O velho cel. João Antunes Maciel foi, pelo menos, em
1728, pois os seus ossos foram trazidos pelos filhos a enterrar na matriz de Sorocaba. O filho homônimo fazia parte da bandeira do descobrimento em
1718. Em
1723 era superintendente das minas a quem cabia receber os quintos. Em
1726 vinha para São Paulo chefiando a tropa ou monção de canoas, que trazia para a Fazenda Real quatro arrôbas e seiscentas oitavas de ouro. Em Camapuã, já o encontrou doente em 20 de agôsto de
1726, o governador Rodrigo César de Meneses, falecendo pouco depois no rio Paraná. Seus ossos chegaram à matriz no ano seguinte, em
1727. Punha-se fogo à sepultura para apressar a decomposição.
[acervo. museudapessoa. org]Em
1726 vinha para São Paulo chefiando a tropa ou monção de canoas, que trazia para a Fazenda Real quatro arrôbas e seiscentas oitavas de ouro.
Antônio Antunes Maciel estava com Pascoal Moreira e foiescolhido para vir trazer ao governador a bela notícia. Retornou à exploração de ouro e caça aos índios dos arredores. Em1726 recebeu o governador rio abaixo de Cuiabá, com a aprovação do qual, no ano seguinte, atacou os índios parecís. Aindavoltou a Sorocaba e retornou à guerra dos paiaguás. Depoisde
1733 viveu em paz com a sua família perto da atual estaçãode Iperó (Rio Abaixo), com muitos escravos índios, até cêrcade
1745.
[Memória Histórica de Sorocaba II. Aluísio de Almeida p.