Cristóvão Diniz, morador de Parnaíba e cunhado de André Fernandes, alertava o “amigo” Benitez que eles apenas desejavam os índios (do pueblo de Ytupe, portanto, não era uma redução jesuítica)
O padre Francisco Trujillo denunciou o governador Luis de Céspedes e Xeria por ter enviado o próprio Francisco Benitez a São Paulo para buscar sua mulher, Vitória de Sá
No dia 22, tomou Riquelme de Gusman, novos depoimentos contra o seu covarde subordinado. Contou o soldado Jeronymo Martinez que Benitez não levantara fortificação alguma no lugar que lhe fora designado, á foz do Ytupé; pelo contrário, passara-se para a outra margem do rio, onde havia um caminho frequentados pelos escravistas
A 21 de julho saíra de Vila Rica uma força sob o comando do capitão Lourenço de Villalva, para reconhecer os aproches das posições inimigas, devendo o mestre de campo seguir-lhe imediatamente os passos
O tenente de governador e justiça de Villa Rica, capitão Alonso Riquelme de Guzmán, absolveu o capitão Francisco Benitez depois de concluídos os autos de um processo que durou 22 dias