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Carro usado: o comércio das mentiras

JAN.
05
HOJE NA;HISTóRIA
71

    5 de janeiro de 1983, quarta-feira
    Atualizado em 29/10/2025 21:31:13
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Um dos assuntos mais sérios que abordei em meu tempo de repórter na QUATRO RODAS resultou em uma das reportagens mais engraçadas que já fiz. Saiu na edição 270, publicada em janeiro de 1983.

A pauta era séria porque mostrava práticas desonestas de alguns comerciantes de carros usados, entre elas uma bastante difundida, que era a alteração da quilometragem registrada no odômetro, mas que se tornava cômica em razão das situações vividas durante a apuração.

Coube a mim e ao saudoso Nehemias Vassão (competente caçador de segredos das fábricas) a tarefa de investigar o que acontecia quando um particular queria vender seu carro nas lojas de usados e outro tentava comprar esse mesmo carro, ou um modelo semelhante, horas depois.

O carro usado por nós foi um Ford Del Rey quatro-portas 1982, verde metálico, que havia sido usado no teste de Longa Duração, que na época durava 30.000 km, e estava com pouco mais de 41.000 km.

Minha missão era me passar pelo particular que saía para vender e a do Vassão era a de verificar quanto os mesmos revendedores pediam pelo modelo igual ou semelhante.

Fizemos nossa pesquisa em São Paulo e no no Rio de Janeiro, só que na Cidade Maravilhosa usamos um Gol 1.3 1980, marrom, que também era da Abril e estava com a quilometragem mais elevada, 88.000 km.

Nossa aventura começou no centro de São Paulo, em uma região conhecida como Boca, que concentrava o comércio de automóveis usados naquela época.

Mal cheguei ao local, fui abordado por um corretor de carros, um tipo de profissional muito comum antigamente, que ficava nas esquinas oferecendo ajuda aos motoristas que queriam vender seus carros.

O trabalho deles era levar o proprietário até as lojas e, por isso, recebiam uma comissão, caso o negócio fosse fechado.

O comerciante falou que o carro era novo para ter rodado tanto e que, por isso, daria um “tapa”no odômetro

Na tabela de preços (em cruzeiros) da Quatro Rodas, o Del Rey quatro-portas 1982 valia Cr$ 1.750.000 (hoje, R$ 75.289, tendo o salário mínimo como referência) e o corretor, depois de uma rápida olhada, disse que conseguiríamos algo em torno de Cr$ 1.500.000, se vendêssemos para um de seus lojistas.

Na primeira loja, o dono disse que pagaria Cr$ 1.600.000 se o Del Rey fosse duas-portas, mas como era quatro-portas sua oferta seria de Cr$ 1.400.000. Argumentei que na tabela da Quatro Rodas o preço era maior e ele disparou:

“A revista não compra e nem vende carros. Já tenho esta loja há muito tempo e o cara que faz essa tabela nunca passou por aqui. Pra mim, ele só anda é de metrô”.

Uma concessionária Volkswagen ofereceu Cr$ 1.750.000 na base da troca por um modelo zero-km. E isso nos incentivou a ir a um revendedor autorizado Ford, onde achávamos que receberíamos provavelmente um valor maior.

Nessa concessionária da Ford, eu entrei dirigindo o Del Rey e o Vassão chegou em seguida, a pé, dizendo-se interessado em comprar um carro semelhante ao nosso.

No momento em que o comprador da loja me explicava que carro quatro-portas era difícil de vender, pois o brasileiro só gosta de modelos duas-portas (o que de fato acontecia na época), o vendedor, notando a resistência do Vassão em adquirir um modelo quatro-portas, dizia que por ser um carro de luxo, executivo, o Del Rey havia acabado com a má imagem do quatro-portas no país.

Outro fato engraçado foi quando eu entrei em uma loja da Avenida Santo Amaro, zona sul de São Paulo, e, eu não sabia, o dono era simplesmente o síndico do prédio em que eu morava. Sem saber o que dizer, falei que estava vendendo o carro da Editora Abril.

Disse que esperava pegar Cr$ 1.700.000. Ele achou caro, mas me explicou que só trabalhava com os modelos da Alfa Romeo, por isso não se interessava.

Só que, tão desavisado quanto eu, o Vassão entrou na loja na mesma hora para simular a compra de um Del Rey e o síndico, apesar de ter achado alto o valor que eu pedia, me chamou de lado e disse que iria tentar vender o carro para o Vassão, por Cr$ 1.800.000, ficando com Cr$ 100.000 de comissão.

Fingindo que não conhecia o colega de redação, aceitei que ele desse uma volta comigo para experimentar o carro. Saímos de lá e nunca mais voltamos. Depois, falei para o síndico que o negócio não foi fechado.

Decidimos vender o carro, de fato, não pelo maior preço que conseguimos, mas para uma loja em que um dos sócios, ao oferecer Cr$ 1.450.000, deixou escapar que o carro tinha pouco tempo de uso para somar quase 42.000 km rodados e que, por isso, teria que dar um “tapa” no odômetro.

Eu fechei o negócio e horas depois o Vassão chegou tentando comprar o carro, mas o vendedor nem deixou que ele visse o Del Rey.

Disse que o modelo tinha acabado de entrar no estoque e que precisaria de um “trato” antes de ser posto à venda.

Vassão voltou na data combinada com o vendedor e notou que, além de mais bonito, com a pintura polida, nosso Del Rey estava com apenas 11.218 km rodados e custando Cr$ 2.250.000, ou seja, 55% a mais do valor pelo qual foi comprado.

A esta altura do texto, você deve estar querendo saber o que aconteceu com o Gol. Depois de vender o Del Rey, em São Paulo, eu e o Vassão viajamos para o Rio de Janeiro, com o VW.

Nas primeiras lojas que visitamos, os comerciantes não se interessaram pelo carro. Mas, depois, conseguimos vender o Gol de fato por Cr$ 700.000, em uma loja do bairro da Tijuca, na zona norte da cidade.

Trinta minutos depois do negócio fechado por mim, o Vassão entrou na revenda falando que queria comprar um carro barato.

Ofereceram um Opala, mas ele recusou. O dono da loja então disse que havia um Gol que acabara de chegar e convidou o repórter a entrar no fundo da loja, onde um funcionário mexia no painel do veículo.

Ainda distante do carro, o comerciante gritou para o funcionário: “Terminou de trocar a bateria?”. Diante da resposta afirmativa, o vendedor deixou Vassão examinar o carro, cujo odômetro já marcava 18.113 km.

A loja carioca pediu apenas Cr$ 150.000 a mais sobre o valor pago, porém, quando o Vassão falou que achava a quilometragem muito baixa para o ano e o estado de conservação daquele modelo, o dono da loja fez o seguinte comentário:

“Esse carro era de um diretor da Editora Abril, sabe? Ele fica lá numa sala com ar-condicionado e sem fazer nada. Por isso, o carro não anda.

Em qualquer ramo de atividade sempre houve bons e maus profissionais. Naquela época não era diferente. Com certeza, nem todas as lojas adulteravam os odômetros.

Mas era um tempo em que a tecnologia tornava fácil esse tipo de fraude e a quilometragem baixa era importante porque os motores não duravam tanto quanto hoje em dia.

Jornalista, trabalhou nove anos como repórter na QUATRO RODAS, dez anos como assessor do piloto Ayrton Sennae 25 anos na Audi



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Carro usado, o comércio das mentiras
Data: 01/01/1983
Créditos/Fonte: Revista Quatro Rodas
01/01/1983


ID: 3168



EMERSON


05/01/1983
ANO:73
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]