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Organizando a História

Diogo de Quadros
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Simples-56 - Completo
rrrrr 55
Atual - 1600


ID20612
ID23436
1º de 2 registros
D. Francisco enviou mineiros a Valladolid
1600, sábado, atualizado em 18/04/2026 05:23:24
 Fontes (6)

2º de 2 registros
Dentre as demandas de Diogo de Quadros em Valladolid, o exemplo de uma autorização requerida para que os moradores da capitania de São Vicente “pudessem ir livremente com as suas mercadorias ao rio da Prata e que não pagassem direitos das mercadorias da terra que tirassem desta capitania de São Vicente ou do rio da Prata para fora do Reino...”
19 de nov. de 1600, domingo, atualizado em 24/10/2025 04:14:57
 Fontes (1)

TOTAL:2



Data: 1600
D. FRANCISCO ENVIOU A VALLADOLID OS MINEIROS DIOGO DE QUADROS, MANUEL JOÃO (O TAL MORALES, DA CARTA), MARTIM RODRIGUES DE GODOY E MANOEL PINHEIRO (O AZURARA)
1957
1 fonte - “Na capitania de São Vicente”. Washington Luís (1869-1957), 11° presidente do Brasil
As primeiras minas de prata haviam sido descobertas no Brasil por Gabriel Soares de Sousa, que morreu em 1592, cronista e explorador. Era primo de Belchior Dias Moréia, que com ele aprendeu a varar os sertões da Bahia e de Sergipe, em busca de ouro e prata, mas estava a serviço dos reis da Espanha. Atraiu com isso o interesse de Belchior, que veio se estabelecer na terra. Após dez anos de pesquisa, anunciou a descoberta das minas de prata. As supostas minas de Itabaiana jamais foram encontradas. Se foram descobertas, como afirmava ele, o segredo ficou guardado. Pedindo mercês em troca da informação sobre o local das minas, Belchior foi a Portugal e de lá à Espanha, em 1600, para conseguir um título de nobreza. Demorou-se quatro anos, sem sucesso. Voltaria duas vezes à Europa com novos insucessos. Os governadores Luís de Sousa, de Pernambuco, e D. Francisco de Sousa, da Bahia, marcaram encontro com Belchior Dias Moreia e viajaram juntos para Itabaiana, para marcar a localização das minas. Negando-se a mostrar o local enquanto não fosse recompensado com as mercês, Belchior Dias Moréia foi preso e passou dois anos na cadeia.
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Data: 19 de nov. de 1600, domingo
DENTRE AS DEMANDAS DE DIOGO DE QUADROS EM VALLADOLID, O EXEMPLO DE UMA AUTORIZAÇÃO REQUERIDA PARA QUE OS MORADORES DA CAPITANIA DE SÃO VICENTE “PUDESSEM IR LIVREMENTE COM AS SUAS MERCADORIAS AO RIO DA PRATA E QUE NÃO PAGASSEM DIREITOS DAS MERCADORIAS DA TERRA QUE TIRASSEM DESTA CAPITANIA DE SÃO VICENTE OU DO RIO DA PRATA PARA FORA DO REINO...”
2010
1 fonte - São Paulo na órbita do Império dos Felipes: Conexões Castelhanas de uma vila da américa portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640)
Vale a pena lembrarmos, aqui, da constatação de Canabrava quanto ao crescente afluxo comercial entre o Brasil e o mundo platino durante o governo de Souza; de sua demasiada – e “desinteressada” - simpatia pelo contador de Buenos Aires, e de seu procurador vendendo escravos negros em Tucumã. Parecem, portanto, evidentes o entusiasmo e o interesse do governador em relação a esse trânsito comercial entre a América portuguesa e castelhana. Com sua mudança para São Paulo, estes vínculos tiveram de ser reconstruídos, agora sob uma nova realidade geográfica e sob novas possibilidades. Nesse sentido, podemos citar, dentre as demandas de Diogo de Quadros em Valladolid, o exemplo de uma autorização requerida para que os moradores da capitania de São Vicente “pudessem ir livremente com as suas mercadorias ao rio da Prata e que não pagassem direitos das mercadorias da terra que tirassem desta capitania de São Vicente ou do rio da Prata para fora do Reino...
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