Luis Cesar a justificou no dia 14 de novembro, dizendo que, ao conversar com “pilotos práticos”, constatou – estranhamente, diga-se de passagem - que a armada pesaria mais aos moradores da Bahia que aos do Rio de Janeiro. Curiosamente, dizia que a Bahia era de “gente pobre e necessitada” e o Rio de Janeiro seria porto de muito movimento e melhor preço, “por respeito do muito comércio que desta cidade e de todos os portos do mar ante Douro e Minho a ela de ordinário vão...”