Entre o inverno de 1526 e 15 de janeiro de 1528, seis homens (conhecedores das narrativas sobre os tesouros do “rei branco”) de um grupo de 32 desertores da expedição de Don Rodrigo de Acuña, após uma jornada de cerca de 300 km vindos de Porto dos Patos (relativo à tribo dos índios Patos, da nação guarani) no litoral de Santa Catarina, chegaram a Cananéia e juntaram-se ao Bacharel ajudando a povoar a terra.
Desses desertores, provavelmente Gonçalo da Costa e Francisco de Chaves, casaram-se com filhas do Bacharel. Francisco de Chaves era o único homem branco vivo que já estivera no império inca com a expedição de Aleixo Garcia até os domínios do El Dorado.
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1º fonte - 25 de maio de 2012, sexta-feira
A História de Cananea - Caminhos do Sertão
Entre o inverno de 1526 e 15 de janeiro de 1528, seis homens (conhecedores das narrativas sobre os tesouros do “rei branco”) de um grupo de 32 desertores da expedição de Don Rodrigo de Acuña, após uma jornada de cerca de 300 km vindos de Porto dos Patos (relativo à tribo dos índios Patos, da nação guarani) no litoral de Santa Catarina, chegaram a Cananéia e juntaram-se ao Bacharel ajudando a povoar a terra.
Desses desertores, provavelmente Gonçalo da Costa e Francisco de Chaves, casaram-se com filhas do Bacharel. Francisco de Chaves era o único homem branco vivo que já estivera no império inca com a expedição de Aleixo Garcia até os domínios do El Dorado.
2º fonte - 2 de dez. de 2016, sexta-feira
Super Interessante; Quem foi o primeiro bandeirante?, Adriana Vera e Silva, Revista Super Interessante
Carta de 1528 conta o que aconteceu com as peças saqueadas dos incas por Aleixo Garcia.“E lhes enviaram cartas, e ainda que não houvessem chegado às minas já haviam tido contato com uns índios que viviam perto da serra, e que traziam nas cabeças umas coroas de prata e peças de ouro nos pescoços e orelhas (…) e lhes enviaram doze escravos com amostras do metal que tenho dito.”“Chegou ao dito porto uma nau na qual vinha por capitão o dito dom Rodrigo, ao qual deram até duas arrobas de ouro e prata e de outro metal muito bom (…) para que o levasse a Sua Majestade. E que se entregou o ouro no batel para levá-lo à nau, o batel virou com o muito mar que havia, de maneira que se perdeu tudo, e que então se haviam afogado no dito batel quinze homens.”
Cassius Marcellus Clay Jr. 1942-2016
Cássius Clay é nome de escravo, não o escolhi, não o quero. Sou Muhammad Ali, um nome livre.