Wildcard SSL Certificates
www.brasilbook.com.br
                  



Apoio o comércio local
Adm Pocoyo
   
  Comentar  Meu álbum
Até as “esmolas” deixadas pelo fundador de Sorocaba foram disputadas na Câmara
1 de janeiro de 1667, sábado
  
  
  
- Início das obras do Mosteiro [2]

[2] "Baltazar Fernandes: Culpado ou Inocente?" p. 96

Baltazar Fernandes doou as terras que lhe couberam por causa da morte de sua esposa, Isabel de Proença, para o Mosteiro São Bento. Essas terras compreendiam uma área que ia desde o Rio Sorocaba até as divisas com Curitiba. Juntamente com as terras e a igreja, foram doados 12 vacas, um touro, 12 índios para trabalhar na terra, uma índia para cozinhar para os padres e mais um índio para trabalhar na sacristia.

Logo surgiu um conflito entre a Igreja, a Câmara Municipal e descendentes de Baltazar Fernandes, que queriam anular o testamento. Teve de vir à cidade o Padre Provincial, que era o Frei Francisco da Visitação, pertencente à congregação portuguesa. Para tentar apaziguar os ânimos sobre quem era "dono de Sorocaba", o Frei Francisco fez uma nova escritura com a Câmara.

Nessa nova escritura, foram estabelecidos os novos limites das terras do Mosteiro. A Câmara Municipal fez algumas exigências, entre elas, a permanência dos monges em Sorocaba. Se, por acaso, a Ordem Beneditina removesse os monges da cidade, deveria devolver ou doar à Câmara todo o patrimônio do Mosteiro.

O Frei Francisco da Visitação pediu para que as esmolas não entrassem nesse acordo, porque era impossível devolver o dinheiro, mas se prontificou em manter sempre dois ou três monges no Mosteiro, com a obrigação de ensinar a Língua Portuguesa, o Latim e o Canto.

https://www. facebook. com/sorocaba24hrs/ photos/a. 366816437417442/
0 fontes

lentemp:2-1-1

1667, há 359 anos...
    Registros  (29)
    Imagens  (1)
    Pessoas  (35)
  Temas   (43)
Direto ao ano:
..  



TOPO

  História  (33054)
  Cidades  (713)
   Imagens  (14157)
  Pessoas  (10468)
  Temas  (1478)
Direto ao ano:





TEstando
        
        
Criado por Adriano César Koboyama