Catarina Gonçalves, consulta em projetocompartilhar.org 20 de novembro de 2024, quarta-feira
S. L. 1º, 16, 3-1. Maria Luiz, falecida em 1631, casada com Gonçalo Gil, o qual casou-se 2. a vez com Catharina Gonçalves viuva de Bento de Oliveira, falecida em 1637 em S. Paulo (C. O. S. Paulo); e teve os seguintes f. os: 4-1 Luiz Yanes Gil 4-2 Antonia Gil foi casada com Antonio de Oliveira Falcão 4-3 Miguel Luiz Gil, com 16 anos em 1637;4-4 Gonçalo Gil, o moço, faleceu em 1650 em Parnaíba, casado com Domingas de Gomes. Sem geração (C. O. S. Paulo) 4-5 Francisco Luiz Gil, assassinado em 1650, foi casado com Benta de Oliveira falecida em 1661. f. a de Bento de Oliveira e de Catharina Gonçalves (C. O. S. Paulo) Foi inventariado em Parnaíba e teve o f. o único: 5-1 Bento 4-6 Antonio4-7 João Alvares Gil, tutor de seu sobrinho Bento, f. o de 4-5, em 1661. 4-8 Maria SL. 8º, 102, 1-10 Gonçalo Gil, (provavelmente f. o do Cap. 5. o Sebastião Gil e Feliciana Dias) casou 1. o com Maria Luís; c2c Catarina Gonçalves, viúva de Bento de Oliveira. SL. 4º, 429, (nota 2) 1-1 Catharina Gonçalves, falecida em 1637, que foi 1. º casada com Bento de Oliveira e 2. ª vez com Gonçalo Gil, viúvo de Maria Luiz. Sem geração do 2. º marido, porém teve de Bento de Oliveira os 3 f. ºs: (São citados 2-1 a 2-4) 2-1 Maria de Oliveira, que foi casada e 1. ª mulher de Sebastião Pedroso Bayão. 2-2 Benta de Oliveira, que foi 1. º casada com Francisco Luiz Gil, f. º de Gonçalo Gil e 1. ª mulher Maria Luiz, 2. ª vez casou com João da Fonseca, natural de Setubal. 2-3 Clemente Alvares. 2-4 Manoel da Fonseca de Oliveira, que foi casado com Cecília Ribeiro. (creio ser engano e este 2-4 ser o mesmo 3-4 Manoel da Fonseca, filho de 2-2 Benta de Oliveira e segundo marido). Subsídios à Genealogia Paulistana (Regina Junqueira) Foi Gonçalo Gil casado em primeiras núpcias com Maria Luiz, falecida em 1631 (SAESP vol. 13º, neste site) e teve os filhos: 1- Luiz Ianes Gil, falecido em 1681 (SAESP vol. 21º, neste site) 2- Antonia Gil3- Miguel Luiz Gil, nascido por 16204- Gonçalo Gil, por 16225- Francisco Luiz Gil, por 1625 e falecido em 1650 (SAESP vol. 41º, neste site)6- Antonio, por 16277- João, por 16308- Maria (segundo a GP)’ Gonçalo Gil casou em segundas com Catarina Gonçalves, viúva de Bento de Oliveira. Catarina, faleceu com testamento datado de 1636, e nele menciona a avó Maria Alves, que neste ano tinha cerca de 82 anos de idade (*). Em seu inventário são citados os filhos que teve com Bento de Oliveira: 1- Maria Gonçalves, em 1636 já estava casada com Sebastião Pedroso 2- Clemencia/Clemente, nascida/o por 16233- João, por 16264- Benta, por 1628 Inventários SAESP neste site:Maria Gonçalves, falecida em 1599, mãe da inventariada – vol 1ºClemente Alvares, falecido em 1641, pai da inventariada – vol 14º (*) Nota: Maria Alvares nasceu em São Paulo por 1555, filha de Fernão Alvares e Margarida Marques, segundo ela mesma disse em depoimento no processo de beatificação de Anchieta (ASBRAP 3º, fls 23). Nesta época apenas os jesuítas e os índios tinham permissão para morar em São Paulo. Os demais cristãos que viviam no planalto pertenciam ainda à vila de Santo André. Foi casada com Baltazar Gonçalves, curador dos netos, filhos de Maria Gonçalves. Baltazar nasceu em Santos por 1544, filho de Domingos Gonçalves e Antonia Rodrigues, conforme seu depoimento no processo citado. Ainda vivia em 1622, faleceu antes de 1636. CATARINA GONÇALVES - Inventário e Testamento Data: 10 de janeiro de 1637 Juiz: Dom Francisco Rendon de Quevedo Avaliador: Domingos Machado Local: Vila de São Paulo Declarante: Gonçalo Gil Filhos da primeira mulher do viúvo“Luiz Eanes o moço Antonia Gil e o dito (. ) Luiz Eanes Miguel Luiz Gil de idade de dezesseis anos Gonçalo Gil o moço de idade de quatorze anos Francisco Luiz Gil de idade de onze anos Antonio de idade de nove anos João de idade de seis anos” Filhos da segunda (. ) que teve (. ) Maria Gonçalves casada com Bastião Pedroso/ Benta de idade de oito anos Clemência de treze anos João de dez anos. TESTAMENTO - 9 de novembro de 1636 Primeiramente (invocações pias) Rogo a meu irmão Álvaro Rodrigues e a minha irmã Maria Gonçalves e a meu (. ) que por serviço de Deus queiram ser meus testamenteiros. Meu corpo será sepultado em a Igreja Matriz desta vila de São Paulo na cova do meu marido Bento de Oliveira. Declaro que sou natural desta terra filha legitima de Clemente Alvares e sua mulher Maria Alves. Sou casada com Gonçalo Gil e tenho quatro herdeiros necessários. Peço pelo amor de Deus que entregue a minha filhinha Benta a minha irmã (. ) que em todo (. ) fazenda a metade de meia (. ) por Jarabati (. ) a metade das casas de meu avô que Deus tem (. ) e me deu a mim no mesmo modo (. ) e tudo de móvel (. ) de algodão (. ) ferramenta necessária de casa. Declaro (. linhas ilegíveis. ) por conta de meu defunto por lhe dever por assinado uma peroleira e quedo que mais se lhe peça conta como mostrando o dito assinado patacas (. ) deve-me minha avó Maria Alvares quatro patacas que paguei por ela a Manoel (. ) Declarou dívidas religiosas e que seu pai não lhe dera o dote. . se assine por mim aqui meu irmão Álvaro Rodrigues. Testemunhas: Álvaro Rodrigues, Domingos Marques Requeixo, Baltazar Gonçalves, Miguel Garcia Carrasco, Jorge Fernandes, João Mendes. Declaro que devo a minha mãe Ana de Freitas um cruzado e mais uma pataca a (. ) Ribeiro doze vintens a Ambrosio Pereira (. ) vintens a Manoel da Cunha. Cumpra-se: 9-1-1637 – Quebedo Segue a avaliação da fazenda. toda avaliada em 10$380 Dom Francisco Rendon passa precatório para o juiz da Vila de Parnaíba para que mandasse avaliar dois lanços de casas, algodoal, 2 porcas, uma bacorra, enxada etc. Seguem as avaliações em Parnaíba na fazenda de Clemente Alvares, feitas pelo avaliador Gaspar da Pinha. Total: 15$300 Dividas que deve a fazenda:A Manoel JoãoAos frades de São BentoA Santo AntonioA N. Sra do CarmoA Domingos MachadoA Ana de FreitasA Januario RibeiroA Ambrósio PereiraA Manoel da CunhaAs custas do inventário Devedores:Ana BarbosaBastião PedrosoPedro Taques E fica para os quatro órfãos filhos de Bento de Oliveira 3$180 Curador dos órfãos: Clemente Alvares, avô dos ditos a quem foi entregue a fazenda para dela dar conta assim a que ficou da mãe como a que deixou Bento de Oliveira, defunto, pai dos órfãos. E desta maneira houve o juiz este inventário por feito e acabado Quebedo Senhor Gonçalo Gil(Carta de Sebastião Pedroso a Gonçalo Gil abrindo mão da herança). Seguem quitações de despesas pagas por Gonçalo Gil. Outrossim carrega mais sobre o curador Clemente Alvares a parte que cabe aos órfãos das casas que tem na praça e terreiro do Colégio que foram avaliadas e lançadas neste inventário de Bento de Oliveira. Pediu Clemente Alvares que as casas fossem vendidas por estarem a ruir, e Gonçalo Gil concordava com isso. Mandou o juiz que o curador consertasse as casas por serem bens de raiz dos órfãos. 20-2-1637 Quitações de despesas pias. 23-?-163? – É verdade que eu Catarina Gonçalves filha de Clemente Alvares estou paga e satisfeita da legítima que me ficou por morte e falecimento de minha mãe Maria Alvares. 21-1-???- Confessou Álvaro Rodrigues receber de Manoel Peres vinte patacas que era a dever ao defunto Bento de Oliveira a qual quantia recebeu o dito Álvaro Rodrigues como curador que é dos filhos do dito Bento de Oliveira e de Catarina Gonçalves. Curador aos órfãos filhos de Bento de Oliveira e Catarina Gonçalves 21-1637 – Álvaro Rodrigues, irmão da defunta, por Clemente Alvares ser homem velho e morador em outra vila. Confessou Clemente Alvares ter em seu poder os conteudos dos inventários de sua mãe Catarina Gonçalves a saber Gracia e Clemência Cecília e Sebastiana sua filha (. o resto do termo está em linhas pontilhadas. ) 21 de agosto de 1661 – Apareceu Álvaro Rodrigues do Prado em casa do Juiz Antonio Raposo da Silveira para entregar um dinheiro que tinha deste inventário e mandou o juiz depositar nas mãos de Clemente Alvares 8-6-1661 – Clemente Alvares requer que o juiz chame o curador para declarar o que tem em seu poder, visto que ele Clemente não recebeu nada do que deixaram seu pai e mãe. 10-6-1661 – Ajunte-se esta petição aos inventários e com eles venha o curador dar conta dos bens dos órfãos que lhe foram entregues
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