De São Vicente, mais ou menos por essa época, saíra, à procura da região doo São Francisco, uma importante expedição, cujo comando se atribui a André de Leão. Não está perfeitamente apurado se se refere a essa entrada, ou a alguma outra um pouco posterior, o roteiro deixado por Wilhelm Glimmer e divulgado na obra de Piso e Markgraf.O ponto de referência, para a fixação de sua data, é a chegada de D. Francisco de Sousa a São Vicente, como governador. O fato se repetiu em momentos diversos, em 1599 e em 1609, dentro das mesmas circunstâncias referidas no roteiro de Glimmer. Dai depreendeu Capistrano de Abreu a conclusão de que o itinerário se poderia referir à viagem de André de Leão, em 1601, como a alguma outra exploração de 1611. [O devassamento do Piauí, 1946. Barbosa Lima Sobrinho. Páginas 37 e 38]
Do Rio de Janeiro, D. Francisco foi à vila de São Vicente, na qual chegou em março de 1599 Foi nessa época que ocorreu o já comentado episódio da urca holandesa. Da vila litorânea, o governador rumou para São Paulo atravessando a Serra do Mar. Lá, as expectativas da sua chegada já se faziam sentir e não tardariam os efeitos de sua presença, que causaram uma série de mudanças no cotidiano da então pequenina vila. Dinamizador da vida local, D. Francisco efetivamente começaria a inserir o vilarejo, povoado de colonos iberos e mamelucos, no mapa do império filipino..
 | | | 30 de Janeiro de 1946, domingo |
| “O devassamento do Piauí”, Barbosa Lima Sobrinho |
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De São Vicente, mais ou menos por essa época, saíra, à procura da região do São Francisco, uma importante expedição, cujo comando se atribui a André de Leão. Não está perfeitamente apurado se se refere a essa entrada, ou a alguma outra um pouco posterior, o roteiro deixado por Wilhelm Glimmer e divulgado na obra de Piso e Markgraf.
O ponto de referência, para a fixação de sua data, é a chegada de D. Francisco de Sousa a São Vicente, como governador. O fato se repetiu em momentos diversos, em 1599 e em 1609, dentro das mesmas circunstâncias referidas no roteiro de Glimmer. Dai depreendeu Capistrano de Abreu a conclusão de que o itinerário se poderia referir à viagem de André de Leão, em 1601, como a alguma outra exploração de 1611. Barbosa Lima Sobrinho | | | 30 de Dezembro de 1964, domingo |
| “Memória Histórica de Sorocaba: Parte I” |
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De Santos a Cubatão, viajou em canoa. Subiu o péssimo caminho da Paranapiacaba em rêde. Nos arredores de São Paulo teria cavalgado. Luís Castanho de Almeida | | | 30 de Janeiro de 1998, domingo |
| Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo |
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D. Francisco de Souza ainda parou no Rio de Janeiro, onde providenciou sobre a administração da justiça que encontrou inteiramente descurada, e depois de rechaçar uns corsários que lhe e embargavam a saída, seguia para São Vicente ai chegando em princípios de 1599. Vinham em sua companhia, além de soldados e oficiais tirados do presidio da Bahia, dois alemães, um mineiro e outro engenheiro, chamado Jaques de Palte (Walter?) e Geraldo Betimk, vencendo cada um 200$ por ano.  | | | 30 de Janeiro de 2010, domingo |
| “São Paulo na órbita do Império dos Felipes: Conexões Castelhanas de uma vila da américa portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640)” de José Carlos Vilardaga |
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A informação corrente entre os historiadores é que o governador Francisco de Souza fora, efetivamente, atraído a São Paulo em função de certas notícias do ouro descoberto pelos Sardinha. Entretanto, Carvalho Franco sugere que o verdadeiro imã teria surgido de algumas amostras levadas por um mameluco que, desdobrado de uma entrada liderada pelo capitão-mor João Pereira Botafogo, chegara até a Bahia. Versão também difundida por Piso e Marcgrave, quando divulgaram os relatos de Willem Von Glimmer, mineiro flamengo inserido na bandeira de Botafogo. [p. 118] José Carlos Vilardaga
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