Sebastião, o Desejado, o Encoberto, o Adormecido 11 registros, 0 fontes
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1 de maio de 1578, segunda-feira D. Sebastião envia ao embaixador em Madrid indicações para que este fizesse uma solicitação a Filipe II
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1 fontes relacionadas à Sebastião, o Desejado, o Encoberto, o Adormecido
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Data: novembro de 04/11/2024
Independentemente do reforço espanhol (ou da ausência deste), D. Sebastião contrata mercenários alemães e italianos, ainda que não tenham sido conseguidos os efectivos desejados (pretendia o rei a contratação de 3000 de cada uma destas nacionalidades; mais tarde dará ordens para se conseguir o concurso de mais 2000 soldados espanhois) e no capítulo... ver+
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José Carlos Vilardaga
Data: de 01/01/2010
Já o nosso Francisco, o neto, acompanhou a armada de Dom Sebastião na malfadada batalha de Alcácer-Quibir na conquista do Marrocos, comandando um dos galeões da armada real, cujo almirante era seu tio D. Diogo de Souza.... ver+
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Ensinarhistoria.com.br
Data: julho de 25/07/2017
Os preparativos da guerra
Começou-se a preparar uma grande armada, acompanhada de uma mobilização geral de homens de armas por todo país. Em 24 de junho de 1578, os 500 navios da armada portuguesa deixaram Lisboa rumo à África desembarcando em Tânger.
Era um exército composto por cerca de 15 mil a 23 mil homens, inclu... ver+
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Associação Paulista de Medicina
Data: dezembro de 01/10/2018
D. Francisco de Sousa que, antes de vir para a América, serviu em Tânger e comandou em 1578 a frota que levaria D. Sebastião à trágica jornada de Alcácer-Quibir. Político hábil e erudito, sabia moldar-se a situações diversas, o que lhe valeu a alcunha de D. Francisco “das manhas”. Esse D. Juan de metas impossíveis dá os primeiros passos do bandeiri... ver+
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Data: novembro de 04/11/2024
Então por vezes inflacciionam os feitos e o número de soldados portugueses e minimisam o número de soldados marroquinos.
B – Do lado português, certos historiadores consideraram esta batalha como uma catástrofe que demoliu um sonho gigantesco: o império português e as suas glórias. Ela foi igualmente considerada como um acidente que surp... ver+
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29 de julho de 1578, sábado Parte do exército português inicia o longo caminho terrestre até Alcácer Quibir
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1 de agosto de 1578, sexta-feira Depois de dois dias caminhando em terreno difícil e sob o sol abrasador do verão africano, D. Sebastião reuniu o Conselho de Fidalgos e decidiu regressar ao ponto de partida para embarcar o exército e atacar por mar
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Ensinarhistoria.com.br
Data: julho de 25/07/2017
Depois de dois dias caminhando em terreno difícil e sob o sol abrasador do verão africano, D. Sebastião reuniu o Conselho de Fidalgos e decidiu regressar ao ponto de partida para embarcar o exército e atacar por mar. Mas era tarde demais para mudar os planos: os navios já tinham partido para o local combinado anteriormente. O exército retomou a pen... ver+
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4 de agosto de 1578, sexta-feira Batalha de Kasr-el-Kebir (Alcacer-Kibir)
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10 de agosto de 1578, sexta-feira Batalha de Kasr-el-Kebir (Alcacer-Kibir)
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13 de agosto de 1578, domingo Batalha de Kasr-el-Kebir (Alcacer-Kibir)
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24 de agosto de 1578, sexta-feira D. Franscisco retornou a Lisboa portando cartas de Belchior de Amaral, que afirmava ter participado do sepultamento do corpo do rei português
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Data: fevereiro de 13/02/1923
Segundo Frei Bernardo da Cruz, o Cardeal D. Henrique teve a certeza da morte do Rei por carta de Belchior do Amaral que trouxe Francisco de Souza. Várias circunstâncias, porém, são dignas de nota:
Encarregado de conduzir a prata que devia acompanhar o cadáver de D. Sebastião, foi mandado à África num moço da capela real, Francisco Vieira, ... ver+
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Os quatro embusteiros que se fizeram rei de Portugal, jornal “A Gazetinha“, página 10
Data: fevereiro de 20/02/1940
O mundo, desde o seu começo, esteve sempre cheio cheio de embusteiros, na mais alta sociedade. Mas, ao que parece, não houve na História, gesto mais audacioso de que o daqueles quatro indivíduos que, em Portugal, por volta de 1578, tentaram fazer-se passar, aos olhos do povo português, pelo rei então desaparecido, D. Sebastião. que nunca mais volto... ver+
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José Carlos Vilardaga
Data: de 01/01/2010
Já o nosso Francisco, o neto, acompanhou a armada de Dom Sebastião na malfadada batalha de Alcácer-Quibir na conquista do Marrocos, comandando um dos galeões da armada real, cujo almirante era seu tio D. Diogo de Souza. Em 24 de agosto de 1578 retornou a Lisboa portando cartas de Belchior de Amaral, que afirmava ter participado do sepultamento do c... ver+
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28 de agosto de 1578, segunda-feira O Cardeal D. Henrique foi aclamado Rei de Portugal
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19 de setembro de 1578, sexta-feira Celebraram as eséquias do monarca
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10 de dezembro de 1578, domingo Os restos mortais de D. Sebastião foram entregues às autoridades portuguesas de Ceuta onde permaneceram na Igreja do Mosteiro da Santíssima Trindade
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Ensinarhistoria.com.br
Data: julho de 25/07/2017
O corpo do rei e o mito do sebastianismo
O corpo de D. Sebastião foi considerado “desaparecido” pela população do reino já que não retornou de imediato a Portugal. O rei foi sepultado na casa do alcaide de Alcácer-Quibir e ali ficou durante quatro meses sob a guarda do fidalgo português Belchior do Amaral.