27 de abril de 1840, segunda-feira, atualizado em 25/02/2025 04:46:34
2º de 5 registros
Bloem argumenta que o Rio de Janeiro não seria um bom local para um empreendimento desse tipo: os salários a serem pagos seriam altos e o custo de vida elevado; a evasão dos estrangeiros seria grande, pois faltavam os divertimentos dominicais que havia nos países de origem; faltava moralidade; faltaria a energia hidráulica necessária para tocar as máquinas e não haveria boa madeira para a construção dos barcos
19 de maio de 1840, terça-feira, atualizado em 13/02/2025 06:42:31
3º de 5 registros
Esses três canhões sobrevivem até hoje, têm gravada a data da Maioridade, “23 de julho de 1840”, o nome de “Pedro II” e, pelo menos em um deles, o nome do autor, “BLOEM”
23 de julho de 1840, quinta-feira, atualizado em 25/10/2025 23:59:15
4º de 5 registros
Bloem manda outra correspondência, perguntando a quem ele deveria enviar, no Rio de Janeiro, os três canhões que tinha fundido, usinado e testado, com carga de pólvora três vezes superior à carga padrão. Bloem incluiu na carta um desenho com as dimensões dos três canhões*
agosto de 1840, atualizado em 13/02/2025 06:42:31
5º de 5 registros
O ministério da Guerra respondeu que as propostas de Bloem só seriam interessantes se o percurso entre Ipanema e o rio Juquiá fosse transitável e se fosse ali construída a oficina de máquinas a vapor, que era um assunto da Marinha
22 de setembro de 1840, terça-feira, atualizado em 25/02/2025 04:46:34
Fontes (1)
55 registros Página atualizada em 02/05/2026 04:04:51