“ele veio de Paraguai por terra a S. Vicente. Entrou na Companhia recebido por Nóbrega, em 1553”
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1553, quinta-feira
“E, segundo o nosso parecer e experiência que temos da terra, esperamos fazer muito fruto, porque temos por certo que quanto mais apartados dos Brancos, tanto mais crédito nos têm os índios”
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26 de março de 1553, quinta-feira
Chegada a Kariesseba
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3 de abr. de 1553, sexta-feira
Carta de D. Duarte da Cósta ao Rei
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8 de abr. de 1553, quarta-feira
Santo André da Borda do Campo foi aclamada em vila em nome do donatário Martim Afonso de Sousa, e provisão do seu capitão-mor governador e ouvidor Antônio de Oliveira
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1 de junho de 1553, segunda-feira
Tomé de Souza escreve ao Rei D. João III: “nomeei João Ramalho para vigiar e impedir o trânsito de espanhóis e portugueses entre Santos e Assunção e vice-versa; e assegurar a soberania portuguesa no campo de Piratininga e sobre os caminhos de penetração que dali partiam”
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13 de junho de 1553, sábado
Ulrico Schmidel chegou a São Vicente
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15 de junho de 1553, segunda-feira
“O principal motivo de todos os impedimentos foi o fechamento da estrada por causa dos castelhanos, que estão a pouco mais de cem léguas desta capitania. E eles têm terras, e tanto que dizem que há montanhas deles, e muitas notícias de ouro pelo qual fecharam e bloquearam a estrada
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30 de junho de 1553, terça-feira
Tomé de Souza proibiu o tráfego nas rotas que ligavam Cananéia e São Vicente ao interior paraguaio, tentando transformar a vila de Santo André da Borda do Campo em posto avançado e fronteiriço do avanço português
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20 de julho de 1553, segunda-feira
Carta escrita por João de Salazar ao Conselho das Índias
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24 de dezembro de 1553, quinta-feira
“E é por aqui a porta e o caminho mais certo e seguro para entrar nas gerações do sertão”
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