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*Afonso Sardinha, o Velho (1531-1616) "descobre" o Araçoiaba
1597, quarta-feira ver ano



 Fontes (15)

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Afonso Sardinha, o Velho (1531-1616), "na vila, foi almotacel, em 1575, vereador, em 1572, 1576 e 1582 e juiz ordinário, em 1587. Portanto, em 1592, quando foi nomeado capitão da gente de guerra da vila, já apresentava uma longa ficha de empréstimos à governança local. Negociava escravos da Guiné, tecidos, marmelada e gentios. Foi de sua propriedade um dos primeiros trapiches de açúcar no planalto. Entre seus devedores,estavam tanto o antigo capitão-mor quanto o recém-chegado. Por isso, há de se desconfiar quando ele alegava não comparecer a uma sessão da Câmara, como vereador que era, em pleno natal de 1576, pois não tinha botas!"

[Antonio Barreto Amaral em “Afonso Sardinha. Um vereador do século XVI”, publicado na Revista do Arquivo Municipal CLXXVIII (1969)]

"A nossa história, oficial e acadêmica, trabalha com probabilidades, quando se trata de Balthazar Fernandes (1577-1670). Aliás, nem se sabe ao certo a grafia do seu nome, se é Baltasar ou Baltesar, se é Balthazar ou Balthezar, tal é a diversidade das informações contidas nos documentos. Apesar do "fundador" de Sorocaba ter sido um cidadão ilustre, na sua época, nem se sabe quando ele nasceu, nem o dia nem o ano, como também não se sabe quando ele morreu - entre 1662 e 1667."

[Sérgio Coelho de Oliveira, jornalista e historiador, em “Baltazar Fernandes: Culpado ou Inocente?”, 2014]




1º fonte - 1755
Pedro Taques de Almeida Pais Leme (1714-1777); História da Capitania de São Vicente

A vila de Santa Ana da Parnaíba foi fundada pelo paulista André Fernandes, que por si e seus irmãos tinha estabelecido este sítio em povoação com capela da invocação da mesma gloriosa Santa da fundação de seus pais, que depois veio a servir de matriz. Esta povoação foi ereta em vila no ano de 1625 por provisão do Conde de Monsanto, que estava donatário da Capitania de S. Vicente.

Tem minas de ouro de lavagem chamadas de Vuturuna, em cuja terra as descobriu no ano de 1597 o paulista Afonso Sardinha, como fica referido; e o rio Tietê também tem ouro desde o lugar da vila para baixo até muito além do morro de Aputerebu; e como a sua extração é pelo meio de água, tem cessado o labor pelo detrimento e despesa da manobra, e se empregam os mineiros na extração por terra do ouro que chamam guapeára.

2º fonte - 1772
Pedro Taques de Almeida Pais Leme (1714-1777); Informação das minas de São Paulo e dos sertões da sua capitania desde o ano de 1597 até ao ao presente de 1772

Affonço Sardinha, e seu filho do mesmo nome, foram, os que tiveram a gloria de descobrir ouro de lavagem nas Serras Jaguámimbába e de Jaraguá (em S. Paulo) na de Ivuturuna (em Parnahiba) e Birácoyaba (no sertão do Rio Sorocaba) ouro, prata, e ferro, pelos annos de 1597.

D. Francisco recebendo em 1597 a notícia de terem sido achados ouro, prata e ferro em Biraçoyaba e mandado pessoal adestrado e fazendo as noemações necessários no fim do mesmo ano e começo do seguinte".

3º fonte - 1796
Manuel Cardoso de Abreu (1750-1804); “Memória Histórica da Capitania de São Paulo e todos os seus memoráveis sucessos desde o ano de 1531 até o presente de 1796”

Alguñs annos sofrerão os Paulistas os damnos, que recebiaõ da falta dos Serviços dos Indios, que já naõ gozavaõ para o beneficio da Cultura, athé que descobertas por Afonso Sardinha, neste continente, as primeiras Minas de Ouro de lavagens nas Serras de Iaguamimbaba, de Iaraguâ, de Vuturuna pelos annos de 1597, e querendo os Paulistas trabalhar nestas Minas alugando Indios para o labor, como faziaõ athé o anno de 1602, em que de Saõ Paulo se auzentou para o Reino Dom Francisco de Souza, Governador Geral do Estado, foraõ experimentando, e recebendo offensas dos Iezuitas, que tinhaõ arrogado aSý o governo temporal de todo o Gentio Para se atalhar este perniciozo damno, ori=

4º fonte - 1866
Alexandre José de Mello de Moraes; Chorographia histórica, chronographica, genealógica, nobiliária e politica do império do Brasil. Tomo I

Tem minas de ouro de lavagem chamadas de Vuturuna, em cuja terra as descobrio no anno de 1597 o Paulista Affonso Sardinha, como fica referido; e o rio Tieté tambem tem ouro desde o lugar da villa para baixo, até muito além do morro de Aputerebú, e como a sua extracção é pelo veio de agua, tem cessado o labor pelo detrimento e despeza da manobra, e se empregão os mineiros na extracção por terra do ouro que chamão guapeára. Tem um mosteiro de monges de S. Bento com lugar de presidente, um tabellião do judicial e notas, que tambem serve de escrivão da camara, e um de orphãos, e ambos servem por donativo que annualmente pagão. (Mem. do Inst. Hist.)[Chorographia historica, chronographica, genealogica, nobiliaria e politica do imperio do Brasil, 1866. Alexandre José de Mello Moraes. Página 279]

5º fonte - 1895
Instituto histórico e geográfico de São Paulo; Revista do IHGSP, volume VI

E a contrastar com essa demora de 26 annos está a rapidez das determinações do governador D. Francisco de Souza, recebendo em 1597 a noticia de terem sido achados ouro, prata e ferro em Biracoyaba e mandando pessoal adestrado e fazendo as nomeações necessárias no fim do mesmo anno e começo do seguinte.

Ainda outro motivo de assim pensar encontramos em variosauctores antigos, nos quaes não se estabelece quanto ás minasda capitania de S. Vicente a ligação entre o ferro, a prata e o ouro que enxergam alguns estudiosos contemporaneos. Gabriel Soares, escrevendo em 1587 seu Tratado descriptivo do Brazilcita sómente as jazidas de prata nesse trecho de nosso paiz (3).- [p. 24]

Seja qual for a data exata da entrada dos paulistas nesta região, o certo é que somente em 1597 se deu conta do descobrimentos ao Governador Geral D. Francisco de Souza. [p. 29 e 30]

6º fonte - 1903
Luís Gonzaga da Silva Leme (1852-1919); Genealogia Paulistana

Foram os paulistas os que fizeram descobrimentos de minas de ouro e ferro em São Paulo em 1597 e os mais descobrimentos de minas também de ouro em Paranaguá e Curitiba.

7º fonte - 1904
Instituto histórico e geográfico de São Paulo; Revista do IHGSP, vol. IX

Frei Afonso Sardinha, o velho, acompanhado por seu filho de igual nome, quem devassou o sertão paulista á procura de minerais. Mais feliz do que seus predecessores, pode ele achar o ouro em Jaraguá, em Jaguamimbola, em Ivituruna em 1597, e esse metal, com prata e o ferro em Biraçoiaba em 1590 ou 1597.

8º fonte - 22 de jun. de 1929, sábado
Jornal Correio Paulistano; “As minas de ouro do Jaraguá”

Corria o ano de 1597, cheio de dificuldades financeiras para a península ibérica e de aperturas para a brilhante e fútil côrte de Felippe III, rei de Castella, quando as descobertas de minas de ouro se amiudavam, na Capitania de São Paulo. Só a uma esperança se apegavam os cortezãos e o próprio monarca espanhol, eram as famosas minas de ouro assinaladas no Jaraguá e no Araçoiaba e a lendária mina de prata, que Robério Dias dissera, ao próprio rei, ter descoberto a Bahia.

Nomeado a Dom Francisco de Sousa para o governo do Brasil, incumbira-lhe o monarca de averiguar e descobrir o roteiro da mina de Robério e de impulsionar a exploração do ouro do Jaraguá e do Araçoiaba, prometendo a D. Francisco o marquesado que Robério Dias exigira, para entregar o roteiro.

Não tardou o governador em dar inicio a tarefa que lhe havia sido imposta e que lhe sorria, por estar no seu propósito vindo ao Brasil, providenciar bandos para o descobrimento do ouro. Achando-se D. Francisco de Sousa no Rio de Janeiro, dirigiu-se para o planalto de Piratininga em fins de 1598.

Foi a Araçoiaba acompanhado por Antonio Raposo Tavares, onde examinou as minas de pedras, e, em seguida, fundou uma povoação no vale das furnas, a que deu o nome de São Felippe, em homenagem ao monarca que o nomeara. Ali fez levantar pelourinho, simbolizando o predicamento de Villa. Essa povoação foi pouco depois transferida para a margem esquerda do Rio Sorocaba, onde está edificada a cidade desse nome.

9º fonte - 23 de ago. de 1950, quarta-feira
Jornal Diário de Notícias; A Siderurgia no Brasil - Jornal Diário de Notícias

SALI ENTAM-SE, como bases para os primeiros conhecimentos das tentativas siderúrgicas em nosso país, a "Memória" do senador Campos Vergueiro, e a "Nobilitarquia Paulista", de Pedro Taques. Por essas duas publicações conhece-se que as iniciativas para a fabricação do ferro no Brasil datam do fim do século dezesseis, precisamente em 1597, em Ibirapuera, Sorocaba, Estado de São Paulo, com a construção de dois engenhos para a fundição do ferro, por Afonso Sardinha, que os fizera à própria custa. Essa fabricação cessou em 1629, com a morte, em 26 de fevereiro daquele ano, de um dos proprietários, sr. Francisco Lopes Pinto.

O grande brasileiro e eminente historiador dr. Pandiá Calógeras, em seu ótimo trabalho intitulado "As Minas do Brasil", confirma que o Governador Geral do Brasil, d. Francisco de Sousa, tendo conhecimento da descoberta de ferro em São Vicente, e compreendendo o valor da nova, diz a História, forneceu auxiliares e ordem de dinheiro de que carecessem os descobridores para os seus trabalhos. Encontra-se, porém, em documentos históricos insuspeitos, que esses primeiros engenhos construídos para o fabrico do ferro, foram custeados por Sardinha, por isso devendo ele ser considerado o verdadeiro fundador da siderurgia brasileira.

Seguidamente a 1650, cremos ter permanecido a siderurgia no Brasil em verdadeira penumbra, prosseguindo-se, daí, nos primeiros anos do século dezoito. Encontra-se, entretanto, referido em uma publicação datada de 1711 sob a denominação de "Cultura e Opulência do Brasil", de autoria de André João Antonil, que, nessa ocasião, em São Paulo, na serra de Ibirapuera, distante oito dias da vila de Sorocaba e doze da vila de São Paulo, a jornada moderada, o capitão Luís Lopes de Carvalho, indo lá, por mando do governador Artur de Sá, com um fundidor, tirou ferro e trouxe barras, das quais se fizeram obras excelentes.

Pena, e muita, causa o não conhecimento da quantidade de ferro produzido naquela época, para se poder ter ideia do quanto evoluiu a siderurgia no Brasil, sabendo-se que essa grandiosa obra que é a Companhia Siderúrgica Nacional produziu, em junho do corrente ano, 30.078 toneladas de ferro gusa, 31.905 de aço e 24.523 de laminados.

10º fonte - 21 de dez. de 1964, segunda-feira
Luís Castanho de Almeida (1904-1981); “Memória Histórica de Sorocaba: Parte I”

Descobertas as minas, pela legislação (Ordenações Filipinas confirmando, as Manoelinas) devia o felizardo comunicar à autoridade, que distribuiria os lotes. Parece que Câmara de São Paulo demorou a enviar um portador à Bahia. Somente em 1597 recebeu a grata notícia o Governador Geral.

11º fonte - 1969
Arquivo Histórico Municipal (SP); Revista do Arquivo Municipal de São Paulo CLXXVI. Prefeitura do Município de SP

Em 1597, acompanhado pelo filho e com a colaboração de Clemente Alvares, acharia a iniciaria a mineração de ouro de lavagem nas serras de Jaguamimbaba e Jaraguá, em São Paulo e na de Ivuturuna em Parnaíba. Daí o avolumar-se sua opulência.

12º fonte - 1976
Revista Brasileira; Revista Brasileira

Não podia, pois, ele faltar, como não faltou, no primeiro capítulo das entradas. Realmente, quem foi a primeira figura dessas entradas, no quinhentismo? Afonso Sardinha, a quem se dá o apelido de "patriarca do ouro". Os dois Afonso Sardinha, pai e filho, foram mestres "curçados" do bandeirantismo, no sentido legítimo desta palavra.

Pois bem, entre os primeiros negros trazidos para o Brasil estão os de Afonso Sardinha, governador do Jaraguá. Em princípios do seiscentismo, começaram a figurar "percas pretas" nos róis dos inventários. Mas já nos últimos anos quinhentistas "a alguns importava Afonso Sardinha", que os mandou buscar por intermédio de Gregório Francisco, chegando ao gosto de possuir um navio de carreira de Angola para São Vicente.

Já estava então muito em voga, informa Teodoro Sampaio (1855-1937), adquirir escravizados na África. Os fazendeiros faziam sacrifícios, emprenhando-se por dívidas para equiparem navios que iam às feitorias portuguesas do Congo buscar negros que na lavoura da colônia provaram melhor que o próprio nativo.

Cada qual fazia as suas contas para quando chegasse o seu navio de Angola ou recebesse o seu quinhão no carregamento de africanos. O testamento de Afonso Sardinha, em 1597, é um documento que traz muita luz em tal sentido.

Conclusão lógica é que os primeiros negros de serra acima, que tomaram parte no bandeirismo, foram os de Afonso Sardinha. Embora não tivesse chegado a realizar grandes correrias heroicas.

Embora não tivesse chegado a realizar grandes correrias heroicas, (não podia começar pelo fim) o "patriarca de de ouro" foi um bandeirante com raio de ação bem desenvolvido.

Seu nome é apontado pelos historiadores em vários assaltos ao sertão bruto. Sua presença no mataréo já é assinalada em 1590, através de numerosas entradas. Em 1599 estava ele bandeirando no rio Jeticahy, hoje Rio Grande.

Como admitir que o importador de negros de Angola não se tivesse utilizado deles nas suas proezas sertanistas? E estas suas proezas sertanistas, que forma o prelúdio das grandes façanhas, poderiam ser omitidas como secundárias?

Acredito que não e por muitos motivos. Por exemplo: a repercussão que tiveram os seus achados de ouro no espirito daquele encantador d. Francisco de Souza, a quem se apelidou de "eldoradomaniaco", redunda logo em mais duas bandeiras, muito importantes, que foram as de André de Leão e Nicolau Barreto.

Desde o início da mineração do Jaraguá, levas de nativos e de negros africanos, que começaram a ser introduzidos na Capitania, eram conduzidos pelos seus donos ao sopé do morro, a fim de intensificarem esse trabalho, que prometia lucros fabulosos. [Revista Brasileira, 1976. Páginas 77 e 78]

13º fonte - 1997
José Monteiro Salazar (1927-2013); Araçoiaba & Ipanema

Portanto, em 1597, já existia, em funcionamento, o engenho de ferro com dois fornos catalães do morro de Araçoiaba.

14º fonte - 15 de ago. de 2011, segunda-feira
Jornal Cruzeiro do Sul; Ruínas podem alterar a história de Sorocaba, por Giuliano Bonamim

Pedras sobrespostas pelo ser humano, encontradas numa área de difícil acesso no Morro Araçoiaba, dentro da Floresta Nacional de Ipanema (Flona), em Iperó, podem estar relacionadas ao início da ocupação social na região de Sorocaba. E têm sido objeto de um estudo feito por um grupo de pesquisadores. A linha de pesquisa aponta para a possibilidade da construção ser referente à implantação do engenho de ferro criado por Afonso Sardinha, em 1597, na base do Morro Araçoiaba. A fileira de pedras também pode remeter às posteriores tentativas de exploração do metal, em meados dos séculos 17 e 18.

No entanto, a relevância desses achados somente será conhecida após estudos técnicos a serem desenvolvidos por especialistas na área de Arqueologia e História. Integrantes do Núcleo de Estudos Históricos e Ambientais da Floresta Nacional de Ipanema e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) planejam retornar neste ano ao local para analisar a "idade" das pedras.

Uma das dúvidas é a seguinte: essas ruínas já haviam sido descobertas ou não? Elas receberam no mês passado a visita de seis pesquisadores da região para a coleta de imagens. Entre eles estava o estudioso da Luso-Brasilidade, o português João Barcellos, que acredita não haver anteriormente qualquer tipo de registro dessa sobreposição de pedras. Segundo ele, o formato linear e parecido com um retângulo tem semelhança com as construções de 1500 e 1600 feitas em Portugal.

O primeiro a descobrir formações antigas de pedra no Morro Araçoiaba foi o pesquisador José Monteiro Salazar, em agosto de 1977. Com a ajuda de um mateiro, eles encontraram resquícios de um forno, de um canal de derivação da água e de uma parede da forja. "Na época, um grupo formado por arqueólogos e arquitetos foram ao local e comprovaram que as ruínas eram do período de Afonso Sardinha", diz Salazar, autor de dois livros sobre o assunto.

Cauteloso

O biólogo Luciano Bonatti Regalado, também pertencente ao atual grupo de pesquisa, prefere manter a cautela sobre a recente descoberta no Morro Araçoiaba. "Qualquer discussão sobre esses achados, que fogem da atual interpretação, é mera especulação". A história oral revela que Afonso Sardinha criou um arraial no Morro Araçoiaba ao descobrir a existência de minério de ferro na região. Esse português era um conhecido comerciante de metais e escravos da capitania de São Vicente e se instalou na região (hoje de Sorocaba) no fim do século 16 com o objetivo de ganhar dinheiro.

Sardinha teria se instalado juntamente com um grupo de escravos e índios para o trabalho de mineração e fundição de ferro. Com isso, eles teriam erguido um arraial para dormir, manter cavalos, burros e uma área para o plantio. Esse local, segundo dados levantados por pesquisadores, era chamado de Itabebussu.

15º fonte - 2012
Eduardo Tomasevicius Filho; Entre a memória coletiva e a história “cola e tesoura”: as intrigas e os malogros nos relatos sobre a fábrica de ferro de São João de Ipanema

Muito provavelmente seu filho homônimo, mameluco, realizou pesquisas mineralógicas em direção a oeste em companhia do ferreiro Clemente Álvares, que, em 1597, que, inclusive mandou buscar em São Paulo a sua tenda de ferreiro.

Por esse trabalho, encontraram ouro no Pico do Jaraguá e diversos metais na região de Parnaíba [Santana de Parnaíba], onde se localiza a então chamada Voturuna. Prosseguindo em direção oeste, encontraram o morro Biraçoiaba, onde hoje é o município de Araçoiaba da Serra, próximo a Sorocaba.

Entre o Pico do Jaraguá e o morro Biraçoiaba pode-se imaginar uma linha reta, cujos pontos passam pelos municípios de Santana de Parnaíba e Araçariguama e pelo bairro de Pirapetingui.


LUCIA01/01/1597
ANO:36
  


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