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Atualização: 08/10/2021 23:44:37


O manuscrito 512, ou documento 512 é a base da maior fábula arqueológica nacional, e um dos mais famosos documentos da Biblioteca Nacional. O acesso ao relato original é extremamente restrito. Foi encontrado ao acaso, esquecido. O relato da expedição, em sua parte mais conhecida, conta que houve quem avistasse de uma grande montanha brilhante, em consequência da presença de cristais e que atraiu a atenção do grupo, bem como seu pasmo e admiração.

Tal montanha frustrou o grupo ao tentar escalá-la, e transpô-la foi possível apenas por acaso, pelo fato de um negro que acompanhava a comitiva ter feito caça a um animal e encontrado na perseguição um caminho pavimentado em pedras que passada por dentro da montanha rumo a um destino ignorado.

Após atingir o topo da montanha de cristal os bandeirantes avistaram uma grande cidade, que a princípio confundiram com alguma povoação já existente da costa brasileira e devidamente colonizada e civilizada, todavia ao inspecioná-la, verificaram uma lista de estranhezas entre ela e o estilo local.

A entrada na cidade era possível apenas por meio de somente um caminho, macadamizado, e ornado na entrada com três arcos, o principal e maior ao centro, e dois menores aos lados; o autor do texto expedicionário observa que todos traziam inscrições em uma letra indecifrável no alto, que lhes foi impossível ler dada a altura dos arcos, e menos ainda reconhecer.

Há descrição de diversos ambientes observados pelos bandeirantes, admirados e confusos com seu achado, todos relatados com associações do narrador, tais como: a praça na qual se erguia uma coluna negra e sobre ela uma estátua que apontava o norte, o pórtico da rua que era encimado por uma figura despida da cintura para cima e trazia na cabeça uma coroa de louros, os edifícios imensos que margeavam a praça e traziam em relevo figuras de alguma espécie de corvos e cruzes.

Segundo a narrativa transcrita no documento, próximo a tal praça, haveria ainda um rio que foi seguido pela comitiva e que terminaria em uma cachoeira, que aparentemente teria alguma função semelhante a de um cemitério, posto que estava rodeada de tumbas com diversas inscrições, foi neste local que os homens encontraram um curioso objeto que segue descrito a seguir.

Entrementes, quando a expedição seguiu adiante e encontrou o rio Una, o manuscrito foi confeccionado em forma de carta, com o respectivo relato, e enviado às autoridades no Rio de Janeiro; a identidade dos bandeirantes do grupo aparentemente foi perdida, restando apenas o manuscrito enviado, e a localização da cidade supostamente visitada tornou-se um mistério que viria atrair atenção de renomadas figuras históricas.

O único objeto mencionado, que foi encontrado ao acaso e descrito cuidadosamente na carta, consiste em uma grande moeda confeccionada em ouro. Tal objeto, de existência e destino incógnitos, trazia emblemas em sua superfície: cravados na peça havia em uma face o desenho de um rapaz ajoelhado, e no reverso combinados permaneciam as imagens de um arco, uma coroa, e uma flecha.

Havia também “(...) coluna de pedra preta de grandeza extraordinaria, e sobre ela uma estatua de homem ordinario, com uma mão na ilharga esquerda, e o braço direito estendido, mostrando com o dedo index ao Polo do Norte; em cada canto da dita Praça está uma Agulha, a imitação das que uzavão os Romanos, mas algumas já maltratados, e partidos como feridas de alguns raios. (...)”

O PRIMEIRO CRONISTA DO BRASIL E O PAI DA HISTÓRIA

Alguns episódios da história só são conhecidos através das 467 páginas escritas por Gabriel Soares, o primeiro cronista civil do Brasil. A ligação entre ele, o documento, e a lenda do "Sabarabussú" é notada por todos os historiadores. Era extremamente observador e devia ser homem de boas leitura. Capistrano de Abreu chamou a sua obra de enciclopédia viva do século XVI.

Não se conhece o original de sua obra “Notícia do Brasil”. São mais de 400 páginas, em que ele descreve, pela primeira vez, até o tamanho da bunda da formiga saúva, como os nativos chamavam cada inseto.

A primeira notícia que se tem do manuscrito foi dada em 1 de março de 1587, foram extraídas, ao longo de mais de dois séculos, cópias mais ou menos fiéis das quais acabaram sendo suprimidas o nome do autor e tendo seu título sofrido um certo número de variações.

O primeiro a tentar dar publicidade ao texto de Gabriel, foi Frei Mariano da Conceição Velloso, com a malograda impressão da versão intitulada “Descrição geografica da America portugueza”. Em 1825, a Academia Real das Sciencias de Lisboa publicou a dita obra, cumulada de erros, dando-lhe o título de "Noticia do Brasil, descrição verdadeira da costa daquele Estado".

Circulou por meio de várias cópias anônimas até que Francisco Adolfo de Varnhagen, considerado o “pai da história do Brasil”, preparasse a sua primeira edição completa publicada na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, com o título “Tratado descritivo do Brasil”, em 1851. Passou 28 anos "trabalhando" no texto e em 1879, lançou em livro outra edição.

Afinal o que "notícia" tem a ver com "tratado"? Perguntem ao "pai da história", ele está sepultado em Sorocaba. Quanto ao texto de Gabriel, é considerado notável, um dos mais valiosos documentos do Brasil quinhentista, com informações sobre geografia, etnografia, agricultura e desenvolvimento, e de incontestável apreço para o estudo das Ciências Naturais do Brasil, visto que, como observador atento, o autor descreveu ainda, de forma precisa e meticulosa, a fauna e flora brasileiras.

Importante frisar que o Manuscrito 512 não faz parte da obra de Gabriel Soares. Os pesquisadores o relacionam diretamente a fazenda que Gabriel possuía na qual existiu uma capela ou ermida, que, com certeza era dedicada a Nossa Senhora do Rosário.


A NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS HOMENS PRETOS

Referências acerca da remota existência de uma antiga capela construída em 1578 são indicadas no testamento de Gabriel Soares, o qual revela que "a capela de seu engenho era dedicada à santa".

Os dados que conferem com aqueles registados na escritura de doação de parte das terras do então Engenho Novo, também conhecido como de Nossa Senhora do Rosário, da proprietária D. Maria José Acioli para João César Bezerra.

Essa igreja, capela ou ermida, pelos registros históricos, é a primeira edificação católica construída no Brasil dedicada à Nossa Senhora do Rosário. Sua localização enquadra-se no recorte gráfico de um dos mapas que ilustram o livro de Gaspar Barléus (1647), elaborados por George Marcgrave (imagem 3).

Todos os elementos da "lenda" estão presentes nesse desenho singular: o engenho, os negros, uma ermida, um sobrado (descrito no testamento do "povoador" da região), a montanha, etc. [1]


Em junho de 1581 oficializou-se a entrega dessa capela através de uma carta de doação datada e assinada, inclusive, por Gabriel Soares de Sousa. Retornando a Portugal, Fr. Pedro de S. Bento fez um relato do êxito de sua missão, em outubro daquele ano, o Abade elegeu Pe. Fr. Antonio Ventura para liderar os monges na fundação do que se tornaria o primeiro mosteiro beneditino construído na América. [2]


MOTIVAÇÃO E DETERMINAÇÃO

Seu irmão havia “encontrado, trazido ou enviado, amostras de ouro, prata, e pedras preciosas em Sabarabussú” antes de desaparecer. Com essas amostras Gabriel foi á Europa e passou anos na Corte, e nela gastou muitos requerimentos, redigiu por anos de 1584 a 1587 o longo memorial que chamou "Notícia do Brasil". Gastou outros muitos em seus requerimentos, até que o Rei o despachou para o Brasil. [3]


Partiu de Lisboa em uma urca Flamenga chamada Griffo Dourado a 7 de abril de 1591 com 360 homens, e 4 Religiosos Carmelitas, um dos quaes era Frei Jeronimo de Canavazes, que depois foi seu Provincial. Gabriel Soares voltou de Madri com abundantes poderes e dilatadíssimas ajudas. [7]


PARTIDA

De seu irmão, dizem, havia recebido Gabriel um famoso roteiro, revelador de misteriosas riquezas no setor da mineração. Planejou uma expedição em grande escala, metodicamente organizada. Como guia, um bugre amigo, Guarací, que sabia onde ficava a Serra da Prata. E com o mineiros, e com o guia, e com duzentos índios tapuios, bons flecheiros (bandeirantes), o escritor atacou de rijo o sertão.

Partindo do Rio de Janeiro no início de 1592, largos e penosos dias, sob soalheiras urentíssimas, o sonhador da prata arremeteu-se impávido por aqueles negrejantes matos tragadores de vidas. [8]


“AQUI JÁS UM PECADOR”

Dia 15 de junho de 1592 é registrado as últimas informações sobre Gabriel: “Aqui fizerão os mineiros fundição de pedra de uma beta, que se achou na serra, e se tirou prata, mas o General a mandou serrar; e deixando ali doze soldados com hum Luiz Pinto Africano por Cabo deles”.

Gabriel teria caminhado outras cinquenta léguas, na qual por as agoas serem ruins, e os mantimentos peiores, que erão cobras, e lagartos, adoecerão muitos, e entre elles o mesmo Gabriel Soares, que morreo em poucos dias no mesmo lugar, pouco mais ou menos, onde seu irmão havia fallecido. [9]


Em 10 de julho, 25 dias depois, o testamento de Gabriel Soares de Sousa, capitão-mor e governador da conquista e do descobrimento do Rio de São Francisco foi aberto.

O intento que Gabriel Soares levava nesta jornada era chegar ao Rio de S. Francisco, e depois por elle athé a Lagoa Dourada, donde dizem que tem seu nascimento, e pera isto levava por guia hum índio por nome Guaracy, que quer dizer Sol, o qual também se lhe poz, e morreo no caminho, ficando de todo as minas obscuras, athé que Deus verdadeiro Sol queira manifestal-as.

Os ossos de Gabriel Soares mandou seu sobrinho Bernardo Ribeiro buscar "pela cachoeira", e estão sepultados em São Bento com hum titulo na sepultura: Aqui jaz hum pecador. [10]


A FAZENDA

João de Laet esteve no Brasil em 1596, segundo Varnhagen, e certamente antes de 1625, quando imprimiu "O Novo Mundo: Descrigão das Indias Ocidentais", do qual dois livros pertencem coisas do Brasil e, nestes, dois capítulos à capitania de São Vicente.

Diz ele que havia ferro e tambem ouro, em Biraçoiaba montanha onde "os portuguezes construiram presentemente uma vila denominada São Felippe, mas que não tem muita importancia", a sudoeste de São Paulo.

A 30 leguas (144,8km) da capital e quase às margens do rio Tietê. Põe o autor esta vila, e chama Nossa Senhora de Monte Serrate outras minas, a 12 léguas (57,9km) da capital! A 5 léguas (24km), no caminho desta a Bessucaba, havia uma fazenda de açucar e marmelos, com ambos se faziam marmeladas. [11]


PRIMEIROS ENGENHOS DE FERRO

Em 1600 Sardinha, o moço, teria construído dois engenhos para fundição de ferro em Araçoiaba, sendo um deles doado ao próprio governador D. Francisco. [12]
Documentação da Câmara de São Paulo registra a escritura de compra e venda desses fornos.

Eles tornaram-se famosos, porque são considerados como os verdadeiros precursores da siderurgia brasileira, ou ainda, a primeira fábrica de ferro do Brasil, por terem sido construídos em 1599 e a documentação da Câmara de São Paulo registrar a escritura de compra e venda dos fornos como ocorrida em 1600, isto é, após os fornos de Biraçoiaba.

Os únicos "engenhos de ferro" existente no Brasil ficavam em Sorocaba. e a intensa ligação entre os homens, sobreviventes, que acompanhavam Gabriel e a genealogia dos "fundadores" e a "fundação" da cidade é inegável:

- Cornélio Arzão
- o mineiro alemão Jacques de Oalte
- o cunhado do "fundador" de Sorocaba, o engenheiro dos Países Baixos, Geraldo Betting (para a construção de engenhos de ferro)
- o açoriano Simão Borges Cerqueira
- Diogo de Quadros
- o sargento-mor Pedro de Oliveira
- o alferes Jorge João
- o mineiro e fundidor de ferro Domingos Rodrigues
- o mineiro Manoel João
- Diogo Gonçalves Laço
- Diogo Lopes de Castro
- os soldados bascos e irmãos Diogo e Pedro Arias de Aguirre
- os mineiros Gaspar Gomes Moalho e Manoel Pinheiro Azurara
- os cortesãos Paschoal Leite Furtado, Domingos Gomes Pimentel, Mathias Lopes e Jacome Rodrigues Navarro [13]


Não há dúvidas que se trata de Sorocaba o local que D. Francisco de Sousa mandou André de Leão com o intuito encontrar, local onde os irmãos João Coelho de Sousa e Gabriel Soares de Sousa não tinham conseguido retornar. A prova está no regimento dado por ele dia 19 de julho de 1601: “Sendo caso com o favor de Deus e da Virgem Nossa Senhora de Monserrate venha recado de serem achadas as minas (...)” [14]


A IMAGEM

A imagem de Nossa Senhora do Rosário foi feita em 1641 pelo Frei Agostinho de Jesus. Ela tem 24 cm de altura, terracota policromada. Uma das primeiras obrasdo escultor encontradas no Planalto Paulista. [15]
Ele foi enviado em 1643 ao sertão paulista, para o recém fundado Mosteiro dos Beneditinos, onde se hospeda e produz diversas imagens, as primeiras do estado e de Sorocaba. [16]

Em 1647 foi Publicado o livro de Gaspar Barléus (1647), elaborados por George Marcgrave. Em 1641 ele havia feito o primeiro registro da palavra “cachaça” e retratou a fazenda, o engenho e a ermida de Nossa Senhora do Rosário. [17]


Em 1670 a capela estava na “fazenda dos padres alemães”, no dizer dos antigos moradores do lugar, foi comprada pelos padres beneditinos. [18]


Manuscrito 512 (01/01/1753)


Nossa Senhora do Rosário (01/01/1641)


Ilustração de Georg Marcgrave (01/01/1641)


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Fontes/Referências:

[1] 01/01/1578
*A igreja, pelos registros históricos, é a primeira edificação católica construída no Paraná e a primeira no Brasil dedicada à Nossa Senhora do Rosário
arquidiocesedecuritiba.org.br ...
[2] 01/06/1581
Oficializou-se a entrega da capela através de uma carta de doação e assinada, inclusive, pelo autor do Tratado Descritivo do Brasil, Gabriel Soares de Sousa*
Frei Agostinho de Jesus e as t...
[3] 01/01/1584
*A determinação de Gabriel Soares aumentou após a morte de seu irmão
"Brasiliana da Biblioteca Naci...
[4] 16/08/1586
O procurador Francisco Sanches soube que Domingos Fernandes forjava no sertão. Os demais vereadores o teriam tranquilizado, alegando que “os Fernandes” eram os primeiros ferreiros de São Paulo e que este havia partido para a selva em companhia do governador Jerônimo Leitão, razão pela qual nada se poderia fazer
Eduardo Tomasevicius Filho
[5] 01/01/1588
*Houve problemas com esse mesmo ferreiro, mestre Bartolomeu Fernandes, denominado por Taunay de “Tubalcaim paulistano”. Este foi intimado para que mandasse seus aprendizes à vila, sob pena de mil réis de multa
Eduardo Tomasevicius Filho
[6] 01/04/1591
D. Francisco ainda estava envolvido no planejamento e organização de sua viagem*
"SP na órbita do império dos F...
[7] 07/04/1591
Gabriel Soares partiu para o Brasil em uma urca flamenga com 360 homens e 4 religiosos Carmelitas
Anaes da biblioteca nacional ...
[8] 01/01/1592
D. Francisco chegou ao Rio de Janeiro e auxiliou Gabriel Soares organizar uma expedição para seguir o rastro de seu irmão Pedro
Memória Histórica de Sorocaba ...
[9] 15/06/1592
Avistaram a costa do Brasil (1590) ou chegaram a "sabarabussú" (1592)
Anaes da biblioteca nacional ...
[10] 10/07/1592
Abertura do testamento de Gabriel Soares de Sousa, capitão-mor e governador da conquista e do descobrimento do Rio de São Francisco
https://hpip.org/pt/Heritage/D...
[11] 01/01/1596
*Jean de Laet esteve no Brasil
"Revista do IHGSP Vol. XXXV" A...
[12] 01/01/1600
*Sardinha, o moço, ainda teria construído dois engenhos para fundição de ferro em Araçoiaba, sendo um deles doado ao próprio governador
"SP na órbita do império dos F...
[13] 01/01/1600
nulo nulo
[14] 19/07/1601
Governador-Geral do Brasil em atividade febril em S. Vicente para descobrimento de ouro, declarava intactas as minas de S. Paulo:“Sendo caso com o favor de Deus e da Virgem Nossa Senhora de Monserrate venha recado de serem achadas as minas de prata, que “André de Leão”
André Leão p.289;290 - Washing...
[15] 01/01/1641
*Nossa Senhora do Rosário, uma das primeiras obras do escultor encontradas no Planalto Paulista
Frei Agostinho de Jesus e as t...
[16] 01/01/1643
*Frei Agostinho de Jesus é enviado ao sertão paulista para o recém fundado Mosteiro dos Beneditinos
Frei Agostinho de Jesus e as t...
[17] 01/01/1647
*Publicado o livro de Gaspar Barléus (1647), elaborados por George Marcgrave, integrante da Comitiva Nassoviana
hpip.org/pt/Heritage/Details/1...
[18] 01/01/1670
*A capela estava na “fazenda dos padres alemães”, no dizer dos antigos moradores do lugar. Presumimos que esta fazenda era a seiscentista fazenda Paratiy, comprada pelos padres beneditinos
Frei Agostinho de Jesus e as t...

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Compilado por Adriano Cesar Koboyama
Colaboradores:
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João Libero
Amora G. Mendes, Matheus Carmine