subjacente a todo 0 imenso esforço de doutrinação dos na...
• 13º fonte - 01/10/1971 - Hernâni Donato“Peabiru” de Hernâni Donato (1922-2012) do IHGSP*
Manoel da Nóbrega, contra quem não cabe o rótulo de fantasioso, noticiou em carta de 1549:
"Dizem eles que São Tomé, a quem eles chamam Zamé, passou por aqui, e isto lhes ficou por dito de seus antepassados, e que suas pisadas estão assinal...
• 14º fonte - 01/01/1950 - Alfred Métraux*A Religião dos Tupinambás
Os indios (escreve o padre Nobréga) dizem "que S. Tomé, a quem eles chamam Zomé, passou por aqui, e isto lhes ficou por dito de seus passados e que suas pisadas estão sinaladas junto de um rio; as quais eu fui ver por mais certeza da verdade e vi,...
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15 de abril de 1549, sexta-feira
“Cá há clérigos, mas é a escória que de lá vem”
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• 15º fonte - 01/01/2020 - Pedro Dalla Bernardina Brocco*O mito de São Tomé ou Sumé: O nexo teológico-político entre o Oriente e o Ocidente
Nóbrega demonstra certa obsessão com o tópico de São Tomé, ao chegar à Bahia, em 1549. Das cinco cartas escritas em seu primeiro ano em terras brasileiras, três mencionam São Tomé. Na primeira delas, endereçada a Simão Rodrigues, escreve:
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• 15º fonte - 01/01/2005 - João Batista de Castro Junior*“A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos”. João Batista de Castro Junior, Universidade Federal da Bahia - Instituto de Letras - Programas de Pós-graduação em Letras e Lingüística
O clero secular, a impressão que deixou em Nóbrega foi claramente negativa. O jesuíta encontrou seus membros imersos em absoluta irresponsabilidade. Em carta escrita da Bahia já em 15 de abril de 1549, afirma (2000:26): “Cá há clérigos, mas é a escór...
ERROFONTE!!!
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29 de maio de 1549, domingo
Tomé de Sousa envia à São Vicente o Ouvidor Geral Pedro Borges e o Provedor-Mor Antônio Cardoso
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Tomé de sousa, 1º Governador Geral mandado ao Brasil, tendo tomado posse do governo, na Bahia, manda para São Vicente o Ouvidor Geral Pedro Borges e o Provedor-Mor Antonio Cardoso, em uma flotilha comandada por Pedro de Góes, a fim de regularizarem ...
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9 de agosto de 1549, terça-feira
“procissão com grande música, a que os respondiam os trombetas. Ficaram os índios espantados de tal maneira, que depois pediam ao Pe. Navarro que lhes cantasse assim como na procissão fazia” (2000:41).
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• 15º fonte - 01/01/2005 - João Batista de Castro Junior*“A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos”. João Batista de Castro Junior, Universidade Federal da Bahia - Instituto de Letras - Programas de Pós-graduação em Letras e Lingüística
Em carta escrita da Bahia a 09 de agosto de 1549, ele relata ter feito “procissão com grande música, a que os respondiam os trombetas. Ficaram os índios espantados de tal maneira, que depois pediam ao Pe. Navarro que lhes cantasse assim como na...
(Anchieta em 1555) Além destes índios, há ouro gentio espalhado ao longe e ao largo, a que chamam Carijós (Carijós os Guaranis, cuja menção se encontra já nas primeiras cartas de Nóbrega. Carta de 9 de agosto de 1549.), nada distinto destes quanto ...
• 17º fonte - 15/08/1896 - ERROFATAL!!!*Historia do Brazil Antigo P. Raphael M. Galanti
Cartas de Nóbrega - Desde o mês de agosto de 1549 dizia Nóbrega a seu superior de Portugal o seguinte: (...)
Entre outros saltos que nesta costa são feitos, um se fez a dois anos muito cruel, que foi ire uns navios a um gentio que chamam...
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10 de agosto de 1549, quarta-feira
“Já sabe a língua de maneira que se entende com eles, e a todos nos faz vantagem, porque esta língua parece muito à biscainha”
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• 17º fonte - 01/01/2005 - João Batista de Castro Junior*“A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos”. João Batista de Castro Junior, Universidade Federal da Bahia - Instituto de Letras - Programas de Pós-graduação em Letras e Lingüística
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1 de novembro de 1549, terça-feira
Leonardo Nunes, o único jesuíta ferreiro, com mais 10 ou 12 meninos e alguns Carijós (Guaranis) partiu para São Vicente
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• 18º fonte - 01/01/1931 - Academia Brasileira de Letras*Cartas Avulsas: 1550-1568
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DEUS!
Cassius Marcellus Clay Jr. 1942-2016
Cássius Clay é nome de escravo, não o escolhi, não o quero. Sou Muhammad Ali, um nome livre.