Um ano depois, em 1611, o mesmo Domingos de Góes receberia mais duas concessões. Na petição da primeira carta, cuja data de traslado consta aos 21 de junho de 1611, o suplicante alegou ser morador dessas partes há mais de 30 anos, sendo casado há 12 anos, com filhos, e trabalhou em defesa de sua majestade. Solicitava novamente ao capitão Gaspar Conqueiro terras para fazer seus mantimentos, numa localização próxima às demarcações de sua primeira sesmaria:[...] lhe faça mercê dar-lhe um capão de matto virgem que terá quatro ou cinco tirosde frecha de comprido e dois tiros de largo pouco mais ou menos o qual está antesde chegar ao ribeiro Imbiaciqua no meio de um alagadiço ao longo do caminho quedesta villa de São Paulo vae para Boigi Mirim [...].
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