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autor:23/10/2023 02:32:09
Inventario e Testamento de Januário Ribeiro

    6 de outubro de 1639, quinta-feira
    Atualizado em 31/10/2025 10:49:10
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SL. 9º, 54, 1-1 Marina de Lara foi 1.º casada com Januario Ribeiro. Com geração no V. 7.º pág. 167

SL 7º, 167, 1-2 Januário Ribeiro, falecido com testamento em 1638 em S. Paulo, foi casado com Maria de Lara, filha de Manoel Godinho de Lara e Maria de Chaves. Teve 7 f.os (C. O. de S. Paulo) (são listados 10 filhos 2-1 a 2-10):

1. Frei Estevão

2. Maria Ribeiro Duarte C.em 1642 em SP c. Antonio Bicudo Furtado

3. João Ribeiro, emancipado em 1654, f. sertão em 16614. Antonio Ribeiro, f. em 1664 em Taubaté, C.c. Ana Cardoso5. Manoel Ribeiro, f. sertão com seu irmão João acima6. Izabel Duarte, C. em 1654 c. André de Gois7. Francisca Ribeiro Duarte, C.c. Salvador de Faria Albernaz8. Ana Ribeiro C. em 1641 em SP c. Domingos Pereira9. Pedro Ribeiro10. Jerônimo Fernandes

Subsídios à Genealogia Paulistana (Regina Junqueira)

Januário Ribeiro e sua mulher Maria (Marina) de Lara casaram por 1620 e tiveram sete filhos legítimos:

1. Estevão, nascido por 1621, em 1639 estava na ordem de São Francisco

2. Maria Duarte, nascida por 16273. João, por 16294. Francisca, por 16315. Antonio, citado como Manoel no inventário paterno, nascido por 1633.6. Manoel, por 16367. Isabel, por 1637 Foram filhos naturais de Januário:- Ana Ribeiro, casada com Domingos Pereira- Pedro Ribeiro, nascido por 1619- Jerônimo Fernandes, nascido por 1620

JANUÁRIO RIBEIROInventario e Testamento

Vol 12, 131Data: 6 de outubro de 1639.Juiz: Amador BuenoAvaliadores: Manoel da Cunha e Domingos MachadoLocal: Vila de São Paulo,Declarante: Marina de Lara, a viuva, assinou por ela seu pai Manoel Godinho de Lara

TITULO DOS FILHOS LEGÍTIMOS

1. Frei Estevão, 18 anos, metido na ordem de São Francisco2. Maria Duarte, 12 anos3. João, 10 anos4. Francisca, 8 anos5. Manoel (sic), 6 anos6. Manoel, 3 anos7. Abel, 2 anos

TITULO DOS FILHOS NATURAIS8. (.....) casada com Domingos de Paiva (mais adiante está Domingos Pereira)9. (.....) de idade de vinte anos mais ou menos (Pedro Ribeiro, conforme está no inventário)10. Jerônimo Fernandes, 19 anos mais ou menos.

TESTAMENTO

Escrito a rogo por Francisco Velho de Moraes aos 30 de outubro de 1638.

Primeiramente disse ser contente que seu corpo fosse enterrado na Igreja do Carmo e pediu missas e acompanhamentos.

Declaro que sou casado a face da Santa Madre Igreja (...faltam palavras...) machos e fêmeas (...idem...) universais herdeiros meus (...idem...) mais tenho (...idem...) bastardos a saber Ana (...idem...) herdarão com os legítimos.

Deixou o resto da terça à mulher, a quem deixou por testamenteira e curadora dos filhos.

Januário Ribeiro – Francisco Velho de Moraes

APROVAÇÃO: 8 de novembro de 1638, em casa de Francisco de Paiva

Testemunhas: João Pedroso, Gaspar Fernandes, Francisco de Paiva, Antonio de Soveral, Francisco Furtado.

CUMPRA-SE: 26 (....) – Manoel NunesCUMPRA-SE: (......_ - Bueno

Rol das Dividas que devem a mim Januário Ribeiro

Francisco Jorge, Fernão de Camargo, Maria de Moraes por seu falecido marido Domingos de Abreu, João raposo, Duarte Machado, Manoel da Cunha, Diogo Dias de Macedo, Pedro Fernandes do Ibirapuera, Aleixo Leme, meu sogro de resto de nossas contas, Jorge Gonçalves de Santos, Estevão Sanches de Pontes, Geraldo Correa o velho.

Declaro que dei a minha irmã Maria Ribeiro uma rapariga do gentio da terra por nome Rufina (e mais duas outras para se servir delas em sua vida e depois as deixaria para a mulher e filhos dele Januário Ribeiro).

Seguem as avaliações TerrasCarta de terras no caminho velho do mar vizinhas às de Pedro de Moraes Dantas, passada por Francisco Rodrigues Raposo. Procurador da viúva: Francisco Velho de MoraesCurador à lide: Manoel Godinho de Lara, avô dos órfãos

Certifico eu Ambrósio Pereira tabelião (...) que citei a Domingos Pereira e a sua mulher Ana Ribeiro filha natural do defunto Januario Ribeiro e ... disseram que não queriam herdar na fazenda de seu sogro e pae Januário Ribeiro, apenas queriam o dote prometido

Em causa sobre a negra Rufina que Marina de Lara exigia lhe fosse entregue por João Maciel, este impugna o juiz Amador Bueno “em razão de sua mulher ser parente dele João Maciel” e que ao tempo do ouvidor geral Miguel Cisne, “fizera petições contra ele, mostrando ser seu inimigo”.

Procurador da viúva: Mathias de Oliveira

MONTE MOR: 272$860 Curador dos órfãos: Marina de Lara, tanto para os legítimos quanto os naturais, a quem foi entregue os bens dos ditos órfãos. GENTE FORRA: 63 Segue a partilha de gente forra e quitações Em requerimento não datado, Marina de Chaves declara ter casado uma filha com Antonio Bicudo Furtado e precisava da legitima para o dote e pedia que o juiz liberasse umas casas para este fim, o que lhe é concedido em 22-10-1642. 15-3-1645 – Marina de Chaves é convocada a prestar contas e passar a curadoria por ter-se casado de novo. Disse que Estevão estava na ordem de São Francisco, Maria estava casada com Antonio Bicudo, João e Antonio estavam estudando, Manoel aprendia a ler e escrever, Izabel se vai criando e Francisca estava casada com Salvador de Faria Albernás. Ana Ribeiro, filha natural estava casada com Domingos Pereira com dote que ela Marina de Lara lhe dera. Os dois filhos naturais, Pedro Ribeiro e Jerônimo Fernandes eram maiores e saíram da casa dela e levaram suas peças, ferramentas e mais bens.(Jerônimo “furtara” um índio) Novo curador: Manoel Godinho de Lara, fiado por Pero de Caraça. Segue partilha dos bens entre os órfãos: Estevão, Maria Duarte, Francisca, Antonio, João,Manoel, Izabel, Pedro, Jeronimo. Segue termos de dinheiro a ganhos (e depois quitações) a Manoel Paes de Linhares, Manoel da Cunha Gago, Alberto Rodrigues dos Amores cunhado de Pascoal Dias de Miranda, Simão Rodrigues Henrique (em 1656 era sogro de Gaspar Correa), Antonio de Freitas, João de Mattos, Jerônimo Soares, Matias Martins, Antonio Cardoso da cunha. 30-12-1655, por ser passado o dia de Natal João Ribeiro, maior de idade e emancipado, apareceu diante do juiz Simão de Toledo requerendo a legitima de uma sua irmã que era “mulher de idade cumprida para poder se casar o que não tratava de fazer seu curador e avô Manoel Godinho de Lara por ser muito velho e decrépito”. Declarou que em seu poder seus irmãos órfãos e os administrava. 2-1-1662 Pedro de Fontes dá quitação da legítima de sua mulher, filha de Januário Ribeiro. 14-8-1654 – André de Gois e Siqueira dá quitação ao Cap. João da Cunha de 8$988 “ que me pagou pelo mandado do juiz de órfãos Simão de Toledo o qual dinheiro é da herança de minha mulher Izabel Ribeiro.Fica obrigada neste inventário Messia da Cunha em 9$984 e seu fiador Manoel da Cunha Gago.o mais está pago aos herdeiros deste inventário.



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EMERSON


06/10/1639
ANO:93
  testando base


Sobre o Brasilbook.com.br

foi publicada a segunda edição na língua inglesa. Pouco depois, em 1848, o relato foi publicado em língua alemã em Dresden e Leipzig, atual Alemanha.A edição em português ocorreu em 1942, na Coleção Brasiliana, intitulada Viagens no Brasil: principalmente nas províncias do norte e nos distritos de ouro e do diamante durante anos 1836-1841, da Companhia Editora Nacional.No ano de 1856 foi publicado o relato Life in Brazil; or, a journal of a visit to the land of the cocoa and the palm de Thomas Ewbank ela Harper & Brothers, Nova York, sendo lançada também na Inglaterra. Nos Estados Unidos houve uma edição em 2005.No Brasil, o relato em português foi publicado com o título A vida no Brasil: ou Diário de uma visita ao país do cacau e das palmeiras, em 1973, pela editora carioca Conquista, em dois volumes.O relato de Henry Walter Bates foi publicado em 1863, em dois volumes, com o título The naturalist on the River Amazons, a record of adventures, habits of animals, sketches of Brazilian and Indian life, and aspects of nature under the Equator, during eleven years of travel by Henry Walter Bates, em Londres pela John Murray. A segunda edição ocorreu um ano depois, com supressão de algumas partes pelo autor, seguida por mais de dez edições na língua inglesa em Londres e nos Estados Unidos. No Brasil O naturalista no Rio Amazonas foi editadoem 1944 pela Editora Nacional.

Em 1869, Richard Burton publicou a primeira edição de Explorations of the Highlands of the Brazil; with a full account of the gold and diamond mines. Also, canoeing down 1500 miles of the great River São Francisco, from Sabará to the Sea by Captain Richard F. Burton, F.R.G.S., etc., em Londres por Tinsley Brothers, em dois volumes. A obra recebeu destaque em finais do ano passado e foi publicada em Nova York no centenário da primeira edição, e nos últimos dezesseis anos teve três edições nos Estados Unidos.

No Brasil, a primeira edição de Viagens aos planaltos do Brasil: 1868, em três volumes,ocorreu no ano de 1941 pela Companhia Editora Nacional, que publicou a segunda edição em 1983. Houve uma edição em 2001 pelo Senado Federal intitulada Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho, volume único.

Em São Paulo, a Tip. Allemã de H. Schroeder publicou Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gaston e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba de John James Aubertin no ano de 1866.

Nesse mesmo ano foi traduzido para o inglês pelo autor e publicado em Londres pela Bates, Hendy & Co. com o título Eleven day’s journey in the Province of Sao Paulo, with the [p. 10]

Outro ponto, o parâmetro comparativo do algodão brasileiro e do norte-americano. A produção dos Estados Unidos figura como indicadora de qualidade e produtividade, em vista do país ter sido o maior fornecedor do mundo, e é trazida pelos viajantes quando desejam estimular a produção no Brasil, em especial, utilizando dados fornecidos por conhecedores do ramo.Nesse sentido, Richard Burton traz as considerações de um renomado pesquisador da cultura algodoeira, Major R. Trevor Clarke96 para quem “Aqui [no Brasil] o algodão tem mais penugem que o habitual; 600 quilos darão 250 de fibra limpa, ao passo que no Alabama são necessários 750 quilos. Em geral, o replantio do arbusto é feito em seu quarto ano”.97 E J. J. Aubertin traz a experiência dos americanos sulistas Dr. Gaston, Dr. Shaw e Major Mereweather, a quem ele acompanhou durante a passagem deles pela Província de São Paulo:Eramos cinco pessoas. Tres Americano sulistas, dr. Gaston, dr. Shaw e o major Mereweather, que ião fazer sua viagem prolongada, na exploração de districtos um pouco remotos, sob a direcção do sr. Engenheiro Bennaton, para esse fim nomeado; e, sendo informado dos seus preparativos, logo me aggreguei a elles, não menos por sympatia para com a antecipada immigração americana, como tambem pelo desejo de visitar em sua companhia algumas plantações de algodão, e tirar algumas instrucções de sua experiencia pratica, a respeito de uma cultura que, sendo hoje estabelecida na província, não póde deixar de influil-os cabalmente na resolução que definitivamente tenhão que tomar.98Durante a permanência na província paulista, o grupo visitou a região de Itu, Salto, Porto Feliz e Sorocaba, daí J. J. Aubertin seguiu para a capital paulista e eles continuaram viagem com destino à Itapetininga. As observações de diferentes aspectos da lavoura algodoeira e o processamento do algodão fizeram os norte-americanos considerarem o clima paulista adequado à produção e benéfico o fato de não haver mudanças bruscas na temperatura, como a ocorrência de geadas, possibilitando maior tempo de conservação do algodoeiro.99Esses dados são agregados por J. J. Aubertin àqueles fornecidos por produtores paulistas de que “emquanto o alqueire norte-americano, dando bem, produz de cem até cento e dez ou talvez 96 Richard Trevor Clarke (1813-1897) – “Army officer and horticulturalist. Major in the Northampton and Rutland Infantry Militia, 1862. Bred nearly thirty new varieties of begonias and many new strains of cotton. Awarded a gold medal by the Cotton Supply Association of Manchester. Member of the Royal Horticultural Society; served on the council and scientific committee for many year; awarded the society’s Veitchian medal, 1894”. BURKHARDT, Frederick et al (Ed.). Charles Darwin. The Correspondence of Charles Darwin (1866). Cambridge: Cambridge University, 2004, p. 502, vol. 14.97 BURTON, Richard Francis. Viagem de canoa de Sabará ao Oceano Atlântico..., op. cit., p. 29. [nota 3]98 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo com os Srs. Americanos Drs. Gastón e Shaw, e o Major Mereweather. 1865. Carta dirigida ao Illm. e Exm. Sr. Barão de Piracicaba. São Paulo: Typ. Allem[p. 159]

Os esforços de J. J. Aubertin devem ser compreendidos dentro desse contexto, em que ele se coloca como defensor da produção algodoeira paulista e atua em diferentes direções. No Brasil, escreveu para diversos periódicos nacionais e correspondeu-se com diferentes figuras da política brasileira para lhes solicitar o envolvimento com a lavoura algodoeira capaz de colocar São Paulo em posição favorável no mercado inglês, tal como fez o inglês em carta ao Comendador Fideles Prates:

Usai, vos peço, nesta vespera de uma nova semeadura, a vossa bem conhecida influencia entre os vossos amigos, e dizei aos cultivadores do algodão que redobrem os seus esforços na nova plantação, porque pela colheita futura é que se diciderá definitivamente a importante questão se a provincia de S. Paulo pode ou não pode occupar uma posição positiva nos mercados de Manchester.104

Aos agricultores interessados, ele também procurou difundir noções sobre a técnica de cultivar o algodão herbáceo e publicou folhetos sobre a cultura do algodão.105 Essa política de difundir informações sobre o cultivo foi uma atividade constante da associação inglesa, mesmo após o fim da guerra norte-americana.

No plano internacional, empenhou-se em apresentar os algodões paulistas de boa qualidade na Exposição Internacional de Londres, de 1862, com o objetivo de mostrar os atributos do produto. Também foi intermediador entre Manchester Cotton Supply Association e órgãos brasileiros; em duas ocasiões, nos anos de 1862 e 1865, J. J. Aubertin solicitou à associação britânica que enviasse algodão herbáceo ao Ministério da Agricultura e à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional.106 Em diferentes momentos enviou para a Inglaterra amostras do algodão paulista, em geral, com boas avaliações dos correspondentes.J. J. Aubertin arquitetou ações no Brasil ligadas aos interesses ingleses baseadas em informações colhidas por ele na província ou com base na experiência de nacionais e, principalmente, de norte-americanos, com o propósito de deixar claro as potencialidades de São Paulo e convencer os potenciais produtores paulistas. Para aqueles que mesmo assim estivessem em dúvida, ele escreve:

Deveras, já é tarde demais para duvidar do algodão de São Paulo; mas se ainda ha descrentes, apenas apello para os dous srs. Cultivadores que acompanhei, major Mereweather e dr. Shaw. Ambos elles me repetirão muitas vezes, que melhor algodão que aquelle que nos vimos não desejavão ver; que nas suas proprias plantações e com todos os seus meios perfeitos não costumavãoproduzir melhor. 107

Seus esforços renderam-lhe o reconhecimento da associação inglesa, que o condecorou com uma medalha de ouro, e o governo brasileiro honrou-o com o hábito da Imperial Ordem da Rosa. Nos veículos de informação brasileiros, nos quais tanto escreveu, vemos o reconhecimento de seus pares, como E. Hutchings, outro entusiasta da lavoura algodoeira em terras paulistas e intermediário entre a associação e o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas:

Hoje, considerado, como um genero de exportação, o algodão, e sua cultura, é um dos factos estabelecidos na historia da provincia, e eu me aproveito desta occasião para patentear a gratidão que todos temos.Quem sabe, o que ha de mostrar-se nos anos que vem? Quasi todas as condições de prosperidade estão unidas nesta provincia; - Um clima sem rival, uma terra cheia de riquesa, e uma natureza, cuja uberdade é espantosa. Tudo isto aqui, e no outro lado do Oceano, a Inglaterra, offerece tudo quanto seja possivel afim de attrahir para lá, os productos da provincia, e com as devidas providencias, e constancia em trabalhar, tudo será possivel, e, sem esta, nada.Campinas, Mogy-mirim, Limeira e outros lugares vão caminhando na cultura do café, e o publico, bem como os particulares, são beneficiados. Parece que, para Sorocaba, resta ainda este outro manancial de prosperidade; - a cultura do algodão, e não ha homem ou natural, ou estrangeiro na provincia, que não abençoará a empresa.[...] Caminho da Luz, S. Paulo Agosto de 1865[...] E. Hutchings108

Evidentemente, tais esforços foram no sentido de produzir algodão adequado às necessidades da indústria inglesa. Foi estimulado o plantio da semente de Nova Orleans, em solicitação de uma circular da Manchester Cotton Supply Association109 e houve uma modificação na postura do produtor brasileiro: “O tipo de algodão tradicional no Brasil era o arbóreo mas o mercado consumidor passou a condicionar a produção ao tipo herbáceo dos 107 AUBERTIN, J. J. Onze dias de viagem na Província de São Paulo..., op. cit., p. 16.108 HUTCHINGS, E. “Aos Redactores do Diario de São Paulo”. Diario de S. Paulo, São Paulo, 11 agosto 1865, ano I, nº 10, p. 2. Em outras atividades, além do algodão: E. Hutchings foi um dos secretários da Comissão Julgadora de um concurso para criadores de animais pensado por J. J. Aubertin, tesoureiro do evento. O Comendador Fideles Nepomuceno Prates aparece como um dos Juízes. “Concurso industrial”. Correio Paulistano, Estados Unidos. As variedades mais procuradas eram a U[p. 161, 162]