1589
A história das minas de ferro e da fábrica de Ipanema e o trabalho escravo se inicia 65 anos de Balthazar Fernandes chegar na região com cerca de 400 "cativos" e "fundar" a cidade de Sorocaba.
1589
- Afonso Sardinha (54 anos) e seu filho descobriram minério de ferro, urânio no Morro de Araçoiaba.
Fundição de Afonso Sardinha começa a funcionarUma das referências mais remotas à produção de ferro na capitania da São Paulo remete à última década do século XVI. Por volta de 1590, tem-se notícia da construção de uma fábrica e de dois engenhos para fundição, sob a responsabilidade de Afonso Sardinha 1591 (56 anos de idade)
1599
- 16 de maio: Parte de São Paulo, para as minas de Sorocaba, D. Francisco de Sousa [15]
Descobertas as ruínas dos fornos dos SardinhaSábado, 1 de Janeiro de 1977
Partimos da vida de Florencio Calabar da Fábrica de Pólvora da Estrela, no Rio de Janeiro.
1589Sardinha [14]
1703
- 27 de dezembro: Tratado de Methuen entre Inglaterra e Portugal desestimula empreendimento no Morro Ipanema [13]
1720
- Francisco Paes de Almeia e Maria Pimentel ganham terras no Ipanema
1765
- 30 de novembro: Governador é comunicado da existência de minas de cobre ou prata em Sorocaba [17]
- Domingos Ferreira Pereira construiu uma fábrica de ferro no Araçoiaba, cerca de 3 km do engenho dos Sardinha [18]
1767
- 14 de maio: Morgado de Mateus concedeu sesmaria no morro de Biraçoiaba a Domingos Ferreira Pereira [12]
1769
- Jacinto José de Abreu passa a controlar a Fazenda Ipanema [11]
1770
- 28 de novembro: Afonso Botelho de Sampaio e Sousa, irmão do Morgado de Mateus, visita as minas de ipanema [10]
1785
- 5 de janeiro: Alvará proibindo no Brasil as manufaturas de algodão, seda, linho e lã, os bordados de ouro e prata, excetuados somente os tecidos grosseiros de algodão [19]
1794
- Nascimento de Florencio Calabar
1798
- Cláudio de Madureira Calheiros e Vicente da Costa Taques Goes propõem criar uma fábrica de ferro e aço em Ipanema
1810
- 4 de dezembro: Criação da Companhia Montanística das Minas Gerais de Sorocaba, depois renomeada Real Fábrica de Ferro de São João de Ipanema
1811
- 22 de fevereiro: Carta régia recomenda o estabelecimento de um cemitério na fábrica de Ipanema. Feito para suecos e ingleses, foi o primeiro cemitério de Sorocaba. [9]
- 12 de julho: recomendações [8]
1814
- A Fábrica de Ferro de Sorocaba foi denominada Real Fábrica de Ferro São João de Ipanema
27 de setembro: Friedrich Ludwig Wilhelm Varnhagen assume a direção da Fazenda Ipanema [20]
1820
- março: Martim Francisco e José Bonifácio visitam Sorocaba [23]
1821
- Fuga victor
1822
- 11 de dezembro: A Fábrica de Ferro estava entre os "bens" confiscados pelo decreto de José Bonifácio
1824
- Em balanço geral da Fábrica de Pólvora, fundada em 1808 [1], encontrou-se a despesa paga a Miguel Ferreira Gomes e a Joaquim Ferreira dos Santos por compra de 24 escravos novos para a fábrica
1828
- O racionamento de alimentação e vestuário provocou a elaboração de um requerimento dos escravos1 [4]
26 de julho de 1834 - Assim, em 1834 o escravo Florêncio foi transferido para a Fábrica de Ipanema [2]
abril de 1835 - conspiração [3]
8 de agosto - brancos [7]
1836
Assim, representou uma ameaça para o controle da administração da fábrica, seu nome é citadoem 1836, como solteiro e nas observações gerais, que vivia preso
1838
relatório [6]
1839
- “Fugiu desta a 3 dias o escravo Calabar, muito conhecido nessa cidade, por ter já estado por 3 vezes na cadeia: ele fugio com corrente no pé direito” [5]
1877
- 11 de julho: conde du visita ipanema [22]
- 20 de outubro: A lei n. 2.692 designou que o dispêndio da Fábrica de Ferro Ipanema se daria pela Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas [21]
- 3 de novembro: Pelo decreto n. 6.727 a fábrica foi oficialmente transferida para a Secretaria de Agricultura
1943
- Em relação dos escravos da fábrica de 1943 não se encontra nenhuma referência à Florêncio. Que caminho tomou? Ficamos aqui com algumas linhas de sua história, mas a certeza de sua luta contra a condição escrava. Remendar essas histórias de vida podem evidenciar a vida dos escravizados
Florencio Calabar foi um dos vários escravos da nação existentes no período colonial e imperial espalhados pelos estabelecimentos públicos – em fábricas, como a Fábrica de Ferro de São João do Ipanema, em Sorocaba e a Fábrica de Pólvora da Estrela, no Rio de Janeiro; em fazendas nacionais, comoas Fazendas Nacionais do Piauí e de Santa Cruz, no Rio de Janeiro; para a Corte, no Arsenal da Marinha,na Quinta da Boa Vista; nas Colônias Militares das fronteiras; e nas obras públicas em geral. Com oconfisco dos bens dos jesuítas pela Coroa portuguesa em 1760, os escravos pertencentes à ordem passarama ser incorporados ao patrimônio real. Continuaram presentes até quando também foram atingidos pelasleis graduais de liberdade da década de 1870. Pretende-se aqui observar a biografia de Florêncio Calabarprojetada à situação e condições dos escravos da nação.
[1] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=8336
[2] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=19215
[3] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=19216
[4] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=19217
[5] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=19214
[6] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=19213
[7] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=19220
[8] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=15141
[9] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=15142
[10] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=8276
[11] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=6731
[12] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=6335
[13] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=6437
[14] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=8216
[15] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=6231
[16] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=6139
[17] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=8277
[18] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=6516
[19] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=9796
[20] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=6120
[21] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=19221
[22] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=5082
[23] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=5049
[24] https://brasilbook.com.br/r.asp?r=7400