As ameaças não surtiram efeitos. Nada intimidava os paulistas. Em 7 de outubro de 1647 o rei lhes concedia alvará de perdão, o qual só teria efeito depois da restituição dos bens dos padres. Fato que resultou na reclamação dos paulistas de que “a fazenda, gados e escravos do gentio que os jesuítas possuíam naquela vila eram superiores aos dos moradores todos juntos.” E aproveitavam da ocasião para mostrar como eram diferentes os outros religiosos da capitania, carmelitas, beneditinos e franciscanos: “como nenhuns se teve dúvidas e todos vivem administrando suas obrigações como religiosos com muita correspondência com os moradores e só com a os da Companhia tiveram encontros, e é porque os mais tratam do serviço de Deus e administração dos sacramentos, e eles seus interesses.” () [apud, Silva, 2009, p.55]
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