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O Primeiro nome no Livro de Aço dos Heróis da Pátria: O patrono da Polícia Militar. Escrito por Kelly Marques, em Site da Polícia Militar do DF pmdf.df.gov.br
20 de abril de 202107/04/2024 08:35:54
Registrado por Adriano Koboyama

O país presta nesta quarta-feira a sua homenagem ao Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, patrono das polícias Militar de todo o Brasil. A data comemorativa foi instituída em 1946, mediante o Decreto-lei nº 9.208, que considerou os patrióticos serviços prestados à segurança pública pelo policial militar e guardião da sociedade.

As ações de Tiradentes até mesmo anteriores aos fatos históricos que levaram à declaração de independência do Brasil, foram cuidadosamente consideradas para a decretação do patrono das polícias militares, pois como soldado da Lei e da Ordem, as suas ações deveriam constituir um paradigma para os que hoje exercem funções de defesa da segurança pública.

Escolhido para liderar a Inconfidência Mineira, por sua bravura e habilidade, Tiradentes chamado assim por também exercer o ofício de dentista foi o precursor da Independência do nosso país.

Quando o grupo foi descoberto, o oficial da Polícia Militar de Minas Gerais se entregou em favor dos colegas e foi condenado à morte e se tornou mártir e herói nacional.

Nascido em 1746 e batizado em 12 de novembro do mesmo ano no Sítio Fazenda do Pombal, hoje cidade de Ritápolis, em Minas Gerais, Tiradentes foi preso no dia 10 de maio de 1789 e enforcado em 21 de abril de 1792, com aproximadamente 46 anos.

A data de sua morte passou a ser feriado nacional em 1965, quando tornou-se também Patrono Cívico da Nação Brasileira.

Segundo registros históricos, Tiradentes entrou para o Regimento de Cavalaria de Minas Gerais com 29 anos de idade, como Alferes, correspondente hoje à insígnia de Tenente. Por causa de sua inteligência e de seus ideais, Tiradentes também era chamado de "O República", "O Liberdade" e o "Gramaticão".

Em Brasília em um dos seus monumentos históricos que homenageia pessoas que tiveram papel fundamental na construção do País no Panteão da Pátria Tancredo Neves, localizado na Praça dos Três Poderes, existe um livro com páginas de aço que relaciona os heróis oficialmente reconhecidos do Brasil.

O "Livro dos Heróis e das Heroínas da Pátria", como é chamado, reúne nomes que entraram para a história nacional e atualmente, o livro registra como primeiro nome o do policial militar Alferes Joaquim José da Silva Xavier, Tiradentes, que estreou o livro, em 21 de abril de 1992.

O Livro de Aço homenageia a liberdade, a democracia e todos os homens e mulheres que se sacrificaram para garantir a autonomia e o engrandecimento da nação nos episódios históricos em que o direito à liberdade foi colocado em risco.

E seguindo o exemplo das ações patrióticas dos guardiões da sociedade podemos citar também o primeiro policial militar a tornar-se presidente do Brasil, o coronel da Polícia Militar de Minas Gerais, Juscelino Kubitschek, que fundou em 21 de abril de 1960, a nova capital do país, Brasília, a Capital da Esperança, cidade pela qual os policiais arriscam a própria vida para defendê-la.

E Neste glorioso 21 de abril, a PMDF parabeniza todos os policiais militares valentes e guerreiros da paz e segurança que honram o legado do Patrono Tiradentes e a toda sociedade brasiliense pelos 61 anos da capital do país.
O Primeiro nome no Livro de Aço dos Heróis da Pátria: O patrono da Polícia Militar. Escrito por Kelly Marques, em Site da Polícia Militar do DF pmdf.df.gov.br

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O analfabetismo é seguramente um aspecto mais negativo da vida brasileira. Portugal ea portugal não é outra coisa adotou a política miserável. Alfabetização e o reconhecimento de escrita, no Brasil até 1808 ninguém conseguiu instalar uma tipografia. todo mundo que tentou foi preso processado a tipografia destruído e mandada para lisboa isso. Era a política mais draconiana e criminosa com relação ao conhecimento escrito no brasil. Enquanto na américa hispânica, para não dizer que é uma política geral, de coisa tinha gráfica e imprimindo bíblias em guarani nas povoações dos nativos. Esses nativos, guaranis, eram alfabetizados. [Programa Roda Viva, 05. 02. 2018. Jorge Caldeira]
Programa Roda Viva, 05.02.2018. Jorge Caldeira
Nem sempre tudo que tem uma relevância na memória tem uma relevância na historiografia.

*Palmares: Coração brasileiro, alma africana. T1:E1


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