Olivério José do Pilar, o chefe republicano, seguira para São Paulo a 16 de novembro de
1889, com o coronel Sousa Mursa, dire-tor do Ipanema, a assistir a posse dos triúnviros do primeiro govêr-no republicano do Estado, e de lá enviara notícia do regosijo popular e um exemplar do boletim espalhado, no dorso do qual escreveu a Benedito Antônio Pires que o esperasse com os amigos no trem da manhã, de 17. De fato, êle dFerreira BRaga Esteve em Sorocaba de volta, a 16 de novembro de
1889. combinando o ato para 17, ao meio-dia MartinsFrança passou a presidência a José Padilha de Camargo Comissão, republicanos e povo reuniram-se na estação à horado trem, com a "Lira Sorocabana". Vivas, foguetes, música, descedo trem Olivério Pilar com a nova bandeira que dona Umbélia Lobosegura, e organiza-se a passeata Frente à casa de Olivério falam êlee Júlio Ribeiro Ao meio-dia, parte do povo na Câmara, parte na casa do dr. Olivério para o acompanhar Receberam-nos o vice-presidente JoséPadilha de Camargo e os vereadores Francisco Peixoto Castanho eOlímpio Loureiro de Almeida, secretário Fleuri. Olivério falou. Padilha disse poucas palavras aceitando a República. Vivas. Olivério, de nôvo Lavrada a ata, todos assinaram O povo acompanhou àssuas casas Padilha (por êle agradeceu Artur Gomes) Olivério e Benedito Pires A pedido, Isidoro de Castro reabriu as malas feitas e deu o espetáculo de gala da República, com o "Beijo de Judas" de nôvo. Falou Vicente Eufrásio da Costa Abreu