O livro de horas de Dom Manuel I. O primeiro fólio do Livro de Horas explica que este projecto literário começou em 1517 e terá prosseguido nas décadas seguintes, inclusivamente mesmo depois da morte de Dom Manuel. A autoria das pinturas, notáveis pelas representações do quotidiano quinhentista português, foi muito debatida entre historiadores de arte. Existe algum consenso relativamente à autoria de António de Holanda, pintor de origem flamenga, que não deverá ter sido, porém, autor de todos os fólios da obra. Objectos luxuosos, os livros de horas da nobreza europeia apresentavam o calendário litúrgico e definiam os rituais diários de oração. Eram intervalados por fólios de ilustração de rara beleza. Nesta iluminura, correspondente à página do mês de Setembro, figura uma das mais antigas representações artísticas da vindima, com a esmerada colheita das uvas e a pisa antes do transporte em tonéis. Iluminuras de António de Holanda 1517-1538, original no Museu Nacional de Arte Antiga.
1987
Hitler: propaganda da W/Brasil para a Folha de S. Paulo (1987)
Atualizado em 02/04/2025 00:10:21
É possível contar um monte de mentiras dizendo só a verdade. Como a "História" de
um homem que pegou uma nação destruída, recuperou sua economia e devolveu o orgulho ao seu povo. Em seus quatro primeiros anos de governo, o número de desempregados caiu de 6 milhões para 900 mil pessoas. Este homem fez o produto interno bruto crescer 102% e a renda per capita dobrar, aumentou os lucros das empresas de 175 milhões para 5 bilhões de Marcos e reduziu uma hiperinflação, a no máximo 25% ao ano. Este homem adorava música e pintura e quando jovem imaginava a seguir a carreira artística.