A carta, datilografada numa folha com o brasão da República e timbres do Ministério da Justiça e Polícia Federal, é assinada pelo inspetor Firmiano Pacheco, não deixa dúvidas da relação de Aladino com a PF 8 de março de 1968, sexta-feira
Poderia ser apenas bravata, mas um dos papéis apreendidos em seu escritório, no 21º andar do edifício Martinelli, não deixa dúvida sobre as relações de Aladino Félix/Dinotos com o escritório central da Polícia Federal (PF), em Brasília: “Prezado senhor Dinotos, Recebi sua carta e desde já aceite meus agradecimentos pelas informações nela contidas. Encaminhei imediatamente cópia das informações ao meu Diretor, tendo ele ficado também impressionado e levará o assunto às autoridades superiores. Esperando contar com a valiosa cooperação que o senhor vem prestando, aguardo novas notícias”.
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