Declarações do Papa mostram preocupação da igreja com o trabalho de satã
27 de novembro de 1972, segunda-feira Atualizado em 13/02/2025 06:42:31
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Teólogos e fiéis de várias religiões comentam as recentes declarações do Papa Paulo VI de que "sociedades inteiras têm caido atualmente nas mãos do Diabo" ou de que "o Diabo infiltrou-se na Igreja e tem sabotado os resultados do Concílio Ecumênico".
Os religiosos estão também investigando os recentes atentados à vida do Papa, às obras sacras, como a "Pietá", à objetos, como o Santo Sudário, à templos e às peças litúrgicas em diversos locais.
As suspeitas de que o Diabo esteja por trás deles aumentam porque muitos desses objetos foram destruidos seguindo regras dos rituais satânicos.
O Papa Paulo VI relembrou aos católicos que o Diabo existe e não é só um símbolo como certos setores liberais da própria Igreja admitem. Revelou ainda que o Vaticano prepara uma enciclica sobre seu maior inimigo.
Alguns eclesiásticos, como os teólogos Domenico Mondreone e Charles Boyer, comentaram as declarações papais, dizendo que o Diabo atua hoje com formas mais sofisticadas, entre as quais estaria a série de atentados perpetrados contra obras de arte e reliquias sagradas por misteriosos individuos que, aparentemente, foram considerados loucos.
Os atentados
O primeiro desses atentados aconteceu contra a vida do Papa Paulo VI, há exatamente dois anos (27-11-70), nas filipinas durante uma visita.
O autor foi o pintor surrealista boliviano Benjamin Mendonza y Amor, que possue atitudes estranhas com a sua pintura de cabeças degoladas, sangue, órgãos genitais e outros temas. Benjamin diz-se um "salvador da humanidade".
Queimou uma Biblia no processo a que foi submetido revelou que se tivesse dinheiro compraria calcinhas para todas as jovens filipinas.
A estátua "Pietá" (Piedade), de Miguel Angelo, foi quase desfigurada por outro individuo estranho, Laszlo Totj, há seis meses atrás.
Laszlo declarou depois que "tinha uma missão no mundo terrestre e que ele pertence a outro mundo". Traja-se com roupas escuras e ostenta um bigode fino com cavanhaque.
É diplomado em arquitetura. O Santo Sudário de Jesus Cristo foi alvo de uma tentativa de roubo na Catedral de Turim, onde está depositado.
Outros objetos, toalhas e pinturas de igrejas católicas, têm sido quebrados e rasgados ultimamente de acordo com regras de rituais satânicos, conforme dizem as autoridades religiosas.
Embora não comentem publicamente, os teólogos cristãos estão vendo em Benjamin, Laszlo e os autores desses atentados, individuos endemoniados, pelos quais o Diabo atua na sua decisão de destruir as forças que lhe fazem frente.
Requinte de estregia
O teólogo da Igreja católica, frei Domenico Mondreone, comentou pelo "Observatore Della Domenica" que a atuação do Demônio atualmente chegou ao supremo requinte de estrategia com a indução para que as pessoas digam que êle não existe.
"Quem subestimar ou apresentar Satanás como uma criatura imaginária e ridicula, está se convertendo no seu mais humilhante servidor".
A reação Católica na França contra o descrédito da existência do Diabo começou com o jesuita Charles Boyer que responsabilizou a ação de Satã os bombardeios do Vietnã, guerras como a do Oriente Médio, além da onda atual de pornografia e violência no mundo.
Como o Papa, o frei Charles Boyer condenou os setores liberais da propria Igreja, principalmente os franceses e holandeses, que retiraram o Diabo dos catecismos, explicando a sua não existencia sob a alegação de que "O Diabo é apenas um simbolo criado para exemplificar o mal".
Boyer explicou que "a atuação do Diabo hoje é feita por meios sutis, utilizando mais a indução, a sedução, a tentação, a sugestão, a insinuação, através de uma presença camuflada ou escondida. O Diabo se manifesta mais pela possessão como era comum antes, na Idade Média".
O fenômeno da possessão é explicado no comentário do teólogo Domenico Mondreone: as pessoas possessas podem falar ou compreender linguas desconhecidas.
São capazes de captar fatos longiquos e têm poder extraordinário superior ao de qualquer individuo por mais são e robusto que seja.
"O endemoniado é uma pessoa que fica transtornada, nua, agressiva, demonstrando a aparencia de um louco furioso", disse o teólogo.
Exorcismo
Apesar das suas afirmações sôbre a existencia do Diabo, o Papa acabou recentemente com a secular Ordem dos Sacerdotes Exorcistas, que eram especialistas em afastar o demônio do corpo da pessoa possessa.
O recrutamento dos exorcistas era feito entre os sacerdotes que gozassem de excelente saude, de equilibrio fisico e de inteireza moral. Suas armas eram as orações.
O Diabo sempre os perseguia ou tentava, pois segundo os ensinamentos da Igreja, tanto êles como seus santos sempre foram postos à prova na sua fé no bem.
Uma vitoria do mal sobre êles, significa um obstaculo a menos e mais campo livre de atuação.
Atuação
Segundo ainda os ensinamentos católicos, o Diabo pode atuar de várias formas. Primeiro, tenta a pessoa para que proceda mal.
Depois pela obsessão ou possessão, e finalmente, domina a sua natureza material. Entretanto esse poder é limitado por Deus.
Os metodos para afastar o Diabo do possesso foram ensinados por Jesus Cristo aos seus discipulos. Eles se constituem de preces e ritos que, na Idade Média, foram ampliados pela Igreja, com chicotadas e até mesmo morte na fogueira.
O batismo, também instituido por Cristo, é uma das primeiras formas de exorcismo, segundo os teólogos catolicos.
Os servos de Satã
Embora a Igreja dominasse religiosa e politicamente a Idade Média, com rigido moralismo, os bruxos proliferaram, principalmente na época do Renascimento.
As suas maiores solicitações eram para que resolvessem casos de amor, dizem os estudiosos.
Muitos livros e contos da época se referem a êsses casos, havendo escritores, como Maquiavel e Boccacio, que descrevem alguns. Outros, como Dante, se preocuparam em descrever o inferno.
Mesmo proibida e ameaçada de morte na fogueira, pelos Tribunais da Santa Inquisição, a bruxaria proliferou na Europa, bem como o culto a Satã.
Era comum na época o sacrificio de crianças sem batismo dedicadas a Satã, em cultos realizados nas noites de sexta para sabado, em meio de florestas.
Esses cultos eram as missas negras, nas quais as bruxas ou fiéis invocavam o Diabo e faziam suas afirmações de fé satanica.
Os cultos terminavam sempre com o primeiro canto do galo, em meio de orgia, com bebidas e comidas feitas com carne de cadaveres putrefatos, sapos, morcegos, porcos, bodes, olhos de gato preto, além de defumadores que provocassem enjôos, tosse e outros sintomas nos iniciados, que eram rebatizados com sangue.
Os Diabos invocados, quando chegavam, geralmente à meia noite, exigiam a humilhação do servidor que tinha de ajoelhar-se e beijar-lhe o ânus, para que o Diabo lhe satisfizesse os desejos de riqueza, poder, sexo, prazeres e outros.
O proprio São Tomás de Aquino disse que os Diabos do genero súcubos e incubos, podem ter relações sexuais com os vivos, podendo inclusive engravidá-los.
Giovanni Battista Enrico Antonio Maria Montini Data: 01/01/1969 01/01/1969
ID: 3137
EMERSON
27/11/1972 ANO:91
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foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.
Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.
No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.
Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.
Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]
Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]
Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:
Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104
Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.
No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:
Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107
Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:
Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108
Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]