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Diogo de Quadros
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Simples-56 - Completo
rrrrr 55
TESTE

Atual - 1600


ID20612
ID23436
1600, sábado
D. Francisco enviou mineiros a Valladolid
19 de nov. de 1600, domingo
Dentre as demandas de Diogo de Quadros em Valladolid, o exemplo de uma autorização requ...
TOTAL:2



Data: 1600
D. FRANCISCO ENVIOU A VALLADOLID OS MINEIROS DIOGO DE QUADROS, MANUEL JOÃO (O TAL MORALES, DA CARTA), MARTIM RODRIGUES DE GODOY E MANOEL PINHEIRO (O AZURARA)
1957
1 fonte - “Na capitania de São Vicente”. Washington Luís (1869-1957), 11° presidente do Brasil
As primeiras minas de prata haviam sido descobertas no Brasil por Gabriel Soares de Sousa, que morreu em 1592, cronista e explorador. Era primo de Belchior Dias Moréia, que com ele aprendeu a varar os sertões da Bahia e de Sergipe, em busca de ouro e prata, mas estava a serviço dos reis da Espanha. Atraiu com isso o interesse de Belchior, que veio se estabelecer na terra. Após dez anos de pesquisa, anunciou a descoberta das minas de prata. As supostas minas de Itabaiana jamais foram encontradas. Se foram descobertas, como afirmava ele, o segredo ficou guardado. Pedindo mercês em troca da informação sobre o local das minas, Belchior foi a Portugal e de lá à Espanha, em 1600, para conseguir um título de nobreza. Demorou-se quatro anos, sem sucesso. Voltaria duas vezes à Europa com novos insucessos. Os governadores Luís de Sousa, de Pernambuco, e D. Francisco de Sousa, da Bahia, marcaram encontro com Belchior Dias Moreia e viajaram juntos para Itabaiana, para marcar a localização das minas. Negando-se a mostrar o local enquanto não fosse recompensado com as mercês, Belchior Dias Moréia foi preso e passou dois anos na cadeia.
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Data: 19 de nov. de 1600, domingo
DENTRE AS DEMANDAS DE DIOGO DE QUADROS EM VALLADOLID, O EXEMPLO DE UMA AUTORIZAÇÃO REQUERIDA PARA QUE OS MORADORES DA CAPITANIA DE SÃO VICENTE “PUDESSEM IR LIVREMENTE COM AS SUAS MERCADORIAS AO RIO DA PRATA E QUE NÃO PAGASSEM DIREITOS DAS MERCADORIAS DA TERRA QUE TIRASSEM DESTA CAPITANIA DE SÃO VICENTE OU DO RIO DA PRATA PARA FORA DO REINO...”
2010
1 fonte - São Paulo na órbita do Império dos Felipes: Conexões Castelhanas de uma vila da américa portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640)
Vale a pena lembrarmos, aqui, da constatação de Canabrava quanto ao crescente afluxo comercial entre o Brasil e o mundo platino durante o governo de Souza; de sua demasiada – e “desinteressada” - simpatia pelo contador de Buenos Aires, e de seu procurador vendendo escravos negros em Tucumã. Parecem, portanto, evidentes o entusiasmo e o interesse do governador em relação a esse trânsito comercial entre a América portuguesa e castelhana. Com sua mudança para São Paulo, estes vínculos tiveram de ser reconstruídos, agora sob uma nova realidade geográfica e sob novas possibilidades. Nesse sentido, podemos citar, dentre as demandas de Diogo de Quadros em Valladolid, o exemplo de uma autorização requerida para que os moradores da capitania de São Vicente “pudessem ir livremente com as suas mercadorias ao rio da Prata e que não pagassem direitos das mercadorias da terra que tirassem desta capitania de São Vicente ou do rio da Prata para fora do Reino...
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