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Guerra de extermínio
25/05/2022

Antes da chegada de Pedro Alvarez Cabral já se sabia na Europa da existência do Caminho do Peabiru. Isso já se sabia na Europa porque a água continente americanojá era visitado. Já se sabia que existiu oceano do outrolado.

Esse caminho atravessava o continente americano e passava nas minas no centro do continente e passaria a ser conhecido como Caminho do Apóstolo São Tomé.

São Tomé esteve aqui!"A cruz para eles já era sagrada, e representava o entrocamento de caminhos. [Expedição Peabiru - Pay Zumé, 17.07.2018, youtu.be/zBKhg4mFuw4]

Em carta a D. João III, rei de Portugal, dizia o padre Manoel da Nóbrega sobre os Carijó (Guarani): “Há muitas gerações que não comem carne humana. As mulheres andam cobertas. Não são cruéis em suas guerras como estes da costa (Tupi) porque somente se defendem (...)”

Enquanto haviam ao menos 2 caminhos que partiam do litoral e passagem por Sorocaba, um para São Paulo só foi aberto em 1553, pelos europeus.

limites dos vários grupos tupí-guaranís, embora mais diluídos que as fronteiras estaduais, existiam. Sorocaba era, já então, uma encruzilhada aonde convergiam, por onde viajavam e se limitavam, os tupís do Tietê, os tupiniquins e guaianazes de Piratininga, os carijós dos campos de Curitiba, os guaranís do Paranapanema e outros guaianazes, talvez, das nascentes dêsse rio.

Um desses caminhos chamarei aqui Peabiru-Cananea, o outro, o mais notável, passou a ser chamado pelos europeus Caminho do Gado, inteiramente calçado, que ia de São.

Muita gente já leu o interessante livro "A Estrada do Sol", escrito por Victor Von Haagen, por sinal casado com uma professora brasileira. A Estrada do Sol era uma via construída pelos incas, de largura reduzida, em geral de 1 metro a 1 metro e meio muitas vezes, quando em terrenos mais moles, calçada de lages pequenas.As subidas dos morros era feita por mini-degraus, tão suaves que até cavalos podiam utilizar-se deles. (Araçoiaba e Ipanema, 1997. João Monteiro Salazar. Página 145)

Esse caminho era o divisor de águas que nasciam na Serra do Mar e desciam por ela. Na orografia da Serra do Mar, "mogy", ou "mogy" é nome encontradiço de "rio que nasce junto a Cubatão", denominado-se o vale de "Mogi". [Prof. Dr. Armando Sérgio da Silva, Secretário Municipal de Educação e Cultura de Mogi das Cruzes]

São os chamados Caminhos do Peabiru. O mais próximo que a sua História de aproxima de São Paulo é em dezembro de 1549, quando o alemão Hans Staden passa por Cotia.

Vieram de São Paulo

Importante nessa História os europeus que fundaram Sorocaba partiram de São Paulo e um caminho de São Paulo a Sorocaba passando por Itu só é registrado a partir de 1604. [52]

Os europeus abriram um caminho em 1553 que partiam do litoral até São Paulo e de lá chegaram em Sorocaba.

Aluisio de Almeida diz que “o primeiro branco era o português Afonso Sadinha (...) foi entrando para o sertão, à procura de ouro e prata, pelo Tietê abaixo”.

O sertanista Afonso Sardinha, não há dúvidas, utilizou as veredas abertas pelos nativos ao acessar os sertões. Incumbido de “fazer guerra para resguardo e satisfação do seu cargo e ofício”, aproveitou-se do motivo para apreender indígenas das regiões longínquas da densa Mata Atlântica. Provavelmente em algumas dessas andanças encontrou alguns depósitos de ferro. As minas de Biraçoiaba ou Araçoiaba, estavam localizadas justamente nas proximidades de um dos trechos do Peabiru que circundavam o morro. [50]

Viagem a Sorocaba

Em 1599 durava em média, segundo cronistas antigos, cerca de 18 dias! [58]

sonhando sempre, partiu logo para as minas dos Sardinha, pelo caminho já descrito. Parte a cavalo, parte em canoa, parte em rêde, estava nas Furnas. [41]

Em 1618 haviam dois caminhos que partiam de Cotia em direção a Sorocaba. [47]

Por qual motivo, ainda em 1636, Balthazar Fernandes está com André nas reduções orientais do Uruguai, território do Rio Grande do Sul, onde se proveu dos últimos escravizados chegando ao seu número, em Parnaíba, a quase quatrocentos, incluídas as crianças. Para esses sertões os paulistas preferiam fazer a viagem de canoa, de Santos a Laguna, onde agiam os seus "cunhados", nativos como espiões e auxiliares. [48]

Em 1710, quando o sertão paulista já estava trilhado e as comunicações eram mais fáceis, eram precisos doze dias de viagem para transpor a distancia que separava essa localidade da villa de S. Paulo.E ultimamente na serra Ibirasojaba, distante oito dias da villa c de Sorocaba, e doze da villa de S. Paulo, a jornadas modera[63]

Questões

Qual caminho e principalmente o motivo que, após 80 anos, trouxe Afonso Sardinha, "o primeiro homem branco" a Sorocaba? Dito assim por Aluisio de Almeida.

Antes do estabelecimento dos europeus no morro Aracoiaba, segundo depoimento dos jesuítas espanhóis, "haviam 300 aldeias que chegavam, contando 30.000 habitantes, que os portugueses e os mamelucos seus filhos exterminaram ou arrastaram ao cativeiro litorâneo.".

Foi em 1585Nesse mesmo ano desencadeou-se a chamada guerra de Jerônimo Leitão, que, conclui, merece maior estudo o que lhe dedicaram os nossos historiadores. Estavam dispostos a empreender guerra, "por mar", aos carijós sulinos. [19]

A guerra de prolongou, pois "durante seis anos assolou Leitão as aldeias do Anhembi."

O conceituado historiador Francisco de Assis Carvalho Franco afirma que "os motivos alegados escondiam o verdadeiro motivo".

Entre as dúvidas o caminho percorrido e os motivos dessa guerra, que passou de escravizadora para o extermínio dos carijós.“Mas, no fundo, a primeira Real Fábrica de Ferro nasceu de uma lenda. O Morro de Ferro, às margens do Ipanema, foi descoberto em 1589 por Afonso Sardinha, quando em expedição a procura da Lagoa Dourada, “que num ponto qualquer da serra existia, nadando em suas águas peixes e patos de ouro”. [51]


[1]

Mestre Bartholomeu

Um ferreiro fazia parte da expedição comandada por Fernão de Magalhães que aportou no Rio de Janeiro em 13 de dezembro de 1519. [3]

Registros indicam se tratar de Mestre Bartholomeu. Que após exaustivas e demoradas pesquisas pode-se concluir que este homem misterioso. Desde 26 de agosto de 1522 era senhor da terras que vinham de São Paulo até Sorocaba. [4]

Em 1532, quando Martin Afonso de Souza subiu ao planalto, Domingos Luiz Grou estava casado com a filha do cacique de Carapicuíba. [5]

Desde 1535 o Meste Bartholomeu frequentara as paragens nas proximidades e provavelmente também em Sorocaba. [6]

José de Anchieta

Possivelmente foi em 1552 que Anchieta teve conhecimento do Caminho do Gado.

Francisco Adolfo de Varnhagen, natural de Sorocaba e considerado o "pai da História" afirma que neste local, porta de entrada para a “Cidade de Santo Amaro” onde aportou a primeira expedição, que consta ter sido em 1552. [7]

Em 13 de julho segundo uma comunicação feita pelo primeiro Bispo do Brasil, ao rei D. João, também foi colhido ouro, nas margens do Cubatão, juntos nos desaguadouros dos riachos que desciam da lombada do Paranapiacaba. [8]

1553: primeira de São Paulo

Na ocasião da subida da Serra do Mar e estabelecimento em São Paulo, dos jesuítas, Afonso Sardinha, genro do Mestre Bartholomeu, auxiliou o padre José de Anchieta a abrir um caminho vindo do litoral, pois os existentes eram controlados pelos nativos. [9]

Aparenta ser uma das maiores coincidências da História a passagem de Ulrich Schimdel por Sorocaba em 26 de abril. [10]

É seu amigo Tomé de Souza que o impede de partir. A 15 de junho de 1553, relata ao padre Luís Gonçalves da Câmara porque não seguira ainda:

"... a principal causa de todas para atrapalhar foi fechar o caminho por causa de os castelhanos, que estão a pouco mais de 100 léguas desta capitania. E tem-se por certo haver muita prata nessa terra, e tanto que dizem haver serras delas, e muita notícia de ouro, cujo serro está neste caminho..." [11]

Em 30 de junho Tomé de Souza proibiu o tráfego nas rotas que ligavam Cananéia e São Vicente ao interior paraguaio, tentando transformar a vila de Santo André da Borda do Campo em posto avançado e fronteiriço do avanço português”.

Mandou obstruir o caminho que da costa de Santa Catarina ia ter ao Rio da Prata (Assunção) e que era um dos ramos da linha tronco do Peabiru. Esse roteiro fechado inutilmente por Tomé de Souza é o da subia ao planalto a partir do Itapocu. Antigo caminho nativo. (Jornal Correio do Povo, 14.07.1989. Página 15) [12]

Em 15 de agosto escreve Nóbrega: “O principal motivo de todos os impedimentos foi o fechamento da estrada por causa dos castelhanos, que estão a pouco mais de cem léguas desta capitania. E eles têm terras, e tanto que dizem que há montanhas deles, e muitas notícias de ouro pelo qual fecharam e bloquearam a estrada”. [13]

Em 29 de agosto Manoel da Nóbrega realizou a primeira missa num local próximo da aldeia de Inhapambuçu, chefiada por Tibiriçá fazendo cerca de 50 catecúmenos "entregues à doutrinação do irmão Antonio Rodrigues. [14]

“01/10/1553 - Em carta a D. João III, rei de Portugal, dizia o padre Manoel da Nóbrega sobre os Carijó (Guarani):

Há muitas gerações que não comem carne humana. As mulheres andam cobertas. Não são cruéis em suas guerras como estes da costa (Tupi) porque somente se defendem (...)” [15]

Em 24 de dezembro de 1553 o próprio Nóbrega quem afirma: “E é por aqui a porta e o caminho mais certo e seguro para entrar nas gerações do sertão”. [16]

1554: primeira de São Paulo

Data de 1554 a primeira notícia que se tem de uma forja de ferro é dada por Anchieta. Essa forja se localizava no Ybyrpuera, terras do Mestre. [17]

Após a mudança mudança para Piratininga, nas palavras de Anchieta era alí a “entrada a inúmeras nações, sujeitas ao jugo da razão”. História contada: guerra x uniãoOs nativos brasileiros aniquilariam-se, mesmo sendo aparentados, e em sua maioria líderes irmãos. O estabelecimento de São Paulo em 1554 mudou isso.Tibiriça, líder tupi, foi o único líder a apoiar a fundação de São Paulo, ocorre então a maior união de aldeias já vista e a vila de São Paulo de Piratininga é alvo de um ataque. [4 [18]

1560: A Lagoa Dourada

Os documentos mais antigos que fazem referência ao Morro de Araçoiaba e à Lagoa Dourada são as cartas do padre jesuíta José de Anchieta datadas de 1560. [20]

Em junho parte uma expedição comandada por Bras Cubas e o mineiro da Rainha, Luiz Martins. Indo até o municipio de Apiahy ou Paranapanema. [21]

Em 12 de agosto registro de terras na região data de 12 de agosto de 1560: duas léguas de terras na margem esquerda do rio (atual Rio Pinheiros) então chamado de Jeribatiba, doadas aos padres jesuítas” [22]

Em 25 de abril de 1562 Brás Cubas escreve ao rei de Portugal anunciando a descoberta de ouro e metais preciosos perto de São Paulo, “30 léguas de Santos”, em Bacaetava, Birácoyaba e Ivuturuna (São Roque). [23]

Em 10 de julho ocorre um evento ainda não explicado em sua totalidade. “10/07/1562 - “Tibiriçá deu, aos jesuítas, a maior prova de fidelidade” quando matou seu irmão Piquerobi e seu sobrinho Jaguarano” [24]

Em 6 de maio de 1563 Confederação dos Tamoios, oferecendo-se Anchieta como refém dos tamoios em Iperoig”. [25]

“20/03/1569 - Nascimento de Clemente Alvares em São Paulo, filho de Álvaro Rodrigues e de Catarina Gonçalves; foi batizado pelo Padre Anchieta” [26]

Poder

Em 1570 Mestre Bartholomeu e um de seus genros assassinam em São Paulo um homem chamado Balthazar Fernandes. Após isso mudam-se ou fogem para a região de Sorocaba.

Na ocasião o padre José de Anchieta teve de vir a região para "perdoar e pedir ajuda" ao Mestre. São Paulo estava sendo atacada e somente ele seria capaz de defender a cidade.

Qual teria sido o motivo do assassinato? Teria sido a causa ou o causador da revolta dos nativos?

Em 1672 escreveu o padre jesuíta Simão de Vasconcelos dois moradores de S. Paulo:

um deles nobre e conhecido por Domingos Luís Grou, ambos casados e ambos com família” tendo cometido um assassinato fugiram com os seus para o sertão, metendo-se de companhia com os bárbaros, que estavam com os nossos em guerra, estimulando-os a que acometessem e pondo em assombro e medo toda a capitania”.

João Antônio Cabral Camelo, negociante, português, quase que evidentemente, saiu de Sorocaba em começos de 1727:

"Deste, ainda que conhecido, é de seis dias punicos de viagem até ao sítio em que deságua o Theaté o Sorocaba, não darei notícia alguma, porque não embarquei nele, e só por informação de alguns mineiros, que nele se embarcaram, sei que tem várias cachoeiras, e algumas perigosas, e entre elas um salto Abaremanduaba, por cair nele o venerável Padre José de Anchieta, e ser achado por índios debaixo da água rezando o Breviário".

Américo de Moura em 1942:

Como o pai, que em 1563 fora por Pedro Colaço investido nas funções de capitão dos índios, também ele se tornou delegado de confiança de Jerônimo Leitão, na fronteira entre os nativos cristãos de Piratininga e os tupiniquins levantados, que em 1570 entre o Salto de Itu e a embocadura do Capivari, haviam acolhido não somente o velho Grou e seus companheiros, fugitivos de São Paulo, como a expedição de paz do Padre Anchieta, assinalada por um dos milagres da vida do santo.

Washington Luiz, 13º presidente da República, em 1957:

Nessa ocasião Anchieta resolveu intervir conjurando o perigo. Obteve dos camaristas “salvo-conduto e perdão daqueles delinqüentes” e em companhia do Pe. Salvador Rodrigues e do secular Manuel Veloso e de alguns índios desceu o Anhembi. A canoa em que iam, naufragou e o Pe. Anchieta foi salvo por um índio, e o lugar, que era encachoeirado, ficou a chamar-se Abaremanduava que quer dizer “cachoeira do Padre

Revista do Instituto Histórico e Geográfico de SP. Vol. LXXXVII, “A função desbravadora do Tietê”, 1992. p. 29]

Sabemos da ida do padre Anchieta em 1568 em missão muito simpática. Foi levar, em mãos, como exigia o favorecido, o perdão da justiça ao régulo Domingos Luiz Grou que a vila de São Paulo desejava ter dentro de seus muros para ajudar na sua defesa. Somente voltaria se o padre Anchieta fosse buscá-lo.

Como se vê, já naquele tempo, poderosos usufruindo de prestígio gozavam de fortes regalias! Mas impõe-se-nos uma pergunta: se Grou fora homiziar-se naquelas paragens o fizera porque já, por ali, se navegava e morava
.

Em 1993 observa Hernâni Donato A suas ordens, tinha o condenado numerosos brancos e índios, de forte espírito combativo e, sabendo-se necessário à defesa paulistana, condicionou a aceitação do perdão e seu subseqüente regresso a que o apóstolo do Brasil fosse buscá-lo. Narrando o episódiose Grou fora homisiar-se naquelas paragens, o fizera porque já, por ali, se navegava e morava”.

Em "Indígenas do planalto paulista", do ano 2000:

Quanto aos indígenas distantes, é possível que tenham vindo grupos do médio Tietê, com os quais os moradores de Piratininga estavam articulados.

E foram estes que reclamaram dos portugueses, pois “se escandalizaram e começarão a falar mal contra os christãos que de tão longe os faziam vir”, enquanto que os cristãos de perto, isto é, os portugueses do litoral, se mostravam “fracos e medrosos” 7 Foi nestas aldeias do médio Tietê, talvez no rio Sorocaba, que Domingos Luís Grou foi se refugiar, depois de cometer um homicídio.


O sorocabano Geraldo Bonadio em "Sorocaba: Cidade Industrial” de 2004:

Apenas catorze anos passados da fundação de São Paulo, em 1554 - marco de decisiva importância para a ocupação do interior paulista pelo homem branco - vamos encontrar o padre José de Anchieta navegando o Rio Tietê, em direção a um ponto situado além da atual cidade de Porto Feliz, para cumprir uma singular missão: levar, em mãos, “o perdão da justiça ao régulo Domingos Luís Grou que a Vila de São Paulo desejava ter dentro de seus muros para ajudar na defesa”. [27]

Sorocaba: da paz á guerra

Nas atas da câmara, de 1572 em diante, nenhum indício se encontra de hostilidades na região de Anhembi. Aparentemente a atuação de Anchieta, que durante alguns anos ainda residiu em São Paulo, e a de Domingos Luís Grou, que, com outros mamelucos e nativos cristãos, facilmente podia manter contato com os seus parentes e amigos do sertão, evidentemente apaziguara os espíritos. [28]

Neste ano Baltazar Gonçalves esposa de Maria Alvares e o "Degredo"; está em São Paulo” [29]

Em cartas enviadas a von Eschwege, Friedrich Ludwig Wilhelm Varnhagen também atribui a Afonso Sardinha as descobertas em Araçoiaba, que Francisco Ignacio Ferreira afirma ter sido descoberto em 1578, ou seja, 7 anos antes da Guerra. [30]

Em 19 de junho de 1578 intimou-se o único ferreiro da vila de São Paulo, para que, sob pena de dez cruzados, abstivesse de ensinar o seu ofício de ferreiro aos indígenas, “porque seria grande prejuízo da terra”. [31]

Sobre Balthazar Fernandes, considerado fundador oficial de Sorocaba:

(...) surpreende é a falta de informações documentadas sobre os locais e datas de nascimento e morte do "fundador" de Sorocaba (...) as informações divergem de autor para autor e são sempre imprecisas. Teria nascido no Ibirapuera ou em Parnaíba (...) sua lápide, fria e muda, não fala em morte. Nem se sabe quando ele nasceu. E se nasceu... quando morreu.

Eliminando possibilidades deduz-se que nasceu no Ybyrpuera em 1580 e era filho de um ferreiro.
"(...)

Nesse ano a nas terras pertencentes ao Mestre, o Ybyrpuera, nasce Balthazar Fernandes no Ibirapuera, filho do ferreiro Manuel Fernandes Ramos e Suzana Dias. Afinal, qual seria a ligação entre ambas famílias de ferreiros? [33]

Em 13 DE OUTUBRO DE 1580 - Domingos Grou consegue a restituição de suas terras: São Miguel, então chamada aldeia de Ururaí, no sítio de Carapicuíba, foi doada aos índios de Pinheiros (6 léguas em quadro). [34]

14/09/1583 - “Manuel Fernandes, homem branco, antigo morador de São Paulo, estava no sertão com uma forja com os gentios, devendo ser castigado. Porém, a denúncia era infundada, porque o martelo e a bigorna estavam na casas dele e os foles estavam com seu cunhado, Gaspar Fernandes”” [35]

MAIO DE 1584 - “os oficiais ordenaram que sejam feitos serviços de manutenção do caminho do Ipiranga, que é no rumo do caminho do mar”.Diogo de Onhate [36]

1585: A guerra

Ainda este ano o caminho aberto em 1553 por Anchieta e com a ajuda de Afonso Sardinha, ligando São Paulo ao litoral, de tão ruim, era "em sua maior parte escalado com as mãos e não caminhado com os pés". [37]

Em 10 de abril registra a representação das Câmaras de Santos e São Vicente ao capitão-mor Jerônimo Leitão, sobre a necessidade de fazer-se guerra aos índios Tupiniquim e Carijó, porquanto a terra estava pobre e não tinha escravaria.

Requeriam que a guerra se fizesse por mar, porque pelo sertão não era possível o transporte de todo o necessário. Firmavam ainda, e esse o ponto essencial, que todos os índios aprisionados fossem repartidos pelas praças da bandeira, porque a capitania estava falta de braços para o trabalho. [38]

Em 20 de abril de 1585 o escrivão Manuel da Luz e Escoreja Drumond apresentou em Santos a Jerônimo Leitão longo e arrazoado requerimento de mão comum, das câmaras de Santos e São Vicente, em que, alegando a pobreza da terra por falta de escravizados e a necessidade de punir agravos antigos e reiterados, se solicitava uma expedição marítima às terras dos Carijós, e guerra campal contra esses "atreizodes inimigos de homens brancos" e inimigos desses nossos nativos tupeniquis nossos amigos". [39]

Embora determinada em 25 de abril, a reunião da junta das câmaras de Santos e São Vicente só se realizou em 10 de junho. E como resultado desse mês e meio de preliminares, o que se vê, sem uma explicação para o fato, é radical mudança no objetivo e na forma da expedição projetada:

Já não se fala em viagem por mar e sorrateiramente se acrescentam aos inimigos carijós os tupiães, habitantes do planalto. [41]

Somente em 1 de setembro a Câmara da vila de São Paulo dirige uma representação ao capitão-mor Jerônimo Leitão, mostrando a necessidade da guerra contra os Tupiniquim e os Carijó, por estar a terra pobre e sem escravaria e hostilizada pelos selvagens.

Pressionado pelos paulistas, mas sem poder desacatar a determinação real, Jerônimo Leitão autorizou a formação de uma Bandeira, não para caçar índios, mas para persuadi-los, por vias pacíficas, a se tornarem escravos. Mas o texto fazia a seguinte observação:

não querendo vir o dito gentio com estas condições em tal caso o dito capitão com os que em sua companhia estiverem tomará determinação de como se há de tratar com o gentio que não quiser vir em paz.” [42]

Em 21 de outubro a expedição estava pronta. [43] Partiu de Santos em 1 de novembro. Fazia parte dela: Afonso Sardinha, Domingos Luiz Grou. [44]

Já em 24 de fevereiro de 1586 registra-se uma concessão de terras no rio "Ipaneminha" nas proximidades das terras de Brás Cubas no rio Sarapuí. [45]

Em 27 de julho de 1586 a expedição já está de volta. Mestre Bartholomeu ficou no sertão. [46]

Em 16 de agosto o procurador Francisco Sanches soube que Domingos Fernandes forjava no sertão. Os demais vereadores o teriam tranquilizado, alegando que

Os Fernandes eram os primeiros ferreiros de São Paulo e que este havia partido para a selva em companhia do governador Jerônimo Leitão, razão pela qual nada se poderia fazer”. [47]

Pirapitingui “23/05/1587 - “esta vila passava de cem moradores e tem cinco ou seis caminhos e uma ponte (...) fazer a ponte grande”. Ausência de Sardinha” [48]

Em 1588 houveram problemas com esse mesmo ferreiro, mestre Bartolomeu Fernandes, este foi intimado para que mandasse seus aprendizes à vila, sob pena de mil réis de multa. [49]

Não se sabe exatamente quando nem como faleceu Manoel Fernandes, pai de Balthazar. Sabe que em 24 de junho de 1589 ele estava ausente da vila de São Paulo. [51]

Em 23 de dezembro registra-se “Manoel Fernandes Ramos defunto”. [52]

Estando Afonso Sardinha em Sorocaba, a câmara de São Paulo registra em 15 de janeiro “Afonso Sardinha ausente por estar no mar”. [53]

“18/01/1590 - Levante dos Tupinaquim” [54]

Em 24 de janeiro Afonso Sardinha está em São Paulo “vindo do mar (...)”. [55]

Ataque em Pirapitingui [56]

Em 15 de junho de 1591“Estes ataques não impediram que os colonos continuassem suas incursões pelo sertão. Além do Vale do Paraíba, foram escravizar os Tupi do médio Tietê, em Pirapitingui, na região de Itu, onde mataram muitos e trouxeram outros cativos” [47] [57]

“07/03/1608 - Carta de dada de terras de Diogo de Onhate que lhe deu o capitão Gaspar Conqueiro no campo caminho da aldeia de Tabaobi: “(...) rio Nharbobon Sorocaba e sendo caso que do rio Pirayibig para a banda do campo não houver a legua de mattos (...)”” [61]

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Serra dos Guaramumis ou Marumiminis22 registros
Segunda Fábrica em Ipanema17 registros
Sarapuy / Sapucay6 registros
Ribeirão das Furnas19 registros
Pedro Sardinha11 registros
Cabo Frio10 registros
Santa Ana das Cruzes48 registros
Africanos52 registros
Rio Tibagi18 registros
Toque-toque4 registros
Pero Lopes de Sousa25 registros
Rio Paranapanema61 registros
Rio Iguassú16 registros
Aldeias17 registros
Pedro Leme4 registros
Escravizados no Brasil310 registros
Cahativa / Bacaetava55 registros
Nossa Senhora do Pilar13 registros
Caminhos/Estradas até Ibiúna9 registros
Pories8 registros
Diogo de Quadros35 registros
Bilreiros18 registros
Afonso Sardinha "Moço"10 registros
Cairobaca2 registros
Domingos Fernandes26 registros
Diogo Teixeira de Carvalho2 registros
Artur de Sá e Meneses43 registros
Luiz Lopes de Carvalho18 registros
Escravizados em Sorocaba178 registros
Maria Luiz Grou2 registros
Rio Iuna6 registros
Rio Jaguari30 registros
Brás Esteves Leme12 registros
Rio Pirajibú27 registros
Rio Parnaíba 1 registros
Gaspar Conqueiro23 registros
Aldeia de Taiobi7 registros
Aldeia de Tabaobi12 registros
Caminho velho6 registros
Cornélio de Arzão39 registros
Bairro Itavuvu77 registros
Lopo de Souza11 registros
Rio Una19 registros
Nossa Senhora da Assunção16 registros
Abarê3 registros
Catarina Gonçalves I1 registros
Alvaro Rodrigues1 registros
Konyan-bébe9 registros
Cacique Ariró4 registros
Vuturuna38 registros
Serra de Jaraguá41 registros
Vale do Paraíba2 registros
Orville Derby19 registros
Tristão de Oliveira4 registros
Santo Mauro11 registros
João Gomes Sardinha2 registros
Luís da Grã9 registros
João Paes3 registros
Bartholomeu Carrasco2 registros
Santo Antônio do Piqueri7 registros
Rio São Francisco25 registros
Piqueri34 registros
Pará-mirim2 registros
Luiz Martins18 registros
Gaspar Vaz Guedes29 registros
Bacaetava18 registros
Suzana Rodrigues9 registros
Cachoeira do Inferno6 registros
Francisco Cubas5 registros
Fernão Cardim6 registros
Caminho São Paulo-Santos14 registros
Salvador Pires31 registros
Caminho do Ibirapuera2 registros
A primeira ponte15 registros
Gonçalo Madeira12 registros
São Miguel dos Ururay6 registros
Jaguaporecuba2 registros
Guaranis12 registros
Abayandava17 registros
Amazônia4 registros
Guaré ou Cruz das Almas17 registros
“Sorocabanos” históricos1179 registros
Fazendas60 registros
Caminho da Cruz (Estrada Velha)7 registros
Antonio Rodrigues Cabral9 registros
Francisco Leopoldo de Aguirre1 registros
Maria Alvares8 registros
Domingos Gonçalves2 registros
Simão de Vasconcelos9 registros
Santa Cruz de Itaparica3 registros
Assunguy38 registros
Guanga3 registros
Fontes/Referências:

[1] infopedia.pt / Professor Jorge Ubirajara Proença

[2]
[3] Obras do Barão do Rio Branco (brasilbook.com.br/r.asp?report=21126)

[4] Washington Luís p.180 / "O Caso da Granja Carolina" José Carlos da Silva UNESP (Rio Claro) p. 48 / Washington Luís p.180

[5] carapicuibaconectada.blogspot.com

[6] “História da siderúrgica de São paulo, seus personagens, seus feitos”, 1969. Jesuíno Felicíssimo Junior. Página 15

[7] Varnhagen, Francisco Adolfo de (Visconde de Porto Seguro). História Geral do Brasil-Antes da Separação e Indepêndencia de Portugal. Rio de Janeiro, Casa E&H. Laemmert, 2ª edição

[8] Jornal Correio Paulistano, 23.06.1929, página 4. “As minas de ouro do Jaraguá”, tema da conferência realizada em 21 de junho de 1929, no Instituto Histórico e Geográfico, pelo coronel Pedro Dias de Campos.

[9] S. Paulo nos primeiros anos: 1554-1601, 1920. Afonso de E. Taunay. Páginas 179 e 178.

[10] Ulrico Schmidl no Brasil quinhentista, 1942. Sociedade Hans Staden. Página 79

[11]
[12] Ver CANABRAVA, Alice.op.cit. MOUTOUKIAS, Zacarias. Contrabando y Control Colonial en el Siglo XVII.Buenos Aires: Centro Editor de América Latina, 1988. VEIGA, Emanuel Soares da. O comércio ultramarinoespanhol no Prata. São Paulo: Editora Perspectiva, 1982. ASSADOURIAN, Carlos S.; BEATO, G;CHIARAMONTE, J.C. Argentina: de la conquista a la independência. Buenos Aires: Hispamérica; 1986. / "SP na órbita do Império dos Felipes: Conexões Castelhanas de uma vila da américa" p.205 / Correio do Povo

[13] "A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos" 2005 / "Os Tupi de Piratiinga. Acolhida, resitência e colaboração" Benedito A. G. Prezia (2008)

[14] BUENO, E. A coroa, a cruz e a espada. Rio de Janeiro - osbrasisesuasmemorias.com.br / "A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos" 2005 / Carta ao Pe. Luís Gonçalves da Câmara, 31.08.1553, CPJ, v. 1, p. 523

[15] José Alfredo Vidigal Pontes / "A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos" 2005

[16] "A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos" 2005 / archive.org/stream/revista04paulgoog/ / "A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos" 2005

[17]
[18] 53ª Assembleia Geral da CNBB - Revista da ASBRAP nº 3 p.19 - portalsaofrancisco.com.br / "A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos" 2005 / "Algumas notas genealo´gicas : livro de familia : Portugal, Hespanha, Flandres-Brabante, Brazil, Sa~o Paulo-Maranha~o : se´culos XVI-XIX" / "Histo´ria das missões orientais do Uruguai"

[19] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=20499

[20] rbma.org.br/rbma/pdf/Caderno_07.pdf

[21] "Bandeiras e Bandeirantes de SP" de Carvalho Franco (1940) p.35 / Correio do Povo no. 3547 / Revista do Instituto histórico e geográfico de São Paulo (1914) p. 22 / brasilbook.com.br/r.asp?r=20358

[22] Carlos Fatorelli, pesquisador e historiador (cfatorelli@gmail.com) em 2018; Site: emsintonia.com.br / Renato Roschel (Banco de Dados da Folha)

[23] MAFFEI, Lucy; NOGUEIRA, Arlinda Rocha. “O ouro...”op.cit. / "Bandeiras e Bandeirantes de SP" de Carvalho Franco (1940) p.35 / História geral, I, 290 / Histórico do Conhecimento Geológico sobre o Pré-Cambriano p.59 / Memória Histórica de Sorocaba I p.344

[24] OBRAS DO BARÃO DO RIO BRANCO p.393;732 / "Os Tupi de Piratiinga. Acolhida, resitência e colaboração" Benedito A. G. Prezia (2008) / Eduardo Chu, graduando no curso de História da UFF e pesquisador do projeto “Um Rio de Revoltas” – FAPERJ -CNE/2018-2021

[25] "A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos" 2005 / Anais da Biblioteca Nacional (RJ) - 1876 a 2018 p.44

[26] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=20216

[27] Na Capitania de São Vicente p.180 - Processos Anchietanos - carapicuibaconectada.blogspot.com / "Os Tupi de Piratininga. Acolhida, ressitência e colaboração" Benedito A. G. Prezia (2008) / Washington Luís p.180

[28]
[29] projetocompartilhar.org/Familia/ClementeAlvares.htm

[30] Conhecimento Geológico sobre o Pré-Cambriano p.59

[31] pt.rodovid.org/wk/Pessoa:1123360 / pt.rodovid.org/wk/Pessoa:1123472

[32]
[33] "Baltazar Fernandes: Culpado ou Inocente?" pág. 19,23 / Frei Agostinho de Jesus e as tradições da imaginária Colonial / Azev. Marques. Apont. cit. I, 43/44

[34] Frei Gaspar da Madre de Deus p.106 / projetocompartilhar.org/datas.htm - João Barcellos (CotiaNet)

[35] "Os Tupi de Piratiinga. Acolhida, resitência e colaboração" Benedito A. G. Prezia (2008)

[36] ACTAS DA CÂMARA, 1584, p. 237-238; "A escravização indígena e o bandeirante no Brasil Colonial" p.28

[37] Os transportes em São Paulo no período colonial, 30.09.1958. José Gonçalves Salvador

[38] "Bandeiras e Bandeirantes de SP" de Carvalho Franco (1940) p.29

[39] Correio Paulistano, 18.07.1942, página 4. Capitão Jerônimo Leitão, Américo de Moura.

[40] A primeira guerra de Jerônimo Leitão, Correio Paulistano, 25.07.1942, página 5. Américo de Moura

[41] Atas da Câmara da cidade de São Paulo p. 279, 280 e 281 / Correio Paulistano/SP (25/7/1942) Página 5

[42] Dois Lemes e um Pires do século XVI, na vila de São Paulo

[43] A primeira guerra de Jerônimo Leitão, Correio Paulistano, 25.07.1942, página 5. Américo de Moura.

[44] Na Capitania de São Vicente p.349 / "SP na órbita do império dos Felipes" José Carlos Vilardaga p.117 / Povoadores de S.Paulo – Domingos Luís Grou / Correio Paulistano/SP (25/7/1942) p.5 / O mito indígena da Lagoa Dourada e as bandeiras do Brasil Central. Ferreira, Manoel Rodrigues (28.02.1994) / Correio Paulistano/SP (11.09.1960) p.10

[45]
[46] "Bandeiras e Bandeirantes de SP" de Carvalho Franco (1940) p.30

[47] Entre a memória coletiva e a história “cola e tesoura”: as intrigas e os malogros nos relatos sobre a fábrica de ferro de São João de Ipanema, 2012. Eduardo Tomasevicius Filho. Página 40

[48] Atas da Câmara da cidade de São Paulo. páginas 236, 237 e 238

[49] Entre a memória coletiva e a história “cola e tesoura”: as intrigas e os malogros nos relatos sobre a fábrica de ferro de São João de Ipanema, 2012. Eduardo Tomasevicius Filho. Página 41.

[50] Memória Histórica de Sorocaba p.337 / p. 344 / Washington Luís p. 290;291;292 / Revista do Instituto Histórico Tomo XX (1861) / História Geral Da Civilização Brasileira (1997) V. 11 Economia E Cultura: 1930-1964. Página 318

[51]
[52] Atas da Câmara da cidade de São Paulo (23.12.1589) p. 375

[53] Atas da Câmara da cidade de São Paulo p. 379 / 382 / brasilbook.com.br/r.asp?r=9075

[54] "A língua geral em São Paulo: instrumentalidade e fins ideológicos" 2005

[55] Atas da Câmara da cidade de São Paulo p. 382

[56] "Bandeiras e Bandeirantes de SP" de Carvalho Franco (1940) p.30;31 / carapicuibaconectada.blogspot.com / Boigy "Cadernos da Divisção do Arquivo Histórico e Pedagógico Municipal" / S. Paulo nos primeiros annos (1554-1601)

[57] https://brasilbook.com.br/r=r=22300

[58] "Bandeiras e Bandeirantes de SP" de Carvalho Franco (1940) p.31

[59] Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, 1998. Página 31.

[60] José Custódio de Sá e Faria e o mapa de sua viagem ao Iguatemi, 2020. Jorge Pimentel Cintra e Rafael Henrique de Oliveira

[61] Sesmarias: 1602-1642 (1921) Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo p. 33, 34, 35 / projetocompartilhar.org/sesmarias.htm

[62] portal2020.ibiuna.sp.gov.br / ibiuna.sp.leg.br, 17.05.2021. Marcos Pires de Camargo

[63] “Memória Histórica de Sorocaba: Parte I”, 1964. Aluísio de Almeida. Página 342.

[64] Revista do Instituto Histórico Tomo XX (1861)

[65] A primeira guerra de Jerônimo Leitão, Correio Paulistano, 25.07.1942, página 5. Américo de Moura

[66] Correio Paulistano, 22.08.1942, página 4: Caminho do Anhembi, Américo de Moura.

[67] Forjando "Máquina Grande" nos sertões do Atlântico, 2020. Franciely da Luz Oliveira.




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Compilado por Adriano Cesar Koboyama
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