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Séculos



Manuel João Branco
f.1641
*Carta de Manuel Juan Morales ao rei Filipe IV (1605- 1665), “O Grande”
1636, terça-feira ver ano



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Manuel João Branco, genro do primeiro Fernão Dias, que já vivia em São Paulo ao tempo de D. Francisco, também se refere a esse caso do mineiro morto, “mineiro alemão”, escreve ele, em carta a Sua Majestade datada de 1636, apontando ainda para a abundância das minas da terra, que os moradores, mais afeiçoados à caça de carijós, punham pouca diligência em explorar. E quando iam às minas, acrescenta, não cuidavam de quintar o ouro tirado, mas vendiam-no em pó, e a sete tostões a oitava, naturalmente devido a quebras e impurezas. ["História Da Civilização Brasileira COLEÇÃO"]




1º fonte - 1480
Nascimento do filho



2º fonte - 1864
Relatório apresentado á Assembléia Geral Legislativa na segunda sessão da décima-segunda legislatura, pelo Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Guerra, José Mariano de Matos

Foi-me recomendado o exame da estrada que se havia projetado para um porto de embarque no rio Juquiá, afluente da ribeira do Iguape: as notícias que achei acerca desta estrada davam a distância entre Ypanema e o referido porto de nove até dezesseis léguas.

Como eu não conhecia o rumo em que ficava o porto em questão, resolvi seguir por qualquer caminho que para lá conduzisse, calcular a posição astronômica e dai deduzir a distância e a direção á fábrica.

Informei-me dos habitantes do lugar se havia meio de transitar com os meus instrumentos geodésicos, afirmaram-me que havia estrada pela qual passavam animais carregados, boiadas, etc.; além disso tive notícia que posteriormente a 1859 se havia gasto 14:000$00 rs. com ela.

3º fonte - 1874
Apontamentos para a história dos jesuítas no Brasil, Antônio Henriques Leal



4º fonte - 1951
Pedro de Angelis; “Jesuítas e bandeirantes no Guairá (1549-1640)”. Pedro de Angelis (1784-1859)

XXXVI - São Paulo, os paulistas e as bandeiras julgados por um espião castelhano em 1636

Relatório de Manuel Juan de Morales das coisas de San Pablo e males de seus habitantes feito a Sua Majestade por um Manuel Juan de Morales da mesma cidade. 1636

vem f. 1 p. a este estado do Brasil no ano de 1592, enviado por seu avô de V. Mag., sendo Virey de Portugal o Duque de Alba, e vindo como governador do Brasil, D. Francisco de Sosa, que ao chegar me enviou ao Serjipe morro a mais de 200 léguas da Baía, para descobrir minas, onde Gabriel Suarez, que veio como descobridor de ouro, se perdeu.

No ano de 1595, ele me enviou a esta Capitania para descobrir um engano, e tendo encontrado, e coletado ouro, fui pessoalmente contar-lhe o que havia acontecido, e novamente ele me ordenou que voltasse na companhia de um garimpeiro. , que não fez nada. , e tendo vindo outro de prata, descobrimos uma montanha chamada Sirasoyaba, que é muito rica de Ferro, e disse que era de prata, em confirmação do que enviou uma pedra, que deve ter trazido ao pai de V. Mag. por ordem de quem veio de D. Francisco de Sosa para frequentar as minas de prata, que vendo que nada foi obtido e que o mineiro alemão havia morrido, ele enviou o mineiro de ouro, o mineiro de prata e eu ao tribunal. chegamos a Valladolid no ano de 1600.

Primeiro. as três vidas da misericórdia feitas dos engenhos de açúcar de ferro (dos quais apenas um está perfeitamente acabado) já terminaram, e as fundições de ferro morreram, e isso não está mais funcionando. Vendo a perda de S. Mag., pedi a D. Francisco de Sosa e Diego Luis de Oliveira (a quem Vossa Majestade possa ser informado dos meus actos) que me enviassem fundições, e até agora os tenho conseguido. [Jesuítas e bandeirantes no Guairá (1549-1640), 1951. Páginas 182 e 183]

Isso pode ser visto muito claramente pelo que V. Mag. tinha de renda no ano de 1603 nesta terra, que era de setenta mil maravedis por ano, quando veio daquela corte mandei elevá-lo até o dia de hoje, que é 1636, ao número de três mil e seiscentos cruzados.

Construir navios é tão fácil que, sendo um homem pobre sem índios, construí dois navios para ir a Angola para negros para esta Capitania, e para aumentar o V.Mag. as quintas de ouro. Bem, se as minas de ferro fossem trabalhadas, desde que o ferro estivesse à mão, quão fácil seria Vossa Majestade fazer navios sem nenhum custo de madeira ou ferro? E sem custo, nem trabalho para carregá-la, porque a madeira fica no mesmo porto, onde são feitos os navios, e as minas de ferro e ouro ficam a apenas 16 léguas do porto da cidade de Santos, e a estrada é tão plana, que até uma légua do rio pode dar lugar a carroças. [Página 185]

E para que Vossa Majestade tenha mais certeza de pessoas suficientes, e sem medidas tirânicas para esta tentativa, pode ser dada ordem para que os Padres da Companhia possam entrar na terra até os limites da Coroa de Castela, e trazer estes índios Capitania para construir aldeias livres, com as quais Vosso Mago terá sempre um excedente de gente a baixo custo, e os manterá felizes, porque a manutenção é muita, e com pão, linho e coisas semelhantes em quantidade moderada, eles servirá a Você. Mag. tão feliz, que eles serão os melhores companheiros dos Pais para trazer outros novamente.

Mas os portugueses dos cananeus impediram-lhes a passagem, porque não consideram justo que os da Campanhia vão trazer servos a Cristo, porque lhes é tirado o assunto de fazer escravos. E ainda mais que os Padres não estão sujeitos a esta Capitania, porque ela termina, como mais tarde contarei doze léguas além do cananeu.

Se as minas fossem estabelecidas aqui, poderia Vossa Majestade poderia ordenar que fossem feitas dois galeões de guerra que eram cap. e Almiranta que de acordo com a capacidade do terreno tudo é muito fácil, e que no seu Comp.a Os açúcares do Brasil entram na frota, para que na sua preservação fiquem a salvo dos corsários, e que alguns dos melhores cargueiros ter uma defesa competente, o que será útil segurança de tão grande lucro porque embora o inimigo com um exército dê algum cuidado, porém não há forças no mundo armada todo ano, e V. Majestade tem tanto açúcar todo ano no Brasil quanto seus vassalos trazem para a Espanha, que mais de cem grandes navios podem ser lançados ao mar.

Quantos, senhor, os holandeses levaram só pela ganância de chegar antes a Lisboa? Os inimigos trazem dois ou três navios para roubar e costumam tirar os meios dos muitos que saem desta costa, deixam-no juntos em defesa suficiente, preservados com segurança, e depois de alguns dias partem para chegar mais cedo. [Página 188]

Só na primeira via (de três que passam duas pelo Brasil, e uma por Buenos Aires com o Procurador da Companhia de Jesus, que em breve partirá daquela província) enviou a Vossa Majestade uma transferência da doação, em que o conde é dado cem léguas de terra na costa do Brasil, e para ele do final do terceiro fólio até o quarto fólio inteiro será registrado como as cinqüenta e cinco léguas são contadas de treze léguas ao norte de Cabo Frio até o rio de Curpare, que fica junto à ilha de São Sebastião, e depois as quarenta e cinco léguas, que faltam a cem, são dadas do rio de São Vicente [Página 190]

O continente está tão bem defendido que nos é possível escalá-lo, exceto por dois caminhos, um dos quais foi considerado pior que o outro, e uma vez tomada esta terra pode ser defendida com cem homens de um cem mil por causa da aspereza, e empecilhos aos que sobem, e falta de manutenção, porque as ilhas que primeiro têm que ser levadas para chegar a esta cidade de São Paulo, são sustentadas pelo que vai daqui.

Esta é esta terra, Senhor, que quando o resto do Brasil se perdeu, só pôde recuperar daqui. As ilhas que o mar faz em tantas voltas como aqui são todas excelentes para o açúcar e o topo do continente, onde fica a vila de São Paulo, e a vila de Parnaíba, e algumas vilas indígenas têm a riqueza do ouro, e ferro que eu disse, e a abundância de pão, e carne, e o resto que mencionei e se o povo não se divertisse indo aos índios cativos, seria mais abundante. E se as minas de ouro e ferro forem trabalhadas, esta será uma riqueza segura. Até agora tem estado em grande perigo porque as pessoas desta cidade, que é a maior e mais animada, passam quase o ano inteiro no estrangeiro porque mal chegam de uma viagem, quando partem para outra, e se ocorre uma invasão fazem não teria o capitão de quem daria uma mão para defender esta terra, e se ele estivesse perdido, e as minas tivessem sido descobertas pelo inimigo (como ele as descobriria se as tomasse) não lhe faltariam índios tão ricos quanto os de Castela são para Vossa Majestade. [Página 191]

Se esta se perdesse, seria difícil recuperá-la, e todo o bem e segurança viriam de estabelecer verdadeiramente as minas, porque fornecem pessoas e defesa, e quase sem pessoas de Vossa Majestade a terra estaria suficientemente protegida, porque se os nativos não defenderem seu rei, defenderão seus tesouros, bem, podem... com facilidade e segurança. [Página 192]

Outros transtornos menores, com os quais as pessoas são assaltadas, como vender sal a preço excessivo, dar um alquer para 10 ou 12 pessoas, mandar V. Mag. levar um no Rio Genero, e coisas semelhantes, a pessoa que V Mag. As provisões que o vosso Pai de V. Mag. me mandou dar, das quais fiz menção neste memorial, foram uma em Valladolid no ano de 1602, e outra em Lisboa no mês de Agosto do mesmo ano. [Página 193]

5º fonte - 1969
Sergio Buarque de Holanda (1902-1982); “Visão do Paraíso - Os motivos edênicos no descobrimento e colonização do Brasil”. Sérgio Buarque de Holanda



6º fonte - 2010
José Carlos Vilardaga; São Paulo na órbita do Império dos Felipes: Conexões Castelhanas de uma vila da américa portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640)

Em 1636, aquele que pode ter sido um dos maiores produtores do planalto, edono de dois moinhos, o mineiro Manuel João Branco (ou Manuel Juan de Morales),falava ao rei da abundância e da riqueza de São Paulo na produção do trigo. John Monteiro, autor do trabalho mais importante sobre o tema, revela as íntimas filiações entre a expansão desta lavoura no planalto e a crescente organização das bandeiras de apresamento. Ao coincidir os dois tópicos, ele mostra, firmemente, como os indígenas capturados e descidos nas entradas não eram necessariamente revendidos a outras capitanias ou vilas, mas, sim, aproveitados, em sua maior parte, na expansão agrícola de São Paulo; expansão esta que conectava a economia de São Paulo à economia colonial.

Outro documento famoso, anteriormente citado e que pode nos dar mais pistas, é a carta de Manuel Juan Morales ao rei, de 1636. Chamado por Cortesão de “espião castelhano”, numa leitura bastante enviesada, Morales relata sua permanência em São Paulo desde pelo menos 1595, o que tornaria seu “serviço de espionagem” uma tarefa quase vitalícia.

De qualquer modo, a carta cumpre bem o papel de denunciar uma série de descalabros, justificando mercês ao próprio missivista, detentor da solução de uma parte dos problemas Outro documento famoso, anteriormente citado e que pode nos dar mais pistas, é a carta de Manuel Juan Morales ao rei, de 1636.

Chamado por Cortesão de “espião castelhano”, numa leitura bastante enviesada, Morales relata sua permanência em São Paulo desde pelo menos 1595, o que tornaria seu “serviço de espionagem” uma tarefa quase vitalícia. De qualquer modo, a carta cumpre bem o papel de denunciar uma série de descalabros, justificando mercês ao próprio missivista, detentor da solução de uma parte dos problemas.

O tema dos metais de São Paulo perpassa seu relato, já que o autor era especialista em minério de ferro. Viera a São Paulo na demanda deste mineral, por mandato de D. Francisco, e atuara juntamente com um mineiro de ouro - que faz questão de desqualificar - e um mineiro de prata.

Apesar dos indícios sugeridos, Morales pouco reforça a existência substancial do minério, ressaltando e lamentando apenas o fracasso dos engenhos de ferro, depois que deixaram de ser de “particulares”.

Quanto a Manuel Juan Morales (vulgo Manoel João Branco), mineiro de ferro e “espião”, ele reclamava de nunca terem sido enviados os peritos solicitados, ainda insistindo na demanda em 1636, enquanto provavelmente desfrutava de sua riqueza baseada no trigo, no tráfico de escravos da Guiné e na criação e venda do gado... e até mesmo em seus empreendimentos minerais.

7º fonte - 2019
Universidade de São Paulo; Estrada do Padre Dória (1832-1842): estudo de geografia histórica nos caminhos da Serra do Mar, 2019. Alexandre da Silva. USP. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Departamento de Geografia




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Adolfo Frioli
8 de abr. de 2026, quarta-feira
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Adolfo Frioli
8 de abr. de 2026, quarta-feira
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07/09/1822 - "É tempo! Independência ou morte! Estamos separados de Portugal"
01/01/1954 - O monumento ao Tropeiro, doado à cidade pelo conde Francisco Matarazzo

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18 de mar. de 2026, quarta-feira
Apresentado após temporal, projeto que queria ressarcir famílias que perderam móveis em enchentes é considerado ilegal em Sorocaba

Folha de São Paulo
15 de mar. de 2026, domingo
No Peru antigo, comércio de araras atravessava os Andes para fornecer penas

mapasturon.com.br
10 de fev. de 2026, terça-feira
https://mapasturon.com.br/site/ibiuna-sp/

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01/01/1733 - Abertura da estrada de Curitiba no Paraná e no Rio Grande do Sul que possibilitou o ciclo do Tropeirismo. Coincidentemente, nesse ano ocorre o final do bandeirantismo
03/09/1750 - Instalado o “Registro de Sorocaba” junto a ponte do mesmo nome. Salvador de Oliveira Leme é nomeado o primeiro Administrador
01/11/1755 - Lisboa foi arrasada por um violento terremoto, seguido de tsunami

Celso “Marvadão” Ribeiro
4 de fev. de 2026, quarta-feira
RUA SÃO FRANCISCO, SANTA ROSÁLIA, 1950

Jornal Correio Brasiliense
30 de jan. de 2026, sexta-feira
Fundada em 1698, uma cidade marcada pela corrida do ouro preserva história e arquitetura que levam o visitante ao passado - correiobraziliense.com.br

BBC
29 de jan. de 2026, quinta-feira
O caminho indígena ancestral cujo traçado original é alvo de disputas no Brasil
01/01/1525 - Aleixo Garcia organizou uma expedição com centenas de índios
29/11/1541 - Cabeza de Vaca parte da foz do Itapocú

Revista Fórum
29 de jan. de 2026, quinta-feira
País africano com a segunda maior reserva de ouro do continente quer se tornar o próximo membro dos BRICS

SolarLabs
22 de jan. de 2026, quinta-feira
Quem Criou a Energia Solar? História da Energia Solar

Dagoberto Mebius
11 de dez. de 2025, quinta-feira
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Bndigital
10 de dez. de 2025, quarta-feira
Voo do Jahú - Consulta em bndigital.bn.gov.br
01/01/1927 - O "Arco do Triunfo". Rua cel. Benedito Pires. Fonte: Lembranças Sorocabanas*
28/04/1927 - Hdx
01/08/1927 - Chegaram em Santo Amaro/SP*

IPA Online
10 de dez. de 2025, quarta-feira
Publicação no Facebook

Sobre Nomes
4 de dez. de 2025, quinta-feira
Consulta em sobrenomes.genera.com.br

Arthur Virmond de Lacerda
2 de dez. de 2025, terça-feira
O OURO QUE OS PORTUGUESES “ROUBARAM” DO BRASIL E A HISTORIOGRAFIA MARXISTA

O Antagonista
25 de nov. de 2025, terça-feira
Fabricada na cidade de Segóvia, Espanha, essa raridade pesa 339 gramas e é conhecida como Centen, ou 100 escudos - oantagonista.com.br

Google
25 de nov. de 2025, terça-feira
Imagem do Google Earth

Folha de São Paulo
24 de nov. de 2025, segunda-feira
Físicos defendem que Pedro Álvares Cabral aportou no Rio Grande do Norte, não na Bahia

InfoMoney
24 de nov. de 2025, segunda-feira
Peça única de 339 gramas, cunhada com ouro das Américas, foi vendida por 2,8 milhões de francos suíços em leilão na Suíça - infomoney.com.br

Émerson Domingues
24 de nov. de 2025, segunda-feira
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Ernesto Mário Haberkorn
20 de nov. de 2025, quinta-feira
Consulta em ernestohaberkorn.com.br, Biografia de Ernesto Mário Haberkorn

Adriano César Koboyama
29 de out. de 2025, quarta-feira
O ser humano mais velho já registrado

G1
12 de outubro de 2025, domingo
Por que governo Trump faz ouro atingir seu preço mais alto em 100 anos? - g1.globo.com

heroidapaz.nmconhecimento.com.br
2 de outubro de 2025, quinta-feira
Consulta em heroidapaz.nmconhecimento.com.br - O Paraná do Século XVII

Revista Xapuri
21 de set. de 2025, domingo
PLANALTO CENTRAL: CONTANDO NOSSA HISTÓRIA - Revista Xapuri

Israel Blajberg
3 de setembro de 2025, quarta-feira
Estrela de David em Sorocaba - por Israel Blajberg - artejudaicasaopaulo.blogspot.com

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24 de ago. de 2025, domingo
Amar Sorocaba, por Carlos Alberto Abujabra Merege em publicação no Facebook

Celso “Marvadão” Ribeiro
22 de agosto de 2025, sexta-feira
FOTOdoDIA - 153O TROLINHO DA LIGHT EM VOTORANTIM

G1
14 de ago. de 2025, quinta-feira
Sorocaba já teve sete anos a menos e data de aniversário homenageia santa católica; conheça a origem
01/01/1589 - Fundação da Usina de Ferro do Vale das Furnas
28/11/1654 - Testamento de Isabel de Proença é assinado em Santana de Parnaíba
03/03/1661 - O processo retorna com parecer favorável do ouvidor da Capitania de São Vicente sr. Antônio Lopes de Medeiros e o povoado ao redor da capela de Sorocaba foi elevado à categoria de vila
01/12/1952 - José Crespo Gonzales defende a ideia de oficialização da data de 15 de agosto, em comemoração a fundação da cidade*
25/01/1954 - A cidade de São Paulo (SP) faz 400 anos e inaugura o Parque do Ibirapuera, a Catedral da Sé e o Monumento às Bandeiras
03/05/1954 - Instalação do monumento quando da afixação da Cruz
01/08/1954 - Abrigos de memória, ao mesmo tempo em que se sacraliza o passado, a cidade é apresentada enquanto esforços de ruptura. O espaço ora é reformado, como o Teatro Municipal, ora é criado, como foi o Parque do Ibirapuera*
15/08/1954 - Durante as Comemorações do 3º Centenário de Sorocaba, praça Ferreira Braga recebeu a fonte luminosa, estátua
01/01/1960 - Encontrado o testamento de Isabel de Proença


LUCIA14/08/2025
ANO:902
  


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