Suzana Dias ditou ao juiz João Mendes Geraldo as suas últimas vontades, presente o vigário João Pimentel, Gabriel de Lara, João Alvares Moreira, e outros muitos
2 de 7
24 de ago. de 1634, quinta-feira
Este treslado de testamento eu, Manoel de Alvarenga, também tirei por austeridade de Justiça do próprio livro do também Luis Ianes que Deus tem por o deixar de tirar das notas do seu livro de que me reporto em todo e por todo, em 24 de agosto de 1634.
3 de 7
2 de set. de 1634, sábado
Falecimento de Suzana Dias
4 de 7
7 de set. de 1634, quinta-feira
“Digo Jhoan de Campos e Medina presentes nesta aldeia de Santa Ana da parnaíba que é verdade que foi reservado ao Capitão Baltazar Fernandes Alvarenga e testamentário de sua falecida mãe que Deus nos deixou, no sepultamento e missa cantada e ofício de nove lições e Assim, mais de três ofícios de nove classes, e uma missa cantada de sacramento e para ser verdade e sempre para registrar, dei-lhe isso de acordo com meu nome em 7 de setembro de 1634 anos”
5 de 7
18 de setembro de 1634, segunda-feira
Inventário que por morte e falecimento de Susana Dias, dona viúva que mandou fazer o Juiz João Mendes Giraldo
6 de 7
8 de dez. de 1634, sexta-feira
Falecimento de Suzana Dias
7 de 7
9 de dez. de 1634, sábado
Balthazar teria deixado definitivamante “sua casa grande em Parnaíba”. Mas quando exatamente?
403 Registros Dados atualizados em 22/10/2026 03:09:45