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Carta de dada de terras de Diogo de Onhate que lhe deu o capitão Gaspar Conqueiro no caminho de aldeia de Tabaobi
7 de março de 160820/05/2024 23:55:58

Mapa Amerique Meridionale
Data: 01/01/1650
Créditos: Nicolas & Guillaume Sanson

A Carta de dada de terras de Diogo de Onhate que lhe deu o capitão Gaspar Conqueiro no caminho de aldeia de Tabaobi.

(...) para fazer seus mantimentos portanto me pedia em nome do dito senhor Lopo de Sousa e por virtude de seus poderes que para ello tenho bastantes e como seu procurador lhe desse para os ditos seus filhos e filhas uma légua de terra em quadra tanto em comprimento como de largo de matos maninhos no sertão desta capitania junto do rio que se chama Perayb... começando de uma tapera que foi de .... Corrêa por o dito rio Perayb... abaixo de uma banda e da outra banda pelo mesmo mato ao longo do caminho que ia ao rio Nharbobon Sorocaba e sendo caso que do rio Pirayibig para a banda do campo não houver a légua de matos se encherá a dita légua ....... em quadra tanto de comprido como de largo da outra banda do dito rio Pirayibig que fique a dita légua de terra em quadra tanto de comprido como de largo e receberia merce que na dita petição é mais légua de terra em quadra por virtude dos poderes governador Lopo de Sousa.

João Antônio Malionatural da cidade do Riode Janeiro, mulher de JOÃO ANTÔNIO MALIO, irmão da mãe do Padre Fernão Rodrigues de Córdova, e filhos de Catarina Conqueiro. Ana de Sousade Brito fez procuração71 em 1645, na vila de Ubatuba, para seu maridoJoão AntônioFernão Rodrigues Córdova

Teodoro Fernandes Sampaio (1855-1937)Japeaçaba ou Y-apeaçaba = A travessia do rio, a ponte. Designa também uma palmeira de que se tiram fibras resistentes, conhecidas vulgarmente por piaçaba ou peaçaba [“O Tupi na Geographia Nacional”, 1901. Teodoro Fernandes Sampaio (1855-1937). Página 267

336] [28021] 1° fonte: 01/01/1863*Revista trimensal do Instituto Histórico, Geográphico e Etnográp...

O Tiété recebe em seu curso na margem direita o Jundiahy (jundiá peixe), o Capivary, o Piracicaba (tem pena do peixe), o Jacaré Pipira, o Pipira (se abre a força), e pela margem esquerda o rio Sorocaba, (Maribondo roto), que tem vários galhos nasce da serra Paranabiacaba (pé de maribondo) e rega a cidade de Sorocaba, antes da sua junção com o Tiété, que banha as cidades de São Paulo, Itú, Porto Feliz, etc. O Tiété que é também conhecido pelos nomes de Ypané ou Anhembi, na sua barra com o Paraná tem um salto que impede a navegação. [Páginas 746 e 747]

É um título notavel e único no Brasil e em Portugal. Por ser de cor evidentemente local, trata-se uma ponte do rio Sorocaba, onde se fez a igreja a que trouxeram uma imagem de Nossa Senhora. Esta imagem podia ser a Nossa Senhora de Montesserrate, orago do Ipanema, ou outra do próprio Balthazar e é provavel que já se chamasse Nossa Senhora da Ponte antes da mudança do pelourinho para o atual lugar, pois o Itavuvu é à beira-rio e tinha provavelmente a primeira ponte. '13596 primeiro branco era o português Afonso Sardinha, que depois de residir em Santos passou para São Paulo, erguendo o seu solar no Butantã (hoje Casa do Bandeirante), onde tinha o seu trapiche, isto é, engenho de açúcar.Foi entrando para o sertão, à procura de ouro e prata, pelo Tietê abaixo, tendo principiado no Jaraguá. Do Ibituruna (junto a Pirapora) obliquou para a serra do Piragibú tomando como referência um morrete isolado o Aputribú.Daí avistou a linda montanha ao poente. Descendo pelo vale do Pirajibú ao campo de Pirapitinguí deixou, à direita o depois chamado bairro do Varejão (nome de família de um sitiante do século XVIII) no atual município de Itú, atravessou o rio Sorocaba, ou na atual rua 15 ou na barra de Pirajibú, e semente três.A data mencionada por Pedro Taques, 1589, é apenas aproximada, pois inclui a exploração nos outros pontos mencionados. Bateou algum ouro até o século passado se encontrava em quantidade pequena em muitos rios da região e viu um minério de reflexo metálico que julgou ser prata e, enfim, fazendo roçar uma clareiro no ribeiro das Furnas que subiu até as fontes, deu a primeira martelada em minério de ferro no Brasil. '5856 '13813 É um título notável e único no Brasil e em Portugal. Por ser de cor evidentemente local, trata-se uma ponte do rio Sorocaba, onde se fez a igreja a que trouxeram uma imagem de Nossa Senhora. Esta imagem podia ser a Nossa Senhora de Montesserrate, orago do Ipanema, ou outra do próprio Balthazar e é provavel que já se chamasse Nossa Senhora da Ponte antes da mudança do pelourinho para o atual lugar, pois o Itavuvu é à beira-rio e tinha provavelmente a primeira ponte.. '13491 01/09/1965“Memória Histórica de Sorocaba, parte III”. Luís Castanho de...Mas aí por 1733 o futuro capitão-mor José Barros Lima construiu as suas casas à direita da ponte, dando princípio à atual rua cel. Nogueira Padilha. (...) Já pouco depois de 1732 surgem reclamações na Câmara pelo estrago das tropas na ponte, que foi reconstruída. No ano de 1818 a Câmara construiu de nôvo, um pouco acima da antiga, uma ponte de madeira. Contribuíram os "homens bons" e ricos com uma dobra e meia dobra, 25 mil réis e 12$500. Nessa época, a rua mons. João Soares e a da Penha mais a Direita (não havia a Brigadeiro Tobias, a da Penha acabando ali pela rua prof. Toledo) estavam povoadas.1° fonte/1° registro: 01/09/1965“Memória Histórica de Sorocaba, parte III”. Luís Castanho de Alme...A vila já começara a estender-se além-ponte, em 1695 havia uma casinha de palha ou sapé junto à ponte. Em 1724 (Livro de Notas no Arquivo Público), João Luís do Passo e sua mulher Luzia de Abreu, venderam por 50.000 réis a João Correia de Oliveira uma casa de taipa e coberta de palha da outra banda do rio de Sorocaba para uma rua deserta, pela mão direita, tudo que se acha da borda do rio Grande para baixo até o ribeirão de Taquarivaí. É a atual avenida São Paulo e estrada de Itú. Rua deserta, uma só casa.registro: 01/09/1965“Memória Histórica de Sorocaba, parte III”. Luís Castanho de Alme...Em 1770 e poucos, João de Almeida Pedroso aforou da Câmara por 120-réis anuais um terreno grande que começava na casa dos Barros Lima e se limitava pela rua São Paulo e a estrada de Votorantim e assim ficou parado todo o bairro de Além-Ponte, menos a estrada e rua da Contagem ou de São Paulo que chegou até perto do Lava-Pés até o fim do século XVIII, como eram prova muitas construções de grossas taipas. O portão da rua dos Morros existia até o século passado, primeiro perto da ponte, depois na altura da atual matriz do Bom Jesus. [p. 118Muitos autores, e entre eles o padre Pedro Lozano, tratam difusamente deste ponto. Desde que chegaram os jesuítas ás províncias de Guayrá, Paraná-pané e Tibaxiva, ouviram os gentios falar de São Thomé, ao qual davam o nome de pai Zumé, e dele narravam coisas prodigiosas, e o tinham em conta de varão maravilhoso, cuja memória o tempo no decurso de tantos séculos não pode fazer esquecer.Peabirú - De "pe", estrada e "abirú", de abi, "cabelo". "Por esta província (Tayaobi) corre o caminho dourado, pelos Guaranis Peabirú e pelos Espanhóis de Santo Tomé; tem oito palmos de largura, em cujo espaço cresce apenas um capim muito pequeno, que pela fertilidade chega a meio metro e embora seco a palha, os campos queimados, nunca a grama do referido caminho sobe mais alto.O Peabiru foi o principal caminho pré-colombiano existente na América e estas características já vêm sendo descritas desde o século XVI. Igor Chmys constou que o Caminho não subia elevações, mas sim as contornava, sendo, portanto, bastante sinuoso, explica Casemiro (2010a). Bond (2009), descreve que o Caminho era forrado “pavimentado”, e o material utilizado mudava de acordo com a região, pois atravessava “pântanos, selvas, rios, pedreiras, areias, entre outros”, sendo considerado uma verdadeira obra de engenharia.

De acordo com Cadernos da ilha (2004), há autores que negam a existência do Peabiru, mas de fato é que no ano de 1555 o ex-governador do Paraguai Alvar Nuñes Cabeza de Vaca, descreve sua caminhada entre a Ilha de Santa Catarina e Assunção, utilizando um Caminho feito pelos índios; Días de Guzmán diz ter andado por um Caminho bastante destacado, nomeado de Peabeyú, o padre Montoya, fundador das missões do Guairá, onde no ano de 1639, dizia ter andado por um Caminho que tinha oito palmos de largura. Bond (2009) acrescenta outros personagens como Pedro Lozano, que no ano de 1739 escreveu o nome Peabiru pela primeira vez, como o conhecemos hoje.
Diogo de Unhate e João de Abreu estiveram em guerras, na Capitania há 40 anos, Diogo tinha 11 filhos e 5 filhas para casar. Recebeu muitas “frexadas e feridas”, ficou manco e aleijado do braço direito e mão direita, derramou seu sangue muitas vezes. Pediram terras devolutas “tão longe” para ir roçar, a 15 léguas de Santos, em frente à ilha de S. Sebastião. [projetocompartilhar.org/ sesmarias.htm]

(...) para fazer seus mantimentos portanto me pedia em nome do dito senhor Lopo de Sousa e por virtude de seus poderes que para ello tenho bastantes e como seu procurador lhe desse para os ditos seus filhos e filhas uma légua de terra em quadra tanto em comprimento como de largo de matos maninhos no sertão desta capitania junto do rio que se chama Perayb... começando de uma tapera que foi de .... Corrêa por o dito rio Perayb... abaixo de uma banda e da outra banda pelo mesmo mato ao longo do caminho que ia ao rio Nharbobon Sorocaba e sendo caso que do rio Pirayibig para a banda do campo não houver a légua de matos se encherá a dita légua ....... em quadra tanto de comprido como de largo da outra banda do dito rio Pirayibig que fique a dita légua de terra em quadra tanto de comprido como de largo e receberia merce que na dita petição é mais légua de terra em quadra por virtude dos poderes governador Lopo de Sousa. [24152]

É incontestável que este bandeirante (Jerônimo Leitão), na leva para aquele fim aparelhada a 1o. de setembro de 1585, chegou até Paranaguá. Azevedo Marques e Romário Martins, quase acordemente, afirmam que foram indivíduos da mencionada bandeira de Jerônimo Leitão os primeiros que ali obtiveram sesmarias a partir de 1609 ou 1610. De fato, constam de documentos as concedidas a moradores de São Paulo, João de Abreu e Diogo de Unhate, datado de 1 de junho de 1614 a que este obteve. [Primeiro Congresso Nacional de História Nacional, 1915. Página 74] [24356]
[27966] 1° fonte: 01/01/1739
“História da Companhia de Jesus da província do Paraguai”, Pedro ...

Peabirú - De "pe", estrada e "abirú", de abi, "cabelo". "Por esta província de Tayaobi corre o caminho dourado, pelos Guaranis Peabirú e pelos Espanhóis de Santo Tomé; tem oito palmos de largura, em cujo espaço cresce apenas um capim muito pequeno, que pela fertilidade chega a meio metro e embora seco a palha, os campos queimados, nunca a grama do referido caminho sobe mais alto.
[24356] 2° fonte: 01/01/1915
Primeiro Congresso de História Nacional: Explorações Geográficas,...

(...) pelo Apotribú, isto é, esgalhando- se da estrada de Itú, procurava a serra do Piragibú e daí a Parnaíba, vale do Tietê até São Paulo. Mas é de notar que em época tão remota já o fundador de Sorocaba tivesse construído a maior ponte que existiu em todo o sul do Brasil até o Senhor D. Pedro I. Revista do Arquivo Municipal
[24152] 3° fonte: 01/01/1921
Sesmarias de 1602-1642, Publicação Oficial do Arquivo do Estado d...

(...) para fazer seus mantimentos portanto me pedia em nome do dito senhor Lopo de Sousa e por virtude de seus poderes que para ello tenho bastantes e como seu procurador lhe desse para os ditos seus filhos e filhas uma légua de terra em quadra tanto em comprimento como de largo de matos maninhos no sertão desta capitania junto do rio que se chama Perayb... começando de uma tapera que foi de .... Corrêa por o dito rio Perayb... abaixo de uma banda e da outra banda pelo mesmo mato ao longo do caminho que ia ao rio Nharbobon Sorocaba e sendo caso que do rio Pirayibig para a banda do campo não houver a légua de matos se encherá a dita légua ....... em quadra tanto de comprido como de largo da outra banda do dito rio Pirayibig que fique a dita légua de terra em quadra tanto de comprido como de largo e receberia merce que na dita petição é mais légua de terra em quadra por virtude dos poderes governador Lopo de Sousa.
[27675] 4° fonte: 01/01/1936
Vocabulário Nheengatú, 1936. Afonso A. de Freitas

[24689] 5° fonte: 01/01/1951
“Pequeno Vocabulário Tupi-Português”, 1951. Padre A. Lemos Barbosa

Nharybobõ - Ponte.
[27301] 6° fonte: 01/01/1987
Dicionário Tupi (antigo) - Português, 1987. Moacyr Ribeiro de Carvalho

NHA-RYBO-BÕ. Substantivo: ponte.NHA-UUMA. Substantivo irregular: barro. = yby-uuma
[28193] 7° fonte: 01/01/2007
“Chão de terra e outros ensaios sobre São Paulo”. Raquel Glezer

Onde as terras eram devolutas, ou seja, numa área ainda desocupada por colonos. Como bem pontuou Raquel Glezer, o uso da expressão “terras devolutas”, mesmo neste período, não estava associada ao sentido de terras devolvidas, tratando-se de um indicativo de terras desocupadas ou desaproveitadas dentro da perspectiva do processo de ocupação colonial.
[21228] 8° fonte: 01/01/2014
“Baltazar Fernandes: Culpado ou Inocente?”. Sérgio Coelho de Oliv...

[27674] 9° fonte: 20/10/2022
Cubatão, 20.10.2022, dr. Pintassilgo, migalhas.com.br/drpintassilgo

[28444] 10° fonte: 07/03/2023
Genealogia de Diogo de Unhate, consultada em

Voltou para Santos, alguns anos depois, onde serviu, de 1609 a 1617, os cargos de escrivão da Ouvidoria e da Fazenda Real (“Sesm.”, I, 35 a 224). Obteve em 1608, com João de Abreu, sesmaria em S. Sebastião e, no mesmo ano, outra sesmaria na região do rio Sorocaba. Em luta contra índios hostis e piratas de várias procedências, recebeu muitos ferimentos, do que resultou ficar manco e aleijado da mão e do braço direito (“Sesm.”, I, 22, 24 e 33).

Diogo de Unhate e João de Abreu – 1608 – Estiveram em guerras, na Capitania há 40 anos, Diogo tinha 11 filhos e 5 filhas para casar. Recebeu muitas “frexadas e feridas”, ficou manco e aleijado do braço direito e mão direita, derramou seu sangue muitas vezes. Pediram terras devolutas “tão longe” para ir roçar, a 15 léguas de Santos, em frente à ilha de S. Sebastião.
[k-1647] 11° fonte: 28/03/2024
Distância entre Sorocaba e Ivaiporã, consulta em Google Maps

Em 1608 a palavra "Sorocaba" aparece pela primeira vez, na "Carta de dada de terras de Diogo de Onhate que lhe deu o capitão Gaspar Conqueiro no caminho de aldeia de Tabaobi". Diz o trecho:

(...) uma légua de terra em quadra tanto em comprimento como de largo de matos maninhos no sertão desta capitania junto do rio que se chama Perayb... começando de uma tapera que foi de .... Corrêa por o dito rio Perayb... abaixo de uma banda e da outra banda pelo mesmo mato ao longo do caminho que ia ao rio Nharbobon Sorocaba e sendo caso que do rio Pirayibig para a banda do campo não houver a légua de matos se encherá a dita légua ....... em quadra tanto de comprido como de largo da outra banda do dito rio Pirayibig que fique a dita légua de terra em quadra tanto de comprido como de largo e receberia merce que na dita petição é mais légua de terra em quadra (...)

É de notar que em época tão remota já Sorocaba tivesse construído a maior ponte que existiu em todo o sul do Brasil até o Senhor D. Pedro I. Afinal, uma ponte era uma marca única e fantástica, naquele tempo, naquele sertão. Não era qualquer rio que tinha ponte. Registra a história que esta foi a primeira ponte do interior do Estado de São Paulo e remonta ao final do século XVI, por ocasião da descoberta das Minas do Morro Araçoiaba. 13856§
Narhobon
A primeiro registro da palavra "Sorocaba" consta na "Carta de dada de terras de Diogo de Onhate que lhe deu o capitão Gaspar Conqueiro no caminho de aldeia de Tabaobi", datada em 1608. O Cacique Tayaobá era senhor absoluto de mais de 30 caciques, tanto de parcialidade Guarani, quanto Jê. Para se ter ideia, no "lado" português de Tordesilhas conhecemos apenas três: os irmãos Tibiriçá, Piqueroby e Cayubi.

Relacionamentos

Aldeia de Tabaobi
40 registros
Apoteroby (Pirajibú)
163 registros
Bairro de Aparecidinha
112 registros
Bilreiros de Cuaracyberá
60 registros
Cacique Tayaobá (1546-1628)
53 registros
Caminho do Peabiru
440 registros
Francisco Carlos da Áustria (n.1802)
4 registros
Diogo de Unhate (n.1545)
71 registros
Estradas antigas
1174 registros
Gaspar Gonçalves Conqueiro
59 registros
Gentios
177 registros
Guerra de Extermínio
96 registros
Inhayba
52 registros
João de Barros de Abreu
20 registros
Léguas
291 registros
Lopo de Souza (f.1610)
27 registros
Pela primeira vez
915 registros
Piragibu
22 registros
Pontes
255 registros
Rio Parnaíba
9 registros
Rio Pirajibú
68 registros
Rio Sorocaba
387 registros
Sorocaba/SP
11039 registros
Caminhos/Estradas até Ibiúna
55 registros
Rio Cubatão
71 registros
Rio Cubatão em Cubatão
26 registros
Putribú
28 registros
Ivaiporã/PR
56 registros
Sesmarias de 1602-1642
Data: 01/01/1921
Publicação Oficial do Arquivo do Estado de São Paulo, impresso pela Tipografia Piratininga. Página 33
Sesmarias: 1602-1642
Data: 01/01/1921
Créditos: Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo
Página 33
“Memória Histórica de Sorocaba” Parte I
Data: 21/12/1964
Créditos: Aluísio de Almeida
Página 336
Mapa
Data: 01/01/1671
Créditos: John Ogilby
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