ERROFONTE!!! Ouro Preto localiza-se em uma das principais áreas do ciclo do ouro. Oficialmente, foram enviadas a Portugal 800 toneladas de ouro no século XVIII, isso sem contar o que circulou de maneira ilegal, nem o que permaneceu na colônia, como por exemplo o ouro empregado na ornamentação das igrejas.[9] O município chegou a ser uma das cidades mais populosas das Américas, contando com cerca de 40 mil pessoas em 1730 e, décadas após, 80 mil, mas é bom lembrar que a área de Villa Rica/Ouro Preto era muito maior englobando as atuais Congonhas, Ouro Branco e Itabirito. Àquela época, a população de Nova York era de menos da metade desse número de habitantes e a população de São Paulo não ultrapassava 8 mil.[9] A Cidade Histórica foi o primeiro sítio brasileiro considerado Patrimônio Mundial pela UNESCO, título que recebeu em 1980.[10] Foi considerada patrimônio estadual em 1933 e monumento nacional em 1938.[11] História PovoamentoAntes da chegada dos colonizadores de origem europeia no século XVI, toda a região atualmente ocupada pelo estado de Minas Gerais era habitada por povos indígenas que falavam línguas do tronco linguístico macro-jê.[carece de fontes] A partir do século XVI, exploradores luso-tupis provenientes de São Paulo, os bandeirantes, começaram a percorrer a região do atual estado de Minas Gerais em busca de ouro, pedras preciosas e escravos indígenas. Nesse processo, dizimaram muitas nações indígenas da região. No final do século XVII, finalmente foi descoberto ouro na região, aumentando ainda mais o afluxo de aventureiros para a região. Enquanto isso, as descobertas de ouro nos córregos continuavam no sertão, elevando nomes como o de Antônio Dias de Oliveira, Bartolomeu Bueno de Siqueira, Carlos Pedroso da Silveira e de gente vinda da Bahia e de Pernambuco e acendendo ambições de além-mar. As expedições procuravam ora o Rio das Velhas (principalmente os paulistas, que haviam acompanhado a bandeira de Fernão Dias Pais e de Rodrigo de Castelo-Branco), ora o Tripuí, onde já se havia encontrado o afamado "ouro preto", balizado pelo cabeço enevoado do pico do Itacolomi, que começavam a avistar logo transposto o Itatiaia.[12] Orientados pelos picos que eriçam as serras de Ouro Branco, Itatiaia, Ouro Preto, Itacolomi, Cachoeira, Casa Branca, Ribeirão do Carmo etc., os exploradores seguiam, juntos ou separados. Diz Antonil que, da mina da Serra do Itatiaia, a saber do Ouro Branco (assim chamavam ao ouro ainda não bem formado), distante do Ribeiro do Ouro Preto oito dias de caminho moderado até o jantar, dele não faziam caso os paulistas por terem outras de ouro formado e muito melhor rendimento. Segundo José Rebelo Perdigão, secretário do governador Artur de Sá e Menezes, em 1695 e 1696 teria sido descoberto, nesta montanha, um ribeiro aurífero ao qual se deu mais tarde o nome de Gualacho do Sul, mas que os paulistas desta bandeira de Garcia de Almeida e Cunha, o Miguel Garcia, não se recusaram a dividir a jazida com seus companheiros de Taubaté, os quais, se tendo então separado, tomaram marcha para o interior e descobriram o ribeiro de Ouro Preto. Dos córregos e morros de Ouro Preto, ainda hoje chamados o Passadez, Bom Sucesso, Ouro Fino, Ouro Bueno, foram descobridores Antônio Dias, de Taubaté, o padre João de Faria Fialho e Tomás Lopes de Camargo, primo do descobridor de Itaverava Bartolomeu Bueno de Siqueira.[12] As terras ali eram de "tal modo requestadas que por acudir muita gente, só pode tocar três braças em quadra a cada minerador", segundo o historiador Varnhagen. Nomes como Brumado, Sumidouro,[desambiguação necessária] rio Antônio Dias de Oliveira, pelo padre João de Faria Fialho e pelo coronel Tomás Lopes de Camargo e um irmão deste, por volta de 1698. Ouro Preto foi criada em 24 de junho de 1698 pela bandeira de Antonio Dias e Padre Faria.[13] A elevação de Ouro Preto a vila se deu em 8 de julho de 1711,[14] por meio da fusão de diversos arraiais, fundados por bandeirantes, tornando-se sede de concelho, com a designação de "Vila Rica".[12] Inicialmente Vila Rica de Albuquerque e depois Vila Rica de Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto.[15] Nesse ano foram criadas as três primeiras vilas de Minas Gerais: em 8 de abril Ribeirão do Carmo, atual Mariana, em 8 de julho Vila Rica, atual Ouro Preto, e em 17 de julho Nossa Senhora da Conceição de Sabarabussu, atual Sabará. O ouro mineiro começou a chegar ao Reino de Portugal ainda no final do século XVII. Em 1697, o embaixador francês Rouillé mencionou a chegada de ouro "peruano". Não era distribuição fácil nem equitativa, pois, às vezes, eram explorados aluviões riquíssimos ao longo de um curso d´água estreito e, assim a riqueza mineral não era bem distribuída. Pelo Direito da época, o senhor do solo e do subsolo era o rei, mas não podia trabalhar a terra e a dava em quinhões a particulares para explorar mediante parte nos resultados, o que constituía a "pensão enfitêutica" devida ao senhorio. A porção era de vinte por cento = o quinto = cuja história é a própria história de Minas, segundo seu historiador Diogo de Vasconcelos. Para a arrecadação, em cada distrito havia um Guarda-mor com escrivão, tesoureiro e oficiais. "Consideravam-se novas só as lavras distantes meia légua de alguma lavra já conhecida, de modo que os ambiciosos afastavam-se delas para se enquadrarem nas regalias, multiplicando-se os manifestos e seus exploradores, sem garantia de vida e propriedade, tendo que se entrincheirar no próprio local de trabalho, levantando abrigos ou aproveitando as bocas das minas, concorrendo para a disseminação de povoados".[12] Vieram artífices de profissões diversas, no arraial de Ouro Preto e no arraial de Antônio Dias, no Caquende, Bom Sucesso, Passa-Dez, na Serra e Taquaral, construindo capelas, casas de morada e fabricando ferramentas. Em toda parte, foi revirada e pesquisada a areia dos ribeiros e a terra das montanhas, levantando-se barracas perto de terrenos auríferos, arraiais de paulistas começando a povoar o interior da terra que hoje é Minas Gerais. Organizaram-se depois os povoados em torno de capelas provisórias, até a "grande fome".[12]Diz Antonil em 1710: "A sede insaciável do ouro estimulou a tantos a deixarem suas terras e a meterem-se por caminhos tão ásperos como os das Minas, que dificultosamente se poderá dar conta do número das pessoas que atualmente lá estão. Cada ano, vêm, nas frotas, quantidades de portugueses e estrangeiros para passarem às Minas." E, adiante: "As constantes invasões de portugueses do litoral vencerão os paulistas que haviam descoberto as lavagens de ouro - florestas batidas, montanhas revolvidas, rios desviados de cursos, pois a sede de ouro enlouquecia.[12]Desciam das serras que isolavam Minas homens levando famílias, escravos, instrumentos de mineração, atravessando florestas e vadeando rios caudalosos depois de lutar às vezes contra índios expulsos do litoral. Frades fugiam dos conventos, proprietários abandonavam plantações, procurando como loucos as terras do centro - visão fugitiva de riquezas acumuladas sem luta nem trabalho. Em 1720, foi escolhida para capital da nova Capitania de Minas Gerais. A cidade tem o nome de "Ouro Preto" devido a uma característica do mineral aqui encontrado na época: o ouro era escurecido por uma camada de óxido de ferro, dando-lhe tonalidade escura.[16]Povo OriginárioAo longo da história colonial, o povo foi nomeado de diferentes formas pelos não-indígenas — Botocudos, Bukans, Cataguases, Guarachues, Batatais, Guaianazes do Velhas, entre outros, mas atualmente a população indígena originária do município são os Borum-Kren. Nesse processo, sofreram extermínio cultural, invisibilização e a dispersão forçada de seus descendentes e muitos foram constrangidos a ocultar sua ancestralidade, passando a se registrar nos censos e documentos oficiais como “pardos” ou “negros da terra”.Século XIXEm 1823, após a Independência do Brasil, Vila Rica recebeu o título de Imperial Cidade, conferido por Pedro I, tornando-se oficialmente capital da então província das Minas Gerais e passando a ser designada como Imperial Cidade de Ouro Preto. Em 1839, foi fundada a Escola de Farmácia, tida como a primeira escola de farmácia da América do Sul. Em 12 de outubro de 1876, a pedido de Pedro II, Claude Henri Gorceix fundou a Escola de Minas em Ouro Preto. Esta foi a primeira escola de estudos mineralógicos, geológicos e metalúrgicos do Brasil e, hoje, é uma das principais instituições de engenharia do país.[12]Foi a capital da província e, mais tarde, do estado, até 1897. Assim era descrita a cidade de Ouro Preto pelo ilustre fundador da Escola de Minas, em relatório enviado ao imperador Pedro II: "Em muito pequena extensão de terreno, pode-se acompanhar a série quase completa das rochas metamórficas que constituem grande parte do território brasileiro e todos os arredores da cidade se prestam a excursões mineralógicas proveitosas e interessantes". (Claude Henri Gorceix)[carece de fontes]Segundo Oliveira (2006), desde que ocorreu a fixação nas áreas mineradoras da região de Ouro Preto, no final do século XVII e início do XVIII, a cidade teve várias imagens. De um local que "exalava conflitos", no dizer do Conde de Assumar, governador da Capitania das Minas no século XVIII, até a de uma capital que dificultava a modernização do Estado no início da República. O início da ocupação do espaço urbano de Ouro Preto ocorreu com a formação de arraiais mineradores isolados (Ouro Podre, Taquaral, Antônio Dias, Pilar). A consolidação urbana e a presença efetiva da Coroa portuguesa se deu somente em meados do século XVIII com a construção dos Palácio dos Governadores (atual Escola de Minas), pelo engenheiro-militar José Fernandes Alpoim e dos arruamentos ligando os referidos arraiais.[12]Em fins do século XIX, Ouro Preto era vista pela elite mineira como símbolo do atraso e a construção de Belo Horizonte também representou o ideal republicano de modernização. Entretanto, também havia partidários da permanência da capital em Ouro Preto. Estes propuseram planos de revitalização da cidade e destacavam a importância histórica da cidade na conformação de Minas e do Brasil. Com a proclamação da república brasileira em 1889, a velha cidade de Ouro Preto passou a ser vista como um entrave para o desenvolvimento do estado de Minas Gerais, que substituiu a província de Minas Gerais. Foi decidida, então, a transferência da capital estadual para uma cidade planejada, Belo Horizonte, que veio a ser inaugurada em 1897. A mudança da capital para Belo Horizonte provocou um esvaziamento da cidade (cerca de 45 por cento da população) e acabou inibindo o crescimento urbano da cidade nas décadas seguintes, fato que contribuiu para preservação do Centro Histórico de Ouro Preto.[17] ERROFONTE!!! Biografia Aos doze anos de idade, foi prometida em matrimônio a Henrique, príncipe das Astúrias, futuro rei Henrique IV de Castela, para selar a paz entre os Reinos de Navarra e Castela. O casamento ocorreu na cidade de Valladolid, em 15 de setembro de 1440, quando Henrique completou quinze anos.[2] Branca permaneceu virgem, não só durante a noite de núpcias, mas pelo resto do casamento. Depois de treze anos, em 1453, Henrique pediu o divórcio. Um exame oficial confirmou a virgindade de Branca. O casamento foi então anulado pelo Papa Nicolau V baseado no fato de que Henrique fora impedido de consumar a união por causa de "bruxaria". Branca nunca mais voltou a se casar e nem teve filhos. Foi mandada de volta à Navarra, donde, com a morte de seu irmão Carlos, Príncipe de Viana, em 1461, tornou-se a herdeira legítima do reino como princesa de Viana, uma vez que, segundo o testamento de sua mãe, a rainha Branca, a coroa deveria ser do mais velho de seus filhos. Assim, ela seria a rainha Branca II de Navarra. Isto se seu pai, João II de Aragão, que era rei consorte de Navarra, e queria se manter no controle do reino, não a tivesse encarcerado e, portanto, incapacitado sua ação. Branca morreu envenenada três anos depois e seus direitos sobre Navarra foram transferidos para sua irmã Leonor, Condessa de Foix, que, por ser aliada de seu pai, não reclamou sua coroa até a morte dele, em 1479. ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! Dificuldades de implementaçãoPesquisas constataram que ambas as leis têm tido dificuldades em ser implementadas nas escolas, por vários motivos:Falta de material didático adequado, já que os livros já adotados privilegiam uma visão eurocêntrica.[3] Para que a Lei fosse cumprida, a Gerência de Relações Étnico-Raciais, equipe que tem como objetivo promover a formação e o desenvolvimento de projetos nas escolas e creches da rede municipal de Belo Horizonte, selecionou materiais literários para compor os kits de literatura afro-brasileira a serem distribuídos para as escolas da rede municipal. Os livros do kit literário vêm suprir esta falta de materialidade e, segundo a pesquisadora Shirley Aparecida de Miranda, a representação positiva é “resultante de um processo histórico de ação afirmativa [que] desloca ideais e provoca dispersões que tendem a desarticular o registro da branquitude normativa”.[4] Compreende-se por branquitude normativa a identidade "branca" posta como padrão humano e norma, colocando os demais grupos como exceção, como subalternos.Falta de preparo dos professores, já que a formação dos professores também segue uma linha eurocêntrica. Segundo Ana Célia Silva, é responsabilidade dos professores a ação de abarcar a diversidade cultural através da prática pedagógica e romper com o senso comum da desigualdade das diferenças culturais. Assim, a pesquisadora afirma que: "cabe uma formação específica para o professor de Ensino Fundamental, com o objetivo de fundamentá-lo para uma prática pedagógica, com condições necessárias para identificar e corrigir os estereótipos e invisibilidade constatados nos materiais pedagógicos, especificamente nos textos e ilustrações dos livros didáticos."[5] Portanto, cabe a compreensão de que a formação docente exige o rompimento com currículos que seguem uma linha eurocêntrica e que não oferecem subsídios para a reflexão prática.Preconceito dos próprios professores e de pais em relação às temáticas em questão.[6][7] Em reportagem para a Carta Capital, a jornalista Ana Luiza Basilio relatou vários casos de professores denunciados por ensinar os alunos sobre religiões de matriz africana, que pais denunciaram como doutrinação.[8]ObjetivoeditarUm dos objetivo de ambas as leis é combater o racismo no país, ao acentuar a participação de negros e indígenas na construção da identidade nacional.[9] Outro é de descolonizar o ensino de história, marcado por uma perspectiva eurocêntrica, e adicionar perspectivas diferentes que reflitam a diversidade do povo brasileiro. Para a pesquisadora Dra. Flávia Rocha:“A Lei 10.639 veio romper com a "história única", recontar fatos, ressignificar conteúdos, termos e conceitos além de inserir na história do Brasil, de forma positiva, a história de quem predominou na construção do país que temos hoje: a população negra”.[10] O objetivo da Lei 10.639/2003 é combater veemente o racismo no Brasil, e promover a inclusão e a participação das raças negras e indígenas na construção da identidade nacional. A Lei busca romper com as ideias eurocêntricas no Brasil e trazer o ensino de diferentes pontos de vista que refletem a diversidade e cultura do povo brasileiro. A Lei contribui para uma visão mais plural e inclusiva da história brasileira, promovendo um ensino mais justo, equânime e representativo. A Lei nº 10.639, foi sancionada no ano de 2003, sendo um marco importante na educação brasileira, pois torna obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira nas escolas de ensino fundamental e médio. Ela alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – Lei nº9.394/96) e estabeleceu a obrigatoriedade, do estudo da História e Cultura Afro-Brasileira.Texto da LeieditarO PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:Art. 1o A Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar acrescida dos seguintes arts. 26-A, 79-A e 79-B:"Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.§ 1o O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.§ 2o Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras. 3o (VETADO)""Art. 79-A. (VETADO)""Art. 79-B. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’."Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.Brasília, 9 de janeiro de 2003; 182o da Independência e 115o da República.LUIZ INÁCIO LULA DA SILVACristovam Ricardo Cavalcanti Buarque ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! Victor Brecheret foi o vencedor, entre 30 concorrentes, concebendo um modelo de gesso de um monumento que, ao todo, tem aproximadamente 48 m de altura. Dois tipos de materiais foram utilizados: o granito e o bronze patinado. Cada um deles mereceu um tratamento diferente e o conjunto, como um todo, exalta a vida militar do Duque.[4] No granito, foi feito um trabalho ornamental que destaca diversos momentos da vida de Caxias: as suas vitórias, as suas alegrias e o seu enterro. É uma forma de mostrar, de maneira bastante moderna e dentro dos mesmos princípios que seguia na criação do célebre Monumento às Bandeiras, no qual trabalhava na época, um painel da vida do militar que obteve, em sua carreira, as maiores glórias possíveis, sendo respeitado como guerreiro e como político. Os baixo-relevos em granito têm os seguintes temas: Pacificação, Caxias falando ao povo de Bagé (fala as mulheres da cidade, oferecendo paz e trabalho após o fim do conflito dos gaúchos com o império), Reconhecimento do Humaitá, Caxias com seus três generais, Batalha de Itororó (Caxias com a espada desembainhada toma o comando perante os soldados adversários vencidos e pronuncia a célebre frase: “Que me sigam os que são brasileiros”) e Enterro de Caxias (ele pediu que o seu caixão fosse carregado apenas por seis milicianos, sem pompas e honras). Em bronze patinado, foi realizada a figura do Duque de Caxias sobre o seu cavalo com a espada levantada. Com aproximadamente 18 toneladas, ela foi fundida no Liceu de Artes de Ofícios de São Paulo, onde Brecheret iniciou os seus estudos, em 1912, indo, no ano seguinte, para Roma. Escultura clássica no seu conceito estético, a figura do Duque de Caxias impressiona pelas proporções gigantescas e mostra nítida influência de monumentos heroicos semelhantes que Brecheret conheceu quando estudou na Europa, no inicio da carreira, os quais posteriormente superou em busca de sua própria maneira de representar o seu povo. O monumento, com uma altura equivalente a um prédio de 10 andares, seria colocado no vale do Anhangabaú, de modo que poderia ser avistado de qualquer ângulo. Era o local que Brecheret preferia, mas a obra foi transferida para a Praça Princesa Isabel, onde está localizada até hoje. No entanto, como a inauguração ocorreu somente em 1960, o artista, que faleceu, em São Paulo, em 17 de dezembro de 1955, não pôde ver a estátua em seu local definitivo. ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! Em 1709, mesmo ano da construção do Caminho Novo, foi instituída a freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Campo Alegre dos Carijós. A agricultura se desenvolveu e em meados do século XVIII a proporção de agricultores em relação a mineradores era bem maior que na maioria das outras localidades da região aurífera de Minas Gerais.[10] O distrito de Carijós foi criado em 1752.[8]Foi elevado a Vila Real de Queluz, em 19 de setembro de 1790, desmembrado da Vila de São José del Rei, hoje Tiradentes.[8] Pela Lei Provincial nº. 1.276, de 1866, foi elevada à categoria de cidade e em 1872 foi criada a Comarca de Queluz. O nome Conselheiro Lafaiete passou a vigorar a partir de 27 de marco de 1934, pelo Decreto Estadual n.° 11.274, em homenagem ao Conselheiro Lafayette Rodrigues Pereira, quando se comemoravam o centenário de seu nascimento.[11] ERROFONTE!!! Era Fidalgo da Casa do Infante D. João quando, em 1426, o Infante D. Henrique o fez Capitão da ilha de Porto Santo e o encarregou do povoamento e colonização desta ilha. Não terá ido para lá imediatamente, ou, então, voltou, pois, em 1437, era Vereador do Senado da Câmara de Lisboa. É precisamente este último, na qualidade de Mestre da Ordem de Cristo, titular das ilhas, que lhe entregou a administração da capitania de Porto Santo, porquanto as do Funchal e de Machico tinham sido entregues, respectivamente, a João Gonçalves Zarco e a Tristão Vaz Teixeira. A sua capitania, cuja colonização efectiva terá começado em 1428, foi desde o início a menos próspera das três, e a fome e pirataria assolaram-na constantemente. Uma memória antiga atribuiu-lhe parte da responsabilidade pela actual escassa vegetação do Porto Santo, narrando que, na ocasião do seu primeiro desembarque na ilha, levava entre os seus pertences uma coelha prenhe que, tendo escapado, "povoou-a" com os seus descendentes. Estes por sua vez, reproduzindo-se sem predadores naturais, foram os responsáveis pela destruição da vegetação que lá subsistia.Em 1438 era, com seu irmão Rafael ou Richarte Perestrello ou Perestrelo (c. 1390 – ?), o qual era Prior do Mosteiro de Santa Marinha na cidade de Lisboa e, parece, Vigário Geral do Arcebispo de Lisboa D. Pedro de Noronha, Vereador do Senado da Câmara de Lisboa. Seu irmão aparece como Rafael e como Richarte. Como Rafael Palestrello, Prior de Santa Marinha, teve, a 2 de Junho de 1413, mercê de coutada da sua Quinta chamada do Algarve, no termo de Lisboa. Como Richarte Palastrello, Prior de Santa Marinha de Lisboa, teve em Beatriz Anes, mulher solteira, dois filhos naturais, Sebastião Palastrello e João Palastrello (c. 1413 – ?), casado com (Mécia) Lopes e com geração, legitimados por Carta Real de D. João I de 11 de Julho de 1423, e uma filha natural não legitimada, Violante Perestrello, casada com Gil da Veiga, criado de Rui Va[...], Cavaleiro da Casa do Infante D. Henrique, o qual, a 12 de Fevereiro de 1450, D. Afonso V nomeou para o cargo de Escrivão do Mordomado e Relego da vila de Faro. Tiveram, ainda, uma irmã, Catarina Perestrello, casada com Aires Gomes de Beja, Escrivão da Puridade de D. João I, filho legitimado por Carta Real de D. Fernando I de Gomes Lourenço de Beja. A 15 de Maio de 1441 D. Afonso V de Portugal afora a Pero Gonçalves, mercador, umas casas na cidade de Lisboa, na Rua Nova, que estavam aforadas a Bartolomeu Perestrelo, cavaleiro, e a Margarida Martins, sua mulher, segundo carta de D. João I de Portugal de 8 de Junho de 1431. Em 1442, era Procurador do Senado da Câmara de Bragança.Foi o pai da esposa de Cristovão Colombo, Filipa Moniz.Primitiva administração da Capitania do Porto SantoeditarBartolomeu Perestrelo foi nomeado 1.° Capitão-Donatário Hereditário da Ilha de Porto Santo a 1 de Novembro de 1446.Bartolomeu Perestrelo cedo se revelou desgostoso com a parte que lhe coubera, e logo nos primeiros anos de administração desistiu da sua capitania e regressou ao Reino, tendo sido obrigado a regressar ao Porto Santo pelo Infante D. Henrique.Só a 1 de Setembro de 1449, já referido como Fidalgo da Casa do Infante D. Henrique, teve deste o Senhorio da dita ilha de Porto Santo: "Eu dou carreguo a Bertholomeu perestrello, fidalgo de minha casa da minha ylha de porto santo para que elle dito Bertholomeu perestrello ha mantenha por mim em Justiça & direyto & morrendo elle a mim praz que seu filho primeyro ou algum se tal for tenha este carreguo pela guisa suso dita y asy de decemdente em decemdente por linha dereyta... tenha... jurisdiçom... do ciuell & crime resalbando morte ou talhamento de membro...". Morto Perestrelo cerca de 1457 mas antes de 1458, foi sepultado na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade, e a Capitania passa para as mãos da viúva, Isabel Moniz, administradora na menoridade do filho Bartolomeu, a qual logo em 1458 acerta a sua venda por 300 000 reais, com mais 30 000 de juro anual, a Pedro Correia da Cunha, casado com uma sua enteada, Isoa Perestrela.[2] Pedro Correia da Cunha foi, assim, o 2.º capitão do donatário na ilha do Porto Santo, mudando-se depois para os Açores, onde se fixaria na ilha Graciosa. Apenas em 1473, sendo Bartolomeu Perestrelo, o Moço, já maior, este move uma acção junto de D. Afonso V conseguindo recuperar a Capitania,[1] tornando-se assim o 3º Capitão do Donatário, e voltando a Capitania da Ilha do Porto Santo à linhagem dos Perestrelos na qual ficaria, no entanto, por poucas gerações, e com uma administração tão gravosa e arrogante, de mistura com vários crimes de sangue, que cedo lhes granjeou o ódio da população da Ilha.Casamentos e descendênciaeditarCasou primeira vez c. 1418 com Branca Dias, falecida antes de 1425, da qual teve uma filha:[3]Branca Dias Perestrelo (c. 1419 – Lisboa, d. 1470), Donzela da Rainha D. Leonor de Aragão, que foi amante de D. Pedro de Noronha (Gijón, 1382 – Lisboa, 20 de Agosto de 1452), 2.° Arcebispo de Lisboa, do qual teve três dois filhos e três filhasCasou segunda vez antes de 8 de Junho de 1431 com Margarida Martins, da qual não teve descendência. É certo que eram casados, pois, nessa data, D. João I doa a este casal umas casas de foro na Rua Nova, junto á Porta da Herva, em Lisboa.Casou terceira vez c. 1446 com Catarina de Mendonça (c. 1430 – ?), filha natural de Afonso Furtado de Mendoça, da qual teve três filhas:[4]Catarina Furtado (c. 1447 – ?), casada c. 1464 com Mem Rodrigues de Vasconcelos, Comendador do Seixo, do qual teve uma filha e um filhoFilipa de Mendonça (c. 1448 – ?), casada com João Teixeira, filho de Tristão Vaz Teixeira, 1.° Capitão-Donatário Hereditário do Machico, e de sua mulher e prima Branca TeixeiraIzeu Perestrelo (c. 1449 – ?), casada com Pedro Correia da Cunha (c. 1427 - 1499), 1.° Capitão-Donatário Hereditário da Ilha Graciosa, do qual teve um filho e quatro filhasCasou quarta vez c. 1450 com Isabel Moniz, da qual teve dois filhos e duas filhas: Bartolomeu Perestrelo, o Moço (1451 – d. 6 de Novembro de 1522), 2.° Capitão-Donatário de Porto Santo a 15 de Março de 1473, casado com Guiomar Teixeira, com geraçãoFilipa Moniz Perestrelo ou Perestrello (Ilha de Porto Santo – ?), casada em 1478 com Cristóvão Colombo, 1.° Almirante das Índias, do qual teve um filho D. Cristóvão Moniz, Frade Carmelita e depois BispoBriolanja Moniz, nomeada no Testamento de Cristóvão Colombo, casada primeira vez com Miguel Muliart, com quem vivia em Huelva, em 1485, e, depois, em Sevilha, em 1493, o qual acompanhou Cristóvão Colombo na sua segunda viagem à América; Briolanja Moniz parece que casou segunda vez com Francesco de Bardi. ERROFONTE!!! Caminho dos Diamantesestrada da era colonial no BrasilO Caminho dos Diamantes foi uma das estradas reais abertas no Brasil no século XVIII em função da mineração.Às grandes vias que vinham de São Paulo e do Rio de Janeiro até Minas Gerais, somavam-se trechos regionais, abertos na década de 1730 para o acesso à região diamantífera, entre os quais se destaca esta via estabelecida desde 1729, após a descoberta de diamantes na região do Serro Frio. O seu percurso ligava a sede da Capitania, Vila Rica (atual Ouro Preto), à sede do distrito diamantífero, o Arraial do Tijuco (atual Diamantina). A partir da Vila Rica alcançava a Vila do Ribeirão do Carmo de onde inflectia para o Norte, rumo ao Tijuco, passando por Catas Altas, Santa Bárbara, Conceição (atual Conceição do Mato Dentro) e Vila do Príncipe (atual Serro). Uma variante deste trecho, entre Santa Bárbara e Cocais, conduzia a Sabará, por Vila Nova da Rainha (atual Caeté). Por estas vias se dava o abastecimento da região diamantífera, a imigração e o escoamento da sua produção mineral. ERROFONTE!!! Etelvulfo de Wessex (em inglês antigo: Æþelwulf, "nobre lobo"), foi rei de Wessex desde 839 até à sua morte em 858. Era o único filho conhecido do rei Egberto de Wessex.[1] Conquistou o reino de Kent em representação do seu pai em 825, e foi algum tempo depois designado rei de Kent[2] como sub-rei de Egberto. Sucedeu ao seu pai como rei de Wessex, aquando da morte de Egberto em 839, momento em que o seu reino se estendia desde o condado de Kent, no leste, até Devon no Oeste. Ao mesmo tempo, o seu filho mais velho Etelstano tornou-se sub-rei de Kent. Filho(s) - Etelstano de Kent - Etelsvita da Mércia - Etelbaldo de Wessex - Etelberto de Wessex - Etelredo de Wessex - Alfredo, o Grande AntecedenteseditarNo início do século IX, a Inglaterra estava quase completamente sob o controle dos anglo-saxões, sendo Mercia e Wessex os mais importantes reinos do sul. A Mércia foi dominante até à década de 820, e exerceu a soberania sobre a Ânglia Oriental e Kent, mas Wessex foi capaz de manter a independência de seu vizinho mais poderoso. Ofa, rei da Mércia de 757 a 796, foi a figura dominante da segunda metade do século VIII. O rei Beortrico de Wessex (786-802) casou-se com a filha de Ofa em 789. Beortrico e Ofa levaram o pai de Etelvulfo, Egberto, para o exílio, e ele passou vários anos na corte de Carlos Magno, em França. Egberto era filho de Ealmundo, que havia sido rei de Kent em 784. Após a morte de Ofa, o rei Cenulfo da Mércia (796-821) manteve o domínio de Mércia, mas é incerto se Beortrico alguma vez aceitou a subordinação política, e quando ele morreu em 802 Egberto tornou-se rei, talvez com o apoio de Carlos Magno.[3] Durante duzentos anos, três famílias lutaram pelo trono Saxão Ocidental, e nenhum filho seguiu seu pai como rei. A melhor hipótese de Egberto era que ele era tataraneto de Ingildo, irmão do rei Ine (688-726), e em 802 pareceria muito improvável que ele estabelecesse uma dinastia duradoura.[4]Quase nada está registado dos primeiros vinte anos do reinado de Egberto, além de campanhas contra a Cornualha nos anos 810.[5] O historiador Richard Abels argumenta que o silêncio da Crónica anglo-saxónica foi provavelmente intencional, ocultando o expurgo de Egberto pelos magnatas de Beortrico e a supressão das linhas reais rivais.[6] As relações entre os reis da Mércia e seus súbditos de Kent eram distantes. O ealdormano de Kentish não compareceu à corte do rei Cenulfo, que querelou com o arcebispo Vulfredo de Canterbury (805-832) sobre o controle dos mosteiros de Kent; A principal preocupação de Cenulfo parece ter sido obter acesso à riqueza de Kent. Seus sucessores, Ceolvulfo I (821-23) e Beornevulfo (823-26) restauraram as relações com o arcebispo Vulfredo, e Beornevulfo nomeou um sub-rei de Kent, Baldredo.[7]A Inglaterra sofreu ataques vikings no final do século VIII, mas nenhum ataque foi registado entre 794 e 835, quando a Ilha de Sheppey, em Kent, foi devastada.[8] Em 836, Egberto foi derrotado pelos vikings em Carhampton, Somerset,[8] mas em 838 venceu uma aliança de homens da Cornualha e vikings na Batalha de Hingston Down, reduzindo a Cornualha ao status de um reino cliente.[9]Elias III de Jerusalém foi o patriarca de Jerusalém entre 878 e 907. Ele teve que enfrentar o problema de ter que pagar a grande dívida deixada por seu antecessor, Teodósio de Jerusalém. Segundo Eutíquio de Alexandria, seu nome era Elias ibne Almançor, descendente de uma família que colaborava com os muçulmanos e irmão do finado patriarca Sérgio I[1].Vida e obraseditarNada se sabe sobre os primeiros anos da vida de Elias. Ele pode ter sido o sincelo (secretário) que Teodósio enviou como seu legado ao Concílio de Constantinopla de 869-870 (que depôs Fócio). Em 881, ele enviou dois monges, Gisberto e Reinardo, até a corte do imperador carolíngio Carlos, o Gordo (r. 879–888) para tentar conseguir um subsídio para pagar a reforma das igrejas de Jerusalém, danificadas pelos muçulmanos. A estes custos se somava ainda a grande dívida deixada por Teodósio. Mesmo apurado, Elias recusou uma oferta feita pela filha de um velho muçulmano para quitar a dívida (e que poderia trazer-lhe ainda mais problemas com as autoridades). Elias não se opôs quando o imperador bizantino Leão VI, o Sábio (r. 886–912), informou aos patriarcas orientais que queria se casar pela quarta vez. Em 906, Elias consagrou Cristódulo como patriarca de Alexandria. Porém, os fiéis da cidade foram contra e se recusaram a admiti-lo até que Cristódulo repetisse as preces de consagração[1]. Tradicionalmente, acredita-se que Elias teria morrido em 907 Porém, de acordo com um manuscrito preservado no Mosteiro de Santa Catarina, ele teria morrido em 4 de outubro de 906, uma data questionada por alguns acadêmicos[1]. . Ele se correspondeu com Alfredo I, o Grande[2]. Alfredo, o Grande (em inglês antigo Ælfred; 849 – 26 de outubro de 899) foi Rei de Wessex, de 871 a 899, e Rei dos Anglo-Saxões de 886 a 899. Alfredo defendeu o seu reino contra os viquingues, e à época de sua morte, era o governante dominante na Inglaterra. Ele é um dos dois reis ingleses a quem foi concedido o epíteto "O Grande", sendo o outro Canuto, o Grande. Os detalhes de sua vida são conhecidos graças ao bispo de Sherbone, João Asser, e a um cronista galês do século X. A reputação de Alfredo é de um homem culto e misericordioso, que incentivou a educação e melhorou o sistema legal e a estrutura militar de seu reino. Alfredo nasceu na localidade de Wanating, actualmente Wanatag, Oxfordshire, sendo o filho mais novo de Etelvulfo, rei de Wessex, e da sua primeira esposa, Osburga. Em 855, com idade de 4 anos, diz-se que Alfredo foi enviado a Roma, onde de acordo com a Crónica Anglo-saxónica, ele foi confirmado pelo Papa Leão IV que, "o ungiu como rei". Escritores vitorianos interpretaram este episódio como uma coroação antecipada em preparação para a sua sucessão definitiva ao trono de Wessex. Contudo, esta sucessão não podia ser prevista na época, porque Alfredo tinha três irmãos mais velhos vivos. Uma carta de Leão IV mostra que Alfredo foi feito cônsul; uma má interpretação desta investidura, deliberada ou acidental, pode explicar esta confusão. Esta interpretação pode também ser baseada no facto de mais tarde, Alfredo ter acompanhado o seu pai numa peregrinação a Roma, onde passou uma temporada na corte do Carlos, o Calvo do Império Carolíngio, por volta de 854–855. No seu regresso de Roma em 856, Etelvulfo foi deposto por seu filho Etelbaldo. Com a guerra civil iminente, os magnatas do reino uniram-se num conselho para chegar a um acordo. Etelbaldo reteria o condado ocidental (Wessex tradicional), e Etelvulfo reinaria no leste.Quando o rei Etelvulfo morreu em 13 de janeiro de 858, Wessex foi dividido pelos três irmãos de Alfredo, Etelbaldo, Etelberto e Etelredo.[1]O bispo Asser conta a história de como em criança Alfredo ganhou de prémio um volume de poesia em inglês, oferecido pela sua mãe para o primeiro dos seus filhos que conseguisse memorizá-lo. A lenda também diz que o jovem Alfredo passou um tempo na Irlanda a procura de cura. Alfredo foi acometido por problemas de saúde durante a sua vida, possivelmente doença de Crohn. As estátuas de Alfredo em Winchester e Wantage retratam-no como um grande guerreiro. Evidências sugerem que não seria forte fisicamente, e embora sem falta de coragem, foi mais conhecido pelo seu intelecto do que pelo seu carácter bélico.[2]Reinado dos irmãos de AlfredoeditarDurante os curtos reinados de dois dos três irmãos mais velhos, Etelbaldo de Wessex e Etelberto de Wessex, Alfredo não é mencionado. Um exército dinamarquês que a Crónica Anglo-Saxónica descreve como um Grande Exército Pagão que desembarcou no leste do Reino da Ânglia Oriental com o intuito de conquistar os quatro reinos que constituíam a Inglaterra Anglo-Saxónica em 865.[3] Foi com o pano de fundo de um exército viquingue furioso que a vida pública de Alfredo se iniciou, com a adesão do seu terceiro irmão, Etelredo de Wessex, em 866.Foi durante este período que o bispo Asser aplica a Alfredo o título único de secundário ("secundarius"), o que pode indicar uma posição semelhante à de tanista celta, um sucessor reconhecido intimamente associado ao monarca reinante. É possível que esse acordo tenha sido sancionado pelo pai de Alfredo, ou pelo Wita para se proteger contra o perigo de uma sucessão ser disputada caso Etelredo de Wessex caísse em batalha.Combate contra a invasão vikingeditarEm 868, Alfredo lutou ao lado do irmão Etelredo numa tentativa frustrada para manter o Grande Exército Pagão, liderado por Ivar, o Desossado, fora do reino adjacente de Mércia.[4] No final de 870, os dinamarqueses chegaram a sua terra natal. O ano que se seguiu tem sido chamado de "o ano das batalhas de Alfredo". Nove batalhas foram travadas com resultados diferentes, embora o local e a data de duas dessas batalhas não estejam registados.Em Berkshire, uma escaramuça com sucesso, na Batalha de Englefield a 31 de dezembro de 870, foi seguida por uma derrota severa no cerco e batalha de Reading, pelo irmão de Ivar, Haldano a 5 de janeiro de 871. Quatro dias mais tarde, os anglo-saxões conquistaram uma brilhante vitória na Batalha de Ashdown em Berkshire Downs, possivelmente perto de Compton ou Aldworth.[5] Alfredo está particularmente relacionado com o sucesso desta batalha.[5]Mais tarde neste mês, a 22 de janeiro, os ingleses foram derrotados na Batalha de Basing. São novamente derrotados a 22 de março, na Batalha de Merton.[5] Etelredo morre pouco depois, a 23 de abril.O Rei na guerraeditarLutas iniciais, derrota e fugaeditarEm abril de 871, menos de um mês após a Batalha de Marton, o rei Etelredo morre, e Alfredo o sucede no trono de Wessex e na tarefa da sua defesa, apesar do facto de Etelredo ter deixado dois filhos menores, Etelelmo e Etevoldo. Este facto está de acordo com o estabelecido entre Etelredo e Alfredo no início do ano numa assembleia em Swinbeorg. Os irmãos concordaram que qualquer deles que sobrevivesse ao outro, herdaria os bens pessoais que o rei Etelvulfo deixou em testamento para os seus filhos.Os filhos do falecido receberiam apenas as propriedades e riquezas que seu pai tenha estabelecido e qualquer terra adicional que o seu tio tivesse adquirido. A premissa não declarada era a de que o irmão sobrevivente seria rei. Dada a invasão dinamarquesa em curso e a juventude de seus sobrinhos, a sucessão de Alfredo foi provavelmente incontestada.Enquanto ele estava ocupado com as cerimônias fúnebres de seu irmão, os dinamarqueses derrotaram o exército inglês na sua ausência num lugar desconhecido, e uma vez mais na sua presença, em Wilton, no mês de maio.[5] A derrota em Wilton esmagou qualquer esperança remota de Alfredo expulsar os invasores do seu reino. Ele foi obrigado a entrar em um acordo de paz, de acordo com fontes que não revelam os termos de paz.[6]De facto, o exército viquingue retirou-se de Reading no outono de 871 para ocupar quartéis de inverno na Londres Merciana. Embora não mencionado por Asser ou pela Crónica Anglo-Saxónica, Alfredo provavelmente também pagou para os viquingues saírem, tanto como os mercianos iriam pagar no ano seguinte.[6] Achados que datam da ocupação viquingue de Londres em 871/2 foram escavados em Croydon, Gravesend e na Ponte de Waterloo. Estes achados sugerem o custo envolvido para se fazer a paz com os viquingues. Nos cinco anos seguintes, os dinamarqueses ocuparam outras partes da Inglaterra.[7]Em 876, sob um novo líder, Gutrum, os dinamarqueses conseguiram passar pelo exército inglês e atacaram e ocuparam Wareham, em Dorset. Alfredo bloqueou-os, mas foi ineficaz em reconquistar Wareham por assalto.[5] Desta forma, negociou uma paz que envolveu uma troca de reféns e juramentos, que os dinamarqueses juraram sob um "anel sagrado" associado com a adoração do deus nórdico Thor.[4] Os dinamarqueses, contudo, quebraram este juramento e, após matarem todos os reféns, fugiram na calada da noite para Exeter, em Devon.[4]Alfredo bloqueou os navios viquingues em Devon, que com uma frota espalhada por uma tempestade, foram forçados a submeter-se e se retiram para a Mércia. Em janeiro de 878, os dinamarqueses fizeram um ataque repentino a Chippenham, uma fortaleza real na qual Alfredo estava hospedado desde o Natal. De acordo com a Crônica Anglo-Saxônica:"e a maioria das pessoas foram assassinadas, excepto o rei Alfredo, o qual com uma pequena tropa reunida por ele consegue fugir... pelo bosque e pântano, e depois da Páscoa ele... construiu uma fortaleza em Athelney, e dessa fortaleza começa a lutar contra o inimigo".[4]A partir deste forte de Athelney, uma ilha nos pântanos de Somerset, Alfredo foi capaz de montar um movimento de resistência efectivo, reunindo milícias locais de Somersert, Wiltshire e Hampshire.[5]Uma lenda popular, originária de crônicas do século XII,[8] conta como quando ele primeiro fugiu para Somerset Levels, Alfredo foi abrigado por uma camponesa, que sem saber da sua identidade, deixou-o vigiar alguns bolos que tinha deixado a cozinhar no forno. Preocupado com os problemas do seu reino, Alfredo acidentalmente deixou os bolos queimar.O ano 870 foi de baixa maré na história dos reinos anglo-saxões. Com todos os outros reinos caídos perante os viquingues, Wessex sozinho continuou a resistir.[9]Contra-ataque e vitóriaeditarNa sétima semana após a Páscoa (4-10 de Maio de 878), por volta do Pentecostes, Alfredo cavalga até à Pedra de Egberto a este de Selwood, onde foi recebido por "todo o povo de Somerset e de Wiltshire e da parte de Hampshire que está deste lado do mar (isto é, a oeste de Southampton Water), e alegram-se ao vê-lo".[4] O aparecimento de Alfredo a partir da sua fortaleza pantanosa foi parte de uma ofensiva planejada cuidadosamente que implicou o aumento de fyrds de três condados. Isto significa não só que o rei tinha mantido a lealdade dos membros da aristocracia (que foram encarregados da cobrança e do comando das suas forças), mas também que estes tinham mantido as suas posições de autoridade nessas localidades suficientemente bem para responder à sua convocação para a guerra. As acções de Alfredo também sugerem um sistema de olheiros e mensageiros.[10]Alfredo obteve uma vitória decisiva na seguinte batalha de Edington, que possivelmente foi travada em Westbury, Wiltshire.[5] Ele perseguiu os dinamarqueses até seu reduto em Chippenham e submeteu-os. Um dos termos de rendição foi que Gutrum se convertesse ao cristianismo. Três semanas depois o rei dinamarquês e 29 de seus principais chefes receberam o batismo na corte de Alfredo em Aller, perto de Athelney, com Alfredo a receber Gutrum como seu filho espiritual.[5]A "desvinculação do crisma" ocorreu com grande cerimónia oito dias mais tarde na propriedade real em Wedmore em Somerset, após o que Gutrum cumpriu a sua promessa de deixar Wessex. Não há nenhuma evidência contemporânea de que Alfredo e Gutrum tenham acordado um tratado formal neste tempo; o chamado Tratado de Wedmore é uma invenção dos historiadores modernos. O tratado entre Alfredo e Gutrum, preservado em inglês antigo no Corpus Christi College, Cambridge (manuscrito 383), e numa compilação em latim conhecida como Quadripartitus, foi negociado mais tarde, talvez em 879 ou 880, quando o rei Ceolvulfo II de Mércia foi deposto.[11]Este tratado dividiu o reino de Mércia. Nestes termos a fronteira entre o reino de Alfredo e Gutrum estendeu-se do rio Tamisa ao rio Lea; seguindo o Lea até à sua nascente (perto de Luton); a partir daqui estendeu-se numa estreita linha até Bedford; e a partir de Bedford seguindo o rio Ouse até Watling Street.[12]Por outras palavras, Alfredo consegue o reino de Ceolvulfo, composto pela Mércia ocidental; e Gutrum incorporou a parte oriental de Mércia no reino alargado da Ânglia Oriental (doravante conhecido por Danelaw). Pelos termos do tratado, além disto, Alfredo tinha o controle sobre a cidade de Londres merciana - pelo menos na altura.[13] A disposição de Essex, realizada por reis saxões do Ocidente desde os dias de Egberto, não é clara a partir do tratado, no entanto, dada a superioridade política e militar de Alfredo, teria sido surpreendente se ele tivesse concedido qualquer território em disputa para o seu novo afilhado.Os anos tranquilos; a Restauração de Londres (880s)editarCom a assinatura do Tratado de Alfredo e Gutrum, um evento ocorreu por volta de 880, quando o povo de Gutrum começou a estabelecer-se na Ânglia Oriental, Gutrum foi neutralizado como ameaça.[14] Em conjunto com este acordo um exército dinamarquês deixou a ilha e partiu para Ghent.[15]Alfredo ainda foi obrigado a lidar com uma série de ameaças dinamarquesas. Um ano mais tarde, em 881, Alfredo travou uma pequena batalha naval contra quatro navios dinamarqueses "em alto-mar".[15] Dois dos navios foram destruídos e os outros renderam-se às forças de Alfredo.[16] Pequenas escaramuças similares com invasores independentes viquingues teriam ocorrido durante décadas.No ano de 883, embora haja algum debate sobre o ano, o rei Alfredo, por causa de seu apoio e da sua doação de esmolas a Roma, recebeu uma série de presentes do Papa Marino.[17] Entre estes presentes encontrava-se um pedaço da verdadeira cruz, um verdadeiro tesouro para o rei saxão devoto. De acordo com a Asser, por causa da amizade do Papa Marino com o rei Alfredo, o papa concedeu uma isenção a anglo-saxões que residissem dentro de Roma de imposto ou tributo.[15]Após a assinatura do tratado com Gutrum, Alfredo foi poupado a quaisquer conflitos de larga escala por algum tempo. Apesar desta relativa paz, o rei ainda foi obrigado a lidar com uma série de ataques e incursões dinamarquesas. Entre estes estava uma incursão a ter lugar em Kent, um país aliado no Sudeste da Inglaterra, durante o ano de 885, o que foi muito possivelmente o maior ataque desde os combates com Gutrum. O relato de Asser do ataque coloca os invasores dinamarqueses na cidade saxã de Rochester,[15] onde construíram uma fortaleza temporária, a fim de sitiar a cidade. Em resposta a esta incursão, Alfred levou uma força anglo-saxónica contra os dinamarqueses que, em vez de lutarem com o exército de Wessex, fugiram para os seus navios encalhados e navegaram para outra parte da Grã-Bretanha. A força dinamarquesa supostamente recuando deixou a Grã-Bretanha no verão seguinte.[15]Não muito tempo depois do ataque dinamarquês ter falhado em Kent, Alfredo despachou a sua frota de Ânglia Oriental. O objectivo desta expedição é debatido, embora Asser afirme que foi por causa de pilhagem.[15] Depois de viajar até ao Rio Stour, a frota foi recebida por navios dinamarqueses em número de 13 ou 16 (fontes variam sobre o número) seguindo-se uma batalha.[15] A frota anglo-saxónica saiu vitoriosa e, como conta Huntingdon, "carregada de despojos".[18] A frota vitoriosa foi, então, surpreendida ao tentar deixar o Rio Stour e foi atacada por uma força dinamarquesa na foz do rio. A frota dinamarquesa foi capaz de derrotar a frota de Alfredo que pode ter sido enfraquecido no compromisso anterior.[19]Um ano depois, em 886, Alfredo reocupou a cidade de Londres e partiu para torná-la habitável novamente.[20] Alfredo confiou a cidade aos cuidados de seu genro Etelredo, ealdormano de Mércia. A restauração de Londres avançava através da segunda metade da década 880 e acredita-se que girava em torno de um novo plano de rua, acrescentou fortificações, além das muralhas romanas existentes, e, alguns acreditam, a construção de fortificações correspondentes na margem sul do Rio Tamisa.[21]Este é também o período em que quase todos os cronistas concordam que o povo saxão da pré-unificação de Inglaterra estão submetidos a Alfredo. Isto não foi, no entanto, a altura em que Alfredo veio a ser conhecido como o rei de Inglaterra; na verdade ele nunca adotaria o título para si mesmo. Na verdade o poder que Alfredo exercia sobre os povos ingleses neste momento parecia provir em grande parte do poderio militar dos saxões ocidentais, das ligações políticas de Alfredo de ter o governante de Mércia como seu genro e dos talentos administrativos aguçados de Alfredo.Entre a restauração de Londres e a retorno dos ataques dinamarqueses em grande escala no início dos anos 890, o reinado de Alfredo foi bastante monótono. A relativa paz do final dos anos 880 foi marcada pela morte da irmã de Alfredo, Etelsvita, que morreu a caminho de Roma em 888. No mesmo ano, o arcebispo da Cantuária, Etelredo, também morreu. Um ano depois, Gutrum, ou Etelstano o seu nome de batismo, o ex-inimigo de Alfredo e rei da Ânglia Oriental, morreu e foi enterrado em Hadleigh, Suffolk.A morte de Gutrum marcou uma mudança na esfera política de Alfredo. A morte de Gutrum criou um vazio de poder que incitou outros senhores da guerra, sedentos de poder, e ansiosos pelo seu lugar nos anos seguintes. Os anos tranquilos da vida de Alfredo estavam a chegar ao fim, e a guerra estava no horizonte.Novos ataques viquingues repelidos (anos 890)editarDepois de mais um período de calma, no outono de 892 ou 893, os dinamarqueses atacaram novamente. Encontraram a sua posição na Europa continental precária, cruzaram a Inglaterra em 330 navios em duas divisões. Entrincheirados, o corpo maior em Appledore, Kent, e o menor, sob Hastein, em Milton, também em Kent. Os invasores trouxeram as suas esposas e filhos com eles, indicando uma tentativa significativa de conquista e colonização. Alfredo, em 893 ou 894, assumiu uma posição de onde podia observar ambas as forças.Enquanto ele estava em negociações com Hastein, os dinamarqueses em Appledore quebraram e atingiram o noroeste. Eles foram surpreendidos pelo filho mais velho de Alfredo, Eduardo, e foram derrotados num combate geral no Farnham em Surrey. Eles refugiaram-se numa ilha em Thorney, em Hertfordshire Rio Colne, onde foram bloqueados e foram finalmente forçados a submeter-se. A força caiu em Essex e, depois de sofrer outra derrota em Benfleet, uniram-se à força de Hastein em Shoebury.Alfredo estava a caminho para aliviar o seu filho em Thorney quando ouviu que os Nortúmbrios e os dinamarqueses este anglianos sitiavam Exeter e uma fortaleza sem nome na costa norte de Devon. Alfredo imediatamente correu para oeste e levantou o cerco de Exeter. O destino do outro lugar não é conhecido. Enquanto isto ocorria, a força estabelecida sob Hastein marchou até ao Vale do Tamisa, possivelmente com a ideia de ajudar os seus amigos, no oeste. Mas eles foram recebidos por uma grande força dos três grandes ealdormanos de Mércia, Wiltshire e Somerset, e forçando a frente para o noroeste, finalmente os alcançaram e bloquearam em Buttington. Alguns identificam isto como Buttington Tump na foz do rio Wye, outros como Buttington perto de Welshpool. Uma tentativa de romper as linhas inglesas foi derrotada. Os que escaparam recuaram para Shoebury. De seguida, após a recolha de reforços, eles fizeram uma invasão repentina em toda a Inglaterra e ocuparam as muralhas romanas arruinadas de Chester. Os Ingleses não tentaram um bloqueio de inverno, mas contentaram-se em destruir todas os abastecimentos no distrito. No início de 894 (ou 895), a necessidade de alimentos obrigou os dinamarqueses a retirarem-se mais uma vez para Essex. No final deste ano e no início de 895 (ou 896), os dinamarqueses enviaram os seus navios pelo rio Tamisa e pelo Rio Lea e fortificaram-se 20 milhas (32 km) a norte de Londres. Um ataque direto contra as linhas dinamarquesas falhou, mas, no final do ano, Alfredo viu uma forma de obstruir o rio, de modo a impedir a saída dos navios dinamarqueses. Os dinamarqueses perceberam que estavam encurralados. Eles atacaram o norte - oeste e o inverno no Cwatbridge perto Bridgnorth. No ano seguinte, 896 (ou 897), eles desistiram da luta. Alguns retiraram-se para a Nortúmbria, e outros para a Ânglia Oriental. Aqueles que não tinham ligações na Inglaterra retiraram-se de volta para o continente.........As tribos germânicas que invadiram a Grã-Bretanha nos séculos V e VI usavam a infantaria não armada fornecida pela sua contribuição tribal, e foi sobre este sistema que o poder militar dos vários reinos do início da Inglaterra anglo-saxã dependia. O fyrd era uma milícia local no condado anglo-saxão, no qual todos os homens livres tinham de servir, aqueles que recusavam o serviço militar foram sujeitos a multas ou à perda das suas terras. De acordo com o código de leis do rei Ine de Wessex, emitido em cerca de 694:Se um nobre que detém terra negligencia o serviço militar, ele deverá pagar 120 xelins e perder a sua terra, um nobre que não detém qualquer terra deve pagar 60 xelins; um plebeu deve pagar uma multa de 30 xelins por negligenciar o serviço militar.A história de Wessex em 878 enfatizou que o sistema tradicional de batalha que Alfredo tinha herdado favoreceu os dinamarqueses. Embora tanto os anglo-saxões como os dinamarqueses atacassem povoações para aproveitar a riqueza e outros recursos, empregaram nesses ataques estratégias muito diferentes. Nas suas incursões, os anglo-saxões tradicionalmente preferiam atacar de frente, reunindo as suas forças numa parede de escudos, avançando contra o seu objectivo e superando a parede que se aproximava empacotada contra eles na defesa.[22]Em contraste, os dinamarqueses preferiam escolher alvos fáceis, mapeando incursões cautelosamente projetadas para evitar o risco de todo o seu saque acumular com os ataques de alto risco para obter mais. Alfredo determinou que a sua estratégia era lançar ataques em menor escala a partir de uma segura base reforçada defensável para que pudessem recuar os seus atacantes face a uma resistência forte.[22]Estas bases foram preparadas com antecedência, muitas vezes através da captura de uma propriedade e aumentando as suas defesas com fossos, muralhas e paliçadas. Uma vez no interior da fortificação, Alfredo percebeu, que os dinamarqueses apreciavam a vantagem, melhor situados para aguentar mais que seus adversários ou esmagá-los com um contra-ataque como as disposições e resistência das forças sitiantes diminuíam.[22]A forma como eles dispunham as forças para se defender contra saqueadores também deixou os anglo-saxões vulneráveis aos viquingues. Era a responsabilidade do fyrd lidar com ataques locais. O rei poderia chamar a milícia nacional para defender o reino, no entanto, no caso de incursões de ataque e fuga, por viquingues, problemas com a comunicação e o aumento de suprimentos significava que a milícia nacional não poderia ser reunida com a rapidez necessária, uma vez que só depois dos ataques estarem em andamento é que se chamava os proprietários das terras para reunirem os homens para a batalha, e grandes regiões poderiam ser devastadas antes da milícia recém-montada chegar. E, embora os proprietários obrigados pelo rei a fornecerem esses homens quando chamados, durante os ataques em 878, muitos deles de forma oportunista abandonaram o seu rei e colaboraram com Gutrum.[23][24]Com estas lições em mente, Alfredo capitalizou os anos relativamente pacíficos imediatamente após a sua vitória em Edington, concentrando-se numa reestruturação ambiciosa das defesas militares de seu reino. Numa viagem a Roma, Alfredo tinha ficado com Carlos, o Calvo, e é possível que ele possa ter estudado como os reis carolíngios tinha lidado com o problema viquingue, e aprendendo com a sua experiência foi capaz de montar um sistema de tributação e de defesa para o seu próprio reino. Além disso, havia um sistema de fortificações na Mércia pré-viquingue, que também pode ter sido uma influência. Assim, quando os ataques viquingues voltaram em 892, Alfredo estava melhor preparado para enfrentá-los com uma posição, o exército de campo móvel, uma rede de guarnições, e uma pequena frota de navios que navegam nos rios e estuários.[25][26][27]Administração e taxaçãoeditarInquilinos na Inglaterra anglo-saxã tinha uma obrigação com base na sua tríplice fundiária, os chamados "encargos comuns" do serviço militar, o trabalho de fortaleza, e de reparação da ponte. Esta obrigação tríplice tem sido tradicionalmente chamado trinoda neccessitas ou trimoda neccessitas.[28]Para manter os fortes, e reorganizar a milícia como um exército permanente, Alfredo expandiu o sistema de recrutamento de imposto e com base na produtividade das terras de um inquilino. A hida foi a unidade básica do sistema no qual foram avaliados obrigações públicas do inquilino. A hida é considerado para representar a quantidade de terra necessária para sustentar uma família. A hida difere em tamanho de acordo com o valor e os recursos da terra. Sendo que o proprietário teria que oferecer um serviço com base em quantas hida possuía.[28][29]Sistema de fortificaçõeseditarO centro do sistema de defesa militar reformado de Alfredo foi a rede de fortificações (burhs), distribuídas em pontos estratégicos por todo o reino.[30] Havia trinta e três espaçadas aproximadamente por 30 km (19 milhas) de distância, permitindo aos militares enfrentar os ataques em qualquer lugar do reino num único dia.[31][32]Os Burhs de Alfredo variaram desde antigas cidades romanas, como Winchester, onde as muralhas de pedra foram reparadas e fossos acrescentados, paredes de barro enormes cercadas por fossos largos provavelmente reforçados com revestimentos de madeira e paliçadas, como em Burpham, Sussex.[33][34] O tamanho dos burhs variou desde pequenos postos como Pilton a grandes fortificações estabelecidas em cidades, sendo a maior em Winchester.[35]Um documento contemporâneo agora conhecido como o Burghal Hidage fornece uma visão sobre como o sistema funcionava. Este lista o "hidage" para cada uma das cidades fortificadas contidas no documento. Por exemplo Wallingford tinha um hidage de 2,4 mil o que significa que os proprietários de terras ali eram responsáveis pelo fornecimento e alimentação de 2,4 mil homens, o número suficiente para manter 9,9 mil pés (3,0 km) da muralha[36]. Um total de 27 071 soldados foram necessárias em todo o sistema, ou aproximadamente um em cada quatro de todos os homens livres em Wessex.[37]Muitos dos burhs eram cidades gémeas construídas sobre um rio e ligadas por uma ponte fortificada, como aquelas construídos por Carlos, o Calvouma geração antes.[26] Os duplos burh bloquearam a passagem sobre o rio, forçando os barcos viquingues a navegar sob uma ponte repleta de homens armados com pedras, lanças ou flechas. Outros burhs foram localizados perto de moradias reais fortificadas permitindo que o rei controlasse melhor as suas fortalezas.[38]Esta rede de burhs bem guarnecidas colocou obstáculos significativos para os invasores viquingues, especialmente aqueles carregados de despojos. O sistema ameaçava rotas e comunicações viquingues tornando-se muito mais perigoso para os ataques viquingue. No entanto, aos viquingues faltava o equipamento necessário para realizar um cerco contra o burh e uma doutrina desenvolvida de cerco, tendo adaptado os seus métodos de luta para contra-ataques rápidos e retiradas desimpedidas para fortificações bem defendidas. As únicas opções deles era morrer de fome ou a submissão, mas isso permitiu que o rei tivesse tempo para enviar ajuda através do seu exército de campo móvel ou guarnições de burhs vizinhas. Nestes casos, os viquingues eram extremamente vulneráveis à perseguição por forças militares conjuntas do rei.[39] O sistema de burh de Alfredo era um desafio formidável contra o ataque viquingue que, quando estes voltaram em 892 e com sucesso invadiram uma fortaleza metade construída e mal guarnecida até ao estuário Lympne em Kent, os anglo-saxões foram capazes de limitar a sua penetração nas fronteiras externas de Wessex e Mércia.[40]O sistema burghal de Alfredo foi revolucionário na sua concepção estratégica e potencialmente caro na sua execução.Marinha InglesaeditarAlfredo também colocou a sua mão no desenho naval. Em 896,[41] ele ordenou a construção de uma pequena frota, talvez uma dúzia de navios longos, que, com 60 remos, eram duas vezes maiores que os navios de guerra viquingue. Este não era, como os vitorianos declararam, o nascimento da Marinha Inglesa. Wessex possuía uma frota real antes deste acontecimento. O Rei Etelstano de Kent e o ealdormano Ealhhere haviam derrotado uma frota viquingue em 851, capturando nove navios,[42] e o próprio Alfredo havia realizado ações navais em 882.[43]Mas, claramente, o autor da Crónica anglo-saxã e, provavelmente, o próprio Alfredo consideraram 897 como marcante no importante desenvolvimento do poder naval de Wessex. O cronista lisonjeia o seu patrono real referindo que os navios de Alfredo eram não só maiores, mas mais rápidos, mais estáveis e mais á superfície na água do que qualquer navio dinamarquês ou Frisío. É provável que, sob a tutela clássica de Asser, Alfredo utiliza-se o design dos navios de guerra gregos e romanos, com laterais elevadas, projetadas para o combate e não para navegação.[44]Alfredo tinha o poder do mar em mente - se ele poderia interceptar frotas atacantes antes delas desembarcarem, ele poderia poupar o seu reino a da devastação. Os navios de Alfredo podem ter sido superiores em concepção. Na prática, eles provaram ser muito grandes para serem bem manobrados nas águas próximas dos estuários e rios, os únicos lugares em que uma batalha naval poderia ocorrer.[44]Os navios de guerra da época não foram projetados para serem navios assassinos, mas para transporte de tropas. Tem sido sugerido que, de forma similar batalhas navais foram travadas no final idade viquingue na Escandinávia; estas batalhas navais podem ter levado a que um navio se tenha posto a par com um navio inimigo, altura em que a tripulação iria atacar os dois navios antes de embarcar na embarcação do inimigo. O resultado foi, efetivamente, uma batalha terrestre envolvendo combates corpo-a-corpo a bordo dos dois navios fustigados.[45]No primeiro confronto naval registado no ano de 896,[4][41] a nova frota de nove navios de Alfredo interceptou seis navios viquingues na foz de um rio não identificado ao longo do sul da Inglaterra. Os dinamarqueses tinham encalhado metade dos seus navios, e ido para o interior,[41] quer para descansar os seus remadores ou para procurar alimentos. Os navios de Alfredo imediatamente se moveram para bloquear sua fuga para o mar. Os três navios viquingues à tona tentaram romper as linhas inglesas.[41] Apenas um fez; Os navios de Alfredo interceptaram os outros dois.[41]A ancoragem dos barcos viquingues por eles próprios, fez com que a tripulação inglesa embarcasse nos navios do inimigo e começasse a matar todos a bordo. O único navio que escapou conseguiu fazê-lo apenas porque todos os navios pesados de Alfredo ficaram enterrados quando a maré desceu.[45] O que se seguiu foi uma batalha terrestre entre as tripulações dos navios enterrados. Os dinamarqueses, em muito menor número, teriam sido dizimados se a maré não tivesse subido. Quando isto ocorreu, os dinamarqueses voltaram para os seus barcos, que eram mais leves, e com rascunhos superficiais, foram libertados antes dos navios de Alfredo. Impotente, o Inglês observou como os viquingues remavam para passar por eles.[45]Os piratas tinham sofrido tantas baixas (120 dinamarqueses mortos contra 62 frisíos e Ingleses[41]), que tinham dificuldades em voltar para o mar.[41] Todos estavam muito feridos para remar em torno de Sussex e dois dirigiram-se contra a costa de Sussex (possivelmente em Selsey Bill[45]).[41] Os náufragos foram levados perante Alfredo em Winchester e foram enforcados.[41]Reforma LegaleditarNos anos 880 ou no início dos 890, Alfredo emitiu um longo domboc ou código de leis, que consistia nas suas leis "próprias", seguido um código emitido pelo seu falecido antecessor do século VII, rei Ine de Wessex.[46] Juntas, estas leis estão organizadas em 120 capítulos.Alfredo destacou, em especial, as leis que foram "encontradas nos dias de Ine, meu parente, ou Offa, rei dos mercianos, ou Rei Etelberto de Kent, que foram os primeiros entre os ingleses a recebe o batismo". Ele anexou ao invés de integrar as leis de Ine no seu código, e apesar de ter incluído, como tinha feito Etelberto, uma escala de pagamentos para indemnização por danos a várias partes do corpo, as duas tarifas de lesão não estão alinhadas. Offa não é conhecido por ter emitido um código de lei, o principal historiador, Patrick Wormald, a especular que Alfredo tinha em mente a capitular legatine de 786 que foi apresentado ao Offa por dois legados papais.[47]Cerca de um quinto do código de lei é ocupado pela introdução de Alfredo, que inclui traduções em inglês do Decálogo, alguns capítulos do Livro do Êxodo, e a "Carta Apostólica" dos Atos dos Apóstolos (15:23-29). A introdução pode ser melhor entendida como uma meditação de Alfredo sobre o sentido da lei cristã.[48] Ela traça a continuidade entre dom da lei de Deus a Moisés e a própria emissão da lei de Alfredo ao povo saxão ocidental. Ao fazer isto, ele liga o passado santo ao presente histórico e representa a doação da lei de Alfredo como um tipo de legislação divina.[49]Esta é a razão pela qual Alfredo dividiu o seu código em exatamente 120 capítulos: 120 foi a idade com que Moisés morreu e, no simbolismo do número dos primeiros exegetas bíblicos medievais, 120 ficou como por lei.[50] A ligação entre a Lei de Moisés e o código de Alfredo é a "Carta Apostólica", que explicou que Cristo "veio não para destruir ou anular os mandamentos, mas para cumpri-los, e ele ensinou misericórdia e mansidão" (Intro, 49,1). A misericórdia que Cristo inspira pela Lei Mosaica subjaz às tarifas de lesões que figuram tão proeminente nos códigos de leis bárbaras, desde sínodos cristãos "estabelecido, através desta misericórdia que Cristo ensinou que, para quase todos os delitos de primeira ofensa aos senhores seculares podem com sua permissão receber sem pecado a compensação monetária, que eles então fixaram".[51]O único crime que não poderia ser compensado com o pagamento de dinheiro é a traição de um senhor, "uma vez que Deus Todo-Poderoso não julga aqueles que o desprezaram, nem Cristo, o Filho de Deus, julgou aquele que o traiu à morte; e Ele ordenou que todos amassem o seu senhor, como a Ele mesmo".[51] A transformação de Alfredo a partir do mandamento de Cristo "Ame o teu próximo como a ti mesmo" (Mt 22:39-40) amar o seu senhor laico como seria amar o Senhor Cristo, assim se destaca a importância que Alfredo coloca sobre o senhorio, que ele entendeu como um vínculo sagrado instituído por Deus para o governo do homem.[52]Quando se muda a introdução do domboc às próprias leis, é difícil descobrir qualquer arranjo lógico. A impressão que se recebe é a de uma miscelânea de leis diversas. O código de lei, como tem sido preservado, é singularmente inadequado para uso em processos judiciais. Na verdade, várias das leis de Alfredo contradizem as leis de Ine que fazem parte integrante do código. A explicação de Patrick Wormald é a de que o código de lei de Alfredo deve ser entendido não como um manual legal, mas como um manifesto ideológico da realeza, "projetado mais para o impacto simbólico do que para o sentido prático".[53] Em termos práticos, a lei mais importante do código pode muito bem ser a primeira: "Ordenamos, o que é mais necessário, que cada homem mantenha cuidadosamente o seu juramento e a sua promessa", que expressa um princípio fundamental do direito anglo-saxão.[54]Alfredo dedicou uma considerável atenção e pensamento às questões judiciais. Asser ressalta a sua preocupação com a justiça judicial. Alfredo, de acordo com Asser, insistiu em rever acórdãos impugnados feitos pelos seus ealdormanos e reeves, e "olhava cuidadosamente para quase todos os julgamentos que eram passados [emissão] na sua ausência em qualquer lugar do reino, para ver se eram justos ou injustos".[55] Uma carta do reinado de seu filho, Eduardo, o Velho retrata Alfredo como ter ouvido um tal apelo em seu quarto, enquanto lavava as mãos.[56]Asser representa Alfredo como um juiz salomônico, meticuloso nas suas próprias investigações judiciais e crítico dos funcionários reais que prestavam julgamentos injustos ou insensatos. Embora Asser nunca mencione o código de leis de Alfredo, ele diz que Alfredo insistiu para que os seus juízes fossem alfabetizados para que pudessem aplicar-se "na a busca da sabedoria". O não cumprimento desta ordem real deveria ser punida com a perda do cargo.[57]A Crónica Anglo-saxã, encomendada na época de Alfredo, foi provavelmente escrita para promover a unificação (da Inglaterra),[58] ao passo que de A Vida do Rei Alfredo de Asser promove as realizações de Alfredo e qualidades pessoais. É possível que o documento tenha sido concebido desta forma, para que pudesse ser disseminado no País de Gales, já que Alfredo tinha adquirido recentemente soberania desse país.[58]Relações Estrangeiraseditar Asser fala de maneira grandiosa sobre as relações de Alfredo com potências estrangeiras, ainda que não haja muita informação disponível a este respeito.[5] O seu interesse em países estrangeiros é demonstrado pelas inserções que fez na tradução de Orósio. Ele certamente manteve correspondência com Elias III, o patriarca de Jerusalém,[5] e enviou provavelmente uma missão à Índia em honra de São Tomás Apóstolo, cujo túmulo foi encontrado a repousar naquele país.[59] Contactos foram também feitos com o califa de Bagdá.[60] As embaixadas de Roma que asseguravam a salvação das almas inglesas ao papa eram bastante frequentes;[26] Por volta de 890, Vulstano de Haithabu empreendeu uma viagem de Haithabu na Jutlândia ao longo do Mar Báltico à cidade prussiana de Truso. Vulstano deu detalhes de sua viagem a Alfredo.[61] As relações de Alfredo com os príncipes celtas na metade ocidental da Grã-Bretanha são mais claras. Comparativamente ao início do seu reinado, de acordo com Asser, os príncipes de Gales do Sul, em virtude da pressão sobre eles a partir de North Wales e Mércia, elogiaram Alfredo. Mais tarde, o reino do norte galês seguiu seu exemplo, e este último cooperou com o Inglês na campanha de 893 (ou 894). O facto de Alfredo ter enviado esmolas aos mosteiros irlandeses e Continentais pode ser tomado como algo da autoria de Asser. A visita dos três peregrinos "escoceses" (ou seja, irlandeses) a Alfredo em 891 é, sem dúvida, autêntica. A história de que ele mesmo na sua infância foi enviado à Irlanda para ser curado por São Modwenna, embora mítico, pode demonstrar o interesse de Alfredo naquela ilha.[5]Religião e Cultura ERROFONTE!!! Em 1 de agosto de 1566, Ortona tornou-se mais uma vítima da frota saqueadora de 105 galeras turcas lideradas por Piali Pasha , que já havia atacado e devastado Francavilla e as cidades costeiras do Adriático pertencentes a Chieti. Casas foram saqueadas e incendiadas, e o túmulo de São Tomé foi violado em busca de ouro e prata. Os habitantes, que viram a aproximação dos sarracenos, conseguiram salvar suas vidas fugindo. [ 7 ] Restauração da diocese de OrtonaeditarEm 20 de outubro de 1570, [ 8 ] o Papa Pio V estabeleceu (ou restaurou) a diocese de Ortona e a tornou uma diocese sufragânea de Chieti. [ 9 ]Em 15 de maio de 1604, [ 10 ] na bula "Pro excellenti", o Papa Clemente VIII estabeleceu a diocese de Campli e designou o bispo de Ortona como seu bispo. O território para a nova diocese foi retirado da parte nordeste da diocese de Teramo e da diocese de Montalto. [ 11 ] Ao criar a diocese, o papa admitiu que os fundos disponíveis eram insuficientes para prover um estabelecimento diocesano em Campli. [ 12 ]Uma concordata entre o Papado e o Reino das Duas Sicílias foi assinada em 16 de fevereiro de 1818 e ratificada pelo Papa Pio VII em 25 de fevereiro de 1818. O Rei Fernando promulgou a concordata como lei em 21 de março de 1818. [ 13 ] O direito do rei de nomear o candidato para um bispado vago foi reconhecido, como na Concordata de 1741, sujeito à confirmação papal (preconização). [ 14 ] Em 27 de junho de 1818, Pio VII emitiu a bula De Ulteriore , na qual a diocese de Ortona foi suprimida e seu território eclesiástico foi atribuído à arquidiocese de Lanciano. [ 15 ] Quando, em 1818, Ortona foi unida a Lanciano, o território da diocese de Campli, que havia sido anexado a Ortona, foi atribuído à diocese de Teramo . [ 16 ]Em 17 de junho de 1834, o Papa Gregório XVI emitiu a bula Ecclesiarum omnium , na qual o acordo feito pelo Papa Pio VII em 1818 foi revertido. A diocese de Ortona foi restaurada e a catedral, que havia sido reduzida à condição de igreja colegiada, foi restaurada à condição de catedral. Seu colégio de clérigos tornou-se novamente o colégio de cônegos da catedral de Ortona. As finanças da antiga diocese de Ortona, que haviam sido incorporadas às da diocese de Lanciano, foram novamente separadas. A única exceção ao retorno ao status quo ante foi o seminário. Considerou-se mais eficiente para ambas as dioceses usar o seminário de Lanciano em igualdade de condições. [ 17 ] O arcebispo de Lanciano tornou-se o "Administrador Perpétuo da Igreja de Ortona". [ 18 ] ERROFONTE!!! Foi beatificado, com o nome Francisco de Xavier pelo Papa Paulo V a 25 de outubro de 1619 e canonizado pelo Papa Gregório XV a 12 de março de 1622, em simultâneo com Inácio de Loyola. Em 14 de dezembro de 1927 o Papa Pio XI proclamou Francisco Xavier, juntamente com Santa Teresinha do Menino Jesus, padroeiro universal das missões. O seu dia festivo é 3 de dezembro. Missionário do padroado portuguêsEm Roma, Francisco de Xavier sente-se muito abalado pela conquista do Reino de Navarra pelo Reino de Castela. É nessa altura que o rei de Portugal D. João III, por intermédio do seu embaixador Pedro Mascarenhas, faz sucessivos apelos ao Papa Paulo III para que este lhe envie missionários para espalhar a fé cristã pelos territórios descobertos pelos portugueses. Dom João III é aconselhado entusiasticamente pelo director do Colégio de Santa Bárbara, Diogo de Gouveia, a chamar para os Reino de Portugal os jovens cultos e inteligentes da Companhia de Jesus e pede assim ao embaixador de Portugal em Roma que sonde o grupo. Inácio de Loyola escolhe Simão Rodrigues e Nicolau Bobadilla para essa missão, mas Bobadilla fica doente e Francisco é nomeado seu substituto,[6][7] e chega a Portugal em 1540.Francisco de Xavier parte de Lisboa para a Índia no ano seguinte, a 7 de abril, acompanhado de outros dois jesuítas, Francisco de Mansila e Paulo Camarate. Partem a bordo da nau S. Diogo, a nau capitânia das cinco naus da frota comandada por Martim Afonso de Sousa, que ia tomar posse do cargo de governador na Índia.[d]Em agosto ancoraram junto da ilha de Moçambique. Devido a enorme quantidade de doentes de escorbuto na frota, que impediram a continuação regular da viagem, as naus permaneceram ali durante seis meses. Francisco dedicou o seu tempo ao auxílio e tratamento dos doentes. Tendo-se feito de novo ao mar, a nau voltou a aportar em Melinde. Aí, Francisco de Xavier conseguiu de imediato converter alguns africanos, e desejou por força lá permanecer, ao que não foi autorizado por Martim Afonso de Sousa, por essa decisão ser contrária às instruções do Rei.A nau Santiago ancorou em Goa, a então capital do Estado Português da Índia, a 6 de maio de 1542.Martim Affonso, nomeado governador, não se esquecendo da sua capitanía, deu varias providencias, e se fez de vela a 7 de abril de 1541 em uma armada de cinco náos, levando comsigo os primeiros jesuitas, que vieram a Portugal e foram á India, incluindo o Mestre Francisco Xavier"[8]. ERROFONTE!!! Em meados do século XVI, quando os cavaleiros estavam em Malta, o design familiar agora conhecida como a "Cruz de Malta" tornou-se associado com a ilha. A primeira evidência para a Cruz de Malta em Malta aparece nas moedas de cobre do Grão-Mestre Jean Parisot de la Vallette (1557-1568) e são datadas de 1567. Isto fornece uma data para a introdução da Cruz de Malta. A cruz de Malta foi representada em duas mil moedas na velha moeda de Malta e desde 2008 passou a ser mostrada na parte de trás de uma das versões maltesas das moedas de um e dois euros.[1] ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! A Ordem é criada em 1246, nos moldes das ordens de cavalaria da Idade Média. Defendia a liberdade e independência contra os infiéis e promovia a concórdia entre os feudos e disputas internas às Casas nobres. Os Cavaleiros da Concórdia lutavam pelos nobres ideais da Cavalaria ao lado dos Cavaleiros da Ordem Militar e Religiosa de Calatrava. Passados séculos, foram reconhecidos por Carlos V, rei da Espanha (1516) e imperador da Alemanha (1519). Por esta época a Ordem divide seu contingente. Parte segue para os países baixos e outros vão para o Novo Mundo. Acompanharam inclusive o Conde de Nassau em suas conquistas em solo brasileiro. A maior presença desses cavaleiros se dá na América espanhola, dos atuais México à Argentina. Fundam diversas localidades que recebem o nome de Concórdia. Em 1813 o Grão-Duque de Frankfurt, por ocasião do aniversário de Napoleão I deu uma nova vida à Ordem da Concórdia, criando uma condecoração em forma de cruz octogonal com duas mãos entrelaçadas entre palmas com a legenda Concórdia. Ao início do século XX a Ordem passa a despontar na Itália sob a tutela da família Della Scala.Grande mestre atual é o príncipe Mario Augusto Petricca Giordani. Insígnia em cruz octogonal esmaltada de branco assente sobre dois ramos de louro. No disco central do anvrso, em esmalte verde, o mapa-mundi com um coração púrpura atravessado por pequena faixa branca com a inscrição Concórdia. No reverso a águia bicéfala, dourada com escudo da família Scalla, quando príncipe de Verona. Cores Preponderantes: Azul claro e branco. No Brasil é instalado um Capítulo em 1946 sendo o Lugar tenente o Dr. José Trevisan, ex agente consular da Itália. Atualmente (2002) sob a orientação do Dr. Marigildo de Camargo Braga. A Ordem é oficialmente reconhecida, entre outros, pelos governos da Holanda, Argentina e Suíça. Está registrada no Itamarati (31 de maio de 1962) Recebeu a Benção Papal em 6 de novembro de 1964 pelo Papa João XXIII (beatificado), e pelo Papa Paulo VI em 5 de novembro de 1965 Consta no Boletim da Ordem de 1962 a notícia, com fotos, sobre a colocação da Pedra Fundamental da Igreja Nossa Senhora da Concórdia a ser erigida (à época) no Jardim Tremembé, São Paulo (na Av. Nossa Senhora do Concórdia). A cerimônia foi presidida e abençoada por D. Paulo Rolim Loureiro, na ocasião Bispo Auxiliar de S.Paulo. Na revista mensal "Seleções Católicas" de dezembro de 1959 pode-se ler sobre o intenso trabalho dos membros dessa Ordem, tendo à frente o Cav. Grã-Cruz José Trevisan, com o intuito de construir uma Igreja Nossa Senhora da Concórdia no Alto da Moóca, S.Paulo. ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! Nascimento15 de outubro de 1944 (81 anos)Alexandria, Reino do EgitoNacionalidadeisraelense, norte-americanoOcupaçãoempresário, roteirista, produtorNa década de 1990, a companhia de Saban se tornou mais conhecida pela produção de Power Rangers, Masked Rider, VR Troopers e Big Bad Beetleborgs, que eram adaptações ocidentais de programas tokusatsu japoneses. Séries que após serem lançadas pela Saban Entertainment, viraram fenômeno mundial na década de 90, tornando muito desses heróis famosos até hoje. Esse reconhecimento mundial se fez mais por conta das versões americanas do que a de seu país de origem. Vida pessoal Saban nasceu em uma família judia em Alexandria, Egito, em 1944. Em 1956, a família Saban imigrou para Israel, juntamente com a maioria da comunidade judaica egípcia.[1] Saban foi estudar no internato Youth Aliyah. Expulso por ser um encrenqueiro, ele se matriculou em uma escola noturna, onde o diretor disse a ele: "Você não nasceu para estudos acadêmicos; você nasceu para ganhar dinheiro.[3] Saban é casado com Cheryl Lynn (Flor) Saban, com quem tem dois filhos. Ele também tem duas enteadas, Tifany e Heidi Lenhart. Ele reside em Beverly Hills, Califórnia.[2] Carreira musical Saban começou sua carreira em 1966 como baixista e empresário[1][4] da banda de rock The Lions of Judah (Ha´arayot). Em 1969, Dave Watts da banda britânica The Tornados se juntou ao Lions. Naquele ano, a banda viajou para a Inglaterra, tocando em casas noturnas de Londres e foi contratada pela Polydor Records. Em julho de 1969, a banda apareceu no programa da BBC TV Colour Me Pop. Os Lions gravaram o single, "Our Love´s A Growing Thing", que não foi lançado no Reino Unido devido a dificuldades financeiras. A banda voltou para Israel e Saban focado em ser um promotor musical.[5] No início dos anos 70, Saban mudou-se para a França, onde trabalhou como produtor musical. Seus clientes incluíam Noam Kaniel, Mike Brant e Shuki & Aviva. Ele também fundou uma gravadora com Shuki Levy.[6] Em 1978 e 1982, Saban usou o pseudônimo Kussa para escrever e gravar músicas em quatro gravadoras para as quais ele também trabalhou como produtor usando seu nome verdadeiro.[7][8] Desde então, ele tem usado frequentemente o nome Kussa Mahchi para composições em produções para a Saban Entertainment,[9][10] incluindo a trilha sonora de Mighty Morphin Power Rangers: O Filme. Carreira nos negócios Saban Entertainment Nos Estados Unidos, tornou-se um produtor de televisão, fundando a Saban Entertainment em 1988.[11] Durante esse tempo, Haim Saban e seu parceiro, Shuki Levy ficaram conhecidos por composições de trilhas sonoras para programas infantis de televisão da década de 1980. Embora Levy e Saban compusessem para seus próprios trabalhos (como Kidd Video e Maple Town), também compuseram para produções de outras empresas (como Inspector Gadget, As Misteriosas Cidades de Ouro, M.A.S.K., Dinosaucers, Dragon Quest, He-Man e os Mestres do Universo, She-Ra: Princess of Power, e Jayce). Em 1998, The Hollywood Reporter informou que ele não chegou a compor todas as músicas (totalizando 3.700 obras em 2008), pelas quais é creditado; dez compositores ameaçaram processar Saban, mas acabaram por resolver essas questões extrajudicialmente. Na década de 1990, a empresa de Saban ficou conhecida pela produção de Power Rangers, Masked Rider, VR Troopers e Big Bad Beetleborgs, que eram adaptações ocidentais de programas tokusatsu japoneses. Fox FamilyeditarEm 1996, a Fox Children´s Productions, divisão da News Corporation e a Saban Entertainment se fundiram para formar a Fox Kids Worldwide.[11][12][13] Também neste ano o joint-venture comprou o acervo da C&D das mãos de Jean Chalopin.Com a grande mudança no mercado de produções infantis nos Estados Unidos dos blocos de horários da TV aberta para os canais 24 horas da TV por assinatura como Cartoon Network e Nickelodeon, buscaram lançar um concorrente que transmitiria programas da popular Fox Kids. Visando o The Family Channel, a News Corp. fez uma oferta para comprar a IFE por meio do joint-venture em 1997.[3]Em 23 de julho de 2001, Saban anunciou que ele e a News Corp. Venderiam a Fox Family Worldwide Inc por US$ 5,3 bilhões para a The Walt Disney Company.[14] e em 24 de outubro de 2001 a venda foi concluída[11] e o canal renomeado ABC Family.[4] Saban lucrou US$ 1,6 bilhões com essa venda.[4]ProSiebenSat.1editarEm agosto de 2003, Saban liderou um consórcio, que adquiriu ações no grupo ProSiebenSat.1 Media, do Kirch Media Group, o conglomerado de mídia alemão então falido.[15]ProSiebenSat.1, é a maior empresa de radiodifusão televisiva comercial da Alemanha, que possui cinco canais de televisão, incluindo ProSieben e SAT.1, dois dos três principais canais na Alemanha. Coletivamente, os canais da ProSiebenSat.1 representavam aproximadamente 45% do mercado da publicidade televisiva alemã na época. a aquisição da ProSiebenSat.1 por Saban foi a primeira vez que um estrangeiro assumiu o controle de uma grande empresa de mídia alemã.[4]Saban supervisionou uma reviravolta bem sucedida na ProSiebenSat.1, recrutando antigos rivais de negócios, como o ex-chefe-executivo da BSkyB Tony Ball e o ex-diretor-geral da BBC Greg Dyke para o conselho administrativo da empresa.[16]Em março de 2007, Saban Capital Group e o consórcio venderam a sua participação na ProSiebenSat.1 para a KKR e Permira, por 22,40€ por ação após originalmente pagar 7,5€ por ação em 2003.[17]UnivisioneditarEm 27 de junho de 2006, a Saban Capital Group liderou um grupo de investidores concorrendo pela Univision Communications, a maior empresa de mídia em língua espanhola nos Estados Unidos.[18][19] Outros investidores do grupo liderado pela Saban foram o Texas Pacific Group, de Fort Worth, Texas, e Thomas H. Lee Partners. O grupo foi bem sucedida na aquisição da Univision com uma oferta no valor de US$ 13,7 bilhões.[18][20]Pontos de vista políticos e de angariação de fundoseditarSaban diz que sua maior preocupação é proteger Israel. Em uma conferência em Israel, Saban descreveu sua fórmula. Suas três maneiras de influenciar a política americana foram: Fazer doações para partidos políticos, estabelecer think tanks e controlar meios de comunicação.[3]Saban envolveu-se na política, em meados dos anos 90, quando ele sentiu que o apoio a Israel estava decaindo nos Estados Unidos.[21] Ele diz que suas opiniões mudaram ao longo dos anos:[1] "Eu costumava ser um verdadeiro esquerdista. Eu me lembro de Arik Sharon [o líder do partido de direita Likud, de Israel] vir aqui, à minha casa, poucos meses antes de Camp David, quando ele ainda era líder da oposição. Ele me disse que não haveria negócio porque [Yasser] Arafat não o assinaria. eu disse-me que não havia nada a ser feito - esses direitistas eram simplesmente loucos. Eu não tinha dúvida alguma de que haveria um acordo e os problemas seriam resolvidos. História provou que Sharon estava certo e eu estava errado. Em matéria de segurança, que me fizeram alinhar mais a direita. Muito mais para a direita... Quando há um ataque terrorista, eu sou [Avigdor] Lieberman. Às vezes, mais para a direita do que Lieberman. Durante dois dias, eu realmente amo Lieberman. Mas depois eu volto para a realidade. Olha, eu não vejo uma solução hoje.[1]Saban tem sido um doador generoso e consistente para o Partido Democrata dos Estados Unidos de acordo com a Comissão Eleitoral Federal. A revista Mother Jones, em uma análise dos principais doadores para as campanhas da corrida eleitoral de 1998, classificou Saban como 155º entre os doadores individuais.[22] Amy Paris observou que generosidade de Saban durante o governo Clinton "não foi sem recompensa. Durante a administração de Clinton, o executivo de entretenimento trabalhou no Conselho de Exportação do Presidente, aconselhando a Casa Branca em questões comerciais."[22] The New York Times relatou que Haim e sua esposa "dormiram na Casa Branca várias vezes durante os dois mandatos do presidente Clinton". Saban ainda mantém estreita amizade com o ex-presidente. Clinton descreveu Saban como um "muito bom amigo e apoiador".[21] Saban contribuiu com entre US$ 5 milhões e US$ 10 milhões para a Fundação William J. Clinton.[23]Durante a eleição presidencial de 2000, Saban subiu de posição para o 5º lugar entre os doadores individuais com uma contribuição combinada de US$ 1,2505 milhões.[22] Matthew Yglesias escreveu que "Saban foi o maior contribuinte em geral para o Comitê Nacional Democrata durante o período de 2001-2002".[24] As doações de Saban durante o período de 2001-2002 ultrapassaram US$ 10 milhões, a maior doação que o DNC recebeu de uma única pessoa até aquele momento.Em setembro de 2004, Hillary Clinton descreveu Saban como um amigo muito bom, apoiador e conselheiro: "Sou grata por seu compromisso com Israel, a uma paz justa e duradoura no Médio Oriente e pelo trabalho com a minha fundação, particularmente em questões de reconciliação".[21] Em maio de 2007, Haim declarou publicamente seu apoio a Clinton na eleição presidencial de 2008.[19] Em junho de 2007, Saban e Steven Spielberg co-organizaram uma festa para angariar fundos em favor de Hillary Clinton na casa de Peter Chernin, presidente da News Corporation. De acordo com o Los Angeles Times, o evento angariou mais de US$ 850 mil.Em março de 2008, Saban estava entre um grupo de grandes doadores judeus que assinaram uma carta a líder da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, do Partido Democrata avisando-a de "manter-se fora das primárias presidenciais do partido."[25] Os doadores, que "eram fortes apoiantes da campanha presidencial da senadora Hillary Rodham Clinton", "se irritaram com uma entrevista de 16 de março em que Pelosi disse que os ´superdelegados´ do partido devem acatar a vontade da maioria na escolha de um candidato. "[25] A carta endereçada a Pelosi afirma que os doadores" tem sido fortes defensores do DCCC "e afirma, de acordo com a Jewish Telegraphic Agency,[25] que Pelosi poderia perder o apoio financeiro deles nas próximas eleições para o Congresso.Em 19 de maio de 2008, foi relatado que Haim Saban tinha "oferecido US $ 1 milhão para os Young Democrats of America durante uma conversa telefónica na qual ele também pressionado para que os dois superdelegados que não estavam comprometidos, endossassem a nomeação de Clinton como candidata a presidência".[26]Saban também fez doações para os membros do Partido Republicano, incluindo uma contribuição em 2003 para a campanha de 2004 a reeleição de George W. Bush.[21]Hillary ClintoneditarSaban apoiou a candidatura de Hillary Clinton à presidência americana em 2016. Entre junho de 2015 e julho de 2016, ele e sua esposa doaram mais de US$ 7 milhões para a "Priorities USA" um comitê de ações políticas que apoia Clinton, enquanto isso, disse que o candidato do Partido Republicano, Donald Trump é "um perigo para os Estados Unidos".[27]Keith EllisoneditarSaban afirmou que Keith Ellison, que concorreu a liderança do DNC, "é claramente um indivíduo anti-semita e anti-Israel."[28][29] Saban também afirmou que Bernie Sanders é "uma pessoa anti-Israel".[27]Saban Center for Middle East PolicyeditarEm 2002 Saban forneceu um financiamento inicial de US$ 13 milhões[30] e prometeu fundos adicionais[30] para criar o Centro Saban para Política do Oriente Médio, um think tank de política externa com sede em Washington, DC. O Centro Saban faz parte do Instituto Brookings.[30] O Centro Saban tem o objetivo de fornecer ao governo, informações e análises sobre a política externa dos Estados Unidos no Oriente Médio. Saban nomeou Martin Indyk para dirigir o centro.Haim Saban discutiu seus pontos de vista sobre a região do Oriente Médio e do Golfo Pérsico em grande detalhe em uma entrevista de 2006 para o jornal israelense Haaretz. Suas observações foram particularmente notáveis sobre o Irã: "Quando vejo Ahmadinejad, vejo Hitler. Eles falam a mesma língua Sua motivação também é clara: O retorno do Mahdi é o objetivo final. E para uma pessoa religiosa de auto-convencimento profundo, este objetivo final vale a liquidação de cinco milhões e meio de judeus. Nós não podemos permitir isso. Armas nucleares nas mãos de uma liderança religiosa que está convencida de que a aniquilação de Israel trará a emergência de um novo califado muçulmano? Israel não pode permitir isso. Isto não é um jogo. É realmente um perigo existencial."Seminário Nacional de Treinamento de Liderança Política SabaneditarSaban patrocina o Seminário Americano-Israelense de Treinamento de Liderança Política do Comitê de Assuntos Públicos Seminário Nacional de Treinamento de Liderança Política Saban, uma série de seminários semestrais em Washington para fornecer três dias de treinamento intensivo de advocacia a ativistas estudantis universitários pró-Israel.[31] Os seminários fornecem formação a até 300 estudantes de cem campi, a fim de "preparar para os desafios e oportunidades em seus campi e [os alunos] deixaram Washington preparados para mobilizar impacto legislativo e eleitoral durante o próximo ano letivo e na campanha de 2008." Dentre as figuras de destaque que debateram nos seminários estão o senador Evan Bayh, o congressista Mark Kirk e os acadêmicos David Makovsky, Robert Satloff e Dennis Ross.Redistritamento eleitoral da CalifórniaeditarEm 2005, Saban gastou 100 mil dólares para se opor a Proposição 77 de 2005, sobre reforma dos distritos eleitorais da Califórnia. Saban doou US$ 100 mil para passar a reforma de distritos eleitorais da Califórnia de 2008, Proposição 11, que criou uma Comissão de Redistritamento dos Cidadãos para redesenhar as fronteiras políticas do estado da Califórnia, mas não os distritos congressionais federais. Saban contribuiu com US$ 2 milhões para apoiar a Proposição 27, de 2010 que revoga a Proposição 11 da Califórnia, a reforma de 2008 - a mesma reforma que Haim Saban tinha apoiado anteriormente com uma contribuição de US$ 100 mil. Ele se juntou a lista de outros doadores com contatos, e com grandes fortunas para o Partido Democrata no apoio à Proposição 27.Doações e patrocínioseditarEm 2002, Haim Saban fez uma doação inicial de US$ 13 milhões, para a criação do Saban Center for Middle East Policy, um think tank de política externa com sede em Washington, D.C. O Saban Center faz parte de um think tank maior - a Brookings Institution. O Saban Center tem como objetivo fornecer aos formuladores de políticas do governo informações e análises sobre a política externa dos Estados Unidos no Oriente Médio. Saban recrutou Martin Indyk para dirigir o centro.[32]Em 2007, Saban doou US$ 14 milhões para concluir o hospital infantil do Soroka Medical Center.[33]No âmbito do AIPAC (American Israel Public Affairs Committee), Haim Saban patrocina o Seminário Nacional de Treinamento de Liderança Política Saban, uma série de seminários semestrais, em Washington, cujo objetivo é oferecer a estudantes ativistas três dias de treinamento intensivo em advocacy pró-Israel. [34] [35] ERROFONTE!!! ERROFONTE!!! A 4 de agosto de 367, foi proclamado augusto pelo seu pai. À morte de Valentiniano (17 de novembro de 375), as tropas destacadas na Panônia proclamaram imperador o seu irmão pequeno Valentiniano, que então era apenas um bebê. Valentiniano era meio-irmão de Graciano, nascido de Justina, viúva de Magnéncio e segunda esposa de Valentiniano I. Graciano aproveitou a oportunidade; reservou para si a administração das províncias galas, enquanto pôs as províncias da Itália, Ilíria e África Proconsular sob o comando de Valentiniano e a sua mãe, os quais estabeleceram a sua residência em Milão. A divisão, no entanto, era meramente nominal e a autoridade real ficou por completo nas mãos de Graciano. O Império Romano do Oriente estava sob o domínio do seu tio Valente. Em maio de 378, Graciano derrotou completamente os lentenses, a tribo mais austral dos alamanos, na Batalha de Argentovária, perto da atual Colmar. Esse mesmo ano, Valente encontrou a morte na batalha de Adrianópolis a 9 de agosto. Anteriormente recusara aguardar por Graciano e pelo seu exército para combater juntos contra os godos; ao mesmo tempo, dois terços do exército romano oriental caíram também. O governo do Império de Oriente ficou em poder de Graciano, mas, ao sentir-se incapaz de resistir as incursões dos bárbaros, propôs o general hispânico Flávio Teodósio o governo da parte oriental, sendo coroado imperador de Oriente a 19 de janeiro de 379. Graciano e Teodósio limparam então os Bálcãs de invasores bárbaros. Durante alguns anos governou o império com sucesso e energia, mas caiu gradualmente na indolência, ocupando-se nomeadamente do prazer da persecução político-religiosa e tornando-se numa ferramenta nas mãos do general franco Merobaldo[1] e o bispo de Milão, Ambrósio. Ao tomar ao seu serviço um corpo de alanos e aparecer em público com a vestimenta própria de um guerreiro cita, Graciano despertou o desprezo e ressentimento das tropas romanas. Um general hispânico parente de Teodósio chamado Magno Clemente Máximo, conde da Britânia (comes britanniorum), aproveitando as suas vitórias na Britânia frente aos pictos, invadiu a Gália com um grande exército. Graciano, que aguardava fazer-lhe frente em Paris, foi atraiçoado pelas suas tropas após cinco dias de escaramuças e viu-se obrigado a fugir. Porém, foi atingido em Lugduno (atual Lyon); ali foi entregue pelo governador da cidade a Andragácio, um dos generais de Máximo, e assassinado a 25 de agosto de 383.[2] LegadoeditarSob a influência de Ambrósio, Graciano proibiu as cerimônias pagãs em Roma; recusou levar o título de pontífice máximo (pontifex maximus) por o considerar incompatível com o seu cristianismo, segundo Zósimo.[3] Retirou o Altar da Vitória do senado romano em Roma, apesar dos protestos dos membros pagãos do senado, e confiscou as suas rendas; proibiu as doações de propriedades às Vestais e aboliu outros privilégios que possuíam os sacerdotes e sacerdotisas pagãos. Estes movimentos encerraram um período de convivência relativamente pacífica que vinha desde os tempos de Juliano o Apóstata.[4]Graciano também publicou um decreto pelo qual todos os seus súditos deviam professar a fé dos bispos de Roma e de Alexandria (ou seja, a fé de Niceia). O movimento visava a poder acabar assim com o arianismo, mas também foram proibidas outras seitas dissidentes menores, tais como os macedônios. ERROFONTE!!! Vida pregressa Ele nasceu em Beveren (Alveringem), filho de um pregador flamengo, Pieter Michielszoon Bardt, que deixou Flandres para o exílio religioso em Londres por volta de 1568, com sua família. Em 1577, Petrus Bertius retornou aos Países Baixos para estudar na Universidade de Leiden . Ele se sustentava dando aulas particulares a estudantes mais jovens e continuou viajando pela Europa. Em 1593, foi nomeado sub-regente do Statencollege de Leiden , casando-se no mesmo ano com Maritgen, filha de Johannes Kuchlinus , o primeiro regente do Statencollege , a quem sucederia após sua morte em 1606 como regente. Ele também tinha laços matrimoniais com Jodocus Hondius e Pieter van den Keere , seus cunhados e ambos cartógrafos, o que influenciaria sua vida posterior. [ 1 ] Filosofia e teologia Bertius escreveu uma introdução às Consolações da Filosofia de Boécio, que foi publicada na edição do texto de Giovanni Antonio Volpi em 1721. Bertius era amigo de Jacobus Arminius e discursou em seu funeral em 1609. Surgiu uma controvérsia com Francis Gomarus, o principal opositor do arminianismo, com base na versão publicada da oração fúnebre. Bertius tinha opiniões sobre doutrinas essenciais que eram indesejáveis até mesmo para seus amigos. Ele foi acusado de semipelagianismo. Em 1612, Bertius publicou Hymenaeus desertor, uma obra em latim que ia além de Armínio em termos de teologia, contrariando o conselho de seus colegas remonstrantes. O Hymenaeus desertor teve ampla circulação, mas foi impopular: Guilherme Luís, Conde de Nassau-Dillenburg, não gostou, e Johan van Oldenbarnevelt, juntamente com outros políticos, sentiu que Bertius os havia contrariado. Bertius persistiu, no entanto, em 1613, com uma tradução para o holandês, que reimprimiu em 1615 em Leiden. Eventualmente, Bertius perdeu seu cargo de professor e também foi proibido de dar aulas particulares. Vida posterior Em 1618, Bertius foi nomeado cosmógrafo da corte de Luís XIII. Sua carreira em cartografia começou em 1598, com a publicação de uma edição em latim de um atlas em miniatura, Caert Thresoor, de Barent Langenes, que ele traduziu como Tabulae contractae (1600). Seu Theatrum geographiae veteris o recomendou ao rei Luís. Quando suas perspectivas acadêmicas na Holanda foram frustradas, ele foi para a França. Em 1620, converteu-se à Igreja Católica e tornou-se professor de retórica no Collège de Boncourt, parte da Universidade de Paris. Em 1622, Luís XIII criou uma nova cátedra pessoal de ciências matemáticas no colégio real para Bertius e concedeu-lhe o título de historiador real. Ele morreu em Paris. Obras 1609: Liick-oratie over de doot van den Eerweerdighen ende wytberoemden Heere Jacobus Arminius1612: Hymenaeus desertor: sive de sanctorum apostasia problemata duo. (1: An fieri possit ut justus deserat justitam suam? 2: An quae deseritur fuerit vera justitia?)1616: Commentariorum Rerum Germanicarum libri tres, incluindo comentário sobre a Tabula Peutingeriana1619: Theatri Geographiae Veteris1625: Notitia Chorographica Episcopatuum GalliaeHonrasA enseada Bertius na Antártica recebeu o nome de Petrus Bertius. ERROFONTE!!! História da família Os irmãos Adorno eram descendentes de uma célebre família genovesa, cuja primeira participação na vida pública se deu em 1321. Gianfranco Adorno, ao ser eleito ancião, marca o início das conquistas populares que fariam o declínio do sistema feudal em 1339, com o governo de Simone "Simão" Boccanegra, que teria sido sucedido por Gabriele Adorno, primeiro doge da família. Outros membro da família também foram doges, como Giorgio Adorno (elevado ao trono ducal em 1413). Antonio Adorno era doge em Gênova quando foi expulso por Andrea Doria, que atacara a cidade com uma grande armada, em 1528. A família pertencia ao partido gibelino, contrário aos papas, e durante duzentos anos tiveram lutas políticas com a família Fregoso[2]. Consta que trabalharam na fabricação de açúcar na Ilha da Madeira[2]. Junto com Martim Afonso de Sousa vieram para o Brasil e fixaram-se na região de São Vicente e Santos, exceto Paulo que depois se fixou na Bahia. Antônio Adorno Foi capitão de infantaria e alcaide-mor da vila de Bertioga, nomeado pelo primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Sousa. Foi também almoxarife dos armazéns e da artilharia da fortaleza de Bertioga. Em 1552, graças à sua intervenção junto ao governador-geral, recebeu da Bahia armamentos e munições que tornaram o pequeno forte de Bertioga apto a defender o povoado, constantemente assaltado pelos índios[2].Também no Recife, no Córrego do Jenipapo, há uma rua homenageando Antonio Dias Adorno.[4]Ainda, em Belo Horizonte, existe a Rua Dias Adorno, no bairro Santo Agostinho.José AdornoeditarEstabeleceu-se junto ao morro do Fontana, em Santos, às margens do rio São Jerônimo, onde fundou o engenho de São João.[5] Homem violento e de costumes dissolutos, regenerou-se mais tarde, tornando-se católico e grande amigo dos jesuítas. É de se notar que parte de suas terras e riquezas foram, não se sabe como, para a Igreja Católica (Companhia de Jesus) em São Vicente. Em 1560, era provedor da Santa Casa de Misericórdia, em Santos[6]. Lá fundou a capela de Nossa Senhora da Graça, em 1562, que foi mais tarde "doada" aos carmelitas. A capela foi demolida apenas em 1903[2]. Ergueu também a capela de Santo Amaro do Guaimbê, na ilha chamada de Guaimbê pelos tupis, hoje Ilha de Santo Amaro[7]Em 1565, por ocasião das negociações de paz com os tamoios, conduziu, em sua canoa, Manuel da Nóbrega e José de Anchieta para a praia de Iperoig[8], onde prestou serviços de valor. Em 1565, incorporou-se à armada de Estácio de Sá, colaborando na expulsão dos franceses do Rio de Janeiro. Acompanhou Jerônimo Leitão na guerra de 1575 contra os indígenas do Cabo Frio. Em 1583 tomou parte na comissão encarregada de providenciar a retirada dos galeões de Edward Fenton, cujos tripulantes tentavam se estabelecer no porto de Santos[9]. Frei Gaspar da Madre de Deus o cita como uma das maiores fortunas do século XVI e grande benfeitor para a segurança e progresso agrícola da colonização da Capitania de São Vicente. Morreu com mais de cem anos, em 1605.Paulo Dias AdornoeditarPor ter cometido um assassinato em 1533, Paulo Adorno fugiu para a Bahia, tendo se casado em 1534 com Felipa Dias (ou Álvares), filha de de Diogo Álvares (o Caramuru)[10]. teve um filho do qual, mais tarde, nasceu o sertanista Antônio Dias Adorno. Um dos primeiros povoadores da Bahia, trabalhava por conta própria, com seus navios e escravos. Combateu os índios em São Vicente e na Bahia. Em 1558 acompanhou Fernão de Sá na guerra contra os índios do Espírito Santo[11]. Entre 1565 e 1567, participou na conquista da França Antártica, chegando a comandar um dos navios de Estácio de Sá[2].Antônio Dias Adorno (neto de Paulo Dias Adorno)editarAntônio Dias Adorno, neto de Paulo Adorno, foi um bandeirante e explorador português que efetuou diversas expedições pelo sertão, principalmente nas regiões da Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. Não deve ser confundido com o também bandeirante Antônio Dias de Oliveira, paulista. Em 1574, partindo de Salvador por mar, Adorno penetrou no Rio Caravelas e por terra chegou ao vale do Rio Mucuri, alcançando as terras do atual estado de Minas Gerais. Como a sua houve muitas outras entradas e explorações - as de André de Leão, Diogo Martins Cão, Marcos de Azevedo e seu filho, que devem ter atingido o extremo norte da atual Minas Gerais em busca da lendária lagoa de Vupabuçu,[12] mas seus frutos não foram ouro e esmeraldas, mas sim índios para escravizar. Assim relata seu contemporâneo, Gabriel Soares de Souza[13]:Este rio Doce vem de muito longe e corre até o mar quase [no sentido] leste-oeste, pelo qual um Bastião Fernandes Tourinho, de quem falamos, fez uma entrada navegando por ele acima, até onde o ajudou a maré , com certos companheiros, e entrando por um braço acima, que se chama Mandi, onde desembarcou, caminhou por terra obra de vinte léguas, com o rosto a oés-sudoeste, onde foi dar com uma lagoa, a que o gentio chama boca do mar, por ser muito grande e funda, da qual nasce um rio que se mete neste rio doce, e leva muita água. Esta lagoa cresce às vezes tanto, que faz grande enchente neste rio Doce. Desta lagoa corre este rio a leste, e dela a quarenta léguas tem uma cachoeira; e andando esta gente ao longo do deste rio, que sai da lagoa mais de trinta léguas, se detiveram ali alguns dias; e tornando a caminhar, andaram quarenta dias com o rosto a oeste, e no cabo deles chegaram onde se mete este rio Doce, e andaram nestes quarenta dias setenta léguas pouco mais ou menos. E como esta gente chegou a este rio Doce, e o acharam tão possante, fizeram nele canoas de casca, em que se embarcaram, e foram por ali acima, até onde se mete neste rio outro, a que chamam Açeçi, pelo qual entraram e foram quatro léguas, e no cabo delas desembarcaram e foram por terra com o rosto a noroeste onze dias, e atravessaram o Açeçi, e andaram ao longo dele cinquenta léguas ao longo dele da banda ao sul trinta léguas.E aqui, conta-se como acharam as pedras:Aqui achou esta gente umas pedreiras, que tem umas pedras verdoengas, e que tomam de azul que parecem turquescas (sic), e afirmou aqui o gentio vizinho que no cimo deste monte se tiravam pedras muito azuis, e que havia outras que, segundo sua informação, havia muito ouro descoberto. E quando esta gente passou o Açeçi a derradeira vez, dali cinco ou seis léguas da banda do norte, achou Bastião Fernandes uma pedreira de esmeraldas e outra de safiras, as quais estão ao pé de uma serra cheia de arvoredo do tamanho de uma légua, e quando esta gente ia do mar por este rio Doce, acima sessenta ou setenta léguas da barra, acharam umas serras ao longo do rio Arvoredo, e quase todas de pedra, em que também acharam pedras verdes; e indo mais acima quatro ou cinco léguas da banda do sul, está outra serra, em que afirma o gentio haver pedras verdes e vermelhas tão compridas como dedos, e outras azuis, todas mui resplandecentes. Desta serra para a banda de leste pouco mais de uma légua está uma serra, que é quase toda de cristal muito fino, a qual terá em si muitas esmeraldas, e outras pedras azuis. Com estas informações que Bastião Fernandes deu a Luís de Brito, sendo governador, mandou Antonio Dias Adorno, como já fica dito atrás, o qual achou ao pé deste serra, da banda de leste as esmeraldas, e da de oeste as safiras. E umas e outras nascem no cristal, de onde trouxeram muitas e algumas muito grandes, mas todas baixas; mas presume-se que debaixo da terra as deve de haver finas, porque estas estavam à flor da terra. Em muitas partes achou esta gente pedras desacostumadas, de grande peso, que afirmam terem ouro e prata, do que não trouxeram amostras, por não poderem trazer mais que as primeiras e com trabalho; a qual gente se tornou para o mar pelo rio Grande abaixo, como já fica dito. E Antonio Dias Adorno, quando foi a estas pedras, as recolheu por terra, atravessando pelos Tupinaes (sic) e por entre os Tupinambas (sic), e com uns e outros teve grandes escaramuças, e com muito trabalho e risco de sua pessoa chegou à Bahia e fazenda de Gabriel Soares de Sousa. update tabela set fontes=0 where autor=13020 and ano=2026 FONTES:0 , Family Search (13), Estradas antigas (12), Leis, decretos e emendas (8), Aventuras na HIstória (6), GeneaMInas (5), São Filipe (4), Facebook (4), Automóveis (4), Peru (4), Cinema (3), Medicina e médicos (3), Folha de São Paulo (3), Rorate Caeli (3), Ermidas, capelas e igrejas (3), Em Sorocaba Tem (2), gw.geneanet.org (2), Jardim Santa Rosália (2), Vila Hortência (2), Judaísmo (2), Rio Paraná (2), Bacaetava / Cahativa (2), Rio Pardo (2), arvore.net.br (2), Abayandava (1), Jesuítas (1), Grupo Globo (1), Maçonaria no Brasil (1), Universidade de São Paulo (1), Piratininga (1), Caminho de Piratininga (1), Informática (1), Jornal A Notícia (1), Revista IstoÉ (1), Revista Fórum (1), Estátuas, marcos e monumentos (1), Praça Arthur Fajardo (1), Lagoa Dourada (1), Rio Uruguai (1), Revista Galileu (1), iclnoticias.com.br (1), Milho (1), Revista Oeste (1), O Sol (1), Rio da Prata (1), Epidemias e pandemias (1), campograndenews.com.br (1), Cemitérios (1), Carijós/Guaranis (0), Nheengatu (0), Dinheiro$ (0), Xataka Brasil (0), G1 (0), Incas (0), Polícia Militar (0), Nossa Senhora da Ponte (0), Google (0), Rio das Cobras (0), em.com.br (0), Colégio Brasileiro de Genealogia (0), Twitter (0), Curiosidades (0), Arqueologia (0), Léguas (0), Geografia e Mapas (0), Habitantes (0), Prata (0), Caminho do Peabiru (0), Pelourinhos (0), Fazenda Ipanema (0), Jornal Correio Brasiliense (0), Vikings (0), Cavalos (0), ChatGPT (0), Guayrá (0), Itacolomy (0), Metalurgia e siderurgia (0), Mulas (0), Diamantes e esmeraldas (0), Álcool (0), revistapesquisa.fapesp.br (0), Inquisição (0), Novo Caminho de Cubatão (0), Tropeiros (0), Rio Paraguay (0), Bairro Itavuvu (0), Jardim Sandra (0), revistacrescer.globo.com (0), Rio Tibagi (0), Terremotos (0), Registro de Animais (0), catracalivre.com.br (0), Bancos (0), Boigy (0), Ipiranga (0), Wikipédia (0), Deus (0), Bilreiros de Cuaracyberá (0), Fundação José Augusto (0), Água Vermelha (0), Ordem de Cristo (0), Ordem de Malta (0), Ordem dos Templários (0), Genearc.com (0), historiaeatualidades.com.br (0), arqnet.pt (0), Fundação José Augusto (0), SolarLabs (0), Bíblia (0), Rio Itapocú (0), Sociedade Torre de Vigia (0), Brasil de Fato (0), O Globo (0), Deutsche Welle (0), Pólvora (0), Quilombos (0), Guaianás (0), Fortes/Fortalezas (0), clickpetroleoegas (0), Paiol Velho (0), Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) (0), Viva Bem (0), R7 (0), Amazônia (0), Caminho Novo (0), Primeira e Segunda Guerra Mundial (0), ibge (0), Estatísticas (0), Geni.com (0), portal.iphan.gov.br/ (0), BBC (0), O Antagonista (0), myheritage.com.br (0), mapasturon.com.br (0), projetocompartilhar (0), Revolução Constitucionalista (0), Olhar Digital (0), PCCMarcola (0), Música (0), ancestry.com (0), Tordesilhas (0), Jornal Cruzeiro do Sul (0), Extraterrestre e sobrenatural (0), Sabarabuçu (0), Eletricidade (0), Pela primeira vez (0), Rio Anhemby / Tietê (0), Caminho do Mar (0), Guaranis (0), Descobrimento do Brazil (0), Aviação (0), digitarq.arquivos.pt (0), Pontes (0), Gentios (0), Buraco de Prata (0), Mosteiro de S. 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