*Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro 1882, domingo Seboraboçu - Monsenhor Azevedo Pizarro (1753 - 1830) escreve Tuberabussu, ou Subrabussu, quando trata da serra das esmeraldas. Temos também entre a cidade do Sabará e a vila do Caeté outra serra, a qual chamou-se Saberaboçu e depois Sabaraboçu. No primeiro exemplo não se deveria escrever antes Tuberaboçu, que significa serra alcantilada? E no segundo caso não se derivaria melhor de Caa beraboçu, que quer dizer montanha, em que as tempestades se acumulam e relampeia? Contudo alguns antigos descendentes dos descobridores paulistas derivavam esta denominação de çabaa-boçu, que significa grande enseada de rio, como se observa no lugar. Outros antiquários enfim derivavam do vocábulo çaba-ara-boçu, que quer dizer território de campinas peludas, por contraposição de outro confiante chamado Caeté, onde começava a região da mata geral. São difíceis as questões, que n´este tipo de artigo se nos propõe, e não nos julgamos com forças de as resolver cabalmente. Eis o que pensamos. Tuberaboçu, pode provir de Tupamberaba oçu grandes relâmpagos, querendo por esta forma designar o, lugar onde eles frequentemente fuzilam. O Sr. indica algumas outras radicais, tais como esta: tubé, filho do mesmo ventre, mas de pai diferente e taboçu, grande aldeia. [p. 359 e IMAGEMS:513074513075513076 https://brasilbook.com.br/imagensx/13074
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