Quando Martin Afonso de Souza subiu ao planalto, Domingos Luiz Grou estava casado com a filha do cacique de Carapicuíba
1532. Há 494 anos
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Nas cidades e andar na rua, visitas e celebração das festas da Igreja (missas e outras) usavam-se sapatos: a 18 de agosto de 1551 o Governador Tomé de Sousa mandou dar aos Padres da Baía, 12 pares de sapatos. Para andar por casa seriam mais comodas as alpercatas. E no sertão ou em viagem, subidas de encostas e passagem de lamaceiros, os sapatos eram moletos; e as alpercatas aderentes e amarradas aos pés tornaram-se o calçado habitual, se bem que nos caminhos preferissem quase sempre andar descalços, com os pés calejados como bons sertanistas, não imunes porém de feridas provenientes de cortes e picadas.Já na Baía se teria manifestado a necessidade de alpercatas nas viagens, mas onde o uso se impôs foi em Piratininga, porque a Serra de Paranapiacaba só de podia transpor ou de alpercatas ou a pé descalço. [Artes e ofícios dos Jesuítas no Brasil, 1549-1760, 1953. Serafim Soares Leite. Página 71]
LUCiAtesteA Armada, depois de ter reconhecido o Cabo de Santo Agostinho, e navegado ao longo da costa, apostou na Bahia de Todos os Santos, onde encontrando dois navios franceses, fez preza nele: do que Martim Afonso deu logo notícia ao Soberano por João de Souza, capitão de um dos navios da Armada, com a qual ficou alí até chegar a monção de poder continuar a viagem para o Sul. Depois de ter refrescado em Porto Seguro, foi entrar na bahia de Santa Luzia, á qual trocou o nome pelo de Rio de Janeiro, por ser no primeiro dia do ano de 1532. [Página 51]