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José Alípio Goulart
Tropas e Tropeiros na Formação do Brasil. José Alípio Goulart
1961, domingo ver ano



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Segundo documentos do início da colonização de São Paulo, chegou a haver abundância de cavalos naquela Capitania aí pelos fins do século XVI e parte do XVII. Em 1592 andavam eles a danificar as roças e a matar a coices as criações, nos arredores de Piratininga, tanto assim que a Câmara local, pela voz de um de seus vereadores, era solicitada a tomar providências contra tais estragos, pois, "que haviam muitas cavalgaduras e que faziam muitas delas e elas nenhum proveito ao povo." (Página 29)

Em 1854, o Dr. Josino do Nascimento Silva, presidente da Província de São Paulo, dizia, textualmente aos deputados paulistas o seguinte: "Em um precedente relatório propus a criação de uma companhia de cavalaria, e assim se decretou. Ainda não se realizou porém a criação pela falta de cavalos. Foram tais os preços que me pediram por alguns que apareceram que resolvi demorar nesta parte da execução da lei..."

É estranha essa falta de cavalos, em São Paulo, depois da metade do século XVIII e mais ainda no XIX; pois de documento que aduzimos a esse trabalho, verifica-se que só no ano de 1751 passaram pelo registro de Curitiba, importados do extremo-sul e naturalmente com destino à feira de Sorocaba, nada menos de 6559 daqueles animais. E não é ociosa a suposição de que em anos anteriores e posteriores ao do mencionado documento, tenham vindo das regiões platinas muitos milhares de equinos. [Tropas e Tropeiros na Formação do Brasil, 1961. José Alípio Goulart. Páginas 30 e 31]

Quem primeiro registrou notícia a respeito do grande mercado muar e cavalar sorocabano foi o botânico francês Augusto de Saint-Hilaire, que, saindo de Porto Feliz em fins de dezembro de 1819, foi ter a Sorocaba onde passou o Natal.

É suposição dos estudiosos que as feiras devem ter começado aí por volta de 1750; infelizmente, por se terem perdidos os livros da Câmara sorocabana e inexistido qualquer outra fonte documentária, não se pode fazer referências ao período dos setecentos. Sabe-se, porém, que elas se conservaram além da metade do século XIX.

No seu artigo intitulado "O Ciclo do Mar", Alfredo Ellis Junior aduz a seguinte nota:

"O ciclo do mar nasceu com a abertura da estrada do Rio Grande do Sul a São Paulo, em 1724 e terminou em 1875, mais ou menos, com o advento da ferrovia.". É possível, portanto, que a feira sorocabana só tivesse sido organizada depois de alguns anos da importação de muares, do extremo-sul para o centro, sendo o ano de 1750 bem provável para o seu início.

É do Cônego Luís Castanho de Almeida, um dos maiores conhecedores da história de Sorocaba, a afirmativa de que "antes de 1730 e depois de 1860 houve ainda passagem, ao menos, de gado e de tropas", o que leva a dizer que "podemos dar um século e meio de duração para as feiras, situando-lhes o apogeu em 1850-1860, pouco antes da guerra do Paraguai." [Cônego Luis Castanho de Almeida, "Achegas à História de Sorocaba", 2a. parte, Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, volume XXXVI, 1939].

Há documentos que revelam trânsito de gado ainda antes de 1730, entre Curitiba e São Paulo, com passagem forçada por Sorocaba que era a única via de acesso existente. Assim é que, a 22 de junho de 1722, a Câmara de São Paulo se ocupava de uma multa imposta ao Sargento-mór Manuel Gonçalves de Aguiar "com suas 18 reses curitibanas no caminho de Santos."

Conta Afonso Taunay que "em setembro de 1723 surgiu em São Paulo certo Martinho Teixeira de Azevedo... criador em Curitiba, então Vila de Nossa Senhora dos Pinhais. Tangia 370 bois de seus currais (...) [Página 152]

Sobre a domação de animais em Sorocaba, Taunay fornece a seguinte informação: "Como era de esperar, criou-se em Sorocaba prestigiosa escolas de peões cujos ensinamentos se compendiam no hoje muito rato, Método de domar mular para a sela e carro para servir os que frequentavam o curso de Sorocaba, obra, aliás, pouco extensa, de Manuel Januário de Vasconcelos, discípulo como se confessava, do famoso hipólogo brasileiro Luiz Jácome de Abreu e Souza, o professor dos Príncipes Imperiais e autor do Livro do Ferrador, do Dicionário Hípico, etc., etc."

No "Caminhos Arcaicos", diz Catógeras que "Amansavam-se os animais, ora para sela, ora para cangalha. Dos primeiros exigia-se muito: beleza de formas, isenção de qualquer defeito ou tara, andares e por vezes requintes de apuro de doma; aos segundos mais numerosos, pedia-se menos: saúde, fortaleza e resistência."

No Campo Largo de Sorocaba estacionava a burrana; vastíssima planície, o "campo largo", com muitas léguas e estendendo-se desde as fraldas do Araçoiaba até as encostas da Serra de São Francisco. "Nas imensas chapadas, por capões, carrascos e cerrados, entremeiam-se os campos de Jurupará, do Vossoroca, do Itanguá, do Jundiaquara, do Ipatinga, do Nhambiru, do Itinga, do Judiacanga, da Entrada. Nesses campos,junto às lagoas, banhados e rios, onde correm o Ipanema, o Pirapora e seus afluentes, formavam-se as rondas, guardadas pela peonada."

Em Campo Largo de Sorocaba estacionava a burrama; vastíssimaplanície, o “campo largo”, com muitas léguas e estendendo-se desde asfraldas do Araçoiaba até as encostas da Serra de São Francisco. “Nasimensas chapadas, por entre capões, carrascos e cerrados, entremeiam-seos campos de Jurupará, do Vossoroca, do Itanguá, do Jundiaquara, doIpatinga, do Nhambiru, de Itinga, do Judiacanga, da Entrada. Nessescampos, junto às lagoas, banhados e rios, onde correm o Ipanema, oPirapora e seus afluentes, formavam-se as rondas, guardadas pela peo-nada.” (11)

Próximo às manadas, os peões e capatazes erguiam abarrancamen-tos; os patrões iam para a cidade. E por três meses aquelas solidões pas-savam a ter uma vida diferente: durante o dia eram as correrias atrásdos muares, os exercícios de doma, a alimentação de milho e sal; nashoras de calma, trançavam rédeas, loros, etc. Chegada a noite, depoisdo repasto, eram os cantares ao som das violas, do violão e do pandeiroe chocalhos; depois o sono.

Por São Paulo, ou melhor, pelo planalto, depois das feiras passavaapenas metade das tropas negociadas rumo ao sul de Minas, ao Riode Janeiro e outras localidades para as bandas do Oeste. A outra me-tade toma direção diversa e os caminhos se povoam de centenas de ca-beças de muares.

(9) Afonso E. Taunay, História do Café no Brasil, vol. IV, pág. 349.(10) Pandiá Calógeras, “Caminhos Arcaicos”, exemplar d´O Jornal, comemorativodo Centenário do Café no Brasil.(11) Afonso de Freitas Junior, op. cit. [p. 155]

Documento no. 21 - Notícias Práticas

Do novo caminho que se descobriu das Campanhas do Rio Grande e Nova Colônia do Sacramento para a Vila de Curitiba no ano de 1727 por ordem do governador general de São Paulo, Antônio a Silva Caldeira Pimentel. (Rev. Inst. Hist. Geog. Bras. tomo LXIX, parte 1a., vol. 113, 1906).

Notícia - 1a. Prática - Dada ao R.P.M. Diogo Soares, pelo Sargento-Mor da Cavalaria Francisco de Souza e Faria, primeiro descobrir e abridor do dito Caminho.

Justo com o general de São Paulo a abertura do caminho provido das instruções e ordens necessárias para se me assistir na Fazenda Real de Santos, com gente e munições; me embarquei na dita vila, para de Pernaguá com 35 pessoas, entre nativos e brancos em a pequena sumaca do mestre João Martins Rosa; Gastei três dias nesta viagem, e na vila de Pernaguá um mês, fazendo nela alguma gente mais para a diligência em que ia.

De Parnaguá, junta a gente, me embarquei com ela para a vila de São Francisco, gastei na viagem outo dias, e nove na dita ilha, e adquirido nela alguma gente mais, passei com toda ela, me seriam já 96 pessoas, por terra à vila de Laguna, onde gastei dois meses não só para dar descanso a toda a tropa, prepará-la do necessário e prover-me de novos práticos, mas também para consultar ao capitão-mor da dita vila, segundo as instruções que trazia de São Paulo.

Saindo de Laguna marchei com toda a tropa pela praia a buscar o rio Araraguá, e nele o sítio a que chamam os Conventos, distantes da Laguna, e ao sul dela pouco mais de 15 léguas. Neste sítio, e em 11 de fevereiro de 1728 dei principio ao cominho rompendo matos fechados, e dando a pouco mais duma légua com pântano, que teria meia légua de largo, em que foi possível fazer-lhe uma boa estiva para o podermos passar; passado ele, dei quase meia légua com um grande ribeirão que desaguá no Araranguá, se chama Cangicaçu, e como não dava vau lhe diz uma boa ponte de 12 braças e meio de comprido, e braça e meia de largo.

Passado o Cangicaçu busquei logo a margem do rio Araranguá, e seguindo-a passei nela vários córregos e ribeiros fazendo em uns pontos, e desbarrancando em outros para os poder passar. Chegado ao lugar que chamam as Itapabas passei o Araranguá, que terá no dito sítio pouco mais de 30 braças de largo; passando o rio caminhei sempre ao norte, cortando mato em terras alajadíssimas, estivando-as com assas trabalho, e não menos fazendo pontes em alguns rios, até que andadas cinco léguas e foi preciso buscar outra vez o rio Araranguá, por me livrar das serras, e morranias altíssimas em que dei, e me era impossível subí-las.

Segui rio acima, e o tornei a passar nas cabeceiras, em o sítio onde chamam a Orqueta, onde principiam os morros da serra chamada Paranapiacaba, e de que nascem muitos e vários ribeirões todos de pedras.

Entre os morros achei um espigão por onde subi com toda a tropa, depois de 11 meses de contínuo trabalho, fazendo o caminho a talho aberto, e é o único por onde se pode subir a serra. Desde os Conventos até o sítio que terão 23 léguas tudo são matos, e terras alagadiças, cortadas de vários córregos, e rios, em que entre pontes e estivas passaram de 73 as que lhe fiz, tudo a força de braço, e só com 65 pessoas, e 32 cavalgaduras, por me ter fugido, e desamparado a mais gente, e parte devo ao general de São Paulo, que me mandou de novo.

Subida a serra dei logo e campos e pastos admiráveis, e neles imensidão de gado, tirados das campanhas da nova colônia, e lançados naqueles sítios pelos Tapes das Aldeias dos padres jesuítas no ano de 1712.

:Nestes campos me demorei seis meses esperando por nova recluta, que tinha pedido a São Paulo, e sustentando-me nelas do mesmo gado morto a espingarda, além de 500 e tantas vacas que reservei, e levei comigo para a viagem. Em todo o tempo que aqui estive me animei a correr uma grande parte de toda Campanha, em que passam, segundo julgo, de duzentas mil as vacas que nela há, tem muitas, e boas águas, bastante caça, alguns pinheiros, e umas pedras de coco que arrebentam com o sol, e dentro outras pedrinhas que parecem diamantes já lapidados, umas roxas, outras brancas, amarelas; cor de vinha, e algumas esverdeadas. [Página 214 e 215]

Destes campos segui viagem arrumado sempre à Serra do Mar, e a pouco mais de sete léguas de caminho achei uma grande cruz feita de pinheiro e este letreiro nela Maries 16 de dezembro ano 1727 pipe Capitolo Marcos Omopo. Descida a cruz e adornada com toda a veneração, lhe mandei tirar o título, e lhe pus este I.N.R.J. e junto à mesma cruz em um bom padrão de pau este outro - Viva El-ei de Portugal Dom João o V, ano de 1729.

(...) Deste sítio a que demos o nome de Cruz dos Tapes, segui viagem encostado sempre à serra, e a pouco de quarto de léguas demos com um rio com mato duma e outra parte, a que chamei rio dos Porcos, e até ele chegado o gado de que acima falo. Passado este rio segui caminho de seis léguas ao nordeste, em que achei um sítio em uma lomba que chamei a Boa Vista, aqui fiz uma grande rancharia, que depois chamaram as Tajucas, e destas é que Cristovão Pereira de Abreu, dali a dois anos entrando comigo ao mesmo caminho, fez nele atalho que agora tem.

Das Tajucas fui sempre acompanhando a mesma Serra do Mar, e achando sempre campos com alguns capões de matos e não poucos ribeirões, até chegar ao grande Cambiera, ou morro de Santa Ana, fronteiro à Ilha de Santa Catarina neste me foi preciso gastar alguns dias para abrir um grande mato, que teria seis léguas comprido, e aberto dei com um rio, a que chamei Santa Luzia.

Deste rio segui viagem para os campos, e passando neles algumas restingas de matos dei num outro campo mais alto, e alegre, de onde avistei um morro, que pelo roteiro que levava dos Sertanistas antigos julguei ser o rico e sempre procurado morro Taió, e o mesmo parecer ao meu piloto, bons desejos tive de os socavas, mas a fome e a miséria em que nos víamos todos, os obrigo não a deixar o morro mas ainda a mesma serra do mar, pela muita aspereza, com que um e outro nos ameaçava, distância de quatro léguas, saímos com não pouco trabalho nas primeiras cabeceiras do rio Uruguai, e passamos nelas com duas braças de largo. [Página 216]TROPAS E TROPEIROS NA FORMAÇÃO DO BRASIL 259mente será tudo rematado, segundo dizem, portanto terá a bondade de avisar a dita viúva, para que tome as necessárias providencias a respeito.Saúde e felicidades lhe deseja quem é seuCompe. amo. obro.OLIVEIRAMe fará a mercê escrever ao Alexandre que comprou a tropa que foi do Inácio José que entre com o dinheiro para o seu poder logo.NOTA — O epistológrafo era Antonio Alves de Oliveira. O destinatário era algum parente ou amigo do tropeiro morto. Dêste já vimos uma carta.IX — Parnaíba, 11 de janeiro 1851Senhor Manuel José de FrançaVi a sua carta dirigida ao Compadre Bento de Mascarenhas pedindo que levasse a seu crédito proveniente (sic) das fazendas que mandei dar no Rio ao sr. Gonçalves, e a seu pedido, as quais V. Mercê pagou e como não me seja possivel encontrar o dito crédito, tal a confusão de papéis velhos que tenho, por isso guarde esta para lhe servir de documento em como está pago por V. Mercê êste crédito, e por isso sem mais vigor.Passo mal de meus incômodos, mas de qualquer modoSou o seu obrm.JOSÉ JOAQUIM DA LACERDANOTA — O negocio é bem claro na carta. Gonçalves (Francisco Gonçalves de Oliveira Machado ou mais certamente seu irmão Francisco Gonçalves de Almeida, que era tropeiro, enquanto aquêle tinha loja) recebe no Rio fazendas para Manoel José de França. Êste paga-as em Sorocaba a Lacerda, mas faltava o documento.Bento de Mascarenhas era o depositário do resto da loja de Lacerda, fechada havia 9 anos, desde que em 1842 êle se homiziara. A loja era de súcia com Tobias, porém, de uma forma interessante. O Brigadeiro dava-lhe crédito e dinheiro, e depois não se incomodava mais. Não houve contrato por escrito. [Página 259]





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EMERSON
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1876-1958
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1807-1892
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