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IMAGEM #1 de 25
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Avenida Ipanema
Acervo/fonte: Projeto Memória jornal Cruzeiro do Sul
Data: 1972
Sorocaba/SP em 1972
A direita, entrada p/ a avenida Itavuvu

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Eu nasci neste hospital em 1982. Minha mãe contava várias histórias engraçadas sobre a gravidez e o meu nascimento. Uma delas é que decidiu ter o segundo filho porque meu irmão mais velho insistia muito. Ela parou de tomar o anticoncepcional e quando meu pai soube ficou furioso. Houveram muitas brigas e ele dizia, durante os 9 meses, que o filho não era dele.£Mas meu irmão mais velho, até hoje é assim. Minha mãe contava que, voltando de ônibus da "cidade", quando comprava "carrinho de brinquedo" para meu irmão. Ela tinha de descer do ônibus, no meio do caminho, bater na casa de alguém, pedir uma faquinha de serra, para abrir as "portas" do carrinho e mostrar para meu irmão que não havia ninguém lá dentro.£Durante os 9 meses, brigas e meu irmão perguntando a cada 10 minutos quando eu iria nascer. Mamãe dizia que sou ansioso e tenso, talvez por isso. Dizia ela que a "criança sente tudo na barriga."Ele só tinha 5 anos. E durante os 9 meses ele ficou olhando a barriga crescer. Dia após dia. Começou a reclamar: "está demorando muito!" Enfim, nasci (o momento que meu pai me viu é outra história).£Minha mãe havia ido de carona ao hospital, voltou de ônibus (acho), pois meu pai trabalhava então na Lynhanil. Chegando em casa, mostou-me para meu irmão, e para surpresa dela e de todos alí (até eu estranhei, rsrs) ele me olhou e disse: "Não quero mais! Demorou tanto e agora ele nem brinca!". E minha mãe falava para todas as amigas "O Adriano não chorou na primeira noite!", como se fosse um troféu. rsrsrs. Ao menos esse título sempre tive muito orgulho: "Entre os 3 filhos, aquele que me deixou dormir na primeira noite". Vlw Mãe!£

Ricardo Maldonado
6 de Julho de 2001Atualizado: 17/03/2021 05:57:12

Meu amigo Cleiton, conhecido como "Cleitão", foi assassinato durante uma "briga" no antigo clube que existia na Avenida Itavuvu. Uma grande perda para nós.££Palavras de D. Pedro II ao perder pela segundo vez um filho: Pedro AfonsoQuinta-feira, 10 de Janeiro de 1850Após perder pela segunda vez um filho, D. Pedro II escreveu o seguinte poema:"Duas vezes a morte hei sofrido.Pois morre o pai com o filho morto.Para tamanha dor, não há conforto.Diliu-se em prantos o coração partido.Para que ninguém ouça o meu gemido, encerro-me na sombra do meu horto.Entregue ao pranto ao sofrer absurdo.Querendo ver se vejo o bem perdido!Brota a saudade onde a esperança finda.Sinto na alma ecoar dores de sinos!Só a resignação me resta ainda."Em 1847 e nos dois anos seguintes, Dom Pedro II e sua família passaram o verão em Petrópolis. A inovação contrariou os membros da Corte, que "rejeitavam qualquer mudança que lhes ameaçasse o estilo de vida e os interesses".Sujeitando-se à tradição, em 1849 o Imperador concordou em voltar a passar o verão na Fazenda Imperial de Santa Cruz, uma propriedade rural que pertencia aos Braganças há gerações.Durante a estadia da família imperial na propriedade, Pedro e sua irmã Isabel foram atingidos por uma febre. A princesa superou a crise, mas o príncipe imperial morreu de convulsões às 4h20min de 9 de janeiro.Dom Pedro II ficou arrasado, como atesta o trecho da sua carta a Joaquim Teixeira de Macedo, cortesão responsável por Santa Cruz: "foi o golpe o mais fatal que poderia receber, e decerto a ele não resistiria se não me ficassem ainda mulher e duas crianças".O imperador escreveu a seu cunhado Dom Fernando II, rei-consorte de Portugal:"No momento em que você recebe isso, você vai certamente ter tomado conhecimento da grave perda tenho sofrido ... Deus que me fez passar embora tão difícil um teste, vai em sua misericórdia me dê motivos para consolar as minhas dores."Um grande funeral foi realizado em memória ao príncipe imperial dois dias depois de sua morte. As ruas ficaram repletas de pessoas comuns que entristeceram-se com a morte prematura do herdeiro.Também notável foi o evento no qual os turistas pagaram para terem o privilégio de assistir à procissão fúnebre de um hotel no centro do Rio de Janeiro. Pedro foi sepultado em um mausoléu no Convento de Santo Antônio.Honório Hermeto Carneiro Leão (mais tarde Marquês do Paraná), um dos principais líderes políticos do Império e que na época servia como presidente da província de Pernambuco, sumarizou a visão prevalente entre a elite dominante do Brasil acerca da sucessão do trono em discurso à Assembleia Provincial: "É dever doloroso o de informar-vos do falecimento do Príncipe Imperial D. Pedro, ocorrido em 10 de janeiro do corrente ano. Pela segunda vez perdemos um herdeiro presuntivo da coroa".O futuro marquês prossegue: "Sirva-nos de consolação e certeza da boa saúde de Sua. Majestade. o Imperador e de sua augusta esposa. Ambos na flor dos anos, e cheios de vida, prometem ainda numerosos frutos do seu tálamo, e à coroa uma sucessão masculina, tal como a consolidação de nossas ainda recentes instituições, e o espírito agitado do século exigem".Porém, ao contrário do que previa-se, Dom Pedro II e Dona Teresa Cristina não tiveram mais filhos. As razões para isso são ignoradas, embora alguns acadêmicos creiam que o casal imperial nunca mais tenha voltado a ter relações sexuais. O imperador ficou arrasado com a morte de Pedro, e nunca foi capaz de lidar totalmente com ela. Segundo o historiador Roderick J. Barman, o imperador ficou "profundamente abalado, emocional e intelectualmente".As palavras de Pedro revelavam sua convicção interna. Ele escreveu ao saber sobre a morte de seu filho Pedro Afonso: "Este tem sido o golpe mais fatal que eu poderia receber, e certamente eu não teria sobrevivido não fosse que ainda tenho uma esposa e duas crianças quem eu preciso educar para que elas possam garantir a felicidade do país em que nasceram"

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Compilado por Adriano Cesar Koboyama
Colaboradores:
Simone Garcia
João Libero
Amora G. Mendes, Matheus Carmine