1610 Nascimento de Agostinha Rodrigues (Fernandes) em Santana de Parnaíba, filha de Domingos Fernandes e Anna da Costa
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8 de fevereiro de 1610, segunda-feira Testamento de Custódio de Paiva, feito em sua Fazenda, termo da vila de São Paulo, por Geraldo Beting a pedido do testador
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22 de março de 1610, segunda-feira Belchior da Costa alega ter as filhas Beatriz Diniz e Vicência da Costa para casar. Pede terras em frente às de Suzana Dias, defronte à capela de Santana do “Pernaiba”, na banda do além Anhembi, rio acima
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Balthazar Fernandes
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16 de abril de 1610, sexta-feira Inventário e testamento
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20 de abril de 1610, sexta-feira “É verdade que Domingos Fernandes meu filho tem recebido dez mil réis que é a quantia que se alvedrou pelo gabão e ceroulas de algodão que seu tio Belchior Carneiro deixou declarado”
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Balthazar Fernandes
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5 de julho de 1610, segunda-feira Mateus Luiz presta fiança como irmão de Hilária Luiz
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Balthazar Fernandes
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26 de julho de 1610, segunda-feira Suzana Dias, a matrona bandeirante, representando a família dos Fernandes, doa um terreno na parte mais elevada do núcleo para a construção de uma capela em homenagem à Santana substituindo a anterior dedicada a Santo Antônio
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Suzana Dias pai/mãe
Referências relacionadas: (1)
1º fonte
Rafael Schunk
*Frei Agostinho de Jesus e as tradições da imaginária colonial brasileiras, séculos XVI-XVII. Rafael Schunk 01/01/2013
Suzana Dias une-se em segundas núpcias com Belchior da Costa, do qual não teve filhos e que em 1610 também recebe uma sesmaria na região de Parnaíba. Nesta oportunidade, a matrona bandeirante representando a família dos Fernandes, doa um terreno na parte mais elevada do núcleo para a construção de uma capela em homenagem à Santana substituindo a anterior dedicada a Santo Antônio arruinada na várzea do Rio Tietê. Provavelmente consagrada em 26 de julho, data de comemoração da santa, a nova igreja marca o momento em que o arraial passa a ser conhecido como Santana de Parnaíba.
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Balthazar Fernandes
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26 de dezembro de 1610, domingo Belchior da Costa aumenta suas terras, “alega ter as filhas Beatriz Diniz e Vicência da Costa para casar. Pede terras em frente às de Suzana Dias, defronte à capela de Santana do Pernaiba, na banda do além Anhembi”
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Suzana Dias pai/mãe
Referências relacionadas: (2)
1º fonte
Alfredo Moreira Pinto
*Supplemento aos apontamentos para o diccionario geographico do Brazil. Alfredo Moreira Pinto 01/01/1935
PARNAHYBA. Não se trata de Paranahyba; nem com este nome ha affluente algum do rio Tietê no mun. do Parnahyba, como o pretendeu Azevedo Marques, em seus Apontamentos Históricos, Geographicos, Biographicos, Estatísticos e Noticiosos da Promncia de S. Paulo, á força de querer explicar o nome Parnahyba.
Ao principio suppuz que fosse corruptela de Piâ-nát-bo, logar do porto do caminho: de piâ, caminho; fiái, porto; bo (breve), para exprimir logar.
Com effeito, defronte da banda do rio Juquery, como reza um documento antigo, em que Melchior da Costa pediu uma sesmaria de terras para suas duas filhas, quando já casado com Suzana Dias, devia existir um porto: e alli era estabele- cida com fazenda a dita Suzana Dias, ao passo que o pedido de Melchior da Costa, em 1610, foi para o logar da actual villa.
Sem duvida era ahi o logar da passagem do rio Tietê, de uma para outra margem. Mas, o nome Parnahyba tem outra verdadeira explicação.
Ver fonte
2º fonte
Wikipédia
Biografia de André Fernandes, consultado em Wikipedia 20/01/2023
André Fernandes (...) Órfão de pai em 1589, acompanhou a mãe e o tio Belchior Dias Carneiro para as terras virgens de Parnaiba onde o capitão-mor Jorge Correia deu sesmaria aos ditos povoadores - doação aumentada com as sesmarias requeridas pelo segundo marido de Susana, Belchior da Costa, em 26 de dezembro de 1610.