Este forte foi originalmente erguido pelos indianos na margem direita do rio Chaporá, em um trecho navegável do rio, rodeado por montanhas. Foi conquistado para as armas portuguesas pelo pelo 44. º vice-rei do Estado Português da Índia, D. Pedro Miguel de Almeida Portugal e Vasconcelos, marquês de Castelo Novo, em 5 de Maio de
1746, que em memória do feito foi recompensado com o título de marquês de Alorna. Foi restituído aos Bhounsolés em
1761 por ordens do governo. Estes, pouco tempo, entretanto, com o apoio dos Ranes de Sattary, revoltaram-se, ameaçando as possessões portuguesas do norte de Goa. Em função dessa ameaça, a posição foi reconquistada em 25 de Agosto de
1781, por forças sob o comando do Vice-rei D. Frederico Guilherme de Sousa. Embora esteja protegido pelo governo de Goa, Damão e Diu como património histórico desde
1983, encontra-se actualmente em precárias condições, recoberto pela vegetação. Os habitantes mais antigos de Alorna recordam que, diante do avanço das tropas indianas em
1961, a guarnição portuguesa afundou as peças de artilharia e todos os objetos de valor nas águas do rio.