“E, segundo o nosso parecer e experiência que temos da terra, esperamos fazer muito fruto, porque temos por certo que quanto mais apartados dos Brancos, tanto mais crédito nos têm os índios”
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1553, quinta-feira
“ele veio de Paraguai por terra a S. Vicente. Entrou na Companhia recebido por Nóbrega, em 1553”
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1553, quinta-feira
Mência Caldéron está em São Vicente
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1553, quinta-feira
Hans Staden
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1 de fevereiro de 1553, domingo
Chegada a São Vivente*
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12 de fevereiro de 1553, quinta-feira
“O irmão Pedro Correia é aqui grande instrumento para por ele Nosso Senhor obrar muito, porque é virtuoso e sábio, e a melhor língua do Brasil”
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10 de março de 1553, terça-feira
Manoel da Nóbrega escreve de São Vicente: “Ainda que com tanta contradição dos brancos não se pode fazer nada mais que desacreditar cada vez o nosso ministério”
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8 de abr. de 1553, quarta-feira
Santo André da Borda do Campo foi aclamada em vila em nome do donatário Martim Afonso de Sousa, e provisão do seu capitão-mor governador e ouvidor Antônio de Oliveira
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31 de mai. de 1553, domingo
“assim vim aqui, que são perto de 300 léguas (1448 km), por uns gentios chamados Topinaquins (...) Já o caminho está feito daqui ao Peru, e há gente muito aparelhada para receber a nossa fé (...)”
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1 de junho de 1553, segunda-feira
Tomé de Souza escreve ao Rei D. João III: “nomeei João Ramalho para vigiar e impedir o trânsito de espanhóis e portugueses entre Santos e Assunção e vice-versa; e assegurar a soberania portuguesa no campo de Piratininga e sobre os caminhos de penetração que dali partiam”
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1 de junho de 1553, segunda-feira
Carta de Tomé de Sousa
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13 de junho de 1553, sábado
Ulrico Schmidel chegou a São Vicente
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15 de junho de 1553, segunda-feira
Peabiru
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15 de junho de 1553, segunda-feira
“O principal motivo de todos os impedimentos foi o fechamento da estrada por causa dos castelhanos, que estão a pouco mais de cem léguas desta capitania. E eles têm terras, e tanto que dizem que há montanhas deles, e muitas notícias de ouro pelo qual fecharam e bloquearam a estrada
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24 de junho de 1553, quarta-feira
Ulrico Schmidel partiu para Lisboa
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25 de junho de 1553, quinta-feira
O grupo naufragou perto Itanhaém
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30 de junho de 1553, terça-feira
Tomé de Souza proibiu o tráfego nas rotas que ligavam Cananéia e São Vicente ao interior paraguaio, tentando transformar a vila de Santo André da Borda do Campo em posto avançado e fronteiriço do avanço português
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1 de julho de 1553, quarta-feira
Pero Correia faz contato com Maniçoba*
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6 de julho de 1553, segunda-feira
Real cédula al embajador en Lisboa mandando que averigüen las intenciones que tiene Portugal en relación con San Vicente, Cananea y Santa Catarina
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20 de julho de 1553, segunda-feira
Carta escrita por João de Salazar ao Conselho das Índias
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31 de ago. de 1553, segunda-feira
Carta de Manoel da Nóbrega á Luís Gonçalves da Câmara: “Vou em frente procurar alguns escolhidos que Nosso Senhor terá entre esses gentios”
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1 de setembro de 1553, terça-feira
Um episódio de espionagem econômica indispos Lisboa contra o Peabiru, Martim de Arue, que observava a côrte portuguesa por conta da Espanha, informou a seus superiores que um homem de São Vicente, Adão Gonçalves, exibiria amostras de prata*
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1 de setembro de 1553, terça-feira
“Na Bahia não se entende agora com o gentio por falta de línguas que não temos”*
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10 de outubro de 1553, sábado
José de Anchieta parte para São Vicente
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21 de novembro de 1553, sábado
“Está tudo acabado”!
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24 de dezembro de 1553, quinta-feira
“E é por aqui a porta e o caminho mais certo e seguro para entrar nas gerações do sertão”
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