https://brasilbook.com.br/y.asp?r=24468Em 1942 "nota" a Revista do Arquivo Municipal,
que em época tão remota já o fundador de Sorocaba tivesse construído a maior ponte que existiu em todo o sul do Brasil até o Senhor D. Pedro I (1798-1834). [24468]
fonte/1º registro -Autor: Luís Castanho de Almeida (1904-1981) Castanho de AlmeidaTítulo: Francisco de Sousa (1540-1611)
Chegou à vila do Planalto em maio de 1599. Foi um alvoroço inclusive nas modas masculinas. E sonhando sempre, partiu logo para as minas dos Sardinha, pelo caminho já descrito. Parte a cavalo, parte em canoa, parte em rêde, estava nas Furnas, triste sertão, entre campos, no fim do ano. Em data não sabida de 1599 fundou no local a vila de Nossa Senhora de Monte Serrate, erigindo o pelourinho, um esteio de madeira de lei com uma faca e um gancho de ferro, objetos esses, nos ricos pelourinhos de pedra, menos grosseiros e coroados com as armas reais.Damos a hipótese arrojada de ser esta ponte já de 1599. Em todo caso, levaria mais de um ano para construir, e aquele testamento a menciona. Os escravizados sob direção do Fundador teriam, pelo menos, vindo construí-la antes da mudança. [Página 343] [9049]
Carta de dada de terras de Diogo de Onhate que lhe deu o capitão Gaspar Conqueiro no caminho de aldeia de Tabaobi7 de mar. de 1608, sexta-feira ver
(...) para fazer seus mantimentos portanto me pedia em nome do dito senhor Lopo de Sousa e por virtude de seus poderes que para ello tenho bastantes e como seu procurador lhe desse para os ditos seus filhos e filhas uma légua de terra em quadra tanto em comprimento como de largo de matos maninhos no sertão desta capitania junto do rio que se chama
Perayb... começando de uma tapera que foi de .... Corrêa por o dito rio Perayb... abaixo de uma banda e da outra banda pelo mesmo mato ao longo do caminho que ia ao rio Nharbobon Sorocaba e sendo caso que do rio Pirayibig para a banda do campo não houver a legua de matos se encherá a dita légua ....... em quadra tanto de comprido como de largo da outra banda do dito
rio Pirayibig que fique a dita légua de terra em quadra tanto de comprido como de largo e receberia merce que na dita petição é mais légua de terra em quadra por virtude dos poderes governador Lopo de Sousa. [p.33, 34 e 35]Nharybobõ - Ponte. [“Pequeno Vocabulário Tupi-Português”, 1951. Padre A. Lemos Barbosa. 108]
pelo Apotribú, isto é, esgalhando-se da estrada de Itú, procurava a serra do Piragibú e daí a Parnaíba, vale do Tietê até São PauloComissão Geográfica e Geológica. São Paulo, Brésil1908, quarta-feira ver ano"panema", inútil, imprestável, infeliz, sem sorte; (xe): ser inútil, etc; (essé]; ficar sem sua parte numa distribuição, caçada, etc. [Página 120]peassaba significa, na língua nativa, "porto, desembocadouro" ou "estrada de sertão para o mar". [Página 121]
Afinal, diz o jornalista e historiador Sérgio Coelho de Oliveira, em 2014,
uma ponte era uma marca única e fantástica, naquele tempo, naquele sertão. Não era qualquer rio que tinha ponte. Registra a história que esta foi a primeira ponte do interior do Estado de São Paulo e remonta ao final do século XVI, por ocasião da descoberta das Minas do Morro Araçoiaba. [2]
Luís Castanho de Almeida (1904-1981)
pois o Itavuvu é à beira-rio e tinha provavelmente a primeira ponte. [3]
Primeiras Noções de Tupi, 1933. Plínio Marques da Silva Ayrosa (1895-1961)1933, domingo ver anoONLINE - ADMNOVO - DORA - ADMLUCIA - postarMARCAR!!!ADDXpirituba - lugar em que há muito junco - juncal. [Página 54]Bacaetava - (mbaê-cái-taba) - lugar onde as coisas se queima, a fogueira, a queimada.Beritiba - (piri-tuba) - Vid. Pirituba. [Página 137]Biritiba - Vid. PiritubaBoassára - (mbo-açá-ára) - o que faz passar, o passadouro, o atravessadouro, a ponte, o vau dos rios, o caminho que leva á outra margem. [Página 138][1] Revista do Arquivo Municipal, Volumes 85-871942
https://brasilbook.com.br/y.asp?r=24468[“Pequeno Vocabulário Tupi-Português”, 1951. Padre A. Lemos Barbosa. 108]“Memória Histórica de Sorocaba: Parte I”Data: 21/12/1964[2] - Revista do Instituto Histórico e Geográfico de S. Paulo: “Nossos Bandeirantes - Baltazar Fernandes” (1967) Luiz Castanho de Almeida
[3][“Baltazar Fernandes: Culpado ou Inocente?”, 2014. Sérgio Coelho de Oliveira. Páginas 70 e 71