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*Com 12 anos, passou a acompanhar o pai, também chamado Bartolomeu Bueno da Silva nas expedições ao território goiano, mas, com a descoberta de ouro em Minas Gerais, estabeleceu-se em Sabará e, mais tarde, em São João do Paraíso e Pitangui, onde foi nomeado assistente do distrito.
1684


Foi assim que, no verão de 1684, saiu uma bandeira, encabeçada, entre outros, por Manuel de Camargo, seu cunhado Bartolomeu Bueno de Siqueira, seu genro Miguel d’Almeida e João Lopes de Camargo, seu sobrinho. Chegados todos a Itaverava, logo encontraram ali algum ouro, mas, como fosse pouco para sua cobiça, prosseguiu o dito Manuel de Camargo, com seu filho Sebastião, rumo à Casa da Casca, segundo sua primeira intenção, mas antes de chegar a esse misterioso sítio foi morto pelos índios bravios, salvando-se do grupo apenas seu filho e alguns homens do gentio que imediatamente voltaram.Esse informe não é inconciliável, segundo se pode ver, com o anterior, uma vez que Bartolomeu Bueno, um dos cabos da entrada, bem poderia ter recebido a novidade do ouro por duas vias diferentes, isto é, do Arzão e de Duarte Lopes. A primeira versão encontra-se pormenorizadamente exposta num manuscrito do códice Costa Matoso, pertencente à coleção Félix Pacheco da Biblioteca Municipal de São Paulo e dela se valeriam, entre outros, o poeta Cláudio Manuel da Costa, José Joaquim da Rocha ou quem quer que fosse o anônimo da “Memória da Capitania de Minas Gerais”, de 1781, e Diogo Pereira Ribeiro de Vasconcelos, o velho. [1]

Bartolomeu Bueno da Silva

Bandeirantes

Diamantes, ouro e prata

Fonte: "História Da Civilização Brasileira COLEÇÃO"
em Retrospectiva


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Agradecemos as duvidas, criticas e sugestoes
Compilado por Adriano Cesar Koboyama
Colaboradores:
Simone Garcia
João Libero
Amora G. Mendes, Matheus Carmine